meus 18 aninhos

Aos 18 anos, meu corpo era meu único trunfo e eu sabia exatamente como usá-lo. Cansado de ser só mais um na multidão, criei meu perfil no Twitter. Um femboy magrinho, de pele lisa e um bundinho que crescia rápido demais para o meu corpo esguio. Comecei postando fotos, depois vídeos curtos, sempre de máscara. A máscara era meu segredo, meu escudo. Morava com meus pais e a última coisa que queria era que o papai e a mamãe descobrissem que seu filhinho, na verdade, era uma putinha sedenta por pica.

O sucesso foi imediato e avassalador. Minha caixa de direct transbordava com mensagens de machos loucos para me usar. "Que bunda linda", "Quero te arrombar", "Quanto pra te foder?". E o melhor de tudo: o Live Pix não parava de tocar. Dinheiro fácil, só por exibir o que a natureza me deu de graça. Eu era uma estrela online, uma anônima e cobiçada vagabunda.

Foi então que a mensagem mudou tudo. Não era um admirador comum. Era um produtor. "Vi o seu perfil. Você tem potencial. Vamos gravar um teste." As palavras queimaram meus olhos. Ele mandou fotos de um estúdio profissional, iluminado, com câmeras caras e um quarto com uma cama de casal que parecia um altar. O endereço era real. O convite, irresistível. Pensei por um segundo. O medo e a excitação lutavam na minha barriga. A excitação ganhou.

No dia seguinte, meu coração batia forte quando bati na porta. Ele me abriu. Um homem mais velho, imponente, com um sorriso que não chegava aos olhos. O estúdio era ainda mais impressionante de perto. Ele me entregou um papel. "Contrato de liberação de imagem", disse ele, casualmente. Eu li rápido, nem tudo, mas o suficiente para entender: eu assinava meu corpo pra ele. Com a mão trêmula, rabisquei minha assinatura.

Ele me levou ao quarto. As câmeras estavam posicionadas em todos os ângulos, como olhos famintos. "Tira a roupa", ordenou. Sua voz não era um pedido. Eu obedeceu, tirando as poucas peças que vestia. Ele também se despiu, e quando seu pau grande e grosso saltou para fora, meu cuzinho apertou de uma mistura de medo e desejo.

"Ajoelha no chão", disse ele, jogando meu documento na minha frente. "Segura isso e repita: 'Eu sou a putinha do produtor X e libero a minha imagem'". Minha voz saiu baixa, trêmula, mas as palavras saíram. "Eu sou a putinha do produtor X e libero a minha imagem".

No segundo seguinte, ele bateu aquele cacete grosso na minha cara. O som ecoou no quarto silencioso. "Chupa, minha putinha". E ele enfiou aquela pica toda na minha boca, até o fundo da minha garganta. A foda começou ali. Não houve carinho, não houve preliminares. Houve uso. Puro e brutal.

Ele me usou por horas. Me virou de ponta cabeça, me comeu pela frente, por trás. Meu cuzinho foi o prato principal. Ele socava sem dó, sem pena, abrindo meu caminho, me fazendo gritar de dor e prazer. Minha boca não descansou, sempre cheia de sua pica ou de seus testículos. Eu era um objeto, um fetiche, um buraco pra ele descontar toda a sua fúria. Quando ele finalmente gozou, foi fundo dentro do meu cuzinho, me enchendo até transbordar.

Fiquei exausto na cama, mole, sem forças, com a porra escorrendo do meu rabo ardido. Depois de um tempo, ele me arrastou para o chuveiro. Pensando que era o fim, relaxei, mas ele me encabulou contra o azulejo frio e me comeu de novo, com a água quente escorrendo pelas nossas costas. Ele me usou até esvaziar de novo.

Vesti minhas roupas em silêncio. "Vamos analisar o material. Te chamo", disse ele, como se eu tivesse acabado de fazer uma entrevista de emprego normal. Saí dali com o corpo dolorido, a alma dividida entre a humilhação e um prazer doentio.

Os meses se passaram. Nenhuma notícia. O número dele não funcionava mais. O endereço do estúdio, no Google, era de outra empresa agora. Eu tinha sido usado e descartado. Até que, em uma noite de tédio, navegando por um site pornô, meu coração parou. Lá estava eu. Na capa de um dos maiores sites do mundo. O título dizia: "Femboy novinho de 18 anos é destruído pelo produtor em teste de câmera". E os números de visualização... milhões. Milhões de machos me vendo sendo a putinha que eu me declarei ser.

Tentei entrar em contato, enviar e-mails, qualquer coisa. Silêncio. Eu não podia fazer nada. Eu tinha assinado. Eu tinha autorizado.

A raiva me consumiu por um instante. Fui traído, explorado. Mas então, olhando para a tela, vendo mim mesmo sendo usado, vendo os comentários de milhares de homens se masturbando com minha dor, uma onda de excitação quente e avassaladora tomou conta de mim. Aquilo me deixou puto, mas me deixou, acima de tudo, extremamente excitado. Eu não era mais uma putinha anônima. Eu era uma putinha famosa. E milhões de pessoas estavam vendo. E eu amei cada segundo disso.

Foto 1 do Conto erotico: meus 18 aninhos

Foto 2 do Conto erotico: meus 18 aninhos

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Foto 4 do Conto erotico: meus 18 aninhos

Foto 5 do Conto erotico: meus 18 aninhos


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Ficha do conto

Foto Perfil fabiany
fabiany

Nome do conto:
meus 18 aninhos

Codigo do conto:
257355

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
20/03/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
5