Eu trabalhava no setor jurídico de uma multinacional, tinha um alto cargo e ganhava super bem, mas tinha que trabalhar feito uma louca. Saia de casa todos os dias às 6am e não voltava para casa antes das 10pm. Tinha 1 filho que nessa época era adolescente, se chama Pedro. Nessa época ele tinha 18 anos.
Vivíamos somente eu e ele em casa e praticamente nunca conversávamos. Sempre que chegava em casa eu estava tão cansada e nos fins de semana tinha que fazer as tarefas domésticas. Éramos como dois estranhos.
Talvez pelo stress ou pela falta de um sono tranquilo ou pela sobrecarga de trabalho, tive um AVC e quase perdi minha vida. Fiquei internada no hospital por 4 dias, a única pessoa que esteve comigo todo o tempo foi meu filho. Nunca conheci meu pai e minha mãe já tinha falecido há alguns anos. Senti tão bonito quando abri meus olhos e vi meu filho ali sentado no sofá dormindo. Não sei explicar a gratidão que senti por vê-lo ali comigo. Quando ficamos entre a vida e a morte é que refletimos bem sobre como vivemos nossas vidas. Esse fato me fez dar um basta para a vida que tinha. Pedi um licença do meu trabalho e decidi que iria mudar minha vida.
Decidi viajar e convidei meu filho para que me acompanhasse, não queria estar sozinha, e ele aceitou – ele ficou assustado também com o que tinha acontecido.
Fomos para a um lugar no sul da Bahia, procurei um lugar mais afastado de tudo. A viajem foi longa. Desde Salvador tomamos outro voo até Porto Seguro, então aluguei um carro e foram mais 3 horas de viajem. Durante a viajem eu e meu filho conversamos pouco, percebi que ele era tímido e muito inteligente, foi nesse momento que vi o quanto tinha me afastado dele. Queria recuperar o tempo perdido.Quando chegamos ao nosso destino o lugar era perfeito. Ficava como uns 20 minutos de uma pequena cidade com não mais que 1000 habitantes. Era um sítio onde o proprietário construiu uns chalés. Foi uma recomendação de uma amiga que tinha passado as férias nesse lugar com seu marido.
Dos 4 chalés, dois estavam com problemas, o terceiro era muito pequeno, ficamos com o maior. Era uma casa simples, de 1 cômodo. Uma sala com uma pequena mesa com duas cadeiras, um balcão dava acesso a uma cozinha pequena, mas bem equipada. A cama ficava ao lado da sala com uma porta que dava acesso ao banheiro. A propaganda dizia duas camas, mas somente tinha 1 de casal, mas lugar era tão bonito que não me importei e dividir a cama com meu filho. Deixamos nossas coisas e fomos até a cidade comprar mantimentos, não tinha um supermercado, somente uma quitanda. Voltamos para o chalé no final da tarde. Vesti uma roupa confortável e me sentei na varanda com uma cerveja bem gelada em mãos. Se podia ouvir o som tranquilo das ondas do mar. Foi estranho ver meu filho tomando cerveja comigo. Tudo parecia tão diferente. Ele me contou coisas que fazia que eu nem imaginava que pudesse ter acontecido. Como disse ele era tímido, tinha poucos amigos e no fundo de sua voz se sentia uma solidão parecida ao que eu mesma sentia dentro de mim, mas que nunca tinha tido tempo para ter atenção a isso.
Dormimos cedo, estávamos tão cansados. Acordei com a luz do Sol no meu rosto. Me levantei e fiz u café, meu filho permaneceu deitado. Fiquei olhando como ele dormia. Assim que ele se levantou comemos um sanduiche e fomos à praia. Era uma enseada pequena, muito isolada, foi quando percebi onde realmente estava. Dei um mergulho e depois ficamos deitados sobre uma esteira na areia. O caseiro apareceu para perguntar se estávamos bem, conversamos um pouco e ele comentou de alguns lugares que poderíamos visitar. Um deles me chamou muito a atenção, era uma praia de nudismo. Ficava como uns 40 minutos de onde estávamos. Me animei para conhecer esse lugar.
Passamos o dia ali mesmo, almoçamos macarrão com atum e de noite um sanduiche de presunto e queijo. Dormimos super bem essa noite.
No dia seguinte perguntei para o Pedro se ele queria conhecer a praia de nudismo, ainda que meio contrariado ele aceitou.
Seguindo as instruções do caseiro pegamos a estrada por uns 30 minutos, depois uma estrada de terra por uns 10 minutos até que chegamos ao final e vimos uma placa:
“PRAIA NATURALISTA”
Descemos do carro, pegamos nossas coisas e seguimos a pé por uma trilha. Caminhamos por uns 20 minutos até que chegamos ao local. Logo no acesso para a praia tinha uma placa enorme dizendo:
“PRAIA NATURALISTA – A NUDEZ É OBRIGATÓRIA”
Em letras menores tinha uma lista de instruções estranhas que não me lembrar agora.
Ao lado desta placa tinha uma pequena cabana bem simples. Ficamos ali parados sem saber o que fazer.
De repente a porta da cabana se abriu e um casal com duas crianças saíram totalmente nus.
“É a primeira vez de vocês?”
Me perguntou de forma simpática a mulher do casal.
“Sim”
Respondi meio sem graça por vê-los pelados ali na minha frente. Ela riu e disse com seu sotaque baiano:
“A primeira vez é assim mesmo. Vocês podem tirar suas roupas ali na cabana, leve suas coisas com vocês.”
E sem dizer mais nenhuma palavra simplesmente foram em direção à praia. Eu e meu filho nos entreolhamos confusos. Não sei direito o que se passou pela minha cabeça quando decidi conhecer esse lugar, acho que pensei que seria divertido ver as pessoas peladas, mas tinha esquecido que eu mesma deveria também ficar sem roupa. Meu filho então sorriu e me chamou para irmos até a cabana. Já que tínhamos chegado ali ....
O lugar era feito de tiras de madeira com um telhado de palha, o chão era areia fofa. Tinha um pequeno balcão improvisado e um banco de dois lugares. Não tinha porta.
“Bem, então acho que devemos tirar nossas roupas” Disse dissimulando meu nervosismo por saber que meu filho iria me ver nua. Simplesmente não tinha pensado nisso.
Pus minha bolsa sobre o banco e tirei minha camiseta e a acomodei dentro da bolsa, depois desfiz o laço da parte de cima do meu biquini, me virei de costas para meu filho e com meus seios soltos no ar acomodei na minha bolsa, puxei minha bermuda para baixo e em seguida a tirei a parte de baixo do meu biquini. Acomodei tudo na bolsa e me virei de frente para meu filho. Ele estava nu, tinha posto sua bermuda e camiseta sobre o balcão enquanto usava suas mãos para esconder seu membro. Eu ri:
“Filho, não é para ter vergonha, tira a mão daí e me passa suas roupas”
Disse mostrando indiferença a sua nudez. Foi nesse momento que vi que ele estava com uma ereção indisfarçável. Por um segundo, como que hipnotizada, não pude evitar olhar diretamente para seu membro, logo em seguida disfarcei dissimulando naturalidade, como se nada estivesse acontecendo. Guardei suas roupas na bolsa e disse com um tom de indiferença.
“Você consegue levar a esteira e o isopor?”
“Claro que sim”
“Então pega e vamos para a praia”
Dei as costas para ele e saímos da cabana. Eu na frente e ele atrás de mim. Enquanto caminhávamos a imagem do membro ereto dele não saia da minha cabeça. Era visivelmente grosso e pelo generoso tamanho ele se erguia esticado para frente, era levemente torto para o lado esquerdo. A cabecinha lisa, vermelha e inchada parecia um cogumelo. Os poucos e escassos pelos deixava ainda mais visível sua forma e tamanho. Enquanto buscava um lugar para nos acomodar pensava comigo mesma:
“Se só estávamos eu e ele na cabana por que ele teve uma ereção naquele momento! Acaso ele ficou excitado por mim?”
Esses pensamentos me davam certos calafrios.
Finalmente encontramos um lugar na areia sob a sombra de uma árvore. Esticamos nossas esteiras ali e nos acomodamos. Quando meu filho se sentou ao meu lado vi que ele permanecia de pau duro.
“Filho, porque você não vai dar um mergulho para ver se você se acalma?”
Disse quase rindo da situação ridícula. Ele riu também, não dava para não falar do que estava acontecendo. Ele concordou e foi correndo até a água e deu um mergulho. Abri o isopor e peguei uma garrafa térmica com suco e me servi. Depois me deitei na esteira e procurei não pensar mais nisso. Como uma meia hora depois meu filho voltou:
“A água está deliciosa”
Se sentou ao meu lado e se serviu com um copo de suco.
“Se sente melhor?”
Ele riu e disse que estava tudo bem. Ficou em silêncio por um momento e depois disse todo envergonhado:
“Me desculpe aquela hora mãe, não pude evitar”
“Tudo bem, são coisas que acontecem”
Disse ainda deitada com um boné cobrindo meu rosto. Ao mesmo tempo sentia que algo estava acontecendo que eu mesma não sabia explicar. Tentando desviar o assunto, me sentei na esteira e comentei:
“Que lugar tão bonito, é tão calmo aqui”
Então meu filho se levantou:
“Onde você vai?”
Perguntei erguendo meu tom de voz
“Dar outro mergulho” Disse disfarçando sua evidente ereção.
“Não é possível” Pensei comigo mesma.
Fiquei sentada na esteira observando ele nadar. Depois de uns 15 minutos ele voltou. Fiquei olhando como seu membro mole balançava de um lado para o outro enquanto caminhava.
Ele novamente se sentou ao meu lado, deu um suspiro e disse:
“Vai ser difícil, não consigo controlar”
Percebi que não adiantaria desviar o assunto e decidi conversar com ele sobre o que estava acontecendo.
“Não sei mãe, não consigo evitar”
“Mas não tem ninguém aqui para provocar você”
Ele me olhou constrangido e disse com voz suave e direta:
“Tem sim, tem você”
“Você está ficando assim por minha causa?”
Ele concordou movendo sua cabeça afirmativamente. Senti uma pontada no meu estômago, tinha sido minha culpa.
“E o que você quer fazer?”
Perguntei sem saber o que dizer.
“Nada ... deixa para lá” Disse suspirando novamente.
“Você quer que eu me vista?”
“A praia é de nudismo, se lembra”
“Quer ir embora então”?
“Não, na verdade estou adorando te ver assim como você está”
De novo senti uma pontada no meu estômago. Meu filho de 18 anos acaba de me dizer que gosta de me ver pelada. Não foi somente isso, porque ele já estava de pau duro de novo.
Ele já ia se levantar quando pedi que ficasse, peguei uma toalha e dei para ele se cobrir. Tinha quase ninguém mesmo.
Procurei reorganizar minhas ideias para poder compreender aquela situação. Decidi fazer uma abordagem mais direta com ele.
“Então você se excita ao me ver nua?”
“Sim mãe”
“Mas se sou sua mãe?”
Então ele respondeu quase como quem protesta:
“Olha seu corpo, suas coxas, sua bunda é linda, toda redondinha ... seus seios são perfeitos ... o que mais posso te dizer?”
Ao ouvir suas palavras me pus tão vermelha como um pimentão.
“Preciso beber algo”
Abri minha bolsa e peguei outra garrafa térmica onde tinha feito uma caipirinha. Servi um copo e dei para ele beber. Peguei outro copo e servi para mim. Bebericamos em silêncio quando percebi que a toalha sobre seu colo permanecia erguida.
“Está doendo?”
Perguntei buscando alguma forma de ajuda-lo.
“Só minhas bolas ... quando ficamos excitados e não ejaculamos as bolas começam a doer”
“Desde quando você sente isso por mim?”
Nesse momento parecia que sua voz travou na sua garganta.
“Preferiria não ter que responder sua pergunta”
“Ahh .. já que estamos aqui nessa situação ... foi na cabana?”
Ele suspirou e deu outro gole e não disse nada. Depois ele olhou para mim, vi como seus olhos percorrem meu corpo ardendo de desejo. Pôs o copo sobre o isopor e sem dizer nada se levantou e correu até a água.
Desse vez preferi ir com ele até a água, dei um mergulho e nadei na direção dele. Sentia pena dele, sentia culpa por ter provocado isso, não entendia de onde vinha esse desejo dele por mim. Com a água até os ombros me aproximei dele
“Estou preocupada com você”
“Está tudo bem mãe, é que não consigo evitar”
Me aproximei um pouco mais dele:
“Você deixa ver como está agora?”
Ele disse que “sim” como quem se rende. Então por debaixo da água toquei seu membro com minhas duas mãos. Estava completamente duro. Pude sentir o volume e sua força incrível. Comecei a massageá-lo olhando diretamente nos seus olhos. Queria aliviá-lo de alguma maneira. Ele soltou um suspiro contido, abaixou sua cabeça e um gemido abafado pela contração dos seus lábios, em seguida senti um líquido quente saindo dele. Esperei que ele terminasse de gozar, mas não parava de sair. A cada esguicho via como seu corpo se torcia para frente enquanto seus lábios contraídos buscavam abafar seus gemidos. Finalmente ele ergueu sua cabeça e soltou um suspiro profundo. Queria soltar seu membro mas simplesmente não consegui. Ainda massageando seu membro perguntei para ele:
“Se sente melhor agora? Está mais aliviado?”
“Sim mãe ... obrigado pela ajuda”
Eu sorri para ele com tanto carinho .... finalmente soltei seu membro e fui nadar um pouco, precisava de um tempo só para mim. Não era para ser assim, o fato foi que eu tinha adorado sentir seu membro grosso e duro pulsar na minha mão quando ele ejaculou. Aquela sensação tinha me tirado do sério e agora era eu que me sentia contrariada, porque não fazia parte do meu plano ter me sentido tão excitada.
Quando voltamos para a esteira tudo entre eu e ele estava tão diferente. Tinha tocado ele, tinha feito meu filho gozar dentro da água. Isso era algo que uma mulher faz por um homem, não uma mãe pelo filho.
Nos sentamos e simplesmente pinto um clima super estranho entre eu e ele.
“Melhor a gente ir embora não acha?”
Perguntei já me levantando, somente pensava em me vestir novamente. Ele se levantou e começamos a recolher nossas coisas.
No caminho de regresso eu falava sem parar sobre qualquer coisa, me sentia nervosa porque estávamos indo para o chalé e dividiríamos a cama novamente, mas desta vez era diferente.
Chegamos ao chalé no meio da tarde, o sol ainda estava alto. Assim que entramos fui tomar uma ducha gelada, queria tirar a areia e acalmar minhas ideias.
Vesti uma saia e camiseta, não sei porque não quis colocar sutiã. Algo em mim tinha mudado.
Assim que sai do banheiro ele foi tomar uma ducha também. Fui até a cozinha desfazer o isopor e guardar as coisas, buscava algo para entreter meus pensamentos, mas o som do chuveiro me fazia lembrar que eu não estava sozinha.
Decidi preparar algo para comermos. Pus a panela com água no fogo e cozinhei macarrão, preparei uns ovos com presunto e queijo, fiz outro suco com uma melancia que tinha comprado no caminho.
Ainda estava cozinhando quando ouvi o som da água do chuveiro se silenciou. Fiquei nervosa. Logo em seguida meu filho apareceu na cozinha, vestia somente uma bermuda e camiseta regata.
“Que legal que está preparando algo, sinto fome”
Senti um alivio quando ouvi ele falar qualquer coisa. Pedi para ele colocar a mesa que estava quase pronto. Servi os pratos e nos sentamos para comer.
Novamente me senti nervosa, quando percebi os bicos dos meus seios estavam duros, tentei disfarçar curvando meu corpo para frente, mas meu filho já tinha percebido.
“Como você se sente mãe?”
“Que?”
Indaguei buscando mais tempo para saber o que ia responder para ele.
“Perguntei como você se sente? Você está estranha!”
Não podia mais segurar, aquela situação estava por explodir:
“Claro que estou estranha ... meu filho ficou de pau duro para mim e eu o masturbei dentro da água ... como você acha que estou me sentindo?”
Ele me olhou em silencio, e segurando uma risada disse num tom irônico:
“Mas você ....”
Olhei diretamente nos olhos dele como quem impõe uma advertência para o que vai dizer. Percebi que ele mudou suas palavras e disse:
“... se sente bem?”
“SIM”
Respondi desviando meu olhar e enchendo minha boca com outra garfada.
Novamente se fez um silencio incomodo, tínhamos que conversar sobre isso.
“Tá bom .... tenho que te dizer, sentia culpa por ter provocado você. Por isso te fiz aquele favor”
“Adorei o que você fez por mim”
“Que bom que você gostou”
Tudo ficaria por isso mesmo se não fosse o fato de eu estar tão excitada. Era um tesão que queimava meu corpo, os bicos dos meus seios começaram a doer, de tão duros que estavam já não podia disfarçar.
Percebendo que algo estava acontecendo, meu filho decidiu abrir o jogo comigo:
“É sério, gostei muito de sentir suas mãos me tocando ... somente queria saber o que você sentiu, não me diga que você se sentiu indiferente a isso.”
Terminei de comer, pus o garfo sobre o prato e limpei minha boca ainda cheia com a ultima garfada com um guardanapo. Pensei bem no que iria dizer.
“Claro que não me senti indiferente ... só que tudo isso mexeu muito comigo. É isso”
“Tá bom” Desta vez era ele quem se mostrava indiferente ao que estava acontecendo. Então ele se levantou para tirar os pratos quando vi sua bermuda totalmente erguida para frente.
“FILHO .... VOCÊ ESTÁ ....”
Me espantei ao ver que ele estava de pau duro de novo.
“Claro que estou assim, já te disse, não consigo controlar”
Fiquei quieta sem saber o que dizer. Ele terminou de tirar os pratos da mesa e começou a lavar a louça. De costas para mim ele mesmo continuou seu novo protesto:
“É como um impulso que não consigo controlar, fico pensando em coisas que não deveria pensar, como se meu corpo falasse um idioma que lhe é próprio. Uma necessidade de fazer coisas com você que nem me atrevo a dizer. É isso”
Percebi que a coisa era mais séria do que tinha pensado.
“E o que vamos fazer?”
“Deixa, depois que terminar aqui eu vou para o banheiro me aliviar”
“Você vai para o banheiro bater uma punheta?”
“Sim”
“Para mim?”
“Acho que sim .... e você, o que acha?”
Minha cabeça dava voltas e mais voltas, aquilo não podia estar acontecendo.
“Não ... você não precisa ir para o banheiro ... “
“Como assim?”
Disse colocando o ultimo prato enxaguado sobre uma toalha que estava estendida sobre a pia. Ele se virou de frente para mim e insistiu:
“Como assim mãe que não preciso ir ao banheiro?”
Nossa, me senti tão sem graça nesse momento. Disse isso de forma impulsiva, mas dado que eu era a causa do que ele sentia, me vi na obrigação de não deixá-lo resolver isso sozinho.
“Você pode fazer aqui mesmo”
“Na sua frente?”
“Sim”
Então ele simplesmente desabotoou sua bermuda tirando para fora seu membro duro. Sua bermuda escorregou pelas suas pernas até tocar o chão enquanto ele acariciava seu pau duro.
“Acho que não consigo mãe”
Pedi que ele se sentasse na sua cadeira e fiquei de pé encostada na pia.
“Tá bom, e se eu tirar minha roupa para você”
Ele arregalou os olhos ao me ver me despindo ali na frente dele. Fiquei nua de pé na sua frente
“Já vejo que você se sente mais a vontade agora”
Ele já estava movendo sua mão para cima e para baixo enquanto seus olhos permaneciam fixos no meu corpo. ]
Sempre fui magra, com coxas grossas e firmes. Meus seios são médios, como abacates maduros, com bicos grandes, centrados e rosados, meio deslocados para fora. Escassos pelos pubianos cobrem meu monte de vênus.
Fiquei ali parada de pé observando como meu filho se tocava olhando para mim. Aquela cena era irreal, nunca nenhum homem tinha se masturbado para mim na minha frente. Isso me fez sentir tão desejada, tão mulher, tão amada.
Senti um calor imenso subir pelo meu corpo, minha respiração ficou ofegante e uma sensação intensa me fez ficar toda molhada para ele.
Um urro grave dele ecoou pelas paredes do chalé e um esguicho enorme voou por cima da sua cabeça até respingar na parede atrás dele. Outro urro e outro esguicho tão forte quanto o primeiro. Ele fechou os olhos e moveu sua cabeça para trás, um gemido trêmulo e outro esguicho mais fraco respingou sobre seu peito e ventre. Depois disso gotas enormes escorriam entre seus dedos. Finalmente ele abriu novamente seus olhos e com a respiração ainda ofegante olhou novamente para meu corpo e depois para meus olhos.
“Isso foi intenso” Disse com palavras entrecortadas. Nesse momento eu já tinha uma de minhas mãos entre minhas pernas, enquanto meus dedos exploravam as regiões internas de meus grandes lábios encharcados. O orgasmo veio logo em seguida, de forma abrupta e sem aviso. Soltei um gemido agudo, senti meu ventre se contrair forçando meu corpo se curvar levemente para frente. Me apoiei sobre a mesa e o orgasmo se intensificou alcançando um nível fora do meu controle. Comecei a gemer enquanto minhas pernas tremiam e meu corpo se torcia todo. O orgasmo vinha em ondas e não parava sugando minhas energias. Finalmente senti como se voltasse para a terra, tirei minha mão e a usei para me apoiar melhor sobre a mesa enquanto me recuperava. Foi somente um momento, olhei para meu filho e ele olhou para mim. Eu estava ali nua com o corpo curvado apoiada sobre a mesa, foi como um chamado para ele. Pedro se levantou e se acomodou atrás de mim. Senti ele buscar uma forma para me penetrar, mas não conhecia o caminho. De minha parte sabia que aquilo já era inevitável. Eu mesma estendi meu braço entre minhas pernas, segurei seu pau, estava completamente duro, o acomodei em mim e disse para ele:
“Agora empurra para frente devagar”
Senti as mãos dele me segurarem pela minha cintura e me puxarem para trás enquanto seu membro duro começou a deslizar lentamente para dentro de mim.
AFFF ... me arrependi ao instante, sentia como ele foi abrindo espaços dentro de mim, a pressão foi aumentando. Soltei um gemido grave e flexionei meus braços sobre a mesa apoiando meu corpo sobre meus cotovelos. Em um puxou e senti ele entrar ainda mais para dentro, aquilo parecia um trem rompendo barreiras, não parava de entrar. Ele aliviou a pressão e voltou a investir em mim com mais força arrancando um urro dos meus pulmões. Tentei olhar para trás mas ele novamente voltou a investir com força metendo ainda mais fundo. Sentia como se seu membro estivesse tocando meu estômago. Minhas pernas ficaram moles, ele aliviou a pressão e voltou a meter dentro de mim até enfiar tudo novamente. Senti suas mãos apertarem minha bunda com força e um urro forte e grave dele ecoou novamente nas paredes do chalé
“AAIIII MÃÃÃÃEEEE .... ESTOU GOZANDO ..... ESTOU TE ENCHENDO POR DENTRO .... ARGHHH ....
Tentei me apoiar como pude ao sentir o peso do corpo dele em cima do meu. Então ele metia com força a cada ejaculada que despejava dentro de mim. Uma, duas, três vezes. Na quarta ele perdeu as forças e aliviou a pressão, achei que ia sair de dentro, mas voltou a investir metendo tudo de novo. Então ele começou a mexer seu pau movendo-se para frente e para trás enquanto suas mãos me seguravam pelos ombros me puxando para trás a cada investida. Sentia gostas enormes de sêmen escorrendo pela parte interna das minhas coxas enquanto seu pau duro deslizava dentro de mim uma e outra vez. Ele fazia com força e determinação. A mesa começou a ranger a cada investida que recebia dele. De repente ele me deu um puxão forte para trás e ouvi sua voz trêmula dizendo:
“ESTOU GOZANDO DE NOVO MÃE .... QUE DELÍCIA ... QUE BUCETA TÃO GOSTOSA .... TÔ GOZANDO MÃE ... TÔ GOZANDO ...
Nesse momento minhas pernas já tinha perdido as forças para sustentar o peso do meu corpo e me apoiava completamente sobre a mesa. Meu filho continuou gozando e a cada esguicho ele metia com força dentro de mim, até que diminuiu a força das investidas deixando seu corpo pesar sobre o meu.
Senti sua respiração ofegante no meu pescoço enquanto ele ainda me dava estocadas leves despejando suas ultimas gotas dentro de mim.
Finalmente ele ergueu seu corpo imenso, apertou minha bunda com suas duas mãos e começou a tirar seu pau de dentro de mim. Assim que saiu uma cascata de sêmen escorreu pelas minhas pernas. Eu fiquei ali na mesma posição me recuperando.
“Está tudo bem mãe?”
Estendi meu braço pedindo ajuda para me erguer novamente. Ele pegou na minha mão e me ajudou a ficar de pé. Sentia tontura, ele me ajudou a me apoiar sobre a pia. Fiquei ali de pé recuperando meu fôlego por mais um momento. Ele permaneceu ao meu lado e insistiu
“Estão tudo bem mãe? Eu machuquei você?”
Ergui minha cabeça e olhei para ele e com um leve sorriso respondi:
“Sim, um pouco, mas isso faz parte, não se preocupe”
Passei minha mão pelo meu rosto acomodando meu cabelo para trás. Olhei para ele sem acreditar no que tínhamos feito juntos. Finalmente disse
“Acho que preciso de outro banho, olha como você me deixou”
E soltei uma risada relaxada enquanto olhava para baixo todo o sêmen que ainda escorria entre minhas pernas.
Já estava na porta do banheiro quando ouvi ele me perguntar:
“Deixa eu tomar banho com você?”
Eu sorri e senti que ele ainda não tinha entendido.
“Claro que pode, você ainda não sabe?”
“O que ainda não sei?”
“Que agora eu sou sua! Você vem?”
Entramos no chuveiro juntos, abri a chave no máximo e um esguicho de agua fria envolveu nossos corpos. Ele me abraçou por trás e ficamos ali parados deixando que a água escorresse pelos nossos corpos.
Em seguida ele pegou um sabonete e começou a me ensaboar toda alisando todo meu corpo. Saímos da água, ele pegou o shampoo e começou a ensaboar meus cabelos. Sentia tão bem sentir nossos corpos se roçando um no outro naquele box apertado. Foi quando senti o pau dele começar a ficar duro novamente.
“Filho, não é possível, você está ficando de pau duro de novo?”
“Não consigo controlar mãe”
“Você vai me comer de novo?”
“Você deixa?”
“Já disse que a partir de agora eu sou sua, isso significa que você pode me comer sempre que quiser”
Para que disse isso. Assim que terminei de falar ele me virou de costas para ele e começou a se ajeitar atrás de mim. Novamente ia acomodar o pau dele em mim, mas não tive tempo. Somente senti uma dor aguda e dilacerante quando a cabecinha do pau dele atravessou meu anel, ele já estava me penetrando pela bunda.
“Filho ... aí não, espera!”
“Mãe, não dá para esperar, sua bunda é tão gostosa, deixa eu te comer aqui também ...”
Ele já estava dentro, o que mais podia fazer? Tentei relaxar meu esfíncter e me apoiei contra o azulejo frio da parede. O sabão escorria por todo meu corpo.
“Vai ... pode meter”
Disse me preparando. Ele então empurrou para dentro avançando dentro de mim me deixando toda aberta para ele. Nunca tinha feito sexo anal, mas confesso que sentir aquele pau grosso metida na minha bunda não era algo tão mal assim. Ele começou metendo devagar, mas a cada investida ele foi aumentando o ritmo e metia com vontade enquanto suas mãos seguravam meu corpo pelos seios e ventre com força. Dessa vez ele demorou um pouco mais para gozar, sentia seu pau completamente duro deslizando dentro de mim, me fazendo descobrir espaços do meu corpo que eu mesma não conhecia. Ele metia tudo e mexia seu corpo para cima e para baixo, sentia minhas tripas revirarem no meu estomago. Depois voltava a meter para dentro e para fora com força. Minhas pernas ficaram moles e começaram a formigar. Subitamente um pequeno orgasmo fez meu corpo tremer e se torcer, logo em seguida ele me segurou com muita força apertando ainda mais meus seios com uma de suas mãos e meu ventre com a outra e começou a gozar em mim enchendo minha bunda com sua porra.
Depois terminamos de tomar banho, vesti um pijama leve e liguei o ventilador de teto e me deitei na cama, me sentia esgotada e toda dolorida. Vi que já era de noite quando apaguei num sono profundo.
No dia seguinte acordei novamente com o Sol no meu rosto. Estiquei meus braços despreguiçando-me e vi que a cama estava vazia. Então vi que meu filho estava na cozinha preparando um café. Fiquei olhando para ele pensando como seria minha relação com meu filho a partir de agora. Já tinha feito sexo com outros homens, é claro, mas nunca ninguém tinha me comido dessa maneira. Não sei se porque ele não tinha experiencia e metia como sentia vontade em mim, ou pelo tamanho do pau dele, o fato era que me sentia completamente satisfeita com o que ele tinha feito comigo na noite anterior.
“Bom dia mãe”
“Bom dia piruzinho”
A palavra escapou da minha boca. Ele riu e perguntou se queria café. Me serviu uma xícara na cama.
“Sério, piruzinho?”
Eu ri e disse:
“Falei sem pensar, mas no seu caso acho que você está mais para piruzão”
Rimos juntos. Vi que ele tinha tomado banho, seu corpo estava fresco. Então ele começou a me olhar com aquele olhar de novo.
“Você quer mais né?”
“Mais? Eu?”
Eu ri
“Agora que você provou da minha frutinha, você vai querer me comer sempre”
“Sim, olha como estou”
“Tá bom. Só vou te pedir uma coisa, pode ser?”
“Claro”
“Deixa dessa vez eu ir por cima, é que ontem você me deixou meio dolorida”
“Como quiser mãe”
Ele pegou minha xícara e a pôs num sobre banquinho ao lado e já veio para cima de mim puxando o shorts do meu pijama. Ele mesmo tirou seu shorts e giramos nossos corpos e fiquei por cima dele. Me sentei sobre suas coxas e segurei seu pau na minha mão, foi a primeira vez que pude ver com atenção o tamanho do seu membro.
“Que pintão você tem filho”
“Põe para dentro mãe ... já quero”
Ergui meu corpo e me acomodei por cima dele e deixei que seu pau fosse deslizando lentamente para dentro de mim novamente.
Nem preciso dizer que os 4 dias restantes que ficamos no chalé passamos fazendo sexo. Nunca levei tanta piroca na minha vida. Ele gozava e logo em seguida já queria de novo. Sinceramente houve momentos que achei que não ia dar conta dele. No terceiro dia passei a fazer sexo oral para ele, foi quando entendi o tamanho do pau dele. Mau cabia na minha boca. Ele adorou a novidade e retribuiu o favor fazendo sexo oral em mim. Ele também comeu minha bunda mais de uma vez, aconteceu sempre quando tomávamos banho juntos, ele dizia que ver meu corpo ensaboado dava vontade de comer meu cu.
Tudo aconteceu de forma tão inesperada que foi por pura sorte que não fiquei grávida do meu filho.
Voltamos para São Paulo me sentindo toda inchada e dolorida. Dois dias depois do nosso regresso pedi demissão do meu emprego e abri um escritório de consultoria jurídica para empresas. Eu e meu filho passamos a compartilhar a cama tal como um casal faria. Hoje ele está com 20 anos e continua muito ativo comigo, fazemos sexo todas as noites e as vezes também acontece durante o dia. Ele continua comendo minha bunda também, sempre acontece no chuveiro: quando ele entra no box comigo ou quando ele pede para tomar banho comigo eu já sei o que ele quer de mim e eu deixo ele fazer em mim.
Sei que algum dia ficarei velha e ele já não vai mais me querer como mulher. Aceito isso, incluso ele agora tem uma namorada e os dois transam no quarto dele. Sinto um ciúme horrível, mas me contenho. Sua namorada não tem ideia do que acontece quando ela não está.

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