— "Por que tão quieto? Venha conversar um pouco..."
Aproximei-me do muro, sentindo meu sangue ferver. O volume em minha calça era impossível de esconder; meu membro pulsava, faminto por ela. Ela notou imediatamente, aproximando-se com o pretexto de olhar meu cachorro, mas seus olhos estavam fixos no meu quadril.
— "Quero ver de perto essa delícia," ela sussurrou, a voz carregada de luxúria.
— "Vamos para dentro," respondi com a voz rouca, "e eu te mostro cada detalhe."
Assim que cruzamos o limiar da cozinha, o mundo exterior deixou de existir. Puxei-a pela cintura, sentindo a maciez de sua pele morena contra minhas mãos, e a tomei em um beijo voraz, explorando sua boca enquanto minhas mãos apertavam sua bunda firme e seus seios agora livres. O shortinho deslizou com facilidade e, ao afastar sua calcinha, encontrei-a completamente encharcada, um convite irresistível. Ela ajoelhou-se com uma devoção pecaminosa. Seus olhos brilharam ao ver meu membro totalmente ereto. Ela percorreu a extensão com a língua, provocando-me com movimentos lentos antes de se entregar à felação, enquanto eu guiava o ritmo segurando seus cabelos escuros.
No quarto, a penumbra realçava a perfeição de suas curvas sobre os lençóis. Devorei-a com os olhos e com a boca, descendo das coxas até o centro de seu prazer. Senti o gosto do seu mel enquanto minha língua trabalhava em seu clitóris, levando-a a um orgasmo intenso que a fez arquear as costas e gemer meu nome entre dentes.
Quando finalmente nos unimos, o calor foi avassalador. Cada estocada era recebida com gemidos abafados contra meu ombro. Coloquei-a de quatro, dominando-a enquanto puxava seus cabelos, sentindo o aperto de sua musculatura a cada investida profunda. O som da carne se encontrando preenchia o quarto até que, em um clímax compartilhado, descarreguei tudo o que havia acumulado em semanas de desejo reprimido.
Ficamos ali, entregues ao cansaço e ao prazer, sabendo que aquele era apenas o primeiro de muitos encontros clandestinos sob o nariz do vizinho.
