Coloquei ela de quatro e comecei a enfiar meu cacete na sua buceta, que era uma delicia, bem depiladinha, só com uma faixa central de pelos na parte de cima, muito molhada e rosadinha. O marido veio por baixo e começou a chupar a xoxota da Márcia, ela urrava de tesão. Ela tirou o cacete da xota dela e enfiou em sua boca. E colocava novamente. Ela ficou brava com ele, empurrou ele da cama, o qual caiu de quatro e ali ficou, de bunda para cima, ao lado dela. Peguei meu cacete e comecei a esfregar no cuzinho dela, a qual pediu-me para arrombá-la, pois nunca havia dado o rabo. Mandei o paulo buscar manteiga, untei o rabo dela e o meu cacete. E o paulo ajudou a levar meu pau até o cuzinho da Márcia. Fui enfiando a cabecinha, ela gemendo. Eu ia tirar e ela dizia: -Mete devagar, me rasga, me arromba. Fui entrando e o paulo gemendo como se fosse ele que estivesse sendo currado. Meti tudo, só ficaram as bolas de fora. Entrava e saia de seu rabinho apetitoso.
Ela dizia ao marido: -Está gostando meu amor? Ele respondia: -Como eu gosto de ser corno, ainda mais com este belo cacete. E passava as mãos nas minhas bolas. Desceu novamente, começou a chupa-las, gemia, não aguentei e gozei no cuzinho de sua bela e adorada esposinha e ela gozou também. Ele disse a ela: -Será que ele aguentaria realizar a outra fantasia: Qual seria essa? Me perguntei e ele ja foi falando antes mesmo de eu abrir a boca, queria ser possuido por outro macho, na frente da Márcia. Como se fosse uma vagabunda. Demos um tempo, tomamos uma ducha, colocaram outro filme, eles começaram a se chupar. Me chamaram e disputavam meu cacete.
Quando eu já estava em ponto de bala, coloquei os dois de quatro. Comecei a roçar meu cacete no cuzinho da Márcia, ela gemia e pedia: -Faz igual no Paulo. Ele quer. Passei, então para trás dele e comecei a esfregar meu cacete no seu cuzinho cabeludo. Ele gemia e gritava: -Por favor, me arrombe logo que eu não aguento mais esse arreto. Não dei bola e continuei a lhe esfregar o cacete. A Márcia veio, chupou meu pau, lambeu o cuzinho do Paulo, direcionou meu cacete para a entrada do cuzinho dele. Entrou a cabeça. Ele olhou para trás e disse: -Agora me atola seu comedor de cú. Empurrou seu corpo para trás, a Márcia me segurou e eu rasguei seu cuzinho.
Ele dizia: -Que felicidade, se soubesse que era tão gostoso, já teria feito antes. Que belo cacete, que homem, que invejá que eu tinha de você Márcia! Mas agora, eu tenho orgulho de poder agasalhar o mesmo cacete que tu agasalhou. E no cuzinho. Me come meu macho, não, nosso macho, me rasga, me arreganha como se eu fosse uma putinha. Então Márcia foi chupar o pau do Paulo e este gozou como nunca em sua boca, mas sempre gemendo na minha vara. Enterrei meu cacete com vontade e gozei no seu cuzinho. Ele gemia e dizia: -Agora eu sou um homem completo, bem casado, corno, e uma puta na cama. Ou melhor, duas putas na cama. Eu e minha esposa. Continuamos aquela loucura até tarde da noite, onde fizemos um sanduíche, onde ora ela era recheio, ora ele. E eu sempre o pão.
Ainda mantemos contato e assim que eu puder ir a porto alegre, com certeza iremos nos encontrar e fazermos mais algumas loucuras




