A SENHORA ESTA GOSTANDO DO QUE VÊ MAMÃE? OH SIM, JEFF, VOCÊ AGORA É UM HOMEM. Dizia ela ainda espantada e excitada ao mesmo tempo. Jeff percebendo a fraqueza de sua mãe segurou delicadamente a mão dela, e de forma muito sutil, a dirigiu até o seu pau, Mônica podia sentir o quanto estava molhada quando ela segurou aquele pau duro e quente. Jeff deslizou sua mão dentro da blusa de sua mãe, e começou a tocar os seios inchados, e com os bicos duros, escorrendo aquele líquido característico, fazendo ela gemer, e ela, por sua vez, apertava cada vez mais o pau quente que estava em suas mãos, Jeff, gemendo colocou suas mãos nos ombros dela, e foi abaixando seu corpo, de forma, que sua mãe ficasse ajoelhada na frente de seu pau.
Ela nada podia fazer, não podia lutar contra o seu desejo, não podia e não tinha forças de lutar contra a sua excitação, e logo foi beijando aquela cabeçorra quente e roxa, do pau do seu filho. MINHA NOSSA, COMO A SENHORA CHUPA, MÃE. Jeff dizia, enquanto prendia os cabelos de sua mãe, e empurrava lentamente a cabeça dela contra o seu pau. VAMOS MÃE, VAMOS PARA O QUARTO. Dizia ele, SERÁ CERTO? SERÁ ISSO QUE VOCÊ QUER REALMENTE FAZER? Ele nada respondeu, e então foram caminhando para o quarto. Jeff começou a desabotoar a blusa de sua mãe. Deslizou e já podia ver os peitos que eram grandes e estavam inchados pela gravidez. Desabotoou seu sutiã, e jogou ao assoalho. MINHA NOSSA QUE SEIOS MARAVILHOSOS QUE A SENHORA TEM! Jeff pegou com cuidado cada um dos seios brancos, inchados e enormes, com os bicos escuros, em suas mãos.
Olhou fixamente nos bicos escuros, inchados e grandes dos seios da sua mãe. Jeff começou a sugar os bicos inchados da sua mãe. Provou o doce leite da sua mãe que escapava dos seus eretos bicos marrons. Mônica gemendo, prendeu a cabeça e afagava os cabelos do seu filho enquanto amamentava ele em seus peitos. Sua mão deslizou para baixo sobre sua barriga enorme. O pau do garoto pulsava, latejava enquanto sua mão deslizou abaixo da cintura dela, enfiou a mão dentro da calcinha dela, até que sentiu, seu monte de pentelhos, pelos negros e bem fartos. Seu dedo encontrou rapidamente o clitóris inchado da sua mãe. Estava assim tão molhada, que deslizou facilmente um dedo para dentro dela.
COMO A SENHORA ESTA MOLHADA! O pau de Jeff estava ficando cada vez mais duro, quando seus dedos fodiam a buceta de sua mãe. Ela por sua vez, apenas gemia, pegava e apertava o pau do seu filho, cada vez com mais força, e à medida que era fodida pelos dedos do seu filho, mais ela apertava o pau dele. Jeff, a conduziu até a cama e ao sentar, ele retirou com cuidado as calças folgadas e a calcinha branca de algodão dela, fez com que ela deitasse na cama e abriu as pernas de sua mãe. Ele começou a beijar a barriga dela, e começou a deslizar a ponta de sua língua na barriga dela. Mônica quase desmaiou quando a língua do seu filho tocou em seu clitóris molhado.
ISSO MEU FILHO. Jeff empurrava sua língua cada vez mais forte dentro da buceta de sua mãe, ela o prendia com suas pernas e puxava a cabeça dele de encontro a sua buceta, quando mais rápida a língua de seu filho invadia sua buceta, mais ela gritava. O orgasmo de Mônica batera como uma tonelada de tijolos. Debulhou descontroladamente, jorrou como suco, o doce mel de sua buceta, jorrava muito na boca do seu filho. NÃO PARE MEU FILHO, VOCÊ ESTA FAZENDO A MAMÃE GOZAR, gritava ela, Jeff apenas lambia com muita vontade o gozo de sua mãe. Apos gozar, Mônica empurrou seu filho para longe da sua buceta.
COMO A SENHORA ESTA MOLHADA! O pau de Jeff estava ficando cada vez mais duro, quando seus dedos fodiam a buceta de sua mãe. Ela por sua vez, apenas gemia, pegava e apertava o pau do seu filho, cada vez com mais força, e à medida que era fodida pelos dedos do seu filho, mais ela apertava o pau dele. Jeff, a conduziu até a cama e ao sentar, ele retirou com cuidado as calças folgadas e a calcinha branca de algodão dela, fez com que ela deitasse na cama e abriu as pernas de sua mãe. Ele começou a beijar a barriga dela, e começou a deslizar a ponta de sua língua na barriga dela. Mônica quase desmaiou quando a língua do seu filho tocou em seu clitóris molhado.
ISSO MEU FILHO. Jeff empurrava sua língua cada vez mais forte dentro da buceta de sua mãe, ela o prendia com suas pernas e puxava a cabeça dele de encontro a sua buceta, quando mais rápida a língua de seu filho invadia sua buceta, mais ela gritava. O orgasmo de Mônica batera como uma tonelada de tijolos. Debulhou descontroladamente, jorrou como suco, o doce mel de sua buceta, jorrava muito na boca do seu filho. NÃO PARE MEU FILHO, VOCÊ ESTA FAZENDO A MAMÃE GOZAR, gritava ela, Jeff apenas lambia com muita vontade o gozo de sua mãe. Apos gozar, Mônica empurrou seu filho para longe da sua buceta.
Mônica gemia e gozava muito. Jeff diminuiu o ritmo, Mônica aproveitou e sentou na beirada da cama, pegou o pau de seu filho e começou a chupar. Chupava e sugava aquele pau como se fosse a ultima coisa que ia fazer em sua vida, agora, quem gemia era Jeff, ela chupava até as bolas e punhetava fortemente seu filho quando as bolas de seu filho incharam, ela não se conteve, GOZA FILHO, GOZA NA BOCA DA SUA MÃE, GOZA. E Jeff obedeceu, gozava, e a cada jato, esporreava profundamente na boca de sua mãe, por mais que ela se esforçasse, ela não dava conta de engolir toda a porra, e foi inevitável que o gozo do seu filho começasse a escorrer pelos cantos de seus lábios.
Após gozar, ela com a porra de seu filho escorrida pelo pescoço, diz -FILHO, OBRIGADA, ESTAVA REALMENTE PRECISANDO DISSO!




