O beijo e o toque dele me faziam esquecer que eu namorava. Os dedos dele desceram até minha calcinha e encontraram minha buceta úmida, babando; ele massageou meu grelo e deu para eu lamber os dedos dele, sujos com o meu melzinho. Eu estava em êxtase com a adrenalina, então eu sugeri:
— Vamos para um motel?
Ele, o amigo dele e a Jeni toparam, então nós fomos. Um motel de bairro, sujo, bem fuleiro; era o que tinha por perto.
Entramos no motel. Jenifer e o cara já se comiam no beijo; ele a levou para a cama enquanto eu estava em pé, beijando o outro. Ele levantou meu vestido e começou a me siriricar ali mesmo.
Eu precisei ir ao banheiro e, quando voltei, Jenifer estava no meio dos dois, de joelhos, chupando as duas picas; chupava um e depois o outro.
— Vem, amiga — disse ela, tirando o pau da boca.
Tirei o vestido. Meus peitos, com os mamilos duros, ficaram à mostra; a calcinha era minúscula. Ajoelhei ao lado dela e segurei o pau; cuspi na cabeça e o alisei para frente e para trás. Eu comecei a chupar com maestria; engolia até a metade para ir preparando a garganta e, em alguns segundos, eu já estava conseguindo engolir todo o seu pau.
— Porra, engole, vagabunda! — disse ele, gemendo.
Olhei para cima, encarando os olhos dele, e forcei o pau na garganta, engolindo tudo até meu nariz encostar na barriga dele.
— Uag, ghhs... — o som do meu engasgo ecoou no quarto.
Bati o pau na minha cara e disse:
— Nossa... que pauzão gostoso! — falei ofegante, com a baba escorrendo pelo meu queixo.
— Isso, vagabunda! Bate o pau na cara! — ele disse.
Eu obedecia como uma puta obediente.
— Assim que você quer, safado? — Eu batia com força a pica na minha cara. — Deixa eu chupar os dois paus — pedi.
Jenifer ficou de pé, ficando pelada, enquanto eu mamava os dois; engolia um e depois o outro.
— Isso, vagabunda! A Bárbara piranha está de volta! Hahaha! — disse Jenifer.
Eu, com os dois paus na boca, sorri.
— Fica de quatro na cama, quero foder sua buceta — ele disse.
Eu me posicionei de quatro, e a Jenifer ficou do meu lado, de quatro também.
— Põe camisinha — disse Jenifer.
Ambos não tinham camisinha, e o motel era tão fuleiro que também não tinha nem para vender.
— Foda-se! Me fode sem! Quero sentir o pau pulsando lá dentro! — eu disse, alisando a minha buceta. Eu estava de quatro, esperando a pica entrar em mim. Ele segurou minha cintura com uma das mãos e, com a outra, ficou esfregando o pau na minha buceta molhada.
— Pede pica! Pede, vagabunda! — ele ordenou.
— Enfia esse pau em mim! Me dá pica, safado! — eu gemi, perdendo o juízo.
Ele empurrou a cabeça do pau; eu gemi, empinando ainda mais a bunda. Ele começou com estocadas leves, me arrancando gemidos que eu nem sabia que ainda conseguia soltar.
Ele agarrou o meu cabelo com uma das mãos e começou a me fazer de puta. Com estocadas fortes, ele era bruto; o saco dele batia em mim a cada estocada. Além das estocadas fundas na minha buceta, ele começou a encher minha bunda de tapas.
— Isso! Soca fundo nessa buceta... Bate nessa vagabunda! — eu gritava.
— Toma, sua puta! Toma pica na buceta!
Olhei para o lado; Jenifer gritava também, gemia muito, agarrando os lençóis.
— Vamos trocar! — eles disseram. Eles trocam, e ele se deita, me obrigando a subir em cima dele.
Eu encaixo o pau na minha buceta e começo a cavalgar. Sou bruta nas sentadas, cavalgando com força. Ele me puxa, fazendo eu colar meu peito no dele, e começa a meter de baixo para cima com estocadas brutas, apertando minha bunda e dando tapas.
— Puta que pariu, que delícia!
— Não para, porra! Mete fundo! Tô gozando! — eu disse, gritando.
Ele acelerou ainda mais o ritmo.
— AHHH! GOZEI NA SUA PICA, PORRA!
A Jenifer estava entregue, com a cara enterrada no travesseiro imundo, gemendo alto, ele socou o pau todo para dentro, até o saco bater com um estalo seco na bunda dela, e começou a descarregar. Gozou jatos quentes que inundaram a buceta da Jenifer no pelo, sem dó. O cara tirou o pau devagar, e a porra começou a escorrer da buceta dela, sujando o lençol do motel. Ela olhou para mim com os olhos revirados, um sorriso de deboche com o rosto suado.
Eu vi a porra escorrendo da buceta da Jenifer, meu clitóris pulsou na hora. Ele continuou metendo com força, espancando a minha bunda com tapas, deixando tudo vermelho e ardendo.
— Quer leite aonde, puta? — ele me perguntou, rosnando.
— Quero na cara! — eu respondi, desesperada.
Ele me jogou de joelhos. Eu chupei o pau dele com vontade, depois as bolas, sentindo o gosto do suor e da sujeira. Ele segurou o próprio pau, olhou bem nos meus olhos e ordenou:
— Pede... Pede para eu gozar na sua cara!
— Goza na minha cara! Goza para mim, safado! — eu implorei.
Ele cravou a mão na minha cabeça, forçando meu rosto, e grunhiu:
— Toma, vadia! AAAAA!
As jatadas começaram a explodir na minha cara, no meu olho. Eu abri a boca para tentar engolir tudo, mas era tanta porra que eu não conseguia nem abrir um olho. Pelo canto da visão, vi a Jenifer com o celular na mão, me filmando e rindo:
— Olha que puta! Ela namora, o corno tá em casa e ela tá aqui recebendo porra na cara. Manda um beijo, Bárbara!
Eu acenei e mandei um beijo para a câmera, com a cara toda suja e o coração disparado de tesão e medo. Depois disso, a gente tomou banho junto, eu me limpei bem para tirar o rastro da sujeira e me vesti.
Entrei no banheiro de casa com o coração ainda acelerado. Tirei a roupa devagar e, quando me virei para o espelho, vi as marcas na minha bunda — o vermelho dos tapas e o roxo dos dedos daquele estranho. Eu não me importei; na verdade, o meu corpo ainda pulsava. Olhei para o meu reflexo, com o cabelo bagunçado e os olhos cansados, e sussurrei para mim mesma:
— O que foi que eu fiz? É errado... mas é gostoso demais.
Deitei na cama ao lado do espaço vazio do Paulo, sentindo o peso daquela traição no meu corpo, e dormi com um sorriso no rosto, como se tivesse acabado de renascer. Acordei no dia seguinte com o celular vibrando. Era uma mensagem dele:
"Bom dia, amor! Te amo! ??"
Olhei para a tela e depois para as marcas no meu corpo que o pijama escondia. O Paulo não fazia ideia da piranha que tinha em casa.