PARTE 2: Chamei eletricista, bebi porra e levei no meu rabo.
Continuando.. Chegando lá mandou eu entrar, me sentei no sofá e ele foi para o interior da casa. Voltou com uma corda e algo que parecia ser um sacador de alho na mão. Mandou eu ficar de 4, bem empinado com a cara no chão e cu para cima, assim que fiquei nessa posição ele passou a corda em volta das minas pernas e pescoço me forçando a ficar desconfortavelmente sem ter como me mexer. Saiu de novo me deixando sozinho ali daquele jeito e ao voltar despejou algo no meu cu, tipo um óleo, algo que serviria de lubrificante. Pedi que não me machucasse que eu já era sua puta e faria tudo que o tempo. Ele tirou sua camiseta e socou na minha boca, foi para traz de mim e começou a socar o objeto, socava um pouco e tirava, socava mais um pouco e tirava e assim foi me arrombando e o objeto foi entrando até que senti uma forte empurrada e o objeto me rasgando entrou...tive início de desmaio e ele me deu uns tapas na cara para me acordar. Me restabeleci, ele voltou para minha traseira e começou a bombar o objeto, doía, mas fui me acostumando, até que eu sem perceber ele disse “sabia que ia gostar, tá de pau duro” e caiu na risada. Eu lá amarrado, arrombado, de pau duro e começando a gostar. Ele bombou por mais uns 2 ou 3 minutos, veio para minha frente e sua rola dura com pedra e dessa vez grande, grossa e cheia de veias sou empurrada violentamente na minha garganta, me fazendo quase vomitar, babar muito e chorar. Ele socou todo o pau, segurou minha cabeça e me deixou sem folego, quando tirou o pau depois de uns 15 segundos eu tava vermelho com os olhos cheios de lágrimas, mas voluntariamente abri a boca e ele voltou a me sufocar com sua rola umas 5 vezes ainda até que por fim deu uma gozadinha, bem menos do que havia gozado lá em casa, ainda assim escorria porra para fora da minha boca, eu babava e tentava respirar. Ele tirou o pau, me deu um forte tapa na cara e mandou eu limpar o chão da porra que deixei cair. Como ainda estava amarrado, apenas cai de lado e fiquei lambendo o chão sujo da sua casa. Me desamarrou e me mandou ir para seu banheiro que já já ele ia querer mijar e eu deveria estar lá sentado no chão a espera. Eu disse que tinha que ir embora pois já estava fora de casa a mais de 30 minutos e esposa poderia ter acordado. Ele sem dizer nada apenas me chutou me fazendo cair no chão e disse “sabe de sua obrigação”. Eu tentei me levantar, mas o cu ardia então fui engatinhando para o banheiro. Entrei lá e fiquei sentadinha ao lado da privada, ouvi seus passos se aproximando, me ajeitei e já abri a boca como sabia que gostava. Ele chegou de pau mole, esfregou na minha cara e vi que fazia força para mijar, até que começou a mijar na minha cara toda, depois que terminou mandou eu lamber a cabeça da pica, virou a costas e foi pra sala. Me lavei rápido e fui ao seu encontro. Ele mandou eu sentar no chão ao seus pés e entre suas pernas e olhando com ar de superioridade e raiva disse que sempre que estivéssemos sozinhos ali seria meu lugar, nunca no sofá. Eu respondi respeitosamente “Sim meu senhor”. Ele então se deitou um pouco mais no sofá e mandou que chupasse seus ovos de novo. Comecei a chupar e já foi me dando tesão de novo, chupei, lambi, mas pedi autorização para ir embora. Ele disse que sim, mas só de sacanagem de onde estava deu uma bela cuspida no chão e mandou eu lamber. Lambi, me levantei comecei a andar para ir embora, parei, olhei para traz e voltei em sua direção, ele que já estava em pé, me ajoelhei olhando para cima e agradeci por tudo, e que mesmo todo ardido, gozado, mijado, cuspido, surrado, humilhado sabia que era minha obrigação servi-lo em tudo que desejasse. Ele sem dizer uma palavra mandou eu abrir a boca e cuspiu lá no fundo e por fim disse “espero que seja melhor daqui para frente”. Disse ainda que eu seria sua empregada doméstica e que era problema meu como e quando eu iria lá arrumar e limpar sua casa, mas era minha obrigação e será exatamente nesses dias que eu viraria sua travesti putinha imunda. Continua... Passados 7 dias de minha servidão ao Meu Senhor, eu chegava do trabalho e quando virei a esquina de cada lá estava ele sentado no churrasquinho. Ele olhou pra mim e fez simples sinal para eu voltar até onde ele estava, mas eu estava com minha esposa no carro. Tive então que deixá-la em casa e dizer que morria de fome e iria comprar uns churrasquinhos na esquina, e lá voltei. Ao chegar ele se levantou e o segui. Ele sentou no banco da frente de um carro e mandou que eu me sentasse atrás, ao abrir a porta havia um outro cara, me assustei e não entrei. Meu Senhor então abriu seu vidro e disse: “piranha entra logo nessa porra de carro”, eu então de imediato entrei. Me sentei ao lado do homem ainda desconhecido. Meu Senhor se virou para traz, estendeu a mão ao homem, pegou com ele R$ 20,00 e disse para ele por o pau para fora. Eu ali atônico, sem acreditar no que acontecia fiquei imóvel só olhando. Meu Senhor então disse para eu ajudar o homem a abrir seu zíper, eu simplesmente me abaixei a obedeci, o pau não aparecia e o homem disse que ainda não estava “motivado”. Meu Senhor disse para eu abrir a calça toda a abaixá-la, e eu novamente obedeci. Nada de pau ainda, daí eu mesmo pus a mão dentro da cueca e senti o pau mole. Perguntei ao Meu Senhor o que deveria fazer? Ele disse para eu chupar mole mesmo, e lá fui eu! O homem pôs suas pernas uma em cada encosto de cabeça dos bancos da frente, disse para eu me abaixar por entre suas pernas e chupar seus ovos. Assim o fiz, chupei, babei, lambi e nada do pau ficar duro. Meu Senhor, mandou eu abrir espaço e sentou no banco de traz, já com pau pra fora me puxou e me fez mamar até que senti os jatos na minha garganta. Ele vestiu sua roupa, mandou eu sair e foi embora. Comprei os churras e voltei para casa. Noite a dentro o sono não vinha, disse a esposa que ia a farmácia pois passava mal. Sai de casa rumo a casa do Meu Senhor, louco, desorientado. Cheguei lá, bati no portão, uma luz se acendeu, a porta se abriu e ele disse: Caralho piranha por que demorou, entra logo!” Eu fiquei imaginado como ele sabia que eu iria? Eu mal entrei e ele mandou eu já tirar a roupa e ficar de 4 que ele iria arrombar meu rabo. Eu na sala mesmo já o obedeci. Ele sem cerimônia alguma passou um gel na rola e no meu buraquinho, pôs a camisinha, encostou a pica, deu umas roçadas e foi metendo. PQP como doía, eu gemia, chorava e a pica ia entrando, rasgando, até que senti seus pentelhos na minha bunda e sabia que havia entrado tudo. Ele ficou ali parado com a rola enfiada a até o talo por uns 20 segundos e então começou a bombar...bombou, bombou até que sentia que ele tirou a rola e socou de novo, tirou e socou....ficou nisso uns 5 minutos e disse que iria gozar. Tirou a rola, puxou a camisinha, socou na minha garganta e urrou alto gozando um monte de porra quente, amarga e grossa, era tanto porra que não consegui engolir toda e eu babava o que sobrava... Mandou eu ficar de 4 de novo, disse para eu abrir a bunda com as mãos e tirou um foto. Quando vi meu cuzinho estava com abertura do tamanho de uma moeda de 1 Real. Me bateu uma vergonha enorme e ele disse: “em breve será currada por mim e mais dois amigos”. Esteja preparada vadia. Tchau! Ainda todo cheio de porra na garganta, me vesti e fui embora. Me senti sujo, imundo, submisso, mas meu tesão estava fora de controle e sabia que se eu não revertesse isso em breve eu realmente me tornaria uma puta. Continua...
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