USARAM E ABUSARAM DA MULATA

Quando tinha 27 anos, estava trabalhando numa companhia de seguros, na área de assistência aos clientes. Era uma das únicas mulheres do setor e, modéstia à parte, a mais gostosa. Sempre atraí os olhares dos homens, e nesse trabalho não foi diferente: era constantemente observada e desejada. Sentia os homens me comendo em suas mentes, me despindo, me fudendo loucamente enquanto me observavam. Porém nunca dei atenção a eles, e apenas fazia meu trabalho.

Se não me falha a memória, em uma sexta-feira, quando já estava naquele emprego por mais de 1 ano, ouvi dizer que meus colegas iriam passar a noite no escritório, bebendo e jogando cartas. Perguntei à um dos homens se isso era verdade, e ele confirmou e disse:

–Por que você não vem? Seria legal a presença de uma mulher.

Fiquei desconfiada e já imaginava o que ele queria com esse convite, mas mesmo assim aceitei.

Às 18:30, quando o expediente acabava, os funcionários que não iriam ficar foram embora, até que sobraram eu e mais 8 homens.

Alguém serviu uísque e tequila, e começamos a jogar. Conforme ia me acostumando com o ambiente, fui bebendo cada vez mais, até um ponto em que não conseguia distinguir as cartas. Paramos por um momento de jogar, e começamos a conversar da vida e dos nossos problemas.

Então começaram a elogiar meu corpo. Falaram que eu tinha um corpo magnífico, e que frequentemente se masturbavam pensando em mim (naquele ponto ninguém sabia o que estava fazendo). Estava com uma saia branca muito justa, que realçava minha bunda e minha coxas, e uma blusa de botões rosa-claro sem mangas, que também realçava meus seios e minha cintura.

Começaram a me tocar e acariciar, e os efeitos da bebida tornavam aquilo algo muito prazeroso.

De repente, um dos mais altos e forte dali me beijou de língua, sem que eu pedisse, e me levantou da cadeira onde estava sentada. Apertava com força minha bunda enquanto beijava, mas eu não resisti em nenhum momento.

Quando esse cara me largou, outros vieram em seu lugar e também começaram a me agarrar e beijar. Roçavam suas rolas sob as calças em mim. Me mordiam e davam chupões no meu pescoço, enquanto apertavam meus seios e minha bunda.

Apesar de estar um pouco sufocada, em nenhum momento tentei me afastar. Beijava-os com desejo, agarrava seus pescoços e apertava suas rolas, não me importando com elegância ou decência, apenas com vontade de ser fudida com força.

Quando o 4º cara parou de me beijar, me ajoelhei e abri o zíper de sua calça, e retirei um pau que pulsava desesperamente. Sem hesitar, abocanhei aquele pedaço de carne e comecei a chupar. Era uma rola grossa e comprida, impregnada com um cheiro de mijo que me deixava mais excitada ainda.

Todos ficaram surpresos com minha atitude, mas pude perceber que já tiravam suas pirocas para fora e se masturbavam enquanto eu fazia um boquete. No momento que o cara ia gozar, parei e comecei a chupar outro. Era algo que tinha aprendido com amigas: se você interrompe o boquete, o cara vai ficando com cada vez mais tesão e vontade, até que ele não aguenta. Fiz várias rodadas de boquetes naquela noite, mas sem deixar que gozassem.

Neste ponto eu já estava com a calcinha completamente molhada e os bicos dos meus seios estavam duros e sensíveis. As vezes me masturbava enquanto chupava; outras vezes eu masturbava outros paus.

Em um determinado momento, quando eu ia parar de chupar a rola e passar para a próxima, o cara segurou minha cabeça e jorrou sua porra na minha boca. Me assustei, mas aquele líquido quente preenchia minha garganta de tal forma que eu nem me importei. Depois de engolir toda a porra, me voltei para as outras pirocas e comecei a chupá-las com mais vontade ainda, mas dessa vez permiti que gozassem.

Fiquei suja com a porra de 8 homens naquela noite. Meus cabelos estavam empapados, minha roupa estava transparente de tão úmida, e minha cara preta devia estar muito excitante com toda aquele esperma.

Me levantaram e me deitaram na mesa, com a bunda empinada para eles. Alguém levantou minha saia e começou a me fazer uma siririca.

–ISSO! CONTINUA! ME FAÇA GOZAR! ENFIA ESSA PAU NA MINHA BUCETA E ME FODE!!!

Eu só conseguia gritar e implorar para eles. Eu queria que arrombassem minha buceta até eu desmaiar, mas eles deram o troco e não permitiam que eu gozasse, sempre interrompendo a siririca.

Depois de gritos de prazer, abaixaram minha calcinha molhada e meteram finalmente uma rola. Ele me dava estocadas violentas e rápidas, que me enlouqueciam e me faziam gemer até a boca secar.

–Para uma vadia você tem uma buceta apertada! Quero ver mais quanto você aguenta!

Ele gozou na minha buceta, e senti aquele calor dentro de mim. Neste momento eu fui para o céu, e já não sentia minhas pernas ou braços, só sentia aquele prazer inigualável. A porra escorria de minha vagina, mas eles não esperaram: quando o 1º saiu, outro já veio em seu lugar e começou o mesmo processo de estocadas.

Depois de horas de penetração, eu estava ainda mais atordoada e molhada, mas já conseguia chupar outros enquanto era fudida. Gozavam na minha boca e na minha buceta, e chupavam meus seios com desejo e fervura, ao ponto que eles já estavam doendo de tantas mordidas.

No meio de tudo isso, alguém lambeu meu cu e enfiou o pau sem se preocupar se podia ou não. A dor veio no início, mas logo foi substituída por MUITO prazer. Não havia lubrificante: era um pau seco sendo enfiado na minha bunda, e isso fazia cada estocada doer e ao mesmo tempo me levar à loucura.

–Que bunda apertada! Vamô arromba ela até não consegui mais sentar!– ouvi ele falar.

Durante toda a noite fui fudida em todas posições e jeitos possíveis: estocaram meu cu até ele ficar frouxo, dormente e pingando esperma; minha buceta estava encharcada de gozo meu e deles, e ardia quando tocada; meus seios estavam doloridos e vermelhos de tantas apertadas e chupadas; meu batom havia desaparecido dos lábios, e sentia meu estômago cheio de esperma.

Quando pararam de me usar, eu não sabia onde estava ou que estava fazendo, estava apenas feliz e atordoada. Me lembro depois de acordar na minha casa, completamente nua sobre o sofá. Não sei como cheguei em casa, nem o que aconteceu depois. Sentia meus braços, coxas, mandíbula e seios doloridos, e não conseguia sentar sem que meu cu ardesse.

Apesar das sequelas, foi a noite mais prazerosa que eu havia tido, e estava feliz.

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Comentários


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coroagata86 Comentou em 16/03/2026

Libertou a cadela que estava em vc isso é bom

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camilaa Comentou em 16/03/2026

É uma bela morena, sem duvida nenhuma uma cadelinha no cio, um sonho de consumo de todas as Dommes, vontade de colocar um dildo bem grosso e pegar forte e sem dó seu delicioso rabo, fazer você gemer e ganir até ficar sem forças e se se entregar por completa, depois colocar uma coleira no seu pescoço e tomar posse como minha cadela, enjaular você no meu canil e desfrutar de cada pedaço do seu corpo. Domme Camila.

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engsafad0 Comentou em 16/03/2026

Adorei o conto

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lilimagrinha Comentou em 16/03/2026

Aí eu queria estar aí com vc , delicia de conto me deixou louca de tesão de ser usada e abusada desse jeito

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moreninha1997 Comentou em 16/03/2026

Que delícia ser usada assim por tantos machos.

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ninosilva Comentou em 16/03/2026

Caralho como vc é gostosa mulata

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bragonews Comentou em 16/03/2026

Que delicia de mulata, se eu pegar vc eu meto a rola dentro




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Ficha do conto

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Nome do conto:
USARAM E ABUSARAM DA MULATA

Codigo do conto:
256985

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
16/03/2026

Quant.de Votos:
24

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