Minha amiga engravidou de um mendigo!

Olá! Me chamo Thiago, e trago aqui uma confidência de uma amiga.

        Na época em que estava cursando o terceiro período do curso de veterinária na UFSC, em Florianópolis/SC, ocorreu uma situação com uma grande amiga minha, que tinha como irmã, e por esse motivo era muito confidentes; Lays, 24 anos, morena de 1,65 m, branquinha, seios fartos, bunda um pouco flácida, porém sem estrias, cabelão, e lábios carnudos. Estávamos no terceiro período do curso, Lays não era muito de ficar com os garotos da faculdade, isso me deixava um pouco curioso, pois aparecia muitos bons pretendentes. Ela tinha uma ONG, que arrecadava alimentos e roupas para moradores de rua de Florianópolis, porém me chamava atenção o modo que ela falava de um mendigo, que ficava no bairro em que ela morava. Sr. José, um negro, 1,90, forte, 43 anos na época; certa vez a levei no meu carro para se encontrar com ele em uma estação rodoviária, segundo ela, iria levá-lo para sua residência, para entregar umas roupas.
        Uns meses depois desse episódio, Lays começa a apresentar comportamentos estranhos na facu., nervosa, cabeça baixa e parecia se arrepender de algo. Chamei-a para conversarmos já que tínhamos uma proximidade grande; no intervalo fui até ela.
Eu: “- Lays, vamos lá na cantina, te pago um lanche e conversamos um pouco!?”
Ela: “- Thiago! Não enche mano, estou cheia de problemas, preciso falar com Sr. José, tchau!”
        Ao sair ela deixa cair um caderno de anotações parecido com um diário, ao abrir tinha uma foto dela com Sr. José se beijando, fiquei em choque com aquilo. Ao ler o que tinha o que estava escrito fiquei mais perplexo ainda, nas palavras dela deixarei aqui o que estava relatado naquele diário, Lays teve relações com um mendigo de rua, que ocasionou em uma gravidez indesejada, pois os pais delas eram de classe média alta, Sr, Otávio, o pai era Médico em Floripa; sua mãe, dona Kátia, advogada e engenheira química, ficariam furiosos se soubessem desse ocorrido.
        (Diário da Lays) Titulo: Me apaixonei por um mendigo. sempre tive atração por negros, nunca gostei de homens brancos, quando vi Sr. José, um negro forte, mesmo sendo mendigo, imaginei que ali poderia ser um escape para ir além da ajuda, porém não esperava terminar dessa forma, agora eu estou fudida literalmente. Em uma sexta-feira chuvosa Sr. José chegou lá em casa para buscar umas roupas de inverno que foram doadas por amigos do meu pai, percebi que Sr. José estava encharcado, convidei-o para entrar, estava com um odor forte de sujeira, calça moletom preta e camisa azul, percebi o volume do pau dele, que mesmo mole, ainda assim era maior que do meu ex-namorado; nesse dia estava com um pijama rosa, sem calcinha, por apresentar meus seios fartos ficaram balançando junto com o pijama próximo dele, e observei uma mudança naquele volume que agora começava a ganhar vida, nunca tinha visto aquilo, parecia ter uns 22 cm de comprimento x por 3 cm de largura, além de grande era grosso. Me enchi de tesão, minha buceta começou a ficar molhada, minha boca estava salivando muito. Sr. José quis ir embora, mas o convenci a esperar mais um pouco até a chuva passar. Conduzi-o até a sala. De forma proposital peguei em sua perna forte, ele olhou dentro dos meus olhos e falou: Lays, não faça isso! Respondi: “-Sr. José deixa te oferecer um pouco de prazer na vida, já te trataram muito mal, quando foi a ultima vez que o senhor fudeu alguém?”
Sr. José: “Eu não vejo uma buceta ao vivo há mais de cinco anos”, quando iniciei essa vida, depois que minha esposa me traiu com um policial.
        Eu fiquei com medo, pois deveria ter muita porra acumulada ali. Baixei aquela calça suja, para meu espanto aquele pau, preto, cheio de veia e sujo cai sobre meu rosto, o cheiro de sebo, parecia bacalhau, muito pegajoso; mas o tesão que estava, minha boca implorava para mamar aquele pau sujo, ao perceber, Sr, José, me pegou pelos cabelos, estilo rabo de cavalo e me direcionou para a cabeça daquele caralho gigante. Enfiou 15 cm na minha boca, fiquei sem reação, meus lábios carnudos retinham todo sebo do pau dele, como se fosse um limpador, dentro da minha boca agora com um caralho gigante dentro, se misturava com minha saliva, fluido seminal dele e sebo, consequentemente criou-se uma pasta, que caia sobre meu pijama e meus peitões ainda cobertos, coloquei-os pra fora, branquinhos e com aréola média rosinha e bicos bem durinhos, quando Sr. José viu começou a fuder mais forte minha boca, chegando até minha garganta, eu estava engolindo tudo aquilo, ele gemia e revirava os olhos, eu sentia mais tesão ao vê-lo satisfeito, minha buceta estava pingando. Ele acelerou aqueles movimentos, então me desesperei, pois sabia que ela estava com um estoque de porra envelhecida enorme ali naquelas bolas pretas, tentei me sair daquele pau, porém ele segurou meus braços com uma mão e meu cabelo com outro, comecei a gemer e revirar os olhos, o pau dele estava entrando pra dentro da garganta, ele começou a urrar, senti aquele pau inchando dentro da minha boca, era a gala dele que estava vindo, a pressão foi tão forte, que saiu porra até pelo meu nariz.
        Ele gozou um volume estimado de uns 50 mL, muito amargo e salgado aquilo, junto com toda aquela nojeira que já estava ali em minha boca, ao retirar aquele cacete de dentro da minha boca, acabei vomitando aquilo no pau dele, que para minha surpresa voltou a ficar duro. Ele rasgou o resto do pijama, e para minha maior surpresa me beijou, o hálito deve fedia, a língua áspera e grande tomou de conta da minha boca, ele pediu para abri-la e cuspiu dentro, uma quantidade de saliva espessa, e pediu para que eu engolisse aquilo. Falei:”- Sr. José! Vamos com calma!”
        Levei-o para o meu quarto, fui sendo escoltada por aquele pau enorme, ao chegar lá ele me joga na cama e fala:
“– você é uma branquinha safada, vou castigar sua buceta com meu pau, melado com seu vômito”. Ele me colocou de quatro e começou a chupar minha xota melada, eu comecei a gemer “Sr. José, assim não ainnnn!” Em seguida tacou aquele cacete grande nela, revirei os olhos de tesão e sem querer peidei duas vezes, ele começou devagar, pois aquilo era muito grande, porém o vômito que tinha melado o pau dele, ajudava a entrar com facilidade, pois ele tirou de dentro e tacou na minha boca mais uma vez, pela primeira vez senti o sabor da minha xana. Voltou a meter na xota e agora enfiou aqueles 22 cm, chegou a bater no útero; fudemos uns dez minutos, na posição de quatro, depois eu quis cavalgar em cima daquele pau preto, que brilhava muito, a minha cama tinha colchão de molas e ajudava no movimento. Logo estava esfregando meus peitões no rosto dele, sua barba me arranhava toda, dava mais tesão, voltamos a alternar a posição agora eu ficava de costas pra ele e me apoiava em suas pernas, depois de 15 minutos eu sinto seu pau inchar dentro da buceta, daí pensei que poderia engravidar, se recebesse aquilo no período fértil em que estava. Falei de forma ofegante e safada: “-Sr. José dentro da buceta, não!”
Ele: “- Lays, agora não tem mais jeito, vou gozar”
Eu: “Não, não, não dentro da buceta, não”
Ele: “Tá vindo, tá vindo!”
Eu: “Não, ainnnnnnnnnn”
        Senti aquela porra envelhecida entrar dentro do útero, e preencher toda minha buceta, eu gozei, junto, aquilo estava emanando de dentro da minha xota, uma liquido amarelado, consistente, ele tirou o pau e pediu para que ficasse ali e não saísse, ele foi até a cozinha e pegou um copo, e pediu para que eu fizesse força para expulsar e armazenar aquele troço dentro do copo. Quando fiz força caiu um bolo consistente, deu uns 20 mL de sêmen, nunca tinha visto aquilo, um humano com aquela quantidade de porra, geralmente no máximo que um homem adulto consegue é de 5 mL, e o que mais me surpreendeu é que ele o corpo dele produziu mais sêmen em um curto intervalo de tempo. Ele me fez tomar aquilo com canudo de milk-shake, tinha um sabor meio salgado e azedo, e cheiro forte de porra, agora eu tinha virado um deposito de porra ambulante. Ele começou a olhar para o meu cú, e seu pênis tornara a subir, eu falei:” Não se atreva, Sr. José, estou cansada!” e puxou pelo cabelo e enfiou seus dedos dentro do meu cú para relaxar a musculatura, depois enfiou aqueles dedos em minha boca, sentia pela primeira vez o sabor do meu rabo rosinha. Depois senti a cabeça da pica querendo entrar, tomei um susto e falei “Não, não, não, Sr. José, aí meu cú, ain ain ain...” quanto mais gemia mais aquilo entrava rasgando as pregas, ele colocou 15 cm daquela mangueira preta dentro da minha bunda, me mijei toda, logo ele começa a macetar meu cú com força, e forma uma creme, ele tira aquela rôla gigante melada de sebo de cú e enfia na minha boca, taca dentro do meu cú mais uma vez, sinto a chibata dele aumentando, Grito: “Sr. José dentro cú não, ain! ain! ain! tô gozando pelo cú, também”. Ele”-Lays sua putinha mimada, vou gozar dentro do seu cuzinho rosa, tá saindo ahhhhhhhh!” Eu:”Nãooooooooo seu filho de uma puta”. Estava suando frio, ele ainda teve tempo de gozar na minha cara e melou todo meu cabelo, depois pedi para que ele fosse embora, pois meus pais estavam chegando. Tive que limpar a sala e meu quarto depois daquela sujeira toda. Estava com meus buracos abertos daquele pau grosso, e minha boca estava pegajosa do sebo. Quando meus pais chegaram a casa já estava limpa, porém o tempo passou e agora estou grávida de um mendigo, negão, e são quadrigêmeos para aumentar meu desespero, minha família é toda descende de ucraniano, todo mundo branco, se aparecer com esses filhos de outra cor, eles não vão entender, apesar de amá-los mesmo assim.
(Diário de Lays)
        Bem pessoal depois de tudo isso, encontramos uma forma da família de Lays aceitar aquela situação, o pai dela tentou tirar a própria vida quando soube, porém com o passar do tempo ele aceitou além dos quatro netos, Sr. José, agora genro e casado com Lays, concluiu a faculdade de veterinária e abriu uma loja de Pets no centro de Florianópolis. Segundo ela, ele está com a ideia de levá-la para conhecer a África, porém apenas o casal, muito estranho essa conversa, mas é isso, o importante é que tudo deu certo pra ela. Hoje, eu e minha esposa Karen, somos padrinhos das crianças, contudo encontrei umas conversas estranhas entre Lays e ela, irei investigar, qualquer novidade voltarei para contar aqui.
Pedi sua autorização para esse relato, já que foi extraído do seu diário.

Foto 1 do Conto erotico: Minha amiga engravidou de um mendigo!

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Minha amiga engravidou de um mendigo!

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257487

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
21/03/2026

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