Em nome do pau, em nome da pica - Capítulo 1 - A Promoção

Me chamo Henrique, tenho 29 anos, moro no Rio de Janeiro e há 10 anos descobri que sou um viciado em putaria. Tenho 1,85 de altura, peso 95kg, não sou sarado mas sou um homem preto de porte grande, gosto de me exercitar, pedalar, malhar o que me faz ter pernas e bunda torneadas e músculos firmes. Calço 43 e tenho 20cm de pau preto.

E essa minha piroca preta é a mais safada, putona e tarada que eu conheço. Ela só pensa nela e quer tudo pra ela. Eu já tentei e tentei levar uma vida normal, mas não consigo. Meu pau e meu tesão mandam em mim, me fazendo passar pelas situações mais desafiadoras e enlouquecedoras que eu já vivi. Se eu for parar pra pensar, tudo começou quando eu desisti da vida que eu tinha planejado pra mim para servir meu piru. Isso tudo há uns 9 anos atrás.

No auge dos meus 20 anos, com 15kg a menos, eu era um moleque cria, favelado e da igreja. Minha mãe fazia questão que eu fosse sempre. Já tinha tido algumas experiências sexuais com outros caras, mas havia deixado tudo para trás pois queria seguir o caminho da igreja. Lá dentro, tinha encontrado uma namorada. Uma pretinha linda, esperta e honestamente, muito gostosa. Eu era doido pra enfiar o piru nela, principalmente depois das coisas que eu já havia experimentando. Ela adorava me provocar, gostava de sentir que seu macho ficava duro pra ela, mas nunca cedia por conta da religião. Queria esperar o casamento e eu, como um bom cristão, estava de acordo. Ficamos namorando por 1 ano e 3 meses quando eu pedi ela em casamento. Estava extremamente apaixonado e era com ela que eu queria me casar. Levamos uns 6 meses para organizar tudo, comecei a me preparar pra montar uma casa, ela organizou o enxoval, lista de convidados, buffet, tudo pro grande dia. Havíamos marcado a data para quando fôssemos fazer dois anos de namoro. Nenhum de nós dois sabíamos que jamais chegaríamos ao altar.

Faltando 3 meses pro casamento eu estava muito apertado de grana. Ainda não tinha uma faculdade e trabalhava como auxiliar administrativo de uma grande empresa. Sempre fui trabalhador, muito inteligente e muito esperto. Nunca dei mole pro azar. Fazia meu trabalho direito e estava confiante que se pedisse com um um jeitinho, conseguiria um aumento. Já havia conversado com meu supervisor e meu gerente e ambos me garantiram que se eu chegasse no meu chefe e mostrasse meu caso, ele iria concordar em me dar um aumento. Eu não tinha faltas, não colocava atestado atoa, iria me casar. Era uma causa ganha.

Lembro que era uma quinta feira quando decidi ir falar com ele. Acho que olhando em retrospecto, se eu tivesse marcado um horário com antecedência, talvez hoje estaria na igreja e casado. Mas não foi o que eu fiz. Fiquei um pouco depois do expediente pra pegar a empresa mais vazia e meu chefe de saída. Imaginei que ele fosse ceder mais rápido por estar com pressa de ir embora pra casa. Sem aviso prévio, subi pro seu escritório que ficava na cobertura de um prédio de 10 andares. Ali, funcionava ao mesmo tempo um escritório de advocacia e uma empresa de programação. Os donos eram dois irmãos que resolveram dividir o imóvel comercial entre suas respectivas funções. Eu trabalhava como auxiliar administrativo na parte de programação. Era o garoto de recados. O office boy.

Chegando no décimo andar era possível ver duas mesas uma de frente para outras onde ficavam as mesas dos secretários dos donos da empresa. Do lado esquerdo ficava a mesa da secretaria do escritório de advocacia e do lado direito, a mesa do secretário do escritório de programação. Ambas estavam vazias. Esperava encontrar o Robson ali. Ele era o secretário do Honorável Sr. Augusto Roberto, nosso chefe. O cara era fera na computação. Havia construído uma empresa do nada junto com seu irmão. Supervisionavam todas as áreas da empresa pessoalmente e não deixavam nada passar. Eram bons chefes e bons líderes. Já o Robson, secretário do senhor Augusto, era o oposto. Robson era um cara negro, deveria ter uns 1,69 de altura, uma barriga de chopp,todo parrudo e era um salafrário. Detestava trabalhar. Fazia corpo mole pra tudo. Reclamava do chefe em tudo. Era um dos secretários mais velhos da empresa, sabia tudo de cabeça, mas detestava fazer qualquer coisa. Vivia reclamando e se gabando das mulheres que ele comia fora do seu casamento. Achava um comportamento bonito. Eu, como era da igreja, achava detestável aquilo tudo e geralmente nem ficava perto pra escutar.

Pela hora imaginei que Robson já deveria ter ido embora. Era até bom porque se não ele iria fazer muitas perguntas que eu não gostaria de ter que responder. Fui direto na porta do seu Augusto Roberto e dei 3 batidinhas na porta. Não tive resposta. Dei mais 3 batidas na porta e novamente ninguém respondeu. Meu supervisor havia garantido que ele estava na empresa e que não havia ido embora. Antes de eu bater novamente escuto uma voz rouca e grossa do outro lado da porta:

Quem é? - Era seu Augusto Roberto perguntando. Por algum motivo, ele arfava.

Aqui é o Henrique, senhor. - Disse do outro lado da porta. - Desculpa me intrometer assim, é que eu tenho um assunto importante pra falar com o senhor. Tem cinco, dez minutinhos?

Ouvi o Sr. Augusto Roberto soltar uma alta gargalhada e logo em seguida dizer:

Pode sim, meu filho. Entra e fecha a porta atrás de você.

O escritório do Sr. Augusto Roberto sempre chamava minha atenção. Era todo tecnológico e aparelhado. Do lado direito havia um mini lounge com um sofá e duas poltronas com uma mesa no centro e uma estante de livros no fundo. Do outro lado, 9 telas de 32 polegadas ocupavam a parede inteira. No meio, sua mesa de vidro com 3 telas de computadores em cima estavam sempre ligadas. Não hoje. Hoje todas as telas estavam desligadas e eu, desacreditado do que eu estava vendo.

O Sr. Augusto Roberto já deveria estar indo pros seus 50 anos. Era um homem branco descendente de italianos, o que significa que tinha uma personalidade muito expansiva e era muito grande. Com 1,95h pesava uns 120kg. Tinha uma barriga grande que marcava seus ternos e roupas sociais. Mas não se enganem, seu corpo era completamente torneado. Cuidava da saúde com ciclismo, academia e crossfit diariamente. Parecia um touro branco. Com sua barba e cabelos já ficando grisalhos, era muito bem casado com um casal de filhos já atingindo a idade adulta.

Eu nunca iria imaginar o que eu veria ali. Entrar naquele escritório e trancar a porta atrás de mim mudou o rumo da minha. Lá estava no sofá: Sr. Augusto Roberto, com seu corpo completamente nu, suando seu corpo coberto de pelos grisalhos, socando o rabo preto, gordo e peludo do seu secretário, Robson.

Robson suava. Estava completamente nu com a cara enfiada no meio das almofadas do sofá. Estava com sua bunda imensa completamente pra cima recebendo a piroca de seu Augusto Roberto. Fiquei estatelado com a cena. Paralisado. Estático. Hipnotizado. O corpo grande, peludo, gordo e musculoso de seu Augusto Roberto pingava de suor enquanto ele socava sem pena o que parecia uma piroca extremamente pesada no rabo de Robson. No meio das almofadas, Robson gemia. Gemia fino. Gemia alto. Gemia entregue. Não parecia a mesma pessoa. Parecia outro Robson. Ele não era o cara velho na empresa que sabia de tudo e gostava de tirar onda, agora ele era só uma putinha preta e gorda na mão do chefe pirocudo gostoso, e ele estava fazendo questão de pontuar isso.

A voz do Sr. Augusto Roberto me tirou do meu transe.

Trancou a porta, Henrique?

S… si… sim, senhor. - Gaguejei. Não conseguia parar de encarar a piroca escorregando pra dentro do cu.

O Marcos falou que queria conversar comigo. - Disse ele, sem descompassar o ritmo da metida. - Me adiantou o assunto. É sobre um aumento, não é isso?

Eu estava em choque. Ele não diminua o ritmo da pirocada enquanto falava comigo. Robson se contorcia com cada estocada completamente alheio que eu estava ali. Os dois suavam muito, parecia que estavam ali a horas. De súbito, tive o instinto de fugir. Toda minha criação da igreja gritou dentro da minha cabeça dizendo que aquilo era completamente errado. Dois homens fudendo igual bicho em cima de um sofá. E eu nunca tinha visto aquilo. Não daquela forma. Já havia tido algumas experiências quando era mais novo, só que nada próximo aquilo. Já havia visto pornôs, mas nada próximo aquilo. Eu mesmo nunca tinha fudido um cu ou uma buceta. Era virgem. E meu pau preto virgem pulsava de duro dentro da minha calça enquanto lambuzava minha cueca.

Pergunte o que está acontecendo. - Ele disse.

Oi?

Pergunte. O que. Está. Acontecendo. - Ele não parava de meter. Ele não parava.

O que está acontecendo? - Perguntei
sentindo meu pau melando minha cueca.

Robson é um filho da puta, é isso que tá acontecendo. Ele vive de fazer corpo mole nessa porra desse trabalho que ele um dia já foi bom, mas hoje ele é só essa vagabunda medíocre que vc tá vendo. - Ele socava mais forte enquanto falava. Socava com Raiva. Robson gemia igual uma piranha. Sr. Augusto continuou. - Ele trabalhou aqui durante anos e hoje a única coisa que segura ele nessa empresa é esse rabo guloso e imenso dele engolindo minha pirocona igual que você está vendo.

Eu precisava sair daquele escritório. Era contra tudo que eu queria e eu acreditava. Eu só vim pedir um aumento pro meu casamento. Não era pra eu estar vendo nada daquilo. Sr. Augusto continuou a falar.

Hoje ele esqueceu de me avisar de uma reunião. Fui pego de surpresa, de última hora. Ele gosta de fazer essas coisas. Sabe que vou descontar tudo no rabo dele. Não é isso sua vagabunda imprestável? - Ele terminou a frase dando três tapas na bunda suada de Robson que só se prestou a gemer e rebolar mais. Os tapas me tiraram do transe.

Desc… desculpa atrapalhar, senhor. Não foi minha intenção. Volto em um outro momento que for mais apropriado, perdoe minha intromissão. - Consegui me virar pra destrancar a porta.

Você não quer falar sobre o seu merecido aumento? - Ele perguntou sem parar de socar.

Senhor, se for possível em uma outra hora conversamos. - Disse sem me virar pra olhar. - Sou cristão e não posso estar perto de certas condutas.

Olha pra cá, Henrique - Ele mandou.

Senhor… - Respondi sem me virar.

É uma ordem. - Ele disse sem pestanejar. Meu corpo respondeu antes da minha cabeça. Quando vi, já estava novamente observando eles. Sr. Augusto Roberto me mediu com os olhos de cima a baixo. - O caralho no meio das suas pernas é cristão também? Porquê ele parece extremamente duro vendo eu maltratar essa cadela inútil.

Sr, isso é extremamente inapropriado. - Consegui Responder.

E ainda assim seu cacete tá igual pedra. - Ele olhava dentro dos meus olhos. Parecia que eu estava preso no chão, amarrado, sem conseguir parar de ver aquele homem imenso fudendo de verdade na minha frente. Reuni toda minha força pra me obrigar a sair daquele escritório. Ele falou - Se você sentar e assistir você ganha seu aumento. É só assistir o Robson levando piroca e gala até eu estiver satisfeito e eu dobro seu salário. O que me diz, Henrique?

E eu não tinha resposta. Não sabia o que dizer. Minha cabeça me mandava sair dali imediatamente, mas eu simplesmente não conseguia. Eu não conseguia. Eu precisava sair dali, eu sabia disso, mas por algum motivo que eu não sei, meu corpo se moveu sozinho, e quando me dei por mim, estava sentado na poltrona em frente ao sofá que os dois estavam.

O Sr. Augusto Roberto me viu sentar e se deu por satisfeito. Tirou sua atenção de mim e voltou a prestar atenção no que estava fazendo. Ele se transformou. Eu nunca tinha visto nada daquele jeito. Ele tirou a cabeça de Robson de dentro do sofá e virou o rosto dele pra mim. Começou a sussurrar no ouvido dele em um volume que eu conseguisse escutar: “Olha o Henrique descobrindo a piranha desgraçada viciada em piroca que você é. Olha ele descobrindo que você não vale pra porra nenhuma, só pra ser depósito de esperma. Conta pra ele Robson, conta pra ele exatamente quem você é.”

EU SOU A PUTINHA INÚTIL DO SENHOR AUGUSTO ROBERTO, HENRIQUE!!! - Por um segundo eu tomei um susto, pois ele gritou. Sem pensar duas vezes, sem nem pestanejar. Aquele homem estava tendo o rabo massacrado por uma piroca imensa e estava em êxtase. Ele suava, gemia, sorria e chorava sem nem se importar com minha presença ali. Ele só queria saber de tomar a piroca do Sr. Augusto Roberto. Ele continuou a falar em meio a gemidos e sorrisos safados. - Eu só venho pra cá tomar pica, Henrique. Não faço mais nada, não consigo fazer, só consigo pensar nessa pirocona miserável que ele soca dentro de mim. Esse homem imenso me fazendo de piranha me deixando viciada nesse caralho gigante dele. Eu não faço mais nada, não penso mais nada que não seja na piroca do Senhor Augusto Roberto.

O Sr. Augusto Roberto me encarava assistindo tudo aquilo com um sorriso vitorioso e prepotente no rosto. Ele realmente era um homem incrível enquanto trepava. Tinha o total controle dos seus movimentos, seu corpo todo era enorme e peludo, e ele parecia invencível. Ali ele estava me mostrando que transformou um homem casado pai de família em uma escravinha sedenta por pica. Robson não negava. Gemia cada vez mais. Me confirmava várias e várias vezes como a piroca do Sr. Augusto Roberto deixou ele viciado em pau na bunda gorda dele. Era isso que ele era. Um viciado. E por algum motivo, eu estava me sentindo viciado também. Já havia tido 3 experiências com homens, mas nada assim. Isso era sexo de verdade. Nunca imaginaria ver aquilo. Um homem casado e que eu considerava correto e decente como o Sr. Augusto Roberto traindo a esposa dele com seu secretário de anos, que por sinal também era casado.

O Sr. Augusto Roberto tirou a piroca de dentro de Robson e ele desmoronou no sofá. Estava em gotas de suor e tremia. Se dirigiu a um cooler que ficava ao lado de sua mesa e pegou uma garrafa de água e jogou no sofá do lado de Robson que, ainda tremendo, estendeu a mão e pegou para beber. Foi nessa hora que o Sr. Augusto Roberto sentou no sofá do lado de Robson todo aberto e eu pude ver seu corpo com clareza: o peitoral e os ombros largos, as pernas e coxas grossas, a barriga grande e firme, as panturrilhas duras e as mãos e os pés imensos. O homem era um gigante. E como se tudo já não fosse impressionante o suficiente, foi a primeira vez que eu pude ver aquela pica.

Aquilo não deveria existir. Ele facilmente tinha por volta de 24cm de piroca. Com a cabeçona rosinha a pica ficava mais grossa no meio. E grossa como um antebraço dava pra ver se veias saltando de tão brancona que era. O sacão imenso, pentelhudo e cheio embaixo parecia que poderia caber na minha mão. Meu primeiro pensamento foi que, com aquela piroca, eu também me daria o direito de fazer tudo o que eu quisesse, tal qual o Sr. Augusto Roberto. Parecia que aquele caralhão brancão imenso mandava no ambiente, e estava mandando mesmo.

Você não para de olhar minha caceta porque, Henrique? - Ele perguntou. Me senti flagrado, sem conseguir responder. - Esse piruzão aqui é meu maior problema, Henrique. Ele quer tudo pra ele. É impossível deixar ele saciado. Quando eu era bem mais novo eu me sentia culpado de não conseguir me manter fiel, de não conseguir manter nenhuma relação, mas ele sempre pedia mais mais mais. Minhas antigas namoradas e até mesmo minha esposa fizeram de tudo pra me deixar satisfeito, mas sempre foi demais pra elas. Até que eu descobri esses viadinhos. Eles são servos sedentos, viciados e leais. Sempre fazem de tudo pra servir a pica, abrem mão de tudo por um piru gigante.

Ele falava isso enquanto acariciava e dava palmadinhas no rabo de Robson. Continuou:

Robson ficou casado traindo a mulher dele por anos. Sempre foi essa merda escrota de pessoa que você conhece por aí. Uma vez tentou me dar um golpe e roubar de mim, mas como é um idiota eu descobri. Falei pra ele que ou eu entregaria ele na polícia ou ele mamaria minha caceta todos os dias por um mês. - Sempre que ele mencionava o próprio pau, a piroca dele pulava. Eu não conseguia tirar meu olho daquele pau pesado inchado. - No final daquele mês ele já tinha se transformado nesse escravinho estúpido que você tá vendo.

Ele escolher usar a palavra escravo para aquela situação me pegou de guarda baixa. Aquilo me deixava enojado e assustado. Eu realmente estava com medo daquele homem imenso vendo no que ele havia transformado Robson. Mas por algum motivo o meu pau não abaixava. Eu estava duro feito pedra.

Eu poderia ter demitido ele, mas olha esse rabo. - Ele disse, rindo alto e levantando um das bandas da bunda gorda de Robson pra eu ver o cu já largo, exposto, peludo, aberto e lambuzando. - Pisca essa sua bucetinha preta pro Henrique ver como você fica.

Sentir meu pau trincar ao ouvir “bucetinha preta”. Robson era realmente a fêmea dele. Gemia enquanto piscava o cu exposto pra mim e dizia numa voz fina e falha: “Olha como ele me deixa, Henrique.” Ele estava gostando de ser tratado daquela forma. De ser exposto daquela forma. Ele realmente tinha um rabo muito grande, eu sempre havia reparado. Zuavam no trabalho por ele ser um hetero rabudo e ele sempre se portava como hetero xingando palavrões, gritando “Lá Ele!” E estava aqui, aquele rabo imenso gordo sendo propriamente usado. Me peguei salivando, minha pica também melava minha cueca.

Minha cacetona achou de bom tom manter o rabo desse inútil por perto em caso de necessidade e só por isso ele ainda trabalha por aqui. Porque no final das contas, a gente tem que fazer o que nosso pauzão manda né, Henrique?

Sr. Augusto Roberto ria. Aquilo era exatamente contra tudo que eu acreditava como cristão. De não ceder às vontades da carne, aos desejos impuros. De pensar com a cabeça e não com a pica. Eu a quase dois anos querendo colocar meu piru na minha namorada e negando a vontade da minha caceta para terminar ali, naquela sala, com aquele touro branco imenso me dizendo que eu deveria servir primeiro a meu piru antes de qualquer coisa. Aquilo ali era maluquice. Eu precisava sair dali. Reuni toda minha coragem para conseguir desviar meu olhar daqueles homens imundos nus quando o Sr. Augusto Roberto me falou:

Tira a roupa toda, Henrique.

O que? - Perguntei, estatelado.

Todo mundo está pelado e apenas você está vestido. Tira a roupa toda. É uma ordem.

Uma ordem?

Não minha, dela. - Ele olhou pra própria caceta, dura feito pedra. Eu olhei também.

Encarando aquele pedaço de carne imenso parecia que me encarava de volta. Estava sentindo um calor subir no meu corpo e minha mente parecia que iria explodir e ao mesmo tempo derreter. Eu era noivo, eu era cristão. Não tinha a possibilidade de eu obedecer ao caralho de um macho me dando ordem, por mais que fosse meu chefe. Eu iria sair dali, da sala, do prédio, da empresa. Iria adiar um pouco meu casamento pra poder juntar mais dinheiro, eu só não podia ficar ali. Então, por quê? Porque eu já estava tirando os sapatos e colocando minhas meias dentro dele? Porque estava desabotoando minha blusa encarando o caralho imenso enquanto o dono dele mantinha um sorriso petulante no rosto? Eu era hetero, noivo, porque estava abaixando minha calça e cueca e sentando pelado em silêncio na poltrona em frente ao Sr. Augusto Roberto? Eu não tirava os olhos dele. Não tirava os olhos da pica dele. Meus 20cm de pica não circuncidada estava como pedra parecendo pronto para esperar a próxima ordem.

Bonito corpo, filho. - Disse ele, e eu corei. Por algum motivo, a aprovação dele me deixava feliz. - O que o seu Piru está mandando você fazer, Henrique?

E eu sabia. Botei os dois pés na poltrona e fiquei arreganhado pra começar a tocar uma punheta. Meu pau pedia punheta sempre e eu nunca dava. Hoje, ele ganhou. Comecei a me masturbar na frente do Sr. Augusto Roberto e de Robson. Eu não tinha como voltar atrás. Agora eu era parte daquilo. Comecei meio tímido, mas por algum motivo queria que o Sr. Augusto Roberto gostasse do que ele estava vendo. Ouvia Robson falar baixinho com uma voz safada: “Caralho Henrique que piruzão.” E fui me soltando. O Sr. Augusto Roberto mantinha uma cara de satisfação.

A quanto tempo você não faz isso? - Ele perguntou.
Muito. - Respondi arfando.
Você gosta que eu te veja assim?
… - não consegui responder e por isso só continuei.
Olha pro meu piru e responde.
Gosto. - Respondi firme, mas encarando a cacetona dele.
Brinca com seus mamilos pra mim. - Ele ordenou e eu obedeci. Sabia pelas minhas experiências de adolescente que meus mamilos me deixavam muito tarado. - Mostra como você se masturba Henrique, se exibe pro seu chefe.

Eu estava com raiva daquilo tudo. Daquela situação. De ter entrado ali desprevenido e ter sido arrastado para algo que eu nunca em milhões de anos permitiria acontecer comigo. Estava puto de estar obedecendo um brancão mais caralhudo do que eu. Estava puto de precisar do dinheiro. Estava puto por estar adorando tudo aquilo mesmo sendo contra tudo que eu acreditava. Mas eu olhava o Sr. Augusto Roberto e minha mente simplesmente apagava. Minha casa, meu trabalho, meu noivado, minha religião. Naquela sala só tinha ele e o caralho imenso dele. E o Caralho mandava em tudo, e nesse momento, ele estava mandando eu me masturbar.

Comecei a me soltar enquanto brincava com meus peitos e meu pau. Meus mamilos são muito sensíveis e brincar com eles sempre me fazia gemer. Também tenho um sacão que balança muito quando me masturbo. Passava a mão no meu corpo e alternava entre olhar meu pau e olhar pro Sr. Augusto Roberto. Por algum motivo me masturbar olhando pra ele e ele olhando pra mim me enchia de tesão.

Fala o que você está sentindo. - Ele ordenou.
Que estou fazendo algo muito errado. - Respondi sem desviar meu olhar dele.
E isso te deixa como?
… cheio de tesão. - Por algum motivo, não conseguia mentir pra ele.
Tá taradão se masturbando pro seu chefe né, Henrique?
Sim senhor. - Minha voz saiu mais afetada do que eu planejei, me assustei.
Você gosta de se exibir assim, nêgo?
Sim… senhor. - Eu arfava. Meu pau pulsou ao ouvir ele me chamar de nêgo.
Você é um pretinho muito safado, Henrique. Sabia que você também tinha um piru grande e tarado. Não gigante igual o meu, mas cheio de vontade. Geme mais alto pro seu patrão.

Comecei a acelerar minha punheta e gemer mais alto. Sentia que era errado ele me chamar de pretinho e nêgo, mas meu caralho pulava toda vez que ouvia e eu sentia uma onda de prazer absurdo. Tudo aquilo ali era errado, profano e proibido. Tudo aquilo ali era estupidamente gostoso.

Percebi que já estava suando também quando o Sr. Augusto Roberto mandou Robson ficar de quatro no chão com a cara apoiada na beirada da poltrona que eu estava sentado. Meus pés estavam em cima da poltrona fazendo Robson ficar com o rosto a centímetros do meu saco e da minha punheta. Logo em seguida, ele se levantou e se posicionou atrás de Robson. Estávamos os três absurdamente perto. Ele ficou em pé atrás de Robson segurando os braços da cadeira que eu tava pra ganhar estabilidade. Eu estava vendo de perto o peitoral e a barrigona peluda, os bíceps torneados a pentelhada. Eu conseguia sentir o odor exalando daquela muralha de homem e aquilo ali estava dominando minha mente.

A gente vai fazer uma putaria de macho agora, Henrique. - Ele me disse olhando nos meus olhos. - Os três entregues, se entregando ao prazer real. Você topa?
Sim senhor - Respondi sem pestanejar.
Não é para tirar os olhos de mim, combinado?
Sim senhor.

E ele encaixou a cacetona no rabo de Robson toda de uma vez. Robson deu um pulo e depois relaxou. Aquilo era um pornô ao vivo, e não só isso, era o melhor pornô. Aquele homem fudendo parecia um Deus e naquele instante, ele era. Eu percebi que não estava ali por dinheiro, pelo trabalho, pelo salário dobrado. Estava ali porque ele mandava e eu obedecia.

Ele montava em Robson igual um touro, sem parar. Robson gemia e gritava falando que só ele e a pica dele importavam e por algum motivo, eu concordava com ele. Meus olhos não sabiam para onde olhar apreciando cada detalhe daquele corpo de minotauro fudendo. Ele apertava o rabo de Robson e dava tapas e socos. Eu estava tão perto deles que os pingos de suor do Sr. Augusto Roberto caíam na minha cara. Eu estava em transe, me masturbava e gemia ouvindo e vendo aquele macho trepar. Ele segurava firme a poltrona o que fazia ela tremer e arrastar no chão parecendo um tremor a cada estocada no cu de Robson. Enquanto socava, ele abaixou e colocou o seu rosto do lado do meu, pude sentir o cheiro do seu cangote e quase desmontei. Ele sussurrou no meu ouvido:

Você é um putinho muito safado, Henrique. Fala pra mim o que você é? - Travei. Ele mandou novamente, falando mais baixo e mais devagar. - Aqui no pé do meu ouvido, fala pra mim o que você é.
Um… um…
Sem gaguejar.
Um putinho muito safado - Respondi com a voz firme. Ele continuava a socar Robson, alheio ao diálogo.
Mais manhoso, Henrique.
Não faz isso comigo. - Implorei. Não queria me entregar daquela forma.
Mais. Manhoso.
Um… putinho… muito… safado. - Disse gemendo baixo no pé do ouvido dele.
Muito bem, putinho safado. Aqui sua recompensa.

Sr. Augusto Roberto colocou a boca com tudo no meu pescoço e começou a devorar meu cangote. Aquilo me tirou do eixo me fazendo soltar um gemido de um jeito que eu nunca havia feito. Ouvir o Robson gritar “QUE VAGABUNDA” ao ver a cena me deixou ainda mais transtornado. Eu me masturbava com minha mão esquerda feito um maluco enquanto com a direita segurava a cabeça do Sr Augusto Roberto que mordia chupava e lambia meu pescoço igual um louco devorador. Quanto mais ele me devorava mais socava em Robson que gemia burro e balbuciava coisas sem sentido e mais alto eu gemia e me entregava. A sensação da barba cheia meio grisalha, com sua língua macia, seus dentes cortantes enviavam correntes de choque e tesão por todo o meu corpo e eu só queria explodir. Aquele homem havia me dominado em uma situação que eu estava alheio e agora eu estava totalmente entregue. Mas ele também estava. O ritmo da socava aumentou e ele trepava e rosnava igual um animal. As mordidas estavam ficando mais fortes e as socadas também. A poltrona parecia que ia desmoronar embaixo do tesão daquele macho.

De quem essa porra de putinho é? - Ele roncou no pé do meu ouvido. E antes que eu pudesse perguntar “o que?” Ele mordeu meu pescoço e sem tirar da boca perguntou forte firme e alto - DE QUEM??

DO SENHOR! - Não resisti. Não tinha mais como, eu já havia perdido. - Esse neguinho tarado safado é do Sr Augusto Roberto.

As palavras escorreram pela minha boca e parecia que ele ia arrancar um pedaço de mim. Fincou os dentes entre o meu pescoço e o meu ombro, segurou firme os braços da poltrona e começou a socar Robson com uma força de cavalo. Eu só conseguia ouvir Robson chorar e anunciar que daquele jeito iria gozar. As metidas aceleraram muito e por uns segundos pareceu que seria o fim do mundo, quando derrepente:

Essa é pra você, seu neguinho tarado. - Anunciou seu Augusto Roberto soltando meu corpo marcado pelos seus dentes e dando dois passos pra trás.

Ele apontou a caceta pra cima e simplesmente uma chuva de esperma aconteceu. Dez, onze, doze jatadas de leite farto grosso pulando daquela caceta enorme, caindo nas costas e no rabo imenso de Robson e logo depois em mim, meus peitos, minhas pernas, meu rosto, minha pica. Porra quente grossa e grudenta escorria em mim o que me fez gozar também várias jatadas de porra pra cima que caíram tanto em mim, quanto na cara e nas costas de Robson, umas chegando até na barriga do Sr Augusto Roberto. Gozamos os três juntos naquela insanidade que aquele quarto havia se tornado.

Ouvi o corpo de Robson desmoronar embaixo de mim, da poltrona que estava sentado. O senhor Augusto Roberto deixou seu corpo cair pra trás no sofá enquanto dizia: “Então o putinho goza longe igual a mim.” E gargalhava. Minha cabeça só girava, parecia que cada músculo do meu corpo ainda gozava. Eu me tremia sentindo a marca da mordida queimar minha pele. Toda minha vida passava pela minha cabeça enquanto eu tentava entender o que estava acontecendo e quando eu me dei por mim já estava saindo dali. Coloquei correndo minha cueca e calça e peguei minha blusa, meu cinto e meus sapatos. Enquanto fugia porta a fora ouvi o Sr. Augusto Roberto gritou meu nome, mas já era tarde. Desci pro vestiário da empresa onde tomei uma ducha, troquei rapidamente de roupa e fui pra casa.

Passei o caminho inteiro pensando no ocorrido. Em como tudo se deu. Em Robson entregue, seu rabo gordo peludo aberto, no meu chefe sendo um macho putão caralhudo pirocudo. Na forma que ele sutilmente me dominou, na forma que eu me permiti ser dominado. Simplesmente não acreditei no que aconteceu. Passei mais de uma hora no banho sentindo a água quente caindo nas marcas dos dentes que estavam no meu ombro me provando que tudo havia sido real. Deitei na cama e chorei orando pedindo perdão a Deus. Não queria ser um pecador. Só queria me casar. Chorei por perdão por horas e horas até cair no sono.

Acordei com vontade de mijar no meio da madrugada. Olhei meu celular e vi a hora, eram 04:30 da manhã. Tinha umas notificações de mensagem no WhatsApp: minha mãe, minha noiva perguntando se eu tava bem pois não havia respondido ela mais cedo. Tinha uma mensagem de um número que não estava salvo. A foto era do Sr. Augusto Roberto. Abri a mensagem:

“Quero você aqui na empresa uma hora mais cedo amanhã. Temos uns assuntos para acertar.”

Meu coração gelou e apertou. Tive vontade de chorar ao lembrar de tudo. De maneira instintiva coloquei a mão no pescoço onde estava mordido e minha caceta imediatamente ficou dura. Fechei os olhos.

Me masturbei até a hora de ir trabalhar.



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Nome do conto:
Em nome do pau, em nome da pica - Capítulo 1 - A Promoção

Codigo do conto:
257047

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
16/03/2026

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