TRAINDO MEU NAMORADO

Com vinte anos eu já havia feito uma caralhada de coisas; comecei cedo na academia da putaria, antes mesmo de começar a ter cabelo na buceta. Eu sempre fui muito safada, talvez eu tenha puxado minha mãe, porque ela é do mesmo jeito que eu. Nós temos uma relação de mãe e filha muito boa: eu conto tudo para ela e sei de tudo que ela faz também. Sei das traições, sei de cada macho que ela sai, mesmo ela sendo casada com um véi pau-mole. Ele não é meu pai, então ele que se foda; tem que levar chifre mesmo.
Eu estava entediada. Toda semana era festa, bebida e dava muito; eu sempre tinha macho pra me foder. Eu era aquela ninfomaníaca que ama pau, mas eu decidi dar uma parada. Estava no momento de encontrar alguém e ter algo sério.
Foi quando conheci Paulo: um moreno alto, maneiro, me tratava bem, cuidava de mim — um famoso príncipe. Me apaixonei por ele, comecei a amar e estamos juntos há quase um ano. Eu havia mudado mesmo. O sexo era maravilhoso, como tudo nele. Mas sempre tem aquele detalhe negativo, né? Minha mãe e minha amiga Jenifer nunca foram com a cara dele, principalmente minha mãe. Sempre colocava defeito em algo; elas sempre me chamavam para sair ou fazer algo, mas eu sempre estava sem vontade de ir, e elas acabaram pensando que era ele que não deixava.
Eu e Paulo morávamos a trinta minutos de distância. Era sexta-feira e ele mandou mensagem falando que iria sair com os amigos; para mim, não havia problema. Coincidentemente, a Jenifer me chamou para sair também, e eu fui. Pra quê??
Papo vai e papo vem no barzinho, o pagode rolando solto, dois caras se aproximaram e pediram para sentar na mesa com a gente. Jenifer aceitou. Bebida pra cá e bebida pra lá, Jenifer acabou ficando com um dos caras. O amigo dele queria ficar comigo, mas eu avisei que namorava. Era onze da noite, eu já estava alta; Jenifer foi no banheiro e eu fui junto. Ela diz:
— Amiga, o cara é gato, você vai desperdiçar a oportunidade?
— Ai, Jeni, eu namoro. Não dá pra mim trair ele — respondi.
— Você mudou mesmo. Lembra da Bárbara de antigamente? Ela daria horrores pra esse cara — ela me fez lembrar.
— Eu sei, mas agora eu sou diferente. Aproveita sua noite, amiga. Vou para casa — disse.
Voltamos para a mesa e eu disse que ia pedir Uber para ir embora. O cara disse que me levaria, sem problema. Jenifer disse para irmos embora, então. Ela entrou no banco de trás do carro com o cara, e eu fui na frente. Eles estavam se comendo no banco de trás: beijo, passada de mão...
O cara dirigindo colocou a mão na minha coxa, alisou e eu não impedi. Ele encostou o carro numa rua meio deserta, de pouquíssimo movimento. Me puxou pela nuca, me beijou; eu cedi. Eu queria aquilo. O beijo foi excitante, gostoso demais. Com o beijo, a Bárbara certinha estava desaparecendo aos poucos.

O beijo e o toque dele me faziam esquecer que eu namorava. Os dedos dele desceram até minha calcinha e encontraram minha buceta úmida, babando; ele massageou meu grelo e deu para eu lamber os dedos dele, sujos com o meu melzinho. Eu estava em êxtase com a adrenalina, então eu sugeri:
— Vamos para um motel?
Ele, o amigo dele e a Jeni toparam, então nós fomos. Um motel de bairro, sujo, bem fuleiro; era o que tinha por perto.

Entramos no motel. Jenifer e o cara já se comiam no beijo; ele a levou para a cama enquanto eu estava em pé, beijando o outro. Ele levantou meu vestido e começou a me siriricar ali mesmo.
Eu precisei ir ao banheiro e, quando voltei, Jenifer estava no meio dos dois, de joelhos, chupando as duas picas; chupava um e depois o outro.
— Vem, amiga — disse ela, tirando o pau da boca.
Tirei o vestido. Meus peitos, com os mamilos duros, ficaram à mostra; a calcinha era minúscula. Ajoelhei ao lado dela e segurei o pau; cuspi na cabeça e o alisei para frente e para trás. Eu comecei a chupar com maestria; engolia até a metade para ir preparando a garganta e, em alguns segundos, eu já estava conseguindo engolir todo o seu pau.
— Porra, engole, vagabunda! — disse ele, gemendo.
Olhei para cima, encarando os olhos dele, e forcei o pau na garganta, engolindo tudo até meu nariz encostar na barriga dele.
— Uag, ghhs... — o som do meu engasgo ecoou no quarto.
Bati o pau na minha cara e disse:
— Nossa... que pauzão gostoso! — falei ofegante, com a baba escorrendo pelo meu queixo.

— Isso, vagabunda! Bate o pau na cara! — ele disse.
Eu obedecia como uma puta obediente.
— Assim que você quer, safado? — Eu batia com força a pica na minha cara. — Deixa eu chupar os dois paus — pedi.
Jenifer ficou de pé, ficando pelada, enquanto eu mamava os dois; engolia um e depois o outro.
— Isso, vagabunda! A Bárbara piranha está de volta! Hahaha! — disse Jenifer.
Eu, com os dois paus na boca, sorri.
— Fica de quatro na cama, quero foder sua buceta — ele disse.
Eu me posicionei de quatro, e a Jenifer ficou do meu lado, de quatro também.
— Põe camisinha — disse Jenifer.
Ambos não tinham camisinha, e o motel era tão fuleiro que também não tinha nem para vender.
— Foda-se! Me fode sem! Quero sentir o pau pulsando lá dentro! — eu disse, alisando a minha buceta. Eu estava de quatro, esperando a pica entrar em mim. Ele segurou minha cintura com uma das mãos e, com a outra, ficou esfregando o pau na minha buceta molhada.
— Pede pica! Pede, vagabunda! — ele ordenou.
— Enfia esse pau em mim! Me dá pica, safado! — eu gemi, perdendo o juízo.
Ele empurrou a cabeça do pau; eu gemi, empinando ainda mais a bunda. Ele começou com estocadas leves, me arrancando gemidos que eu nem sabia que ainda conseguia soltar.

Ele agarrou o meu cabelo com uma das mãos e começou a me fazer de puta. Com estocadas fortes, ele era bruto; o saco dele batia em mim a cada estocada. Além das estocadas fundas na minha buceta, ele começou a encher minha bunda de tapas.
— Isso! Soca fundo nessa buceta... Bate nessa vagabunda! — eu gritava.
— Toma, sua puta! Toma pica na buceta!
Olhei para o lado; Jenifer gritava também, gemia muito, agarrando os lençóis.
— Vamos trocar! — eles disseram. Eles trocam, e ele se deita, me obrigando a subir em cima dele.
Eu encaixo o pau na minha buceta e começo a cavalgar. Sou bruta nas sentadas, cavalgando com força. Ele me puxa, fazendo eu colar meu peito no dele, e começa a meter de baixo para cima com estocadas brutas, apertando minha bunda e dando tapas.
— Puta que pariu, que delícia!
— Não para, porra! Mete fundo! Tô gozando! — eu disse, gritando.
Ele acelerou ainda mais o ritmo.
— AHHH! GOZEI NA SUA PICA, PORRA!

A Jenifer estava entregue, com a cara enterrada no travesseiro imundo, gemendo alto, ele socou o pau todo para dentro, até o saco bater com um estalo seco na bunda dela, e começou a descarregar. Gozou jatos quentes que inundaram a buceta da Jenifer no pelo, sem dó. O cara tirou o pau devagar, e a porra começou a escorrer da buceta dela, sujando o lençol do motel. Ela olhou para mim com os olhos revirados, um sorriso de deboche com o rosto suado.

Eu vi a porra escorrendo da buceta da Jenifer, meu clitóris pulsou na hora. Ele continuou metendo com força, espancando a minha bunda com tapas, deixando tudo vermelho e ardendo.
— Quer leite aonde, puta? — ele me perguntou, rosnando.
— Quero na cara! — eu respondi, desesperada.
Ele me jogou de joelhos. Eu chupei o pau dele com vontade, depois as bolas, sentindo o gosto do suor e da sujeira. Ele segurou o próprio pau, olhou bem nos meus olhos e ordenou:
— Pede... Pede para eu gozar na sua cara!
— Goza na minha cara! Goza para mim, safado! — eu implorei.
Ele cravou a mão na minha cabeça, forçando meu rosto, e grunhiu:
— Toma, vadia! AAAAA!
As jatadas começaram a explodir na minha cara, no meu olho. Eu abri a boca para tentar engolir tudo, mas era tanta porra que eu não conseguia nem abrir um olho. Pelo canto da visão, vi a Jenifer com o celular na mão, me filmando e rindo:
— Olha que puta! Ela namora, o corno tá em casa e ela tá aqui recebendo porra na cara. Manda um beijo, Bárbara!
Eu acenei e mandei um beijo para a câmera, com a cara toda suja e o coração disparado de tesão e medo. Depois disso, a gente tomou banho junto, eu me limpei bem para tirar o rastro da sujeira e me vesti.

Entrei no banheiro de casa com o coração ainda acelerado. Tirei a roupa devagar e, quando me virei para o espelho, vi as marcas na minha bunda — o vermelho dos tapas e o roxo dos dedos daquele estranho. Eu não me importei; na verdade, o meu corpo ainda pulsava. Olhei para o meu reflexo, com o cabelo bagunçado e os olhos cansados, e sussurrei para mim mesma:
— O que foi que eu fiz? É errado... mas é gostoso demais.
Deitei na cama ao lado do espaço vazio do Paulo, sentindo o peso daquela traição no meu corpo, e dormi com um sorriso no rosto, como se tivesse acabado de renascer. Acordei no dia seguinte com o celular vibrando. Era uma mensagem dele:
"Bom dia, amor! Te amo! ??"
Olhei para a tela e depois para as marcas no meu corpo que o pijama escondia. O Paulo não fazia ideia da piranha que tinha em casa.


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


Ficha do conto

Foto Perfil barbara-cachorra-
barbara-cachorra-

Nome do conto:
TRAINDO MEU NAMORADO

Codigo do conto:
257909

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
27/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
0