Patrícia olhou atentamente o primeiro lance de escadas. Seriam seis até o terceiro andar. Fischer tinha passado as coordenadas: calcinha fio dental, soutien cavado, vestido e sandália rasteira. Tudo simples e sensual. Como o prédio não tinha porteiro nem portão eletrônico, Fischer descia gentilmente para buscá-la. Era um momento em que ela se sentia poderosa, mas sabia que seria observada atentamente em cada lance da escada. Patrícia podia sentir a respiração dele nas suas costas, bem como os seus passos lentos seriam notados. A visão que ela passava para ele era das melhores. Patrícia sempre apostou nas formas do seu quadril e da bunda redonda. Ela sabia que ele observava cada movimento e isso fazia festa na sua buceta. O vai e vem dos degraus melavam os grandes lábios e lubrificavam suas entranhas. Com certeza, Fischer sentia o aroma e se deliciava com aquilo. Patrícia chegou no último andar arfando. O apartamento era o último do corredor e ele, gentilmente, passou as chaves para ela, para abrir os trabalhos do prazer. Patrícia entrou e pediu um copo d'água. Recebeu uma água saborosa do filtro com duas pedras de gelo. O líquido descer suavizando tudo e fez sua respiração voltar ao normal. - Deixe-me te ver. Pediu ele. Ela já sabia o que deveria fazer. Foi se despindo lentamente, mas observou as cortinas abertas. Disse isso à ele, mas a resposta foi tranquila. Terceiro andar e à tarde, com o próximo prédio à duzentos metros, esquece. Ela ficou tranquila e logo estava de calcinha somente. Essa peça era deixada para ele tirar. Fischer se levantou, ainda de terno e gravata e beijou Patrícia com suavidade. Sua língua brincou dentro da boca dela e mãos firmes apertaram suas costas. Patrícia tremeu no aperto e no toque. Ele beijou o pescoço, mamou levemente o seio esquerdo e apertou a bunda dela. - Fique de cara na parede, ele ordenou. Fischer foi até a cadeira e tirou o paletó, a camisa e a gravata. A camisa foi colocada na cadeira, o paletó em cima e a gravata dentro do bolso do paletó. Ato contínuo, tirou os sapatos, a calça, a cueca e as meias. As meias foram guardadas carinhosamente dentro do sapato e a calça dobrada caprichosamente. A testa de Patrícia já deixava marcas na parede quando ele voltou e abraçou por trás. Finalmente, tirou sua calcinha. Toda a tensão da escada voltou. Ela sentiu algo bem duro tocar seu bumbum e suspirou fundo. Ele trouxe um óleo à base de jabuticaba e foi passando suavemente pelo corpo dela. A mistura de sabores e fluidos estavam no ar. Patrícia sentia o passeio das mãos numa doce sintonia de sabores. Seus seios foram tocados e os bicos pressionaram fortemente a parede. - Vou deixar minha marca aqui, pensou ela. Fischer pediu pra ela colocar os pés em cima dos seus, isso fez com que suas pernas se abrissem e como um bumerangue, a pica golpeou o badalinho sensível. - Cachorro, foi a única palavra que veio nos lábios dela naquele momento. Sua buceta chorava com a possibilidade da penetração em pé, algo novo para ela, visto que ele abominava as relações tradicionais em quartos, camas e afins. Fischer testava espaços e possibilidades. E aquela era mais uma. Quando a pica tocou na entrada da buceta, toda a espera de Patrícia acabou, pois Fischer ia ditando as ações, falando suavemente no no seu ouvido. O tom suave da voz, agregado com a introdução suave da pica, levou Patrícia a gozar só com o toque: - Caralho, já estou gozando! Fischer não fez nenhum movimento adicional, empurrou só a cabeça e deixou que a xaninha lubrificasse a cabeça abundantemente. Esperou o choque orgasmico passasse logo, pois Patrícia sentiu as pernas tremerem e só se manteve em pé pela força das mãos vigorosas do Macho que não deixaram ela desfalecer. Passado o torpor, ele foi introduzindo lentamente sua pica na buceta dela e Patrícia ficou desesperada. As mãos dele trabalhavam os seios, os lábios diziam coisas obscenas e logo depois, os dentes marcavam o ombro dela. A pica mergulhava no oceano pélvico, rompendo qualquer obstáculo que um dia Patrícia ofereceu. Ela estava sendo literalmente fudida. E na terceira mexida dele, ela gritou na sala: - De novo, não. De novo, não. Vou te ensopar, Vadio. E melou tudo novamente. Suas forças estavam se esvaindo enquanto Fischer nem tinha começado os trabalhos ainda. Patrícia, totalmente batida, com o coração acelerado e a buceta gotejando, foi levada ao sofá, com a pica totalmente enterrada na sua xana. Posta de quatro, com duas mãos segurando fortemente sua cintura, Patrícia pôde sentir o vigor do Macho. Primeiro devagar, depois com leve aceleração, até ficar incontrolável. Fischer não fazia amor, ele castigava. E Patrícia já tinha se acostumado com a batedeira que ele promovia. Patrícia perdeu as contas de quantas vezes gozou naquela posição. Sua mente tinha delírios, com a sequência louca que estavam tendo. Só voltou ao normal quando um gritou ecoou alto: - Vou gozar! Patrícia, num último esforço muscular, apertou fortemente a rola com sua buceta e gritou também: - Me dá o meu prêmio. O que se seguiu foi a perda da razão, o desespero e um orgasmo profundo. Ela disse que contou quatro jatos, mas ele nem sabia quantos foram. No entanto, foi algo tão intenso que os dois caíram no sofá, satisfeitos e felizes. Na cadeira ao lado, um paletó tranquilo assistia tudo, sem dizer nada. Nem era necessário. Tudo estava resolvido.
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