Entramos na sauna e, nesse meio tempo, ele chegou. Não nos viu, mas ouvimos a entrada dele. Abri a porta da sauna e me mostrei. Saiu. Voltou alguns minutos e estávamos somente deitados relaxando da sauna. Falei com Paulo que na próxima ele faria alguma coisa. Me respondeu que eu quem sabia. Ele começou a chupar minha buceta. Adoro quando ele chupa que fica enfiando o dedinho no cuzinho, gozo mais rapidamente. Quando ouvimos o barulho do piso ele fez questão de continuar me chupando para o garçom ver. Paulo cedeu para ele me chupar, o que fez alguns minutos. Cumprido sua parte, saiu. Nesse dia não voltou.
Duas semanas depois voltamos ao motel. Mesma coisa e disse pra continuarmos a brincadeira. Ele concordou. Começamos a nos acariciar, eu alisando o pau de Paulo e ele chupando meus peitos e alisando minha xoxota. Ouvimos o barulho e continuamos. Márcio entrou, tirou a roupa e substituiu Paulo. Foi a primeira vez que vi seu corpo, estatura mediana, boa altura e pau pequenininho, não sei precisar o tamanho, mas era bem pequeno. Acabou e saiu. Quando retornou nos pegou do mesmo jeito Ele apenas deitou-se a meu lado e fez o que havíamos combinado. Neste dia não aconteceu mais nada.
Deixamos passar um mês aproximadamente e voltamos. Ele nos atendeu novamente. Perguntei se continuava a brincadeira. Concordou e saiu. Estávamos na hidro quando ele chegou. Saímos da hidro, nos deitamos e Paulo, entre minhas pernas, ficou me chupando e, como sempre, aquele dedinho na bunda. Gozei assim. Ouvimos o barulho e continuamos. Márcio entrou e viu inclusive o dedinho. Paulo cedeu lugar a ele que me chupou. Saiu para voltar.
Falei com Paulo que estava demorando muito a acontecer e que tínhamos que agilizar senão ele iria desistir. Fizemos um 69 quando ouvimos o barulho. Sinalizei para ele continuar. Márcio chegou, tirou a roupa e deitou-se para fazer o que estávamos fazendo. Me chupou e chupei o pau dele. Era um pau bem pequeno e relativamente fino.
Quando ele voltou estávamos trepando. Paulo deitado e eu cavalgando. Márcio olhou cheio de alegria. Tirou sua roupa, deitou e montei nele encaixando seu pau. Ele metia gostoso, gozei e senti quando encheu a camisinha. Se vestiu e saiu. Nesse dia não aconteceu mais nada. Márcio viu que minha proposta era séria.
Demos um tempo enquanto íamos a outros motéis. Voltamos um domingo durante o dia em que ele estava de trabalho. Julgamos que seria mais tranquilo. Ele veio atender o pedido e perguntou se iriamos repetir e respondi que sim. Hoje está tranquilo, ele disse.
Começamos a nos acariciar e chupar e nada de Márcio. Tempo passando e nada. Já tinha chupado e sido chupada. Já tinha gozado. Era hora de treparmos. Paulo me colocou de quatro e meteu. Nessa hora ouvimos o piso. “Não pára, disse, tô gozando de novo, não pára”. Márcio chegou e ouviu. Tirou sua roupa e de quatro como eu estava me comeu. Gozei mais uma vez. Se vestiu e saiu. Dei uns minutinhos pra descansar de duas gozadas seguidas. Montei em Paulo e comecei a cavalgar. Em menos de 10 minutos ouvimos o piso novamente. Márcio me pegou cavalgando Paulo. Tirou a roupa, veio por trás de mim, tentei sair e Paulo me segurou, Márcio direcionou seu pau pra meu cuzinho e meteu. “QUE GOSTOSO”, “PUTA QUE PARIU”, “QUE TESÃO DO CARALHO”, “COME ESSA BUCETA”, “COME ESSE CU”, “FODE, PORRA” Senti quando os dois gozaram e eu gozei duplamente, pela buceta e pelo cu. Fiquei completamente mole, meio desfalecida pela enorme gozada que tinha dado. Quando pararam, eu disse que se imaginasse que era tão bom já tinha forçado para acontecer antes. Precisei de uns minutos pra descansar antes de ir embora. Eles me disseram que eu não falava e sim gritava, que o motel inteiro deve ter ouvido e eu nem falo nada nestas horas.
Encerramos nosso dia e fomos embora. Depois do acontecido não tinha mais fazer o que estivéssemos fazendo, ele chegava e tomava a iniciativa de me chupar, de dar o pau para eu chupar, de meter, de comer meu cuzinho enquanto Paulo metia na buceta. Voltamos outras vezes e sempre os dois me comiam.
Aprendi a gostar de gozar pela buceta e cu ao mesmo tempo. Repetimos esse fato algumas várias vezes até Márcio sair do motel. Só lembrando que entre o convite para a brincadeira até ele me foder passou mais de três meses, sempre por impossibilidade dele ou por não estarmos fazendo nada. Foi paciente e aproveitou bem.
Essa foi, sem dúvida, umas das melhores fodas que tivemos, ou melhor, eu tive.