A cumplicidade da minha sogra

A cumplicidade da minha sogra.
Comecei a namorar com a Marta quando eu tinha vinte e quatro e ela vinte anos. Advogada formada, ela trabalhava no escritório do pai, também advogado, que lhe deu metade da sociedade. Na verdade, um dia tudo ali seria seu, afinal é filha única. Depois de seis meses de namoro ela me levou para conhecer seus pais: Raimundo de Freitas Branco, um dos nomes mais proeminentes na advocacia local e Elizabeth Barros Antunes, que não adotou o sobrenome do marido, pois fez questão de manter o da família, uma das mais tradicionais da cidade.

Pessoas da capital, ou de cidades grandes, não fazem ideia dessa questão do sobrenome e o peso que tem, só mesmo os moradores do interior é que entendem. Como minha família não é ilustre, sou conhecido mesmo pelo meu nome, Tufão. Fui conhecer seus pais num almoço de domingo. Levei uma garrafa de vinho para o futuro sogro e uma caixa de bombons para a sogra. Cheguei na hora combinada e a Marta me rececionou, abrindo a porta de uma casa imponente. Fomos para a área gourmet, onde os pais dela nos esperavam.

Fui respeitosamente recebido por eles que agradeceram os mimos que levei. O pai dela um senhor sisudo, sério, mas agradável de se conversar, mostrou-se inteligente e bem articulado. Já a esposa é seu oposto, simpática, extrovertida, risonha e foi logo dizendo:

- Nada de me chamar de dona, senhora, essas coisas formais, deve sempre me chamar de Beth.

Aos quarenta e cinco anos, conforme a Marta me falou, sua mãe é uma mulher muito atraente, loira de cabelos longos e lisos, olhos castanhos claros. Vestia calça comprida de um tecido fino, larga nas pernas e justa na bunda, deixando claramente à vista a marca da sua calcinha pequena. Blusa curta de crochê, deixando à mostra parte da sua barriga. Uma mulher madura, mas com um corpo de fazer inveja a muitas menininhas, minha namorada teve a quem puxar.

Preocupados com o futuro da filha, o que era esperado, principalmente meu sogro quis saber muitas coisas a meu respeito, principalmente no que eu trabalhava. Falei ser formado em segurança internacional e começando a montar meu próprio escritório, pois já contava com alguns clientes fiéis. Com certeza isso deixou o Sr. Raimundo mais tranquilo, ao saber que não estava entregando o futuro da filha a um coitado qualquer. O resumo da ópera é que fui muito bem recebido na família.

Com o passar do tempo eu pude observar que a Marta era muito mais parecida com o pai do que com a mãe. Mais introvertida, muito dedicada ao trabalho, não fica muito confortável em festas. Quanto a intimidade do nosso namoro, nossas transas não são carregadas de muita excitação, via de regra fazemos o papai e mamãe, mas mesmo assim, com tudo isso, eu sou muito apaixonado por ela. A exemplo do pai, ela também não gosta de bebida alcoólica, se satisfaz com sucos. Para minha sorte, sempre que estamos juntos dos seus pais, a minha querida sogra me acompanha nas caipirinhas e cervejas, quando eles não nos ouvem ela diz:

- Deixa esses dois puritanos para lá, vamos nos divertir.

Depois de quatro anos de namoro resolvemos casar e quando comunicamos o fato, minha sogra esperou a oportunidade para conversar comigo a sós:

- Tufão, precisamos ter uma conversa que talvez você até venha a estranhar, mas necessária.

- Claro Beth, fica à vontade.

- Estou casada com o Raimundo há quase trinta anos e vou dizer, somos muito diferentes, por isso é preciso ter muita paciência e outros cuidados para manter o casamento.

Ela notou meu olhar de espanto e continuou:

- Isso mesmo, a Marta é cópia escarrada do pai, tenho certeza que você passará por situações muito parecidas pelas quais passei e passo.

Permaneci atento ao que ela falava:

- Eu e a Marta não temos muita intimidade, ela não se abre comigo, por isso vou ser muito franca e direta, o sexo entre vocês é bom?

Eu não esperava tanta franqueza, mas já que ela perguntou eu não ia mentir:

- Não vou dizer que é ótimo, eu gostaria um pouco mais de calor, mais ação, que ela me procurasse, mais ousadia, me entende?

- Entendo muito bem porque o pai dela é a mesma coisa, se deixar por conta dele ficamos semanas sem transar.

Ela passou a mão no meu rosto e falou:

- Ah meu querido Tufão, gosto demais de você, sinto que tem a mesma vibração que a minha, mas infelizmente não terá a correspondência que espera da minha filha, assim como não tenho do pai dela.

Ela fez uma pausa e continuou:

- Se você não estiver preparado para suportar essas diferenças, desista enquanto é tempo, mas se casar com ela, não venha nunca chorar comigo que não sabia, por isso jamais faça com que a minha filha seja infeliz.

Beijei o rosto da minha sogra e falei que estava preparado sim, pois sentia muito amor pela filha dela.

Agora ela beija meu rosto e diz:

- Pode contar comigo sempre que precisar de algo.

O casamento aconteceu e a Marta se revelou exatamente como a minha sogra disse que seria. Depois de algum tempo eu estava precisando descarregar as energias, comentei que precisava fazer academia e minha sogra se manifestou:

- Venha comigo, onde faço é ótimo.

- Isso mesmo amor – disse a minha esposa – vai com a mamãe e assim um faz companhia ao outro.

Fiz matrícula na academia, três vezes por semana, às seis horas da manhã. No primeiro dia, ao ver minha sogra, eu fiquei boquiaberto, sua legging e o top curto que usava era de enlouquecer qualquer mortal. Não tinha quem não olhasse para ela e a danada tinha consciência do que causava, por isso, sempre que podia empinava mais do que necessário aquela bunda linda. Sem que eu esperasse, fiquei de pau duro olhando para minha sogra. As idas à academia intensificou a aproximação entre nós, depois das sessões sentávamos para tomar alguma coisa e a conversa fluía solta.

Essa rotina de nos encontrarmos dia sim, dia não, foi criando uma certa intimidade entre nós e nenhum assunto era proibido, até de sexo falávamos sem pudor:

- Conta para mim Tufão, a Marta libera a bundinha para você.

- Quem me dera Beth e não é por falta de pedir.

- Não disse para você que ela é tal qual o pai, cansei de oferecer, mas ele nunca quis comer.

Pela liberdade que tínhamos eu falei sorrindo:

- Quer dizer que é virgem na bundinha.

Ela me olhou séria, pensei que tivesse passado dos limites, mas sorriu e disse:

- Tufão meu querido, confio demais em você, por isso vou revelar um segredo que até então era só meu, minha bunda não é mais virgem.

Arregalei os olhos, mas fiquei curioso:

- Perdeu as preguinhas quando ainda era solteira?

- Não, depois de casada.

Bingo, ela pulou a cerca.

Ela então começou a contar um pouco da sua vida secreta. Sempre foi muito fogosa, mas o marido não comparecia o quanto ela sentia necessidade. Tolerou essa ausência por anos e mesmo amando o marido passou a ter casos, buscando aquilo que ela não tinha dentro de casa:

- Nunca sentiu seu casamento ficar em risco?

- Nunca meu amor, sempre deixei claro para as pessoas com quem saí que era apenas sexo.

- Seu marido nunca desconfiou de nada?

- Discrição é a palavra-chave meu bem.

Olhei desconfiado para ela:

- Nem a Marta nunca desconfiou de nada?

- Muito menos ela.

Fiquei olhando admirado para minha sogra, não esperava uma revelação como essa e ela me surpreendeu mais ainda quando disse:

- Acredite em mim, vai acontecer o mesmo com você e vou dar um conselho, não perca as oportunidades que surgirem, mas seja cuidadoso, não faça minha filha sofrer.

Aquela conversa me deixou de pau duro e quando nos abraçamos na despedida, ela sentiu, colou ainda mais seu corpo no meu e sussurrou no meu ouvido:

- Que boba minha filha, deixar um homem tão gostoso como você ficar de pau duro só por causa de uma conversa.

Envolvi sua cintura com meus braços e perguntei:

- E você, quanto tempo está sem ninguém?

- Há mais de ano, me contentando apenas com as migalhas do meu marido.

Eu sorri e falei que então éramos dois necessitados, sofrendo da mesma ausência afetiva dentro de casa.

Ela me abraçou forte, encostou sua cabeça no meu ombro, deu um leve beijo no meu pescoço e disse baixinho, quase como uma confissão:

- Não se esqueça, discrição é tudo.

Nos separamos e fomos embora. No caminho para o trabalho minha cabeça estava um turbilhão, será que eu entendi direito, minha sogra estava abrindo a possibilidade de ter um caso comigo? Acontece que depois desse dia, sempre que era permitido ela me abraçava com mais firmeza, o inevitável acontecia, meu pau ficava duro e ela sentia. Um dia na academia, me aproximei dela em um exercício e encostei meu pau duro na sua bunda, ela se virou e simplesmente disse:

- Tem duas horas para sair daí.

Não restava dúvida, ela também estava querendo algo mais e por isso sugeri:

- E seu eu ficar essas duas horas, mas em outro lugar?

- Com certeza eu iria adorar, vamos agora?

Saímos da academia e fomos direto para um motel, nada mais era preciso ser dito. Entramos na suíte aos beijos, nossas mãos correndo pelos corpos numa procura sem fim. Deslizei o dedo na sua racha ainda escondida pela legging e já foi possível sentir sua umidade:

- Delícia Beth, sua bucetinha já está melada.

- Melada e pronta para agasalhar sua picha, meu querido.

Fomos nos livrando das roupas. Quando tirei o top seus seios surgiram imponentes, firmes, com auréolas marrom e bicos salientes. Não resisti e beijei, dei leves mordidinhas e senti sua pele arrepiar. Ela puxou minha cabeça contra seu corpo e pediu:

- Pode chupar forte que eu gosto de uma dorzinha.

Atendi seu apelo e suguei forte. Minhas mãos corriam pela sua bunda firme, como a de uma adolescente. Eu estava só de cueca e minha picha pulsando querendo sair. Minha sogra beija meu pescoço, desce a boca pelo meu peito e lambe meus mamilos. Vai descendo e lambendo meu corpo, até ficar de joelhos aos meus pés.

Passa as mãos na minha picha dura, olha para mim e diz:

- Como minha filha pode deixar uma gostosura dessas de lado.

- Pois é sogrinha, mas pelo jeito encontrei alguém que vai gostar dela.

Ela deu um beijo na picha ainda sob e a cueca e falou:

- Pode apostar todas as suas fichas nisso.

Ela então baixa a cueca e minha picha salta dura, empinada e melada. Sempre olhando para mim ela dá uma enorme lambida na picha, começando desde a base até a cabeça e ao chegar ali abocanha. Ela suga meu pau, lambe, bate com ele no seu rosto e diz:

- Adoro uma surra de picha.

Queria saber até onde iria a liberdade da minha sogra:

- Toda puta gosta mesmo de apanhar na cara.

- Hum meu genrinho gosta de uma putaria né.

- Adoro muita safadeza na hora do sexo.

- Então são dois, porque em casa, quando acontece, parece sexo de mudos, sempre calado.

- Como sua filha, ela detesta falar e ouvir sacanagens.

- Comigo não genrinho, pode liberar geral.

Nisso ela volta a chupar minha picha e agora vai engolindo, até que nada mais restasse fora da sua boca e olha que não sou pequeno. Confesso que nunca haviam feito isso comigo e adorei, segurei sua cabeça com as duas mãos e falei:

- Caralho que coisa boa, quero foder sua boca até o talo.

Ela deixa a boca aberta e começo a meter, como se fosse na sua buceta. Logo a baba escorria pelo seu queixo e pingava nos seus seios, estava tão bom que precisei parar, do contrário acabaria gozando na boca mesmo.

Fomos para a cama, ela deitou de costas, admirei seu belo corpo e falei:

- Como meu sogro pode deixar você passando vontade.

Ela dá umas palmadinhas na buceta e diz:

- Gosta de chupar?

- Com todo o meu tesão.

Comecei pelos seus pés, delicados, bem feitos. Beijei, chupei seus dedos, deslizei minha boca pelas pernas, sempre beijando e lambendo, até chegar nas virilhas. Ela gemia de pedia:

- Não judia assim, chupa logo minha buceta seu puto.

Esse era o segredo, deixá-la implorando. Com minha cabeça entre suas pernas, dei uma longa lambida na sua racha e perguntei:

- Minha putinha gosta de gozar na boca de um macho?

- Muito tesão, chupa logo que não estou aguentando mais.

Esse era o momento certo. Suguei seu grelinho, meti a língua fundo na sua buceta e chupei seu mel. Minhas mãos corriam pelo seu corpo, ela por sua vez agarrou o lençol e se contorcia de prazer, eu queria o gozo dela na minha boca. Deslizei um dedo até o seu cuzinho e toquei suas pregas, ela gemeu mais alto.

Foi o sinal de que aquela região também podia ser explorada e assim o fiz, forcei meu dedo e ele entrou no rabo da minha sogra, que ajeitou a bunda para ajudar. Chupando sua buceta e metendo no seu cu, foi demais para ela:

- Eu vou gozar Tufão, assim eu gozo, mete forte no meu cu.

Nem foi preciso, num urro alucinante ela ergue seu corpo contra minha boca e goza. Permaneço com a boca ali até que ela voltasse ao seu normal, seu corpo parar de tremer. Quando isso acontece eu beijo sua boca e deixo meu corpo colado ao seu.

Nossos corpos estavam molhados de suor, ela desliza sua mão pelo meu e diz:

- Que coisa boa, fazia semanas que não gozava assim, só na siririca.

- Somos dois, só que eu na punheta.

Ela acaricia meu rosto, dá um selinho na minha boca e diz:

- De agora em diante, se você quiser é claro, não precisa mais ficar tanto tempo sem transar.

- Com certeza vou querer outras vezes.

Ela segura meu caralho duro e diz:

- Então me faça gozar nessa buceta gostosa.

Ela fica de quatro:

- É do jeito que mais gosto, entra tudo e dá para sentir o saco batendo.

Abro sua bunda, deu uma lambida nas suas pregas, enfio um dedo no seu cuzinho e em seguida forço o pau contra a buceta. Ela rebola para melhor ajeitar a penetração e logo aquela gruta molhada e quente agasalha minha rola por inteiro. Ela deita a cabeça no travesseiro e sussurra dengosa:

- Assim mesmo, mete gostoso na sua putinha vadia, faz ela gozar na picha.

Minha sogra é muito gostosa, puta que pariu, ah se a filha fosse igual. Meto com força, soco fundo a picha na sua buceta e faço meu saco bater contra ela.

Ela gemia dizendo que ia gozar de novo e eu também não iria conseguir segurar mais e avisei:

- Eu também vou gozar.

- Então venha, goza junto comigo, enche minha buceta de porra.

Mais alguns instantes e nós dois gozámos intensamente. Deitados nos refazendo do gozo intenso, ela se vira, joga uma perna por cima do meu corpo com sua coxa roçando no meu pau. Ela passa a mão no meu peito, sente meu calor, beija meu mamilo e pergunta:

- Você e a Martinha – forma carinhosa como a mãe chama a filha – fazem de tudo na cama?

Acho que eu sabia onde ela queria chegar, mas forcei para que ela fosse mais explícita:

- Como assim tudo?

Ela deu um leve tapa no meu peito, beijou minha boca e falou:

- Deixa de ser safado, você sabe muito bem o que estou querendo saber.

- Juro que não Beth, seja mais objetiva.

Ela forçou sua buceta contra minha coxa e senti o quanto estava molhada. Ela gira o corpo com agilidade, senta sobre mim, leva uma das mãos ao meu pau que já estava duro de novo, coloca o danado no meio do seu rego e cavalga. Ela move seu corpo de forma que minha picha fica apenas deslizando no meio da sua bunda melada e olhando nos meus olhos ela diz:

- Você come o cu da minha filha?

Bingo, eu tinha certeza que era isso que ela queria saber e fui sincero:

- Tentei algumas vezes, mas ela nunca deixou, diz que é antinatural.

Ela ergue um pouco o corpo, com a ajuda da própria mão ela direciona o meu pau para o seu cuzinho e ao senti-lo na portinha ela cede o corpo lentamente e a glande ultrapassa o limite das pregas. Ele geme e diz:

- Que boba é minha filha, tal qual seu pai, por mais que já tenha insistido para ele me comer assim, nunca quis e eu adoro.

Seguro na sua cintura e falo:

- Pois comigo sempre terá tudo o que quiser, além do que eu adoro meter num cuzinho.

Demonstrando muita habilidade, minha sogra rebola a bunda de tal forma que aos poucos meu pau vai sendo engolido por completo e ela sussurrando:

- Caralho que coisa mais gostosa é sentir um belo caralho no rabo.

Seguro nos seus seios e falo:

- Delícia puta safada, vai gozar pelo cu hoje.

Ela comandou os movimentos, quicava como uma amazona, subia o corpo até quase meu pau sair de dentro dela e em seguida descia com tudo. Ficava parada por uns instantes e eu sentia seu cuzinho mordendo meu pau, com certeza ela já praticou muito com seus amantes.

Aquela situação estava me levando ao máximo da minha resistência, não aguentaria muito mais tempo sem gozar. Ela tinha minha rola no rabo e seus dedos acariciando o grelinho e desta forma o seu ápice também estava perto. Quando ela diz que ia gozar eu me libertei também, acelerei o ritmo da foda e logo nós dois gozamos. Ela ficou sobre mim até que meu pau foi amolecendo e saindo de dentro dela. Estirada sobre meu corpo, ela beija minha boca e pergunta:

- Arrependido?

- Do que?

- De ter comido a sogra.

Segurei seu rosto com as duas mãos, beijei longamente sua boca e falei:

- De forma alguma, agora que provei o quanto você é gostosa, não sei se vou conseguir ficar sem tê-la de novo.

- Pois eu também não estou nem um pouco arrependida de ter pego o marido da minha filha, ela que é uma tonta em não ser a mulher ideal para você.

Ela volta a beijar minha boca e continua:

- Da minha parte você pode me ter sempre que quiser, mas com uma condição, que você não saia com mais ninguém além de mim.

- Você é o suficiente para fazer qualquer homem feliz na cama.

Assim tem sido, eu e minha sogra transamos pelo menos duas vezes por semana, o difícil é controlar nossos olhares gulosos quando a família está reunida, mesmo assim, sempre que possível, damos uma escapadinha para uns beijos num canto qualquer da casa. Minha esposa e o pai dela de nada desconfiam, muito pelo contrário, ambos dizem o quanto admiram a relação sogra/genro, nem sempre muito amigável.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario ksadupasscps

ksadupasscps Comentou em 18/03/2026

Mulher dura assim, é pq falta empenho do marido... Vc aparenta o cara que antes procurar se satisfazer sexualmente do que satisfazer a esposa.. já perguntou a ela o que ela curte e gosta... se vc a fizer gozar a partir do que ela gosta ela se solta e logo serão duas lobas na sua vida. Seja menos egoísta e dê uma atenção melhor pra esposa, aposto que conseguiria até o cuzinho dela. Se tiver sua sogra pra ajudar a convence-la mais fácil seria.. papo de mulher, conselhos...

foto perfil usuario lampiao69

lampiao69 Comentou em 18/03/2026

Votado. Conto espetacular cheio de tesão.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


257175 - A melhor esposa tem sempre um corno - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
257164 - Cláudia a viúva da empresa - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
257157 - Coelho da Páscoa não... - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
257155 - Estela a promotora de eventos - Categoria: Heterosexual - Votos: 0
257149 - Tirei a virgindade do cu da mulher do amigo e ela não pode falar nada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
257129 - Eu e Lena, a coroa que age como se fosse solteira - Categoria: Coroas - Votos: 1
257128 - Terminei na cama com a coroa depois de tantas coincidências. Era o destino - Categoria: Coroas - Votos: 0
257107 - A primeira traição de uma mulher casada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
257102 - Ela e eu em lingerie - Categoria: Fetiches - Votos: 1
257083 - Montador de móveis sortudo - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
257081 - Passei de ano comendo a professora de Português - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
257080 - Foder em Sesimbra - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
257017 - A crente na reunião da empresa - Categoria: Traição/Corno - Votos: 3
257011 - Fodendo a vizinha casada por apenas uma noite - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
257010 - A despedida de solteira dela foi na minha cama. - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
256982 - Aquaticamente - Categoria: Traição/Corno - Votos: 0
256974 - A buceta mais linda que já comi - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
256941 - Laura. A professora casada que incendiou a minha vida - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
256935 - Sorte com as virgens amiguinha da minha filha - 2 - Categoria: Incesto - Votos: 2
256934 - Sorte com as virgens. Paula amiguinha da minha filha - Categoria: Incesto - Votos: 1
256929 - Comendo a mulher do corno brocha aqui em Lisboa - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
256903 - A sogra descarada - Categoria: Coroas - Votos: 6
256902 - Comi a velha da festa - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
256899 - O dia em que comi uma mulher casada - Categoria: Traição/Corno - Votos: 2
256897 - Vizinho descobriu que eu comia a mulher dele e deixou eu continuar - Categoria: Traição/Corno - Votos: 5
256896 - Estou comendo a namorada do tapado do meu irmão - Categoria: Traição/Corno - Votos: 1
256815 - Minha irmã apanhou de chinelo - terceira parte - Categoria: Incesto - Votos: 6
256814 - Minha irmã apanhou de chinelo - segunda parte - Categoria: Incesto - Votos: 3
256812 - Minha irmã apanhou de chinelo - Categoria: Incesto - Votos: 3
256732 - Segredos e Chantagens - Categoria: Incesto - Votos: 1

Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
A cumplicidade da minha sogra

Codigo do conto:
257167

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
18/03/2026

Quant.de Votos:
2

Quant.de Fotos:
0