— Ahhh, caralho… você tá me enchendo toda, amor… — gemeu ela, rebolando o quadril com força, sentindo o pau do marido bater fundo no seu útero. Seus olhos brilhavam de tesão. — Mas eu quero ficar ainda mais puta hoje… quero ser usada como uma cachorra no cio.
O marido agarrou as nádegas dela, abrindo bem, enfiando o dedo médio no cuzinho apertado enquanto ela cavalgava.
— Fala, sua safada. O que essa boceta gulosa quer agora?
Eliana mordeu o lábio inferior, a voz rouca e provocante, pingando luxúria:
— Quero que você me empreste… quero que me dê pros outros. Imagina eu de quatro, sendo comida pelo seu irmão enquanto você assiste. Ele enfiando aquele pau grosso dele na minha boca até eu engasgar, babando tudo, enquanto você me fode o cu. Incesto bem safado… eu gemendo “me fode, cunhado” enquanto chupo sua porra da minha boca depois.
Ela acelerou o ritmo, as paredes da boceta apertando o pau dele só de imaginar. O som molhado de carne contra carne enchia o quarto.
— E não para aí, amor… Quero que você me leve pra um parque à noite, me faça ficar nua no mato, de quatro no chão sujo, e me foda como um animal. Depois chama uns desconhecidos pra me usarem. Gangbang selvagem… dez, quinze caras me enchendo de porra por todos os buracos. Boceta, cu, boca, tudo escorrendo leitinho quente. Eu quero ser o buraco coletivo da noite, uma vadia pública que só existe pra ser arrombada.
Eliana se inclinou pra frente, as tetas esmagando contra o peito dele, e sussurrou no ouvido enquanto rebolava devagar, provocante:
— Me imagina grávida… barriga grande, peitos cheios de leite. E mesmo assim eu pedindo pra ser fodida por estranhos. Um atrás do outro, gozando dentro da minha barriga inchada, me tratando como uma puta prenha que não aguenta mais de tanto pau. Ou pior… quero que você me faça chupar o pau do nosso filho quando ele crescer, ensinar ele a me usar como você me usa. Família toda me fodendo, me passando de mão em mão, me enchendo de porra até eu não aguentar mais andar.
Ela riu baixinho, safada, apertando o cuzinho no dedo dele.
— Eu sou sua puta, amor. Sua cadela. Quero que você me grave sendo arrombada por um monte de negões com paus enormes, me fazendo gritar que sou uma branquinha vadia viciada em rola preta. Quero gangbang com estranhos no motel, eu algemada na cama, sendo usada sem parar até minha boceta e meu cu ficarem vermelhos e inchados, pingando porra de todo mundo.
O marido gemeu alto, metendo com força pra cima, sentindo ela gozar só de falar tanta putaria.
— Continua, sua puta… me conta tudo que essa boceta safada sonha.
Eliana jogou a cabeça pra trás, gemendo alto, os mamilos duros roçando no peito dele:
— Quero ser sua escrava sexual 24 horas. Acordar com pau na boca, dormir com porra escorrendo. Quero que você me leve pra festa de swing e me deixe no meio da sala, de joelhos, chupando todo mundo enquanto você filma. Depois me foder na frente de todos, me chamando de “minha puta particular”. E o cúmulo… quero que você me alugue. Me coloque num site de putaria e deixe desconhecidos me reservarem pra me foderem em motel barato, eu chegando toda maquiada, de salto, e saindo com a boceta destruída e cheia de porra alheia.
Ela apertou mais forte, rebolando rápido, sentindo o orgasmo subir:
— Eu só penso em foder… ser usada, humilhada, enchida, arrombada. Quero ser a maior vadia da cidade. Sua esposa na rua… sua puta no quarto. Me fode agora, amor… e amanhã realiza uma dessas loucuras. Me faz ser o que eu nasci pra ser: um buraco quente pra todo pau que quiser me usar.
Com um grito rouco, Eliana gozou forte, esguichando na barriga dele, o corpo tremendo inteiro. O marido não aguentou e explodiu dentro dela, enchendo a boceta gulosa de porra quente.
Ela desabou em cima dele, ainda com o pau latejando dentro, e sussurrou com um sorriso safado:
— E isso foi só o começo… amanhã eu quero mais. Muito mais. Me usa, amor. Me destrói. Eu sou sua puta pra sempre.
E os dois sabiam que aquela noite era só o aquecimento para as loucuras que viriam. Porque Eliana não tinha limites. Só queria foder. De todas as maneiras possíveis.