Da internet pra leitada - como

Fazia tempo que eu não sentia vontade de escrever um conto. A rotina tinha me engolido de um jeito que eu até tinha esquecido que esse site existia, até que um e-mail me trouxe de volta. Bom, a história começa num domingo daqueles, sabe? O tédio batendo na porta e o tesão crescendo, incomodando dentro da cueca, uma vontade quente e sem direção. Sem nada pra fazer, deitei na cama, peguei o celular e comecei a navegar pelos pornôs de sempre, mas nada me prendia. Era tudo muito igual, muito frio.

Foi então que me lembrei de um site diferente, um lugar mais exclusivo que eu tinha descoberto e que virou meu vício: o Flingster. A ideia é simples, mas o tesão é real. Você entra e é conectado a pessoas aleatórias, mas o barato mesmo é bater uma punheta ali, ao vivo, em vídeo chamada, e gozar com o cara do outro lado da tela, em tempo real. A adrenalina de não saber quem vai aparecer, a possibilidade do desconhecido, mexia comigo de um jeito que nenhum vídeo gravado conseguia.

Naquele domingo, eu estava particularmente excitado. Deitei na cama, ajustei o celular apoiado no travesseiro, com a câmera já focada no meu pau duro. A luz do quarto estava meio baixa, e a pele parda brilhava levemente, com a glande já inchada e úmida, pedindo atenção. Minha mão deslizava devagar, só pra manter o tesão no ponto, enquanto eu clicava no botão de "Next", vendo dezenas de caras anônimos passarem pela tela. Uns paus grandes, outros médios, uns caras mais velhos, outros mais novos, mas nada que realmente me pegasse.

Até que a conexão estabilizou e eu parei. Do outro lado, um pau muito bonito ocupava a tela inteira. Ele era claro, de um tom de pele que contrastava com a minha, com veias finas que desenhavam um relevo sutil e uma cabeça rosada e lisa, brilhando sob a luz do que parecia ser um abajur. O cara também se punhetava, num ritmo lento e compassado, como quem também estava escolhendo a dedo o parceiro certo. No canto do chat, apareceu a localização: o mesmo estado que o meu. Uma coincidência besta, mas que naquele contexto pareceu um sinal.

Até que ele falou "Lindão". Foi só isso. Eu correspondi, falando de volta: "O seu também, delícia". E dali, a coisa fluiu. A gente foi batendo uma bronha juntos, os ritmos se encontrando num compasso invisível. E entre gemidos baixos e sussurros que eu mal ouvia, mas adivinhava pelo movimento do corpo dele, começamos a trocar ideia. Primeiro foi o básico: o que a gente curtia, quais posições, o que mais dava tesão. Mas aí a coisa escalou. Começamos a contar um para o outro umas sacanagens que a gente já tinha feito, umas putarias antigas. Minha mão acelerou, a respiração ficou pesada, e eu senti o gozo subindo, formigando da base até a ponta.

Não deu pra segurar. Com um gemido mais alto, que eu nem tentei abafar, gozei. A primeira jorrada foi forte, espessa, quente, escorrendo pela minha mão e caindo na minha barriga. Eu mantive o pau na tela, babado de porra, a câmera capturando cada gota leitosa escorrendo devagar. Do outro lado, ele não se segurou. Olhando fixamente pra minha gozada, o corpo dele inteiro pareceu tremer, e ele gozou também, um jorro claro e abundante que espirrou no que parecia ser o próprio peito. Foi lindo de ver.

A gente ficou ali, ofegantes, os paus começando a amolecer, mas a conexão não foi cortada. Ninguém clicou em "Next". Pelo contrário, a gente continuou conversando, agora num ritmo mais calmo, os corpos satisfeitos. A timidez inicial tinha ido embora junto com o gozo. Eu me sentia à vontade, e ele parecia sentir o mesmo. Foi então que, num impulso, virei a câmera do celular pro meu rosto. Do outro lado, ele fez o mesmo. E eu vi. Um cara lindo, uns traços suaves, um sorriso meio sem graça depois do que a gente tinha feito, e um olhar que ainda brilhava de tesão. Papo vai, papo vem, a conversa fluiu sobre a vida, sobre a cidade. Até que ele soltou: "Moro na cidade ao lado, sabia?". Meu coração deu um pulo. A cidade ao lado. A 20 minutos de carro.

A gente marcou de se encontrar e o encontro foi pura sacanagem, mas fica para o próximo conto.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


194959 - Se tem subgerente gostoso na empresa, a gente faz hora extra - Categoria: Gays - Votos: 8
194936 - Aluno magrinho sabe como agradar um professor - Categoria: Gays - Votos: 34
194901 - Primeira vez provendo leite pro meu primo - Categoria: Gays - Votos: 26
194891 - Dominando o meu subgerente malhado sigilosamente - Categoria: Gays - Votos: 26
194860 - Eu e meu primo descobrindo o mundo dos prazeres - Categoria: Gays - Votos: 31

Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico theolinn

Nome do conto:
Da internet pra leitada - como

Codigo do conto:
257178

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
18/03/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
0