Antes de seguir, um alerta: esta história vai mexer com suas crenças. Se você acha que um gay vai ser gay para sempre e quem pensa o contrário está errado, não leia. Vá fazer outra coisa. Agora, se você é mente aberta e quer saber o que realmente é a sexualidade, achou o relato certo!
Fazia tempo que eu queria pegar uma aluna minha: Carla, uma novinha rabuda, de 1.70m, morena, que vivia fazendo foto com pose de modelo e tinha feitos 18 anos bem no início do ano… e pensa com que qualidade! A gatinha sabia se exibir e provocar. A vantagem é que ela não era lá muito inteligente… Melhor, para mim, né? Iria precisar mais da ajuda do professor e eu não ia negar ajuda nenhuma, muito menos as… recompensas por ter ajudado.
Já era dezembro, final de ano escolar, e era aquela loucura de aluno correndo atrás de nota. Tinha ido até a Capital resolver alguns assuntos chatos… e toda vez que fico estressado o tesão aumenta, então, era uma semana que eu sempre de uma foda daquelas!
Chegando na cidade, fui direto para a escola fazer o fechamento de notas e indicar os estudantes que deveriam fazer recuperação. Caro amigo leitor, aqui você vai descobrir algumas das maldades que nós professores fazemos… E fortemente que pegue a dica. Ao fechar a nota, todos da turma de Carla tinha passado, exceto ela. Sua nota: 5,8. Dois décimos só para fechar! Olhei a última prova dela e vi que podia dar mais alguns descontos, o que fiz automaticamente. Com isso, a nota de Carlinha ficou em 5,5… não teria direito a reclamação e teria que pedir a ajuda do professor extremamente disponível!
Enviei as notas e só aguardei.
No outro dia, Carlinha veio até mim, bastante preocupada. Desesperada, pois não queria rodar de ano com a formatura tão perto. Tranquilizei ela e disse que tinha como recuperar. Ela pareceu meio nervosa mesmo assim. Afirmei que estaria disponível quando ela precisasse e que à tarde estaria na biblioteca.
Tudo de caso pensado! A biblioteca da escola era pouco visitada e, no fim de ano, ninguém ia lá. Cenário perfeito!
À tarde, cheguei bem cedo e esperei. Não demorou muito para Carla chegar… E que chegada! Nunca soube se Carlinha fez de propósito ou se foi simplesmente ingênua, mas ela foi com um short curtíssimo e de top! Com aquela entrada, já ficou com um desconforto você sabe bem onde…
Carlinha começou puxando o caderno e explicação vai, explicação vem, e ela não avançava nada. Começou a ficar nervosa. Passei as duas mãos pelos ombros dela, apertando de leve, pedindo que ela se acalmasse.
– Prof., eu vou rodar de ano!! E na sua matéria!
– Tem sempre um jeito de passar, Carlinha…
– Mas, sua matéria é muito difícil! Como vou passar na prova?
Em vez de conselhos bobos, resolvi dar uma invertida:
– O que tu acha que tem que fazer para passar na minha prova?
Ela pareceu pensar um pouco e desabafando – ou querendo me provocar? – disse:
– Acho que nem dando pro senhor eu passo!
– Tu quer dar para mim, é? – Provoquei com um sorriso e aproveitei para passar uma mão pela coxa dela.
Carlinha reagiu de forma positiva, apoiou os cotovelos no encosto da cadeira, projetando mais os seus seios deliciosos e grandes.
– Professor… que isso? – a voz estava mais provocante, tinha desejo ali!
– Quer ou não quer?
– Ah, prof., não sei… não devíamos estudar, não?
Aproximei do ouvido dela e sussurrei:
– Então, vamos estudar o corpo um do outro.
Carlinha me olhou toda safadinha e não perdi a oportunidade: beijei ela com vontade. A garota retribuiu com intensidade e não demorou para ela começar a descer mais a mão dela em direção ao meu garotão. Até que…
– Professor!! – Carlinha tinha chegado na minha pica – Meu Deus!! – O choque dela foi grande.
– Que foi, nunca topou com um dotado? – Respondi atrevido. Tenho um cacete de 20 cm e dos grossos, quem vê, sempre fica impressionado!
– N-nunca… – Carlinha demonstrava desejo e receio.
– O que está esperando para provar, então? Ou quer ficar reprovada?
Carlinha fez riu de forma bem divertida, mas abaixou a cabeça e eu saquei a minha rola para fora. E caiu de boca!
– Nossa, Carlinha, onde tu aprendeu a chupar assim? – Carlinha era bem mais safada do que imaginei, ela ia até o talo e percebi que queria ainda alcançar as bolas.
– Ai, prof, que pau é esse, caralho! – Ela parou um pouco e me punhetou.
– É o pau a quem tu tem que servir que nem putinha!
– Então, vou tirar dez agora! – Carlinha estava se soltando, tirou o short e a calcinha, e massageando sua buceta, chamou:
– Vem, prof., mete gostoso aqui!
Não precisou pedir duas vezes: primeiro, fui lamber aquela bucetinha rosa, estalando de novinha. Carlinha começou a gemer enquanto massageava os seios. Em seguida, pois ela já estava molhadinha, fui meter.
Só que antes, avisei:
– Eu vou te foder de verdade, entendeu? Vou meter nessa tua buceta com força, não vou te dar arrego, não!
– Vem, prof., me faz de putinha! Sempre quis um macho de verdade!
Agarrei ela e meti com força. Que bucetinha gostosa! Aproveitei para lamber os seios dela e Carlinha começou a gemer cada vez mais.
– Ai, prof…. Ai! Ai, que delícia! Me fode todinha!
– Isso é só o início, Carlinha! Teu cuzinho não será poupado hoje!
– Ai, eu nunca dei o cu! Vem com tudo, prof., me esculacha, me fode até o chão, acaba com essa putinha que é tua aluna!
Carlinha gemia e começou a tremer as pernas conforme eu comia ela com mais força! Agarrei ela, tiramos o resto de roupa que ainda tínhamos, sentei ela em cima de uma pilha de livros e comecei a meter com inteira liberdade! A buceta dela estava completamente aberta pelo meu pau!
– Prof! Prof! Ai! Aiii! – Carlinha ofegava e nós dois suávamos muito – Não para!
– Vou te foder até o talo, Carlinha! Vou te ensinar como é que se dá a buceta e o cu direito!
– PROF.?! CARLA?! – Soou uma voz.
Paramos imediatamente, eu com meu pau enterrado na buceta de Carlinha. Alguém tinha entrado na biblioteca! Eu não tinha ouvido nada, concentrado em comer aquela vagabunda!
A voz era de Vicente, colega de formatura de Carla.
A primeira coisa que pensei foi “fudeu!”. Mas, eu não ia me entregar fácil, tinha que dar uma virada de jogo.
– Vocês estão transando na biblioteca… da escola?! – Na voz de Vicente se percebia um misto de incredulidade e diversão.
– Pois é, Vicente! Estou comendo a Carlinha como ela nunca foi fodida antes! – Me virei para Carlinha e comecei a meter de novo, mas devagar. Aguardava a reação de Vicente.
– Qual é, Vicente? – Falei após o silêncio de um minuto dele – Vai ficar só olhando? Chega aí que ela dá para você também!
Nesse momento, abracei Carlinha, como se fosse trocar de posição e sussurrei no ouvido dela: “me obedece direitinho que tu vai humilhar o Vicente hoje!”. Após isso, tirei Carlinha da pilha de livros e coloquei em pé no chão. Foi aí que notei a primeira evidência.
Vicente deu uma olhada no meu pau e seus olhos se arregalaram, brevemente. Pensei: “Ah, Vicente, então quer dizer que, lá no fundo – bem escondido –, tu também quer pica? Pois hoje é teu dia de sorte!”.
Virei Carlinha para ficar de frente para Vicente e comecei a comer a buceta dela de novo. Carlinha fazia uma carinha de safada, passava a mão nos seios, provocando a todo momento. E Vicente com a boca aberta só olhando!
– Porra, Vicente! Vai ficar só olhando mesmo? Ou por acaso o que tu quer é pica também?
Vicente pareceu despertar de um transe, aproximou-se de Carlinha, mas parecia ainda meio abobado.
– Vem, gato! Quero essa tua pica também! – Carlinha conseguiu alcançar Vicente e puxou o zíper do jeans dele. E começou a mamar ele.
Vicente não era grande coisa, mas fazia algum sucesso com as garotas. Era o tipo “magrão respeitador” que inspirava confiança. Carlinha chupava com vontade e conseguia engolir todo o pau de Vicente, que começou a gemer bem rápido.
– Carlinha… Que chupada é essa… – Finalmente Vicente falou alguma coisa. Eu passei a ter a impressão de que ele não conseguia discernir se aquilo era sonho ou realidade. E eu não deixaria essa chance escapar…
– Teus sonhos vão virar realidade, Vicente! TODOS os teus sonhos… – Vicente com certeza não entendia o alcance das minhas palavras, eu falava direto com o desejo corporal dele, que ele não reconhecia – Olha só o que a Carlinha aguente aqui…
Comecei a estocar na buceta de Carlinha com mais força, me inclinando sobre ela e abraçando os quadris para ter a melhor performance.
– Caralho, professor! – Vicente olhava com a boca aberta, Carlinha gemia com a pica dele na boca – Só vi isso em filme pornô!
– Quer que eu te ensine a foder assim?
– Porra, quero sim!
– Vem aqui, então – Parei de comer Carlinha e pus ela de pé
– Agarra a bunda dela com as duas mãos – Vicente obedece, o pau dele já apontando pro alvo que era Carlinha. Aproveitei para ficar bem atrás dele, minha rola bem perto da bunda dele – Agora, enfia na buceta dela, e aperta um pouco mais a bunda dela.
– Vamos lá, Vicente! E me come direito que nem o professor, quero gozar bastante – Carlinha colaborava naturalmente com meus planos
– Bora, Vicente! Não tem que ter pena dessa buceta, não! – Coloquei pressão, Vicente fazia tudo devagar
– Pô, Vicente! Me come, porra! Não dá para sentir teu pau em mim!
– Soca nela, Vicente! Força!
– Vamos, Vicente! Isso aí que tu tá fazendo não é nada…
– Tem que provar o que o teu pau consegue fazer, cara!
– Só sinto prazer quando tuas bolas fizerem barulho na minha xana!
– Come ela, Vicente! COME ELA, CARALHO!
– VAI, GAROTO! QUERO TUAS BOLAS NA MINHA XANA
– TU NÃO GOSTA DE BUCETA, PORRA?! TEM QUE IR COM TUDO!
– NÃO QUERO UM SOCA FOFO, QUERO UM MACHO DE VERDADE!
Vicente era a cara do desespero. Eu e Carlinha estávamos acabando com ele, e ele não dava conta. Sua respiração era entrecortada e ainda tinha o agravante que, quando ele tentava acelerar, roçava as bolas na minha pica. Notei que, nesses momentos, ele se arrepiava embora pingasse suor.
Eu e Carlinha caprichamos na maldade, falando sempre intercalado e colocando pressão. Até que aconteceu.
Vicente broxou.
Ele tentou tirar o pinto mole de dentro de Carlinha, mas ela não deixou e humilhou mais:
– Como assim, porra? – Ela virou para trás e deu um tapa na barriga dele – Não acredito que tu broxou, Vicente! Assim não dá! – Ela rebolou ainda de encontro ao pau dele, mas Vicente não reagia.
Ele parecia que ia chorar.
– Ah, não, Vicente! Que decepção… – Finalmente saí de trás dele para ver bem a cara dele.
Carlinha estava no auge da indignação.
– Para que tu veio aqui hoje, filho da puta? Eu estava sendo fodida como nunca e tu estraga tudo! Eu quero gozar fodida por um macho de verdade!
Vicente estava em um conflito imenso. A face ficou totalmente vermelha, ele tentou se tocar, mas seu “garotinho” não reagia.
– Vicente, Vicente… Que vexame… Já pensou se todos ficam sabendo que tu é um broxa? – Os olhos de Vicente se arregalaram de medo, a boca se abriu um susto, mas o choque da situação não deixava ele falar, nem pensar.
Melhor assim!
– Pega tuas coisas e vaza, ô broxa! – Carlinha estava verdadeiramente revoltada – Deixa o trabalho para os machos de verdade, que nem o professor.
– Calma, Carlinha, calma! – Falei, gesticulando – Vamos dar mais uma chance para o garotão aí.
Carlinha fez um muxoxo de desdém, Vicente me olhou meio abobado meio esperançoso.
– Qual é, professor! O Vicente não vai dar conta!
– Vicente, olha bem aqui para mim… – me aproximei de Vicente pela frente, e ele ora olhava para mim, ora para o meu pau duríssimo – Olha para mim, porra! – ordenei em voz bem alta – Quer comer a Carlinha? Foder ela de verdade?
– S-sim… – Vicente parecia hipnotizado, nem piscava.
– Conheço um jeito do teu pau subir em menos de um minuto.
Carlinha e Vicente abriram a boca surpresos.
– Mas, isso tem um preço… – completei sorrindo bem safado – Tá disposto a pagar?
– Q-qual é?
– A partir de agora, você não pode dizer mais “não” para mim. Só “sim”. Obedecer direitinho tudo o que eu mandar. Sacou?
– Beleza… – Vicente sorriu, parecendo aliviado
– Você não pode questionar, não pode duvidar, não pode desistir. É que nem ser escravo!
– Como eu levanto meu pau? – Vicente estava desesperado para obedecer.
– Só tem um jeito: eu tenho que comer seu cu também.
As reações dos dois foram diferentes. Carlinha abriu a boca surpresa e os olhos brilharam. Vicente ficou pálido: agora ele estava entendendo o que significa dizer apenas “sim”.
– Não… Não! Professor! – Vicente estava chocado – Tipo… não! – Vicente parecia confuso com uma mistura de sentimentos – Sou hétero e… e… olha o seu documento
– Eu estou olhando e adorando ver, adoraria no meu cu – falou Carla na mesma hora
– Calma, Vicente! Relaxa, meu! – Dei uma encostada no ombro dele e Vicente recuou, receoso – Tu acha que vou meter isto aqui tudo de uma vez no teu brioco? A vida não é filme pornô, cara!
– Pois no meu pode meter, eu topo ser arrombada agora mesmo! – Carlinha estava no auge do atrevimento, parecia que dar poder a ela fazia ela ter um tesão sem controle… o que era muito interessante.
– Deixa eu te mostrar… Vou levantar essa tua pica sem usar a minha rola… Te garanto – usei um tom de voz baixo, firme e olhava Vicente fixamente.
Vicente me olhava, sem responder. Ele estava confuso, com medo, tinha sofrido uma pressão bem grande a pouco. Mas, esse era o caminho para ele ceder completamente.
– Vicente… presta atenção – me aproximei dele e falei mais perto do ouvido – É melhor aceitar. A Carlinha é dessas vadias que podem destruir a reputação de um cara. Se tu não aceitar, ela vai dizer que tu é um broxa para todo mundo. E não adianta tu falar a tua versão, ninguém vai acreditar. E se tu contasse, iria ter que confessar que tu broxou. O resto da escola vai rir da tua cara e tu vai ganhar apelidos que nem sonha!
Vicente ficou chocado, mas via que acompanhava meu raciocínio.
– E tem mais… – baixei mais a voz, virando quase um sussurro – Eu sei da verdade… Eu vi pelo jeito que tu me olhou… Você quer a minha pica… Não adianta fingir – Vicente tentava negar com a cabeça – É normal, meu. E aqui e agora tu tem a oportunidade de realizar todos os teus sonhos comigo e com a Carlinha. Imagina tu fodendo essa vagabunda de verdade! Imagina o prazer que o meu pau pode te dar! Conheço todos os segredos do corpo…
Vicente começou a olhar para mim e para minha rola. Dava para ver as engrenagens da cabeça dele funcionando.
– Qual é, professor! Larga esse broxa aí e vem me comer! O Vicente não passa de um virjão!
Ah, Carlinha!! Tu era uma puta maravilhosa mesmo! Disse a frase fatal. Falei rapidamente:
– O tempo acabou, Vicente! Ou me obedece ou tu vai sair daqui com fama de virjão broxa!
– Eu aceito… – Vicente finalmente, e se voltou para Carlinha – Vou te obrigar a me respeitar, piranha!
– Hahahaha, dou o cu para ti se tu conseguir!
– Bora, Vicente! Vem aqui! – Puxei Vicente pela bunda e fui aproximando minha mão do black hole dele. – Vai ser fácil, relaxa…
Vicente deu sinais de que confiava em mim, ao mesmo tempo que olhava para Carla com faíscas nos olhos.
O que eu fiz foi muito simples: coloquei um dedo no rabo de Vicente e fui “abrindo caminho”. A reação foi instantânea: Vicente soltou um leve gemido, seu corpo se arrepiou e – imagino – ele deve ter sentido um calor gostoso subindo do abdome. Comecei a abrir Vicente e aumentar a velocidade da dedada.
– Caralho! – Carlinha logo falou – Não é que tu tá despertando Vicente? – E, realmente, o pau de Vicente começou a dar sinais de vida em menos de um minuto. Vicente olhava aquilo incrédulo e Carlinha tinha uma cara gulosa.
– Professor… puta que pariu, hein! Tu é foda para caralho! – Os olhos de Carlinha brilhavam de encantamento como se fossem lâmpadas – Quero chupar essa pica para ver se é boa
– E o que tá esperando para cair de boca? – Desafiei. E Carlinha não esperou: quando a rola de Vicente se ergue de novo ela caiu de boca na pica dele.
E eu aproveitei para introduzir dois dedos, ampliando a dedada em Vicente, o que fez ele começar a gemer.
– Tá muito mais dura que antes! – Carlinha fazia uma festa, engolia até o talo, lambia as bolas de Vicente, passava a ponta da língua pela circunferência da rola! Vicente estava tendo uma experiência única.
Grudei a boca no ouvido dele e falei baixinho:
– Tá vendo a recompensa? Se tu for bem obediente tem muito mais…
Vicente me olhou e, finalmente, se entregou. Veio com voracidade me beijar na boca e eu retribuí com selvageria, aproveitando para excitar os mamilos dele com a mão livre, enquanto o sagrado dele recebia o terceiro dedo.
– Cacete, Vicente!! Que delícia ver dois homens se pegando assim! Acaba com ele professor – E Carlinha, entupida de tesão, pegou o meu pau e o de Vicente e começou a chupar os dois!
Entre beijos molhadinhos de Vicente, falei:
– Isso cadela, tu queria duas picas para mamar assim, não é vagabunda? – Carlinha nem respondeu. Afinal, parece que é falta de educação responder de boca cheia, não?
O suor escorria de nossos três corpos. Vicente estava completamente entregue, Carlinha dava vazão à própria libido, e eu comandava aqueles dois corpinhos à minha vontade! E era hoje do golpe de mestre!
– Vicente, deita ali naquele tapete – era um tapete de contação de histórias – Vamos esquentar essa festinha de verdade!
Ele obedeceu automaticamente. Carlinha se levantou e foi em direção. Rapidamente, me aproximei e sussurrei, só para ela ouvir:
– Agora é a hora de tu humilhar o Vicente! Mostre o teu poder e senta nele como tu nunca sentou numa pica. O resto, deixa comigo, que acabo com esse viado!
Carlinha abriu a boca surpresa e com um sorriso de diversão. Foi imediatamente sentar em Vicente.
– Assim, não! Virada para mim! – Carlinha tinha começado a se deitar em cima de Vicente e eu corrigi a posição, pois daquele jeito eu não teria ângulo. Carlinha se virou e sentou em Vicente de cócoras, começando o vai-e-vém.
Era uma cena linda e excitante. Carlinha sentava com vontade, Vicente agarrava a bunda dela e gemia prazerosamente. Os seios de Carlinha subiam e desciam velozmente.A hora havia chegado.
Me ajoelhei na frente dos dois e aí é que eles entenderam o que eu ia fazer. Com Vicente recebendo uma sentada deitado, seu blackhole estava na posição ideal para levar uma metida.
Comecei a comer o cu dele enquanto Carlinha sentava no pau dele! Vicente estava num sanduíche bissexual!
– Cara…lho… profe…ssor!! – Vicente foi ficando vermelho, a respiração a mil, ele não conseguia processar tanto prazer! O cuzinho dele estava uma delícia: quente e fácil de penetrar, pois já tinha aberto o caminho com meus dedos. O deslize da minha pica nas pregas dele permitia foder o cu dele com imensa facilidade.
– Toma Vicente! Aguenta essa! – Carlinha era a que mais se divertia – Professor, tu é um deus da putaria!
– Isso, e vocês são meus servos! – Aproveitei e comecei a beijar Carlinha enquanto metia em Vicente e ela sentava em velocidade máxima.
Vicente entrou em colapso total. Não conseguia falar nada. Soltava gemidos contínuos, suor jorrava de todo seu corpo, as pernas tremiam com força.
Bom, leitor, aqui vem a parte ruim: tudo o que é bom dura pouco! Vicente até que aguentou muito… Mas, passado cinco minutos daquele sanduíche gostoso, Vicente jorrou leite em Carlinha.
– Ai, Vicente! Goza, filho da puta! Enche minha xana de leite, que eu to gozando também! – Parei de meter para observar, mas sem tirar meu pau lá de dentro – Caralho! Ai, que delícia!
Ambos os jovens gemeram bem alto, mostrando que gozaram bastante. Carlinha emborcou para o lado, exausta, saindo de Vicente. A xana pingava porra e o pau de Vicente estava totalmente lambuzado!
Mas, eu não saía de dentro de Vicente.
Em alguns instantes, Vicente olhou para mim. Estava exausto, mas percebeu que tinha algo ainda dentro dele.
– Pede meu leite, viado
Vicente parecia não entender
– Falei para tu pedir meu leite, viado! Agora!
– … Quero leite, professor!
– Não escutei!
– QUERO LEITE, PROFESSOR!
Com a resposta devida, puxei ele de vez e comecei a meter de novo. Carlinha observava e começou a se tocar, observando a cena. Vicente voltou a gemer a ponto de começar a ficar todo vermelho.
– Tu vai como um macho goza, puto! Vou entupir esse teu cu com porra!
Vicente gemia bem alto… Tão alto que tinha o risco de alguém escutar, mesmo a biblioteca sendo a parte mais afastada da escola… Hora de dar recompensa para aquele viado.
– Tá gostando, né, viado! Viu como é bom dar o cu para mim! E aqui tá tua recompensa! – Soltei um rugido de ogro e comecei a entupir o rabo de Vicente com meu leite. Promessa feita, promessa cumprida: a porra começou a escorrer para fora! O cu dele tinha entupido com meu leite!
Me levantei e disse:
– Muito bem! Vocês foram bem hoje, mas ainda não estou satisfeito! Até lá, vocês vão ficar de recuperação comigo! E nem pensem em faltar.
Juntei minha roupa e deixei os dois para trás. Eles ainda teriam outras aulas comigo pela frente.