Me chamo Sarah, mas os íntimos me chamam de Sarinha. Tenho dezoito aninhos, moro em uma favela aqui de São Paulo e amo ir para o baile funk, rebolar, beber e fumar, mas eu sou responsável.
Sou uma jovem inocente de dezoito anos, moro com minha mãe e minha irmã um ano mais nova. Minha mãe apresentou o Jorge como seu namorado: um coroa robusto, de barba e cabelo por fazer. Ele emanava uma energia pesada, de predador. Ao longo dos dias, ele passou a deixar peças de roupa dele em casa; antes dormia uma vez, depois foi aumentando e hoje ele mora com a gente.
Em menos de um mês ele já estava morando aqui. Falei com minha mãe que era estranho ele mudar para cá tão rápido, pois a gente nem o conhecia, mas a resposta dela foi:
— Você não pode me ver feliz, né, Sarah?
Eu não pude debater com ela, porque talvez eu esteja errada.
Ele trabalhava à noite e ficava o dia inteiro em casa, e como eu estava desempregada, acabávamos ficando muito tempo sozinhos. Eu ficava no meu quarto assistindo e via um par de olhos me observando; depois, senti o mesmo no banheiro. Até que um dia ele deixou a porta do banheiro entreaberta. Ao passar para ir à cozinha, me deparo com a cena mais horripilante que eu já vi. Ele estava em pé, com o pau para fora, batendo punheta e com a calcinha suja que eu havia usado ontem nas mãos, cheirando-a. Ele se virou para mim com o pau duro. Eu puxei minha calcinha da mão dele e disse:
— Você é nojento!
Corri para o meu quarto e tranquei a porta. Ele ficou batendo do outro lado.
— Abre, Sarah, pra gente conversar. — Toc, toc.
— Me deixa em paz! Vou chamar a polícia, seu tarado! — gritei do outro lado da porta.
Ele riu.
— Chamar a polícia? Você vai falar o que? Que eu estava cheirando a sua calcinha? Isso não é crime.
— Você é nojento — retruquei.
— Não importa o que você diga, ninguém vai acreditar em você. Hoje à noite eu vou foder sua mãe pensando em você. Ela vai gemer, você vai ouvir e vai saber que é por sua causa.
Eu fiquei em silêncio e ele saiu da porta. Fiquei quietinha na cama, aterrorizada com a cena. Realmente, minha mãe não iria acreditar; iria achar que eu estou tentando acabar com a felicidade dela, como ela mesma disse dias atrás. Era sábado à noite e ele estava de folga. Fui ao banheiro e passei pelo quarto da minha mãe. Os sons dos grunhidos dela eram altos, a cama rangia... As palavras dele assombravam minha cabeça. Fiquei estática na porta do quarto, ouvindo-a gemer.
Caí em si e fui para o banheiro. Abaixei a calcinha e vi a baba densa esticando da minha buceta. Eu havia ficado excitada.
— O que está acontecendo comigo?
Voltei e fiquei parada na porta do quarto deles. As batidas de pele, o barulho do atrito alto, os gemidos dela... Meus mamilos endureceram e meu grelo começou a pulsar. Eu não entendia por que estava estática ali, nem como meu corpo reagia daquele jeito se eu havia sentido nojo dele horas antes. Ou será que não era nojo?
Fui deitar e rolava de um lado para o outro. Meu cérebro estava inquieto, pensando muita putaria. Pela manhã, acordei com uma sensação estranha: minha calcinha estava molhada, muito molhada mesmo. Meu grelo estava inchado; passei os dedos na buceta e a gosminha esticou.
Me levantei para tomar banho e escovar os dentes. A casa estava em silêncio depois da noite escandalosa. Jorge estava na cozinha fazendo café. Ao vê-lo, meu grelo pulsou e eu senti ficar ainda mais molhada.
Entrei no banheiro, fiquei só de calcinha, me enrolei na toalha e fui até a cozinha com o coração acelerado. Deixei a toalha cair, ficando apenas de calcinha. Tirei a peça e a entreguei na mão dele, ficando pelada por alguns segundos. Ele começou a cheirar a calcinha e a lamber a umidade. Eu me enrolei na toalha e corri de volta para o banheiro. Durante o dia, nós dois ficamos tensos, nos encarando indiretamente. Eu estava sem calcinha, usando uma sainha curta. Sempre que eu tinha oportunidade, eu o seduzia. O dia passou rápido. Como era sábado, era dia de baile; me arrumei e vesti a minha melhor roupa. Curti o baile horrores, fumei, bebi e fiquei chapada. Voltei para casa às quatro horas da manhã. Nem tomei banho: tirei o tênis, arranquei a roupa e dormi peladinha.
No domingo de manhã, enquanto eu dormia profundamente, acordei com uma língua invadindo minha buceta. Eu acordo assustada, mas o corpo me traiu e eu acabou cedendo ao prazer, empinando a bunda para que a língua dele entrasse na minha buceta. Eu sussurrei que estava sem tomar banho, e ele sugou o grelo, respondendo baixo:
— Eu não me importo. Sua buceta está deliciosa.
De bruços, senti as mãos dele abrindo minhas nádegas. Ele cuspiu; a saliva escorreu e ele passou a língua, chupando de baixo para cima, alternando a linguada na minha buceta e no meu cu. O meu cu abria e fechava, se contraindo de prazer. Ouvimos barulho no quarto ao lado; ele paralisou e saiu de lá. Eu estava mole, com o grelo inchado e o cu piscando. Bufei:
— Que homem do caramba... Isso é muito errado. O marido da minha mãe.
Com uma ressaca terrível, levantei e coloquei uma roupa. No café da manhã, Jorge jogou a isca:
— Por que vocês não vão ao shopping almoçar?
— Boa ideia! Você vai, Sarah? — perguntou minha mãe.
— Não, mãe, estou com uma ressaca... E vou sair com a Jenifer hoje — inventei uma desculpa.
— Então vamos só nós duas, né, Bianca?
— Sim, mãe — respondeu minha irmã.
Tomei café da manhã e voltei a dormir. Assim que minha mãe e minha irmã saíram, Jorge foi até o meu quarto.
— Onde paramos? — perguntou, sorrindo.
— Você estava me chupando.
— Agora vai ser diferente. Vamos lá para a cama onde eu fodo a sua mãe.
Ele me pegou no colo e me carregou até o quarto deles. Me jogou de bruços naquele colchão, deu um tapa seco na minha bunda e abriu minhas nádegas. Ele cuspiu; a saliva escorreu e ele passou a língua, chupando de baixo para cima, alternando a linguada na minha buceta e no meu cu. O meu cu abria e fechava, se contraindo de prazer naquela cama proibida. Ele parou e se sentou na beirada, dando um tapinha na própria coxa. Eu me ajoelhei entre as pernas grossas dele, sentindo o lençol da minha mãe sob meus joelhos. O pau dele saltou para fora, latejando na altura do meu rosto. Segurei a base e comecei a passar a língua na cabeça larga, sentindo o gosto salgado.
O Jorge enterrou as mãos grossas no meu cabelo, puxando minha cabeça para trás com força, me obrigando a olhar para aquele rosto transfigurado pelo tesão. O primeiro tapa veio seco, estalando na minha bochecha e fazendo meu rosto arder, deixando o gosto metálico de sangue no canto da minha boca.
— Chupa direito, sua putinha! — ele rosnou, a voz rouca. — É isso que você queria, não era? Provocando o homem da sua mãe o dia todo... Agora engole tudo!
Outro tapa me deixou tonta. Eu voltei a abocanhá-lo com desespero, sentindo o pau dele bater no fundo da minha garganta enquanto ele segurava meu pescoço, ditando um ritmo violento. Desci a boca até o saco dele, abocanhando as bolas pesadas e quentes, sentindo a textura da pele entre os meus dentes. Eu as sugava com força, sentindo o Jorge tremer e soltar um grunhido que parecia um trovão dentro daquele quarto.
Ele me tirou de lá e me posicionou de quatro na cama, dando tapas violentos na minha bunda.
— Vai virar mulher de verdade agora!
Ele se posicionou atrás de mim, montando e esfregando o pau na minha buceta. Começou a forçar a entrada devagar, tirando e colocando o pau, cuspindo na cabeça para ajudar na lubrificação. Ele estava sendo cuidadoso, queria me fazer apaixonar pelo pau dele. De repente, ele rompeu o meu cabaço com uma estocada forte. A cabeça entrou rasgando e eu tentei fugir, gritando de dor.
— Ai, que dor... tira, tira!
— Relaxa, a cabeça já entrou — ele rosnou no meu ouvido.
Mordi o lençol, empinando mais a bunda enquanto ele empurrava mais alguns centímetros, me fazendo grunhir de dor. Ele ficou parado esperando eu me acostumar com o pau na buceta, mas enquanto esperava, ele me dava inúmeros tapas na bunda, alternando entre as nádegas, deixando tudo em carne viva. Ele tirou o pau e a cabeçona estava manchada com o meu sangue.
— Seu sangue na ponta do meu pau... está virando uma mulherzinha.
Ele cuspiu na minha buceta e montou em mim de novo. Encaixou o pau e começou com bombadas leves, me chamando de putinha e cachorra. Esses xingamentos faziam com que eu empinasse mais a bunda e empurrasse meu corpo para trás, fazendo o pau dele entrar mais e mais, até que veio a estocada bruta. Ele empurrou tudo de uma vez.
— Ai, puta merda! Que dor e tesão ao mesmo tempo! — gritei, forçando minha bunda contra o quadril dele.
— Porra, bucetinha gostosa... Tá doendo muito, safada?
— Sim... tá doendo. Muito!
— Quer que eu pare? — ele perguntou, diminuindo o ritmo só para me torturar.
— Não... me faça ser uma mulher de verdade, Jorge!
— Jorge, não. Me chama de papai!
Ele começou a socar sem dó, fazendo a cama da minha mãe ranger alto enquanto eu gritava o novo nome dele. O saco batia em mim a cada estocada. Ele agarrou meus braços, puxando-os para trás com violência, e enfiou uma calcinha usada e suja da minha mãe na minha boca para eu morder e abafar os gemidos, continuando com as estocadas violentas.
De repente, ele saiu de cima de mim, deu mais um tapa na bunda, abriu minhas nádegas e ficou olhando a buceta que ele tinha acabado de desvirginar. Ele cuspiu e se deitou.
— Vem, putinha, chupa meu pau.
Abri a boca e comecei a chupar o pau melado com os meus fluidos. Ele cravou as mãos na minha cabeça e me prendeu, me sufocando no pau dele, rasgando minha garganta. Eu fazia ânsia de vômito, olhando para ele com desespero. Quando ele finalmente me soltou, eu caí de lado no colchão, sem ar.
— Agora senta no meu pau. Você quem vai ditar o ritmo, se vai ser devagar ou forte.
Subi em cima do pau dele e ele escorregou para dentro de uma vez.
— Ai... porra! — gemi, sentindo o preenchimento total.
Comecei a sentar devagar, inexperiente naquelas sentadas. O Jorge perdeu a paciência com a minha lentidão, agarrou minha cintura com força e começou a me bater contra o colo dele com violência. Era um som de carne batendo com carne, um estalo úmido e sujo que ecoava no quarto.
— É assim que se faz, sua puta! Senta nessa porra! — ele gritava.
Nossos gemidos entraram em sincronia. Meu corpo teve o primeiro orgasmo, tremendo por inteira, sentindo tudo girar. Ele aumentou as estocadas. Eu caí sobre o peito dele, mas ele não parou.
— Eu vou gozar, Sarinha... Quero gozar na sua boca.
— Então goza, papai.
Ele me pôs de joelhos e começou a bater punheta rápido enquanto eu chupava o saco dele. Ele agarrou meu cabelo e me obrigou a olhar para cima.
— Abre a boca... abre!
Eu abri e ele descarregou tudo. As jatadas quentes pegaram no meu rosto, no meu olho, na boca e escorreram pelo queixo, caindo nos meus peitos. Eu estava marcada pelo homem da minha mãe, suja de leite e de pecado.
Depois, fomos tomar banho juntos, como um casal. Entramos debaixo da água quente e ele me abraçou por trás, ensaboando meu corpo com uma calma possessiva, enquanto a água lavava a porra que ele havia despejado em mim.
Você é muito mais safada que o Jorge. Do jeito que você se ofereceu a ele, não teria um macho que não metesse a pica como ele fez e tu gostou. Né sua fura olho?
Delícia, votado! Continue.
Delicia de conto! Muito tesão! Eu ainda não publiquei, mas aconteceu o oposto comigo e minha enteada. Fui morar com minha esposa esposa e ela também muito rápido, cinco meses de namoro. E logo no início minha enteada saía do banho enrolada na toalha, mas nunca ia direto pro quarto dela que era em frente ao banheiro. Sempre tinha que andar pela casa procurando alguma coisa. Até que um dia a toalha caiu bem na minha frente!
Ótimo conto. Votado. Leia meus contos tb.
Uai, putinha, mesmo, beem putinha. Adorei a putaria, menina. Sorte de vcs!!!
Conto muito excitante
Adoro incesto kkk delicia de conto