Meu nome é Ricardo, tenho 44 anos, divorciado há cinco, moro numa casa de praia no litoral norte de São Paulo. Trabalho remoto como consultor financeiro, então passo a maior parte do tempo aqui, curtindo o mar, malhando na varanda, mantendo o corpo em forma. Sou alto, 1,88 m, pele morena queimada de sol, barba bem aparada, cabelo curto grisalho nas têmporas. As mulheres da vizinhança ainda viram o pescoço quando passo de bicicleta, e eu não nego fogo quando rola oportunidade. Mas tem um fetiche que guardo só pra mim: garotos jovens, corpo definido de academia ou esporte, aquele frescor de quem ainda está descobrindo o quanto pode dar prazer. Nunca levei isso adiante com ninguém da família… até o mês passado. Meu sobrinho, o Lucas — ou Lu, como a gente chama desde pequeno —, é filho da minha irmã mais nova, a Carla. Ele acabou de fazer 19 anos, está no primeiro ano de Educação Física na faculdade em Campinas. Veio passar duas semanas aqui porque terminou um namoro de dois anos, estava precisando “arejar a cabeça”, segundo a mãe dele. Carla me ligou pedindo pra eu receber o menino, disse que ele estava trancado no quarto jogando videogame e se masturbando o dia inteiro (ela falou rindo, sem maldade). Eu aceitei na hora. Disse que ia botar ele pra surfar, malhar, tomar sol… e internamente já imaginava outras coisas. Quando ele chegou, meu pau deu um pulo só de abrir a porta. Lu estava mais alto do que eu lembrava — quase da minha altura —, ombros largos de quem treina natação e musculação, pele bronzeada, cabelo castanho bagunçado pelo vento da estrada, sorriso tímido mas safado. Vestia uma regata cinza colada no peitoral definido e um short tactel azul que marcava as coxas grossas e já deixava ver o volume da cueca boxer. Carregava uma mochila e uma prancha de bodyboard que eu tinha dado de presente no aniversário de 17 anos. — E aí, tio? Tô ferrado de saudade da praia — ele disse, me dando um abraço forte. Senti o cheiro dele: suor limpo de viagem, perfume barato de menino, testosterona pura. — Entra, moleque. A casa é sua. — Dei um tapa leve na nuca dele enquanto ele passava. Já estava imaginando aquelas costas largas suadas em cima de mim. Mostrei a casa toda de novo, mesmo ele já conhecendo. O quarto de hóspedes com vista pro mar, a varanda enorme com rede, churrasqueira, o banheiro com box de vidro que dava pra ver o corpo inteiro lá dentro. Enquanto ele desfazia a mala, fiquei encostado na porta olhando. Ele tirou a regata e ficou só de short. Abdômen tanquinho perfeito, trilha de pelos descendo até sumir na cintura do short. Meu pau começou a inchar na bermuda. — Tio, tu malha todo dia aqui? — ele perguntou, se virando e flexionando o braço de brincadeira. — Todo dia. Quer treinar comigo amanhã? — respondi, olhando direto pro peito dele. — Quero. Mas hoje eu só quero cerveja e mar, tá foda o calor. — Então vem pra varanda. Já abri uma gelada pra ti. Coloquei uma bermuda tactel bem folgada (pra esconder o volume quando necessário), uma camisa regata branca e saí. Ele veio logo atrás, ainda sem camisa, descalço. Sentamos nas cadeiras de praia, pés na grade, olhando o pôr do sol. Abri duas long necks. A conversa fluiu fácil: faculdade, amigos, o término com a ex-namorada. — Ela queria casar, tio. Eu com 19 anos? Nem fudendo. Quero curtir, experimentar coisas novas… sabe? — Sei bem. — Dei um gole longo. — E o que tu tá querendo experimentar, moleque? Ele riu, ficou vermelho, olhou pro mar. — Ah, várias coisas… tipo, ficar com mulher mais velha, essas paradas. Ou… sei lá, às vezes penso em homem também. Só curiosidade, nunca fiz nada. Meu coração acelerou. Ele tinha aberto a porta. — Curiosidade é normal, Lu. Todo mundo tem. O importante é não ter vergonha de admitir. Ele me olhou de lado, mordendo o lábio inferior. — E tu, tio? Já… ficou com homem? Respirei fundo, decidi jogar limpo. — Já. Algumas vezes. Gostei. Muito. — Fiz pausa. — E com mulher mais nova também. Mas confesso que garotos do teu tipo… corpo assim, jovem, atlético… me deixam louco. Ele engoliu seco. Vi o short dele começar a marcar. O pau dele estava acordando. — Sério? Tipo… eu? — Tipo tu. Exatamente tu. — Coloquei a mão na coxa dele, apertando de leve. — Desde que tu chegou hoje, tô imaginando esse corpo pelado na minha cama. Ele não tirou minha mão. Pelo contrário, abriu um pouco mais as pernas. — Caralho, tio… eu também já pensei nisso. Tipo… várias vezes me bati pensando em ti. Na academia, no banho… imaginando tu me pegando forte. Ouvir aquilo foi como gasolina no fogo. Meu pau já estava duro pra caralho, marcando na bermuda. — Então hoje tu não vai se bater sozinho, garoto. — Levantei, estendi a mão. — Vem comigo. Ele levantou, o volume na frente do short era absurdo. Devia ter uns 19-20 cm fácil, grosso, a cabeça já marcando o tecido. Entramos em casa. Fechei a porta da varanda, tranquei. Coloquei uma playlist baixa de R&B sensual no som da sala. Abri mais duas cervejas, mas deixei na mesa. Puxei ele pra perto, cara a cara. — Me diz o que tu quer, Lu. Sem vergonha. Ele respirou pesado, olhos nos meus. — Quero que tu me chupe primeiro, tio. Quero gozar na tua boca. Depois… quero meter em ti. Forte. Quero te fazer gemer como puta. Porra. O moleque era safado mesmo. — Então tira essa roupa, garoto. Mostra pro teu tio o que tu tem aí. Ele puxou o short e a boxer junto. O pau saltou pra fora, duro como pedra. Era lindo: moreno, veias saltadas, cabeça rosada e brilhando de pré-gozo, mais de 20 cm mesmo, grosso na base. As bolas pesadas, cheias, penduradas. Eu tirei minha regata e bermuda rápido. Meu pau também duro, 18 cm, grosso, curvado pra cima, babando. Nos beijamos. Primeiro devagar, língua explorando, depois com fome. Ele gemia na minha boca, mãos apertando minha bunda. Eu peguei aquele pauzão, masturbando devagar, sentindo ele pulsar na minha mão. — Caralho, tio… tá gostoso… — ele murmurou entre beijos. Ajoelhei na frente dele. Cheirei primeiro: cheiro de macho jovem, suor limpo, tesão. Passei a língua na cabeça, lambendo o pré-gozo salgado. Ele gemeu alto. — Puta que pariu… chupa, tio… chupa meu pau… Abocanhei devagar. A cabeça entrou inteira, esticando meus lábios. Desci mais, sentindo as veias na língua. Cheguei na metade e voltei, chupando com pressão. Ele segurou minha cabeça, empurrando devagar. — Isso… engole mais… porra, que boca gostosa… Fui engolindo aos poucos. Quando chegou na garganta, engasguei um pouco, mas forcei. Consegui uns 15 cm, babando muito. Subia e descia, chupando forte, língua rodando na cabeça toda vez que subia. Ele gemia alto, quadril mexendo. — Tô quase, tio… caralho… vou gozar… Aumentei o ritmo. Mão nas bolas dele, apertando de leve, outra na base masturbando o que não cabia. Ele travou as pernas. — Ahhh porraaaa… toma… toma meu leitinho, tio! O primeiro jato veio forte, quente, enchendo minha boca. Engoli rápido. Segundo, terceiro, quarto… muito leite, grosso, salgado. Engoli tudo, lambendo até a última gota. Ele tremia inteiro. Mas o pau dele não amoleceu. Continuava duro, pulsando. — Ainda quero mais, tio. Quero te comer agora. Levantei, beijei ele com gosto de porra na boca. Ele lambeu meus lábios. — Vem pro quarto. Fomos pro meu quarto. Luz baixa, cama king size. Joguei ele na cama de costas. Subi em cima, beijando o pescoço, descendo pro peito. Chupei os mamilos dele, mordendo de leve. Ele gemia, mão no meu pau masturbando. — Tio… me deixa chupar tu também. Troquei de posição. Ele ficou por cima, desceu beijando meu peito, barriga, até chegar no meu pau. Lambeu a cabeça, depois engoliu metade de uma vez. Chupava com vontade, gemendo com o pau na boca. — Gostoso… teu pau é grosso, tio… adoro. Deixei ele chupar uns minutos, depois puxei ele pra cima. — Agora quero sentir esse pauzão dentro de mim. Peguei lubrificante na gaveta, passei bastante no meu cu e no pau dele. Fiquei de quatro na cama, empinando a bunda. — Vem, garoto. Me fode. Ele esfregou a cabeça na entrada, devagar. Pressionou. A cabeça entrou, abrindo meu anel. Doeu um pouco no começo, mas era bom. — Caralho… tá apertado, tio… — ele gemeu. — Vai devagar primeiro… depois mete tudo. Ele foi entrando aos poucos. Sentia cada centímetro abrindo caminho. Quando chegou na base, as bolas dele batendo na minha bunda, soltei um gemido alto. — Isso… todo dentro… agora mete, Lu… fode teu tio. Ele começou devagar, entrando e saindo inteiro. Depois acelerou. O som de pele batendo, lubrificante molhado, gemidos nossos enchendo o quarto. — Tá gostoso, tio? Meu pau te arrombando? — Porra… tá delicioso… mete mais forte… me chama de putinha… Ele puxou meu cabelo, bateu na minha bunda com força. — Toma, sua putinha do tio… toma esse pauzão… vou te encher de porra… Mudamos de posição. Deitei de costas, pernas no ombro dele. Ele voltou a meter, olhando nos meus olhos. — Olha pra mim enquanto te fodo, tio… olha teu sobrinho te comendo… Beijávamos enquanto ele socava. Eu masturbava meu pau, sentindo o dele bater na próstata a cada estocada. — Tô quase gozando de novo… — ele avisou. — Goza dentro… enche teu tio… Aumentou o ritmo, socando fundo, rápido. Travou. — Ahhhhh caralho… toma… toma tudo! Senti os jatos quentes inundando meu cu. Muito leite, pulsando dentro de mim. Gozei junto, jatos fortes batendo no meu abdômen. Ele caiu em cima de mim, suado, ofegante. Ficamos assim uns minutos, pau ainda dentro, beijando devagar. — Eu te amo, tio… — ele sussurrou. — Eu também, moleque. Isso foi só o começo. Dormimos abraçados, pelados, cheiro de sexo no ar. Durante a semana inteira, transamos todo dia. No chuveiro, na varanda à noite, na praia escondido atrás das pedras. Ele me comeu de todas as formas, e eu chupei ele até secar. Ele descobriu que adorava levar no cu também — apertado, gemendo alto enquanto eu metia devagar depois forte. Minha irmã nunca vai saber o que rolou entre o filho dela e o cunhado. E a gente? A gente continua curtindo. Porque agora o Lu não tem mais tédio. Tem um tio que libera tudo pra ele. E eu? Nunca estive tão satisfeito.
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