primeiras putarias

Fala galera. Meu nome é Cláudio, tenho 50 anos, corpo malhado pra minha idade, pois pratico natação, jiu jitsu e faço musculação. Tenho uma tara por sexo anal e uma tora de 21cm, beeem grossa que eu adoro meter até o talo e ouvir a mulher chorar pedindo pra tirar. Nessa hora me dá tanto tesão que acabo transformando uma foda num verdadeiro estupro, sem pena alguma. Só tezao. Já meti em alguns machos, mas prefiro as fêmeas, principalmente as mais novas.
       Sou casado com a Márcia, uma loura baixinha, de olhos verdes e uma raba maravilhosa. Ela não gosta de me dar o cuzinho e chora toda vez que eu forço e acabo comendo. Até hoje ela chora quando eu me empolgo e meto bem fundo. O problema é que eu sempre me empolgo. kkk. Ela tem uma filha, a Bruna, uma adolescente que adora andar pela casa só de camisolinha, sem sutiã e com a calcinha enfiada no cu. O que me deixa louco. Um dia desses ela chegou em casa mais cedo e viu pela fresta da porta eu enfiando a pica no rabo da mãe dela. Quando percebi que ela estava espiando, meu tesão aumentou e comecei a meter tão forte na Márcia que ela começou a gritar e chorar. Imaginava a Bruna de quatro na minha frente e eu estuprando aquele cuzinho cor de rosa. Um dia a Bruna entrou no banheiro e me pegou pelado, com o pau durasso. Ela ficou paralisada olhando minha pica enquanto eu esfregava a chapeleta pra ela ver. kkkk. Deve ter se acabado na siririca de noite. Outra vez fui eu que entrei no quarto dela e peguei ela peladinha. Coisinha linda. Depois disso, passei a agarrar ela por trás sempre que posso, pra ela sentir meu pau bem duro no rabinho dela. Ela pede pra eu parar porque alguém pode ver, mas não arreda o pé do lugar. Muito putinha. kkk. Já brinquei com uma coleguinha dela, mas isso eu conto depois.                                          
       Por hora quero contar a minha primeira metida. Eu tinha 14 anos e a pica já era beeem grande. Estava sempre com uma prima postiça, dois anos mais nova que eu. Ela se chamava Kátia. Branquinha, pequenina e com um baita fogo. Vivia me agarrando pra me beijar. Quando percebi o fogo dela, comecei a agarrar ela por trás, sarrando aquele rabinho delicioso. e beijando o pescocinho dela, ela ficava molinha, pedindo pra eu parar, mas não saía do lugar. kkkkk. Toda putinha é igual.
Uma vez pedi pra ver os peitinhos dela, ela me mostrou, eu fiquei louco, agarrei ela e chupei muito aqueles limõezinhos, enquanto metia a mão na bunda e na xota dela por cima da bermuda. Pedi pra ela pegar no meu pau, mas ela não quis e correu com medo. Sabia que ia ser estuprada. kkkk.
Uma certa tarde, ela estava na minha casa, vendo filme e minhas tias falaram que iam sair, mas se nós quiséssemos, podíamos ficar vendo televisão. Resolvi ficar em casa, cheio de más intenções. Estava frio e eu e Kátia estávamos debaixo de uma coberta. Assim que nossas tias deram as costas, comecei a agarrar a Kátia, sarrando ela e passando a mão nos peitinhos e na bucetinha.
-Ai, para Cláudio, minha mãe já vai voltar.
- Elas vão demorar, vamos brincar um pouquinho. Nisso já fui tirando a pica pra fora e botando na mão dela.
Segura um pouquinho só.
-Que isso, não faz isso.
Segura um pouco.
Nossa, é muito grande. Eu não quero. Pára.
Eu esfregava a pica nela toda, cheio de tesão. O pau parecia que ia explodir.
Fui levantando o vestido dela e puxando a calcinha enquanto ela tentava me impedir, mas eu era mais forte e ela estava toda molinha com tesão também.
-Pára por favor. Deixa minha roupa. Não faz isso.
-Deixa só um pouquinho. Eu sei que vc quer.
                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     Quando consegui tirar a calcinha dela, arreganhei as perninhas dela deixando aquela bucetinha lisinha, cor de rosa toda exposta. Comecei a lamber desde a xotinha até o cuzinho. Ela gemia.
-Ai , pára.Isso é muito bom. Assim eu não aguento. Não faz isso. Eu não quero, hmmmm.
-Meu tesão foi crescendo cada vez mais, eu peguei o pau bem duro e bati na carinha dela, enquanto enfiava o dedo na xota dela.
-Ai, tá doendo. Tira o dedo daí, não faz isso, tá me machucando.Pára por favor.
Quando ouvi aquele choro, fiquei maluco, coloquei ela de ladinho e comecei a esfregar a pica na portinha da racha, forçando pra entrar, mas ela era tão fechadinha que sempre escapava. Comecei a esfregar então na portinha do rabinho dela. No rabinho eu consegui encaixar melhor, não sei se por causa da posição. Quando senti que havia encaixado um pouco na portinha do cu dela, comecei a empurrar. Quando a cabeça encaixou, ela deu um grito e tentou correr.
-AAAiiii, tá me machucando, é muito grande, vai me rasgar. Pára . Não, por favor, não.                         Não faz isso. Minha bunda tá doendo.
-Agora vc vai aguentar. Vc não queria, não ficava me agarrando? Vai aguentar até o talo.
E fui empurrando cada vez mais. Adorei sentir a pica entrar rasgando aquele cuzinho enquanto ela chorava e pedia pra eu tirar.
-Ai, ai , ai, tá doendo, pára por favor, eu vou chorar. Tá machucando minha bundinha.Tira por favor.
Fiquei com um tesão tão grande que comecei a empurrar com muita força. Tirava e socava tudo de volta, enquanto apertava aqueles peitinhos e aquela bundinha branquinha.
Kátia só chorava e pedia pra eu parar. Não conseguia nem se debater mais. Adorei aquela sensação de ter uma putinha chorando embaixo de mim enquanto eu sentia a pica rasgar aquele cuzinho apertadinho.
-Sente minha pica rasgando teu rabo. Vou te arrombar toda. Vou encher teu cu de leite, pra vc aprender a brincar comigo.   
-Ai, ai, ai, ai, tá doendo, pára por favor. Não faz isso comigo. Meu cuzinho tá ardendo.                                 
E soquei bem forte mais um pouco até encher o rabinho dela de leite.
Quando tirei a pica, vi que saiu um pouco de sangue e o cuzinho dela tinha virado um buracão e tava todo esfolado. Meu primeiro cu arrombado. kkkk.
Ela continuou chorando muito, eu limpei o rabinho dela, fiz um lanche pra gente e disse pra ela que se ela contasse pra alguém, ela ia apanhar muito, porque sabiam que ela ficava me agarrando.
Minha prima ficou andando com dificuldade algum tempo, mas disse pra mãe dela que tinha caído. Mal sabia que a filha dela tinha tomado no cu até o talo. kKKK.
Bem, essa é a história da minha primeira foda e o primeiro cu que eu arrombei. Eu adorei, minha prima não sei. KKKKKK

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico bigbad

Nome do conto:
primeiras putarias

Codigo do conto:
257793

Categoria:
Virgens

Data da Publicação:
25/03/2026

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