Não posso negar que desde pequena ela sempre foi uma garota muito bonita, um sorriso encantador, belos olhos, pele lisinha e morena clara, dessas bem clarinhas, uma criança realmente encantadora. O tempo fez seu papel e passou depressa, ela crescia da noite para o dia, era difícil até de acompanhar. Aos dez anos de idade, seu corpo já apresentava algumas formas, algumas curvas e surpreendentemente, um grande volume na região dos seus seios. Pelo fato de sua mãe ser uma cirurgiã cardíaca, sua vida e carreira não permitiram que acompanhasse tão de pertinho quanto eu o desenvolvimento da nossa filha, ela confiava mais em mim para seus segredos, seus dilemas e infelizmente, até para falar sobre seus amores. Em uma noite aleatória, nessa época ela já tinha quatorze anos, estávamos sentados no sofá assistindo séries na televisão, quando sequestro o controle da mão dela e ela reagindo, me empurra, puxa, sobe em cima de mim, em meu colo. O detalhe que tornou essa situação um bocado delicada é que eu usava apenas o short de um pijama, ela usava uma camisola velha que ela amava muito. Inevitavelmente, enquanto digladiamos pelo poder de dominar o controle, seu corpo encostou no meu, acabei vendo o meio de suas pernas, ela também sem nenhuma pretensão acabou segurando meu pau com a mão em uma tentativa de pegar o controle. Apesar de ter ficado bem claros os acidentes da brincadeira, ela não parecia se importar, nem me pareceu ter ficado sem jeito, pelo contrário, naquela mesma ocasião ela se encaixou no meu colo e me deu um abraço apertado com direito a dois beijos, um na bochecha e outro na testa. O verdadeiro detalhe desse carinho dela, desse amor por mim foi que, literalmente, literalmente mesmo, sua xana ficou em cima do meu pau que confesso, havia ficado duro. Ao sentir ele encostando nela, ela encaixa ainda mais, esfregando um pouco a sua buceta no meu pinto. Em seguida, ela descendo de cima de mim me pergunta se gostaria de um copo de sorvete de morango que havíamos comprado naquela tarde, digo que sim, ela vai e logo volta com duas taças. Enquanto ela preparava o sorvete, meu pensamento estava focado na sensação de ter sentido a buceta dela bem pertinho da minha rola, pensar nisso deixava ainda mais excitado, confuso e cheio de tesão. Quando voltou, me passou a taça, se sentou ao meu lado com a taça dela nas mãos. Parecia até que foi proposital o jeito que ela se sentou, bem na beirada do sofá, em cima do braço, com as pernas abertas, bastante separadas, deixando sua xaninha bastante exposta para mim. Pensei em reprimir o comportamento dela mas fiquei curioso para saber até onde iria se eu fingisse não me importar. Alguns minutos depois, ela ainda de pernas arreganhadas e buceta exposta para mim, me pergunta: - Posso te perguntar uma coisa que eu acho que senti mas estou em dúvida, e tenho vergonha, ou medo do senhor não gostar do que eu quero saber. Já imaginava o teor da pergunta, então concordo: - Claro que pode filhota! Não precisa ter vergonha do papai, nunca! Ela suspirou um pouco apreensiva e fez a pergunta mais embaraçosa que já tive que responder em toda minha vida, ela pergunta: - Quando a gente estava lutando para ver quem iria ficar com o controle, eu senti que encostei sem querer em você, mas, depois, quando fui de dar um abraço e um beijo, eu acho que senti que o seu trequinho aí estava duro… Estava? Eu ri mas no fundo era de puro nervoso, respondo: - Que trequinho? Do que está falando? - Ai pai! Você sabe, já entendeu… - Pai jura que não entendeu mesmo! - Tá bom então! O seu pinto estava duro. Eu senti encostar. Dou outra risada mas dessa vez era de pânico mesmo, respondi: - Filha me desculpe! Realmente estava um pouco maior do que devia, mas também por que eu estava um pouco apertado… - Hum! Achei que fosse coisa da minha cabeça… - Mas sentiu encostando onde? Ela ficou imediatamente vermelha, disse: - Ai pai… Para! - Não! Quero saber, já que sentiu, onde foi? Um pouco relutante ela me conta com muita vergonha: - Senti ele duro na minha xana! Eu mantenho o rosto sério, olhando nos olhos dela e pergunto: - Você gostou de sentir isso? Ela acanha toda, abaixa um pouco o rosto e diz: - Gostei sim! Nunca tinha sentido aquela sensação! Fiquei curioso e ao mesmo tempo dominado por um tesão incontrolável, perguntei: - Qual foi a sensação? Consegue me explicar? - Ah! Senti como se meu corpo, a vai… minha buceta, estivesse completada pelo seu pinto, foi bem gostoso quando soltei o peso do corpo em cima do seu, minha xaninha sentiu um tipo de cócegas, uma coceguinha bem gostosa! Eu confesso abertamente que naquele momento, com todas aquelas perguntas eu já estava excitado de novo, meu pau já estava grande e duro, ainda mais duro que quando ela sentiu. Me atrevo a perguntar se queria sentir isso mais vezes, ou se gostaria de tentar sentir de novo! Ela sorrindo responde: - Ah eu quero! Quero tentar sentir de novo… Mas como vou fazer isso? O que o senhor quer que eu faça? Eu muito malicioso, oriento como deveria fazer: - Primeiro! Se você quiser pode vir aqui no meu colo. Ela veio e em seguida digo: - Agora, se você quiser, o pai pode empurrar um pouco para frente e para trás, o que acha? - Vai dar certo? Sem responder a pergunta dela, começo a esfregar a bunda dela em cima da minha rola, puxo a parte detrás da camisola deixando seu rabo a vista, minha pica endurecia ainda mais. Sentindo sua buceta esfregando no meu pau, reparei no corpo dela e percebi que ela mordia seus lábios, estava toda arrepiada, sua xaninha com certeza estava muito molhada, ela diz: - Por favor não pare! Acho que eu estou pegando fogo! - Isso se chama tesão filha, está sentindo tesão! - Seu pinto cresceu muito! Estou sentindo ele bem grande em mim… Nesse momento não resisti e passei a mão na bucetinha dela e no mesmo instante ela diz: - Papai! Por que fez isso? - Por que você me deixou louco! - Por que? O que fiz de errado? - Pelo contrário meu amor! Mas você é minha filha… isso é ir longe demais… Ela expressando muita curiosidade me pergunta; - É por que não pode fazer sexo comigo por que sou sua filha? Nesse instante, percebi que a calcinha dela havia saído de um lado da bucetinha dela, me controlei ao máximo e respondi: - Sim! Não podemos transar, somos pai e filha, não tem como dar uma loucura dessas! Ela me interrompendo, se levantou ainda parada na minha frente, tirou sua camisola, estava sem sutiã, em seguida tira também sua calcinha, ficando nua aos meus olhos, ela pega uma das minhas mãos e coloca em seu peito, me pede: - Posso sentar no seu colo agora? Não resisti ao delicioso corpo dela e deixei vir por cima de mim. Seguro em seus braços e começo a chupar seus peitos, segurava eles nas mãos e quase não cabiam, fui cedendo as provocações dela sentada no meu colo, coloco a mão em sua bunda, aperto um pouco, em seguida vou até sua buceta e ela diz: - Isso! Aí sim é uma delícia… Passo meus dedos em toda sua xaninha, ela se arrepia, geme gostoso, então eu peço para que ela se levante, em seguida deito seu corpo no sofá com as pernas abertas e sua buceta exposta, perguntei: - Posso chupar sua xaninha deliciosa? - Pode! Chupei com vontade, ela rapidamente me presenteou com uma senhora gozada, bem na minha língua. Meu tesão era tanto que para não comer aquela buceta eu peço a ela que se sentasse. Levo meu pau em sua boca e batendo poucas vezes, de tanto tesão eu gozo na boca dela, ela parecendo uma mulher experiente, sugava a cabeça da minha pica, eu fui ao ápice do prazer. - Filha… Você já transou com alguém? - Sim! Faz tempo que não sou mais virgem! Achou que eu ainda era? - Acho que já sabia, só não queria aceitar! Ela sorriu e ficou parada me olhando, então perguntou: - Posso te contar uma coisa? Que tem a ver com isso, com o que fizemos? - Pode! Conte! - Eu sempre quis pegar no seu pau! Faz um tempão… até já vi ele saindo um pouquinho do short quando o senhor estava dormindo. Impressionado, pergunto: - Mas de onde veio esse desejo? - Eu vi a mamãe te chupando no banheiro uma vez, foi sem querer, acidental mas, eu vi e depois disso passei a ter essa vontade. Quis ver até onde iria essa conversa, então pergunto: - Já desejou dar para mim, imaginou eu comendo você? Sem medo ela responde: - Já imaginei… e só de pensar de novo eu já fico desse jeito! - Qual jeito!? - Molhada! Louca pra o senhor me comer. Sei que é muito errado, mas meu desejo por você, por sentir pelo menos uma vez o seu pau dentro de mim é tanto que não ligo para certo ou errado, só queria poder sentir! Meu pau estava duro de novo, muito embora o medo fosse grande, a moral jogasse contra, não consegui resistir aos desejos dela. Coloquei ela dê quatro em minha frente, chupei sua buceta e seu rabo… disse: - Promete que não vai contar para ninguém? - Prometo! No pelo mesmo eu meti a vara bem devagarinho, até o fundo, tirando, voltei a meter mas dessa vez com muita força, meu pau entrava até sentir seu útero batendo na cabeça, ela gemia muito, estava se acabando de tanto prazer. Ela pede: - Pare! Quero ir por cima, mas antes! Posso por um filme na televisão? Concordei, ela colocou um filme porno com dois homens e uma mulher, uma dupla penetração. - Se sente! Vou sentar no seu pau! Eu me sento e ela se senta em cima da minha rola, de frente comigo, seus peitos entregando na minha cara. Ela diz: - Me come como se fosse a mamãe! Chupa meus peitinhos… Enquanto ela sentava loucamente eu chupava seus peitos, ela gozou tanto que sentia escorrendo em minha perna, de repente ela me pedindo com voz sedutora: - Come meu rabo? Coloca sua rola no meu cuzinho? Ali dentro o senhor pode gozar… não tem perigo! Fiquei fora de mim. - Filha isso vai te machucar, você nunca fez isso antes! - Claro que já fiz! Quer saber! Vem no meu quarto comigo… Subimos ao seu quarto, ela me sentou na cama, mexeu em sua gaveta e se sentou em cima de mim de volta, meu pau entrou em sua bucetinha, ela segura um treco atrás da bunda, um consolo, e começa a enfiar em seu rabo. Passou um pouco de pomada na portinha do cu e me pede: - Enfia ele no meu rabo enquanto come minha xana? Eu comecei a empurrar o consolo enorme contra o cuzinho dela, foi entrando devagar, ela gemia feito puta e pediu: - Enfia tudo! - O seu brinquedo? - Vocês dois! Enfiei o consolo até o limite, o cu dela estava arrombado, ela disse com voz até tremendo: - Estou gozando! Não para! Não para! Em seguida ela tira o consolo do rabo, se levanta e sobe na cama de quatro, me olhando nos olhos me implora: - Come meu cu agora? Goza dentro dele! Não resisti e comi seu rabo com vontade, com força, só para ficar registrado, sou um homem dotado de 26 centímetros de pica, e estava toda dentro dela, socando com força. - Vou gozar! Anunciei… - Isso! Goza na sua filhinha goza… Ela se deitou de repente, arrastou seu corpo para perto da minha cintura, seu rosto no meu pau, abriu a boca e pediu: - Me da mais leitinho! Por favor… Gozei na boca dela, confesso que nem eu me lembrava de ter gozado tanto antes, em toda vida. Ela com a boca e o rosto cheio de porra sorriu e disse: - Que delícia de leitinho! Naquela noite tomamos banho juntos e durante o banho nos beijamos muito, lavei seu corpo e ela o meu, voltamos para a sala, ainda era um pouco cedo, ela sugeriu um filme e assistimos. Quase nenhuma palavra foi trocada sobre o que havia acontecido, exceto que de repente ela me chama e pergunta: - Papai! Não me acha uma puta agora né? Pelo menos gostou de ter feito amor comigo? De ter me comigo? - Filha não te acho uma puta! E claro que eu gostei de ter te comigo! Mas não é certo porque que você é minha filha! - Então não vai querer me pegar de novo nunca mais? Eu nem pensei no que iria responder: - Claro que vou! Se você quiser dar pra mim de novo, eu te como quantas vezes quiser! Ela sorriu e me perguntou se podia me contar algumas coisas: - Pode! Você sempre pode! - Aquele vibrador foi a mamãe quem me deu, mas, só por que eu descobri que ela tinha ganhado de outro cara, a mamãe te traia, traia até hoje com os caras e os médicos do hospital! Fiquei sem jeito mas respondi: - Eu já sabia disso a muito tempo querida! Mas se eu fizer o que tenho que fazer, ficarei sem você, não poderia mais cuidar de você, por isso nunca me importei com ela. - Mas não é justo, o senhor sempre foi um marido bom pra ela, para mim, em casa! - Filha! Por favor não se importe com nada disso, eu tenho você! É o que importa… Minha filha sorriu e me deu um abraço, em seguida me olhou nos olhos e me beijou, um beijo que me deixou de pau duro na hora. - Nossa pai! Mas eu só te dei um beijo! Exclamou ela. - Mas eu gosto do seu cheiro, da sua boca! Ela segura minha rola e aperta por cima do short, diz: - Essa é a maior rola que eu já vi na vida! Uma delícia de chupar! E de sentir dentro de mim! - Tenho 26 centímetros de pinto, estou bem acima da média, não sou normal! Ela tirou para fora, deitou seu rosto ao lado dele e ficou tocando, falando: - Que delícia enorme! Enorme mesmo… minha xaninha fica toda molhadinha só de olhar! Posso chupar um pouquinho? Não esperou minha resposta e caiu de boca na minha pica, minha mão passava em suas costas, em direção aos seus peitos, ela sugava e batia, logo digo: - Vou acabar gozando de novo desse jeito! Ela sorriu e disse: - Quero mais leitinho! Eu, dominado de prazer peço: - Deixe o papai chupar a sua bucetinha, deixe? Imediatamente ela se vira no sofá, tira s bermuda do pijama, a calcinha, abre bem as pernas e diz: - Vem! Chupa… Enfiei minha língua naquela rachada deliciosa, ela gemia muito, em pouquíssimos minutos ela goza na minha boca, minha língua sente seu gosto, eu falo: - Que delícia de porra a sua! Nossa que maravilhoso… - Minha xaninha está pegando fogo. Disse ela. - Meu pinto também está tão duro que chega a estar doendo! - Me leva pra o seu quarto!? Pede ela. Não soube exatamente o porque que tu ir para o quarto da mãe mas, levei mesmo assim. Chegando lá ela se jogou na cama, abriu as pernas, colocou os peitos de fora e me pediu para continuar chupando seu corpo, seu corpo todo!
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