Como um macho no cio ele entrou no quarto adentro, fez sinal com os dedos para ela permanecer calada, em seguida ele abriu as perna dela, sempre fazendo sinal para ela permanecer em silêncio. E aí ele baixou lentamente a sua calça de pijama, deixando aquele pauzão pendendo duro apontando pra cima de bolas fartas e pouco pelo, rosado e grossão, ele deu uma lembida no bico do peito dela, baixou e deu uma leve por cima da renda na buceta dela. Deixando bem salivada. Ela mesmo pegou na calcinha e puxou para o lado desnudando e oferencdo sua bucetinha. Ele ficou pincelando o pau na bucetinha dela, ele soltava pré gozo e ela tava úmida. Ele esfregava sua glade nos lábios virgínais da sua menina e falou com a voz grave e meio trêmula de tesão:
_deixa papai comer sua pepeka deixa filha? Ela gemia entre prazer, desejo, culpa e tesão. Já não era mais virgem a tempos, desde o quinze anos já sabia a delícia de ter a buceta penetrada.
Ela mesmo pegou no pau dele com uma das mão e posicionou na entrada da sua vulva e massageou seu clitóres enquanto sentia ele deslizar pra dentro, o pau do seu pai era realmente grande e grosso, não como os garotos que ela deu e o namorado que a come rotineiramente com seus 18cm grosso que é já uma delicia, mas agora sua buceta recepcionava uma farta pica, grossa com 23cm de imponência e a base mais grossa que o resto do corpo da rola. A falange era um pouco como uma seta, que encaixava deliciosamente na sua bucetinha quentinnha e jovem, facilmente pra abrir passar pro restante do calibre. Ela gemia a cada cm dentro até suas bolas colarem nos seus lábios varginais.
_ai papai,
ele tava todo dentro da sua garotinha, a buceta se alargava bastante recepcionando o tronco o pau do pai.
Ele falou:
_Fecha olhinho filha, isso, papai tá aqui, ixiiii. Ele contemplava como uma fera a sua presa. Ela de olhinhos fechados, o quarto todo iluminado, os peitinhos duros rosados na renda do sutian, calcinha pro lado dando passagem pro seu falo grosso enter, a bucetinha que engolia tudão.
Ele beijando sua testa com ternura paterna, enquanto seu pau pulsava dentro da dela. sussurou baixinho no ouvido dela:
_tá sentindo o pau do pai latejar dentro da sua bucetinha filha?
_To sim pai,
_é gostoso né filha? disse ele começando a socar lentamente. Ela com a sua mão direita massageava suavemente seu clítóris igual faz quando leva rola do namorado pra relaxar mais sua vulva.
_de vagar pai, seu pau é maior e também mais grosso que o do Rafael.
Rafael era namorado dela. O pai ouvindo isso sentiu tesão e ciúmes, acabou imaginando o garoto socando sua filha igual ele tava fazendo e saborendo aquela buceta apertada.
_tá machucando amor? quer que eu tire?
Disse ele ensaiando sair de dentro dela, puxando o pau um pouco pra fora mas não complemente, a bucetinha apertada parecia contrair o pau dele, parecia segurar e querer sugar tudo pra dentro.
_não tira. Ela implorou
_não entendi, o que vc disse meu amor? Ele falou sussurrando parado com metade da rola pra dentro dela e metade pra fora. A rola pulsa forte.
_Não tira pai,
_Não entendi o que você quer filha?
_Mete pai.
Disse ela com a voz delicada e de olhos delicados passageando o clitóries
_não fala assim filha…
Disse ele enquanto ele macetava fundo ela, alternava entre forte e rápido, pra lento e profundo, fazendo as bolas baterem nela levando surra de rola.
Deu uma estocada forte e soltou uma porra, quase pré gozo. e continuou metendo, a porra lubrificava seu pau e a bucetinha dela. Ele pedi pra ela virar e enterrou pau na buceta com força enterrar tudo, a pepeka tava costumara a levar pauzão do namorado, o pai tava laceando mais socando fundo.
Não ia aguentar muito a gozar.
_Filha papai vai leitar, aí caralho, papai vai leitar. Ele gemia entre as esricadas forte e firmes.
Ela delirava sentindo o pau do pai entrar forte, ele soltou três jatos fortes de leite dentro dela, a buceta começou a vazar leite pela lateral, ele continuava socando. Ela olhou pra cara dele de safado no cio metendo e olhou pra sua buceta escorrendo leite e ele socando, fazendo a buceta espumar com muita porra de macho viril. Ele enterrou fundo uma última gozada. Saiu de dentro dela, fazendo escorrer um fio de leite da pepeka dela.
Ele levantou a calça do seu calça do pijama guardando o pauzão, colocou a calcinha de volta no lugar, tapando a bucetinha que vazava leite paterno pela renda, mas ele nem se importou. cobriu a filha com um lençol branco fino, beijou sua testa e disse com aquela voz grave carregada de ternura:
_Tenha bons sonhos filha, papai te ama.
E saiu do quarto de pau meia bomba na calca de pijama balançando, desligando as luzes, deixando a garota com a buceta toda leitada e enxadinha de tanto levar rola grossa.


Na continuacao ele fode o a buceta e o cuzinho dela.
Nossa amei seu conto, me deu um tesão enorme lendo. Votado com louvor! Adoraria sua visita na minha página, tenho conto novo postado, bjinhos Ângela