Casamento é muito complicado, tenho uma família linda, uma filha de outro casamento e um marido que me faz ser a melhor esposa do mundo.
Ele trata minha filha muito bem, mesmo não sendo o pai biológico, ela tem vinte anos, mora com a gente mas é independente.
Morávamos no interior do Ceará, vivi lá a minha vida inteira, mas por questões trabalhista viemos para São Paulo. Tudo diferente, tudo novo, mas a gente simples e bem reservados se adaptamos rápido.
Após dois meses aqui em São Paulo, as coisas começaram a mudar, meu marido atencioso, generoso já na existia mais. Vivia em boteco jogando sinuca, baralho e uma filha que era caseira, sonhadora, passou a vestir shortinhos, ir para balada, baile funk, bebidas, eu era a única que não havia mudado, mantinha a mesma essência do Ceará. A casa de aluguel, e com mais duas casas no quintal era fácil todo mundo fofocas sobre minha vida.
Eu passei a não me importar com o que meu marido fazia e muito menos minha filha.
Mas eu também não iria ser boba, meu gás acabou, estava sozinha em casa.
Só estava o filho da vizinha de 17 anos, pedi ajuda para subir o gás que havia chego.
Ele me ajudou, eu subi na frente as escadas, meu vestido florido e uma calcinha branca grande. O moleque se abaixava com o gás nas costas para olhar de baixo do meu vestido. Ele colocou o gás e eu dei 20 reais a ele.
- Obrigado, tá aqui os 20 reias pra você. E vê se para com essas molecagem de ficar olhando a bunda das mulheres.
- Valeu tia. O que é bonito é para se admirar, rabão desses.
- Me respeita visse. Tem idade para ser meu filho.
- Eu estou elogiando tia, a senhora é muito bonita, esse vestido, essa calcinha grande é muito excitante. Se fosse fio dental seria melhor ainda.
- Vai embora vai. Obrigado pela ajuda.
Fechei a porta e fiquei ali encostada nela, rindo sozinha, meu marido nunca elogiou minha calcinha.
Dias depois, o moleque sempre elogiava algo, a unha, perfume, eu já estava tão carente que tudo que ele falava eu achava a mulher mais linda do mundo.
No sábado pela manhã, estava lavando roupa e ele chegou dizendo:
- Eai tia, tudo bem?
- Tudo sim e você?
- Tô melhor agora - disse rindo.
Ele pegou a minha calcinha dentro do cesto de roupa suja e cheirou
Tomei da mão dele e disse:
- Amadurece criatura, me respeite. - Disse irritada
- porra, foi mal tia. Cheirosa em. Mas tá na hora de comprar uma fio dental pra quando eu te ajudar com o gás ver ela.
- vai embora, já tá falando besteira.
- pensa nisso tia, você é gostosa demais e cheirosa.
Eu fiquei incrédula, ele tem idade para ser meu filho e é um descarado sem limite. As falas dele me excitavam sim, mas eu era senhora madura que não podia ceder.
Meu marido chegou em casa a noite e eu tentei transar com ele, fui rejeitada, mas uma vez.
As falas do moleque ecoavam na minha cabeça, acordei no domingo disposta a não ser a mesma boba de antes.
Fui na casa da minha vizinha do lado e ela é revendedora de lingeries etc, comprei as calcinhas mais finas que ela tinha.
A vizinha achando que era pra eu usar com meu marido, mas na verdade era para provocar um adolescente sem vergonha.
No outro dia Saí para o quintal com o vestido florido, mas por baixo, a calcinha fio dental preta era um segredo que queimava. Ele estava lá, escorado no muro.
— Oxe, tia... a senhora seguiu meu conselho? — a voz dele falhou ao ver o movimento dos meus quadris.
— Que conselho, menino? — provoquei, me abaixando devagar para pegar um prendedor no chão, empinando o rabão e sentindo o tecido esticar até quase rasgar.
Virei o rosto e vi o choque dele. O fio preto da renda sumia entre minhas nádegas. Ele deu um passo à frente, o "tia" sumindo da voz.
— A calcinha... é fio dental. Minha mão tá coçando pra saber se essa buceta é tão cheirosa quanto a que eu peguei no cesto.
— Pois venha conferir se tem coragem — sussurrei. — Mas entre sem fazer barulho.
Fechei a porta do quarto e o ar pesou. Eu o joguei na cama que dividia com meu marido e fiquei de quatro imediatamente, o vestido amontoado nas minhas costas.
— Quer cheirar minha buceta? Então quero ver se tem coragem!
Ele enfiou a cara entre minhas nádegas, aspirando meu cheiro como um animal faminto. A língua dele, quente e úmida, começou a percorrer a beiradinha da minha bunda, me torturando. Eu não aguentei; puxei a tirinha de renda para o lado, expondo minha buceta encharcada e meu cuzinho contraído.
Ele agarrou minhas nádegas e abriu com força. A primeira linguada veio certeira no meu cu. O choque me fez dar aquela piscada forte contra a língua dele.
— O cuzão piscou pra mim... — ele rosnou, antes de descer e começar a devorar meu grelo com uma vontade que meu marido nunca teve.
Eu o empurrei de costas na cama. Abri o shorts dele e a cueca desceu. O pau dele pulou para fora, latejando, enorme e robusto para a idade dele.
— Porra... maior que do meu marido — confessei, segurando a base quente com as mãos trêmulas.
Ataquei as bolas peludas e comecei a engolir aquela pica grossa, me esforçando ao máximo. O reflexo de engasgo veio, mas eu continuei, dando uma cuspida generosa na cabeça do pau para deslizar melhor. Enquanto eu mamava, enfiava o dedo no cu dele, fazendo o que nunca tive coragem de fazer com o "corno" lá fora.
— Puta... você é uma coroa muito puta! — ele xingava, e o baixo calão me excitava ainda mais.
— Quer foder minha buceta?
— Claro, tia.
Peguei uma camisinha na gaveta, coloquei nele e montei. Quando a cabeça do pau entrou, abrindo minha buceta que estava fechada há meses, eu gritei:
— AAAAAI, QUE PAUZÃO!
— Sua buceta tá tão quente, apertada... — ele disse, me espremendo.
Ficamos de quatro. Ele deu um tapa estalado que fez minha bunda arder.
— Isso, me bate... bate na bunda da sua puta!
— Fica quieta, vou te arrombar com força.
Ele metia fundo, estocadas brutais que me faziam ver estrelas. Colocou o pé na minha cabeça, me humilhando e me possuindo ao mesmo tempo. Eu estava sendo submissa de um moleque.
— Fala, puta! Quem é melhor?
— Você é melhor! Seu pau é melhor! Tô gozando!
Gozei intensamente com o pé dele na minha cara. Ele tirou o pau, arrancou a camisinha e, ignorando meu pedido para gozar nos peitos, descarregou jatos quentes de porra direto no meu rosto, boca e olhos.
— PSFFF! — cuspi o gosto amargo, limpando a visão, vendo ele segurar o pau satisfeito. — Quanta porra, menino!
Eu ainda estava ali, ajoelhada, com o rosto e os peitos lambuzados daquela porra quente e espessa, sentindo o rastro do sêmen escorrer pela minha pele.
Ele vestiu o shorts e a cueca com pressa, mas antes de sair, segurou meu queixo com força e me deu um beijo de tirar o fôlego. Foi um beijo sujo, com gosto de sexo e da pau que eu tinha acabado de mamar.
— Você fode muito, tia — ele sussurrou no meu ouvido, me fazendo arrepiar inteira.
— Escuta... — segurei o braço dele, sentindo a firmeza dos músculos jovens. — Você pode foder minha buceta mais vezes? Quero esse seu pau dentro de mim toda semana.
Ele deu um sorriso de canto, aquele mesmo sorriso de moleque descarado.
— Se a senhora continuar com essas calcinhas fio dental, eu venho até todo dia.
Ele saiu de fininho, sumindo pelo quintal compartilhado antes que alguma vizinha linguaruda notasse. Eu me arrastei até o banheiro, sentindo o mel dele escorrendo pelas minhas coxas. Entrei debaixo do chuveiro e deixei a água morna bater no meu corpo, lavando a sujeira e o prazer.
Quando me virei de costas para o espelho, eu ri. Ri alto. Minha bunda estava vermelha, marcada pelos dedos dele, um mapa nítido de cada tapa e cada apertão que aquele moleque tinha dado no meu rabão. Em apenas uma tarde, um novinho tinha me fodido melhor do que o meu marido em anos de casamento. Ali, sob a água, eu decidi: aquela tinha sido apenas a primeira vez. Se um moleque daquele tamanho podia me fazer gozar assim, eu queria descobrir o que outros homens de São Paulo tinham para me oferecer.
Tarde da noite, meu marido chegou. Eu fingia dormir de bruços, a bunda à mostra com a fio dental preta. Ele acendeu o abajur e parou. O silêncio foi mortal. As marcas de mão estavam nítidas, escuras contra a minha pele. Ele olhou, entendeu tudo e ficou estático. O "corno" finalmente percebeu que a esposa simples do Ceará tinha ficado em algum lugar do passado.
Seu conto é delicioso. Muito bom mesmo! Adorei a história. Espero poder ler mais contos em breve