Eram dez e quarenta da manhã quando Tufão abriu os olhos. É Páscoa, se contar essa ninguém acreditaria. Coelho da páscoa não existe, mas ele tem uma filha, e que coelhinha mais linda. Uma morena de parar o trânsito. Fechou os olhos e com um sorriso bobo relembrou a noite passada.
A noite anterior depois da ceia estava voltando pra casa, quando no sinal um carro começou a buzinar. Olhou o semáforo havia aberto. Estava distraído. Saiu e o carro passou, a direção estava uma mulher, não viu direito. Ele ainda meio distraído quando viu o carro a sua frente dar uma forte puxada e encostar. Parou de susto. Encostou e foi ajudar. Era pouco antes da meia noite, em uma rua atrás da igreja.
Percebeu um pneu furado, a porta do carro abriu e saiu à oitava maravilha do mundo. Uma moreninha num vestidinho a lá coelhinha da páscoa branquinho, jovem, pouco mais de vinte anos. Aquela alça do vestido era algo absurdo de forte. Muito fino o tecido, mas deveria ser feito de algo bem resistente pra segurar aquele par de seios ou faziam muita academia. As coxas eram maravilhosas, à noite os pelinhos dourados brilhavam mais. E quando passou a sua frente pra ver o que havia acontecido Tufão viu a bunda. Era coisa de outro mundo. Este tempo todo não foi mais que cinco segundos, mas o que passa na cabeça(s) de um homem em cinco segundos... Ela voltou-se a Tufão e disse olá me chamo Cláudia. Após não sabe-se quanto tempo ele respondeu, sou Tufão, e só o fez por que ela sorria de sua cara. Percebeu que causou em Tufão algo forte. A calça começará a ficar maior. Tufão também percebeu isto, virou-se um pouco e prontificou-se a trocar o pneu.
Abriu a porta malas do carro, tirou o estepe e foi fazer a boa ação, afinal é páscoa, por que não? Desaparafusou, tirou o pneu e nisso cai uma tromba d'água. Coisa de DEUS mesmo, atrás da igreja, que mais poderia ser? Saem ambos procurando se esconder. Lá havia um coberto algumas mesas e uma churrasqueira comunitária. Cláudia dizia que vinha de uma festa onde ouve uma discussão o clima ficou chato e estava indo pra casa. Tufão disse da janta e que também estava indo pra casa. O vento aumentou eles entraram numa salinha. Havia apenas uma mesa, e uma pia, tudo escuro apenas a luz de um poste a rua. Marcos fez uma graça, vai ter que dormir no meu colo ou sentada à mesa, Cláudia sorriu. Chegou mais perto e deu um beijo lento, espectativa. Ela retribuiu, Tufão então aumentou a intensidade do beijo ela retribuiu. Chegou mais perto, encostou bem sentiu seus peitos, realmente, volumosos. Passou a mão nas costas e na bunda de Cláudia, foi à loucura. Esfregava seu pau ainda dentro da calça em Cláudia e essa se retorcia. Mordia sua orelha, seu pescoço, esfregava-se nela e a respiração de ambos ficava cada vez mais quente, mais quero.
A chuva soa como um estimulante, o barulho do vento as arvore, os trovões. A respiração de ambos aumentava ao sabor da força dos trovões. Os trovões, raios, luz, vento gotinhas d'água anunciavam uma tempestade de desejos, de pau pra fora, de mão na bucetinha meladinha. De bocas sedentas. De pau querendo aconchego, uma casinha quentinha, fugir do vento. Nisso Tufão coloca Cláudia sentada na mesa, abre suas pernas, beija seus seios, e com sua língua vai descendo, descendo. Cláudia sabe o que vai acontecer, instintivamente abre suas pernas, as fartas coxas revelam uma bucetinha doidinha, suculenta. Tufão está mais perto, Cláudia com os olhos fechados percebe a respiração de Tufão, sua buceta vai ficando cada vez mais meladinha, mais cheirosa. O contorcionismo de Cláudia denúncia sua vontade de sentir a língua de Tufão. Procurando seu grelinho doido, safado, desejoso. Cada vez mais perto e percebendo a necessidade de Cláudia, Tufão puxa a calcinha de lado, um fiozinho, e se deleita com a bucetinha pulsando. Querendo. Implorando pra ser chupada, lambida. Cláudia segura à cabeça de Tufão querendo que este nunca mais saia dali. E o vento, os trovões, deixam todos mais excitados.
O desejo de ambos é um só, e Tufão não suportando mais de desejos daquela deliciosa bucetinha, tira seu pau, vira Cláudia e está apoiada com suas mãos a mesa sente... Sente o pau de Tufão roçar sua buceta louca por ele. Tufão fica brincando, ora passando o pau nas coxas, em sua bucetinha, e em seu cuzinho. Doidinha não consegue falar abre as pernas empina a desejosa bundinha e Tufão vai, mete com vontade, com força, com pegada. Demora um pouquinho, mas Cláudia acomoda bem o pau em sua buceta. E assim passam minutos naquele frenesi único de sensações. Quase deitada à mesa, com a bundinha empinadinha e Tufão segurando-a pelos quadris e metendo com muita força, Cláudia parece perdendo a respiração. Ela sente que Tufão não vai demorar a gozar, está sentindo seu pau mais acelerado, ele agarra-a com mais força. Seu pau parece que vai explodir, está latejando dentro dela. Cada vez mais forte. A respiração de ambos está descompassada. O vento contribui, os trovões aceleram, e Tufão metendo com mais força, cada vez mais forte. Cláudia começa rebolar, contrai sua bucetinha tentando apertar o pau de Tufão. Este percebendo que Cláudia está gostando, está gozando dá-lhe uns tapas na bunda. Chega a seu ouvido e diz besteiras, sua putinha, safada, gostosa, minha vadia deliciosa. Rebola, rebola, rebola. A coisa está ficando muito louca e o tempo parece contribuir com isso. Os trovões ecoam fortes lá fora. E tudo começa perder o sentido, Tufão parece gritar, Cláudia segura pelos cabelos e rebolando muito, a respiração ofegante parece implorar que Tufão encha sua buceta de porra. Esse parecendo entender isso da mais uns tapas, chama Cláudia de safada, vadia, putinha gostosa e começa gozar. Forte, intenso, cheio, Cláudia sentindo tudo isso abre um sorriso grande, prazeroso, safado. E vem um trovão, aquele, muito forte, demorado e seguido por um forte raio..... Isso fecha o gozo de todos.
Ficam ainda deitados longos minutos. O vento vai diminuindo, a chuva cada vez mais rala. O trovão poderoso soa um barulho surdo, sem importância. O prazer está em todo lugar e ambos o sentem o cheiro da terra, da chuva, o som do vento, tudo parece estar voltando ao normal. O gozo foi uma tempestade de prazer para todos.
Recompõem-se, saem dali, Tufão termina de trocar o pneu. Cláudia agradece, se despede e deixa no bolso da camisa de Tufão sua calcinha. Ele não viu nada.
Então Tufão abre novamente os olhos, olha o despertador, onze horas. Levanta pega sua roupa, sua camiseta. E sorri quando lembra da coelhinha. Vai acreditar só na páscoa. Metendo a mão no bolso acha a calcinha de Cláudia e nota algo. Sorri ao ler, FELIZ PÁSCOA, e um numero telefone.