Eu trabalhava no bairro do Tatuapé e todos os dias pegava sempre no mesmo horário e pelo motivo a grande maioria dos passageiros também, inclusive o Henrique. Não tínhamos amizades apenas conhecíamos de vista até certo dia que ele estava sentado, o ônibus lotado como todos os dias e eu em pé e fiquei ao lado dele.Fiquei no corredor bem próximo ao braço direito e conforme o ônibus seguia o nosso destino, dava sem querer uns apertos no seu braço e assim naquele anda e para o meu pau esfregando,ficou duro. Ele logicamente sentiu o volume, deu uma olhada para mim e fiz que não tinha entendido. Um certo tempo depois, senti uma mão passando em meu pau por cima da calça, sabia que era ele, a outra pessoa que estava no seu lado dormia e não percebeu nada ou fez que não viu. Ficamos assim, eu esfregando sem querer no seu braço e a mão direita dele passando em cima da minha calça. Chegou no meu ponto e desci, ele continua e ficamos nisso nesse dia e percebi que usava aliança e também usava. No outro dia, ao chegar no ponto, ele já estava e assim que cheguei perto falou, entra aqui na minha frente, estava segurando a vaga para você, agradeci e sentamos um ao lado do outro. Começamos conversar papos trivial e ele passou o número do seu telefone e disse, amanhã lá pelo meio dia me liga e vamos conversar. Chegou no meu ponto, desci e escondi bem o número para a ex não pegar. No dia seguinte, esperei ansioso dá meio dia, embora já desconfiava o que assunto seria e não deu outra. Falou que tinha gostado de sentir a minha rola e gostaria de ter ela não só no braço mas em outra parte do corpo. Falou que não tinha foda com a mulher fazia a muito tempo, que gostava na real de uma boa rola dentro do seu cu. Marcamos para sexta feira para irmos em um hotel que tem perto do metrô Tatuapé. E durante a semana ao encontramos no ônibus, era só papo trivial e ambos ansiosos para sexta-feira chegar logo. A tarde, liguei para minha ex falando que chegaria mais tarde, pois iria tomar umas cervejas com uns amigos da empresa. Combinamos para encontrarmos não no ponto do ônibus e sim numa rua de trás,para evitar que alguém nos visse. Na hora de sempre chegou e ali já estava ele me esperando, nos cumprimentamos e seguimos direto para o hotel.Ao chegar no quarto, lá é um labirinto, já me pegou e lascou um belo beijo, que delícia de beijo foi aquele, começou a tirar a roupa dele e disse, deixa que a sua tiro eu, concordei e vi que o Henrique não estava com cueca e sim com uma calcinha fio da cor preta e disse que era da corna. Falou que sentia muito mais tesão usando calcinha. Começou a tirar a minha roupa e cada beijo beijo ele me dava, quase que gozei com seus beijos,enfiou a sua boca no meu pau que senti as bolas dentro, não só beijava bem, como sabia fazer uma chupeta muito gostosa e não deu outra, gozei toda a porra na garganta, engoliu até a última gota que derrubou no colchão, era faminta por porra. Retornou a mamar e logo o pau voltou ficar grosso, duro e gostoso, fizemos um 69 e usando a calcinha, fiz uma gulosa conforme ele, melhor que a esposa. Coloquei a calcinha de lado e dei umas pinceladas no seu rabo e dei umas estocadas até o pau entrar tudo. Ficamos naquele vai e vem pelo menos uns vinte minutos e gozei novamente só que agora era dentro do seu rabo. Descansamos um pouco, tomamos um belo banho juntos, um chupando o pau do outro, até a recepcionista ligar e dizer que o horário tinha encerrado. Pegamos o mesmo ônibus, e tudo voltou ao normal e isso foi durante cinco meses, pois a empresa que trabalhava fechou e mandou todos embora e ele foi trabalhar em outra região. Mas, sempre que dava, fazíamos um acerto para ir descansar depois de um dia trabalhoso. Se quiserem, tem mais