Vou contar a primeira vez que comi o cu virgem da minha namorada, aquela mesma do último conto. Depois que iniciei o cuzinho dela com meu dedo enquanto chupava sua boceta, passei a repetir isso sempre que pude por uns dias. Certa vez, em um breve momento a sós deitados no seu quarto, fui passando a mão pelo seu corpo todo enquanto beijava sua boca e seu pescoço, ela estava com um vestido bem largo e florido, sem sutiã e por baixo só a calcinha, como já era de costume. Quando passei a mão e percebi a sua boceta bem molhada fiquei ali massageando por um instante o grelo, os lábios e colocando dois dedos devagarinho, então posicionei ela de quatro na cama, fiquei ajoelhada atrás comecei a empurrar meu pau pra dentro da sua boceta. Eu já tinha colocado tudo e começado aquele movimento de vai e vem quando ela, de quatro, olhou pra trás e disse: - Vai amor, tenta... Na hora não entendi ao que ela se referia. - Tentar o quê? - Perguntei eu, confuso. - Aquilo que você tanto quer. - Respondeu. Meu corpo gelou com quando entendi! Logo passei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela algumas vezes e comecei a empurrar devagarinho, ela com os cotovelos na cama e olhando pra baixo, relaxando enquanto eu enfiar a cabeça com uma certa dificuldade porque era muito apertado. Eu confesso que estava até um pouco nervoso, com meu coração quase saindo pela boca. Consegui colocar a cabeça pra dentro mas depois de poucos movimentos ela pediu pra parar dizendo que o pai dela podia chegar. Esse dia só me deixou com mais fome! Alguns dias depois estávamos a sós na casa dela, sua irmã brincava na rua e não entraria em casa tão cedo, seu pai havia saído para prestar um serviço e demoraria pelo menos 1h. Então não perdemos tempo, começamos aquele sexo bem quente. E aproveitando a oportunidade, tomei a iniciativa, tirei sua calcinha, levantei um pouco seu vestido (cinza, meio curto e colado ao corpo), posicionei ela de quatro na borda da cama e fiquei em pé no chão. Comecei a passar a cabeça, dura feito pedra, do meu pau em um movimento longo do grelo até a entrada da boceta dela enquanto olhava aquela cena maravilhosa que todo homem adora - uma mulher de quatro bem empinada. Aproveitei para admirar também sua pele branquinha, boceta rosada e cuzinho bem fechado. Com aquela boceta já bem molhada coloquei e tirei algumas vezes, depois comecei a passar dedo no cu dela e sem pedir nem avisar comecei a forçar a entrar naquele cozinho gostoso com meu pau bem lubrificado pela sua boceta. Fui colocando com muita calma e ela deixando, quietinha, só esperando se eu ia conseguir. A cabeça passou com certa dificuldade, ela já tava gemendo baixinho e então percebi que a mão dela também estava trabalhando numa siririca frenética. Comecei a movimentar pra dentro e pra fora devagar, bem devagar... até que ela começou a gemer muito alto confiando que ninguém iria escutar por termos deixado a televisão ligada em volume alto. Aquela visão do meu pau quase toda dentro daquele rabo só me deixava mais excitado, mas meu orgasmo ainda estava longe. Fui colocando cada vez mais rápido aumentando a velocidade e ela gemendo muito com o rosto de lado, encostado na cama e uma cara de prazer contagiante, com os olhos fechados e a boca meio aberta. Enquanto eu acelerava, meu pau foi entrando cada vez mais naquele cu que eu estava descabaçando ao ponto que entrou totalmente. Agora meu único cuidado era não deixar minha rola escapar, metia com força, tirava quase tudo e colocava de novo. Ela estava tão relaxada que quando eu metia, meu quadril batia na bunda dela fazendo aquele barulho que você leitor, conhece bem. Fui metendo... nem sei quanto tempo consegui manter o ritmo acelerado enquanto segurava ela pela cintura, depois pelos ombro, lhe dava uns puxões de cabelo e tapas na cara que ela amava, era minha putinha que gostava de ser fodida. Aí, fiz uma manobra mais elaborada: como ela estava com os joelhos bem na borda da cama eu aproveitei, subi na cama sem tirar o pau de dentro, fiquei totalmente por cima dela, que continuava de quatro e voltei a meter, mas agora de cima para baixo (tipo bate estaca) dentro daquele cuzão gostoso demais. Fui colocando, agora com mais força ainda, batendo de cima para baixo, até que percebi que ela havia parado com masturbação e estava com os dois braços pra frente e amassando o lençol com as mãos. Continue aquele movimento gostoso até que gozei muito lá dentro. Tirei... exausto... suado... deitei ao lado dela que se deitou também, olhou pra mim com um sorriso lindo e até inocente e disse pra mim feliz - amor eu gozei! Tu sabe o quanto é difícil uma mulher gozar no anal só com a penetração? - Eu nunca tinha parado pra pensar nisso, mas depois percebi que nem todas as mulheres teriam essa experiência. Ficamos deitados ali por um longo tempo, apenas curtindo o momento. Essa foi a primeira vez que fizemos nosso anal. Espero que tenham conseguido imaginar essa história.
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