—Hoje é seu dia de sorte… Último ingresso.
Alegremente, fui até o fundo do ônibus quando, para minha surpresa, avistei a morena sentada ao meu lado. Seu nome era Laila e ela era muito simpática. Assim que o ônibus partiu, começamos a conversar animadamente. Falamos quase sem parar até a primeira parada. Quando descemos para um lanche, pude apreciar ainda mais o quão atraente ela era. Usava um vestido leve que, com a brisa, realçava sua figura perfeita.
Ao perceber meus olhares demorados em direção às suas coxas em certo momento, enquanto mordiscava seu lanche, ela sorriu e perguntou o que eu estava olhando.
—Estou percebendo que seu namorado é um cara de muita sorte, eu arrisquei.
"Sério? Por quê?", respondeu ela, olhando profundamente nos meus olhos.
"Não é fácil encontrar uma garota tão bonita que também saiba conversar", eu disse, sem desviar o olhar do seu decote.
"Obrigada pelo elogio, Marcos, mas eu não tenho namorado. Eles dão muito trabalho..." E enquanto voltava para o ônibus, respondeu por cima do ombro:—Além disso, eu gosto de variedade!
Ela disse isso e piscou para mim. Meu copo de suco quase caiu da bancada. Fiquei ali parada, observando-a se afastar, incrédula. Decidi ir ao banheiro, lavar o rosto e me recompor. Olhei-me no espelho, tentando pensar em algo que pudesse dizer para tentar mudar a situação.
Não cheguei a nenhuma conclusão, mas quando voltei para o ônibus, descobri que ela tinha vindo me procurar. Rindo, ela disse:
— Nossa, demorou um pouco… Demorou muito para você guardar isso?
— O quê? — perguntei, sem entender de imediato.
— Hehehe… deixa pra lá, não se preocupe. É só uma piada dos tempos de escola.
— Como assim? Diga-me, eu não entendi.
— Não, melhor deixar para lá… — respondeu ele, mudando de assunto com uma timidez fingida.
Insisti até que ela respondeu, fingindo constrangimento:
—É que no ensino médio, toda vez que um garoto ia ao banheiro e demorava um pouco, a gente cochichava que ele devia ter um "pênis" muito grande, por causa da dificuldade que ele tinha para se controlar.
Rimos muito da história dela, e a partir daí a conversa começou a esquentar. Ela era extremamente safada, e a cada comentário picante ou anedota que contava, meu pau ficava um pouco mais duro na calça. Comecei a olhar ansiosamente para o decote e as coxas dela. Mais uma vez, ela percebeu e perguntou se eu estava gostando do que estava vendo. Respondi que, mesmo não vendo muita coisa, estava gostando bastante.
—O que mais você gostaria de ver?
Na verdade, eu gostaria de ver tudo..." respondi, e com isso coloquei a mão na perna dela, levantando seu vestido e revelando sua coxa rechonchuda.
"Não, não, não..." ela brincou, "é uma troca. O que eu ganho em troca do direito de assistir?" perguntou ela maliciosamente.
—O que você quiser… O que você gostaria de ver?
—Se “isto” aqui for muito grande… —e dizendo isso, ele colocou a mão por baixo das minhas calças, acariciando meu pau bem duro.
Enquanto fazia isso, ela aproximou o rosto do meu e, murmurando "Uau...", fechou os olhos, convidando-me para um beijo. Não precisei esperar... Na escuridão do ônibus, com a maioria dos passageiros já dormindo, nossas línguas começaram a se descobrir e explorar. Minha mão deslizou sobre seu corpo bronzeado enquanto ela apertava meu pau, intensificando meu prazer.
Olhando em volta para ver se alguém por perto estava acordado (ninguém estava), ela abriu o zíper da minha calça, fazendo um barulho terrível, pelo menos para mim. Preocupado que alguém pudesse perceber o que estava acontecendo, mal pude acreditar quando ela, com grande dificuldade, conseguiu tirar meu pênis da calça e o segurou com as duas mãos, olhando para ele com espanto.
Nossa, ela é uma delícia..." ele disse, enquanto a acariciava, me deixando louco.
Eu não aguentava mais…
—Coloque na boca, coloque em… —ele me deu um tapa no braço, fingindo indignação:
—Ah, então é assim mesmo, né? Você sai por aí pedindo para as garotas chuparem seu pau no primeiro encontro?
Eu não conseguia acreditar no que ela estava dizendo, com medo de que ela pudesse estar realmente ofendida. Mas ela ignorou minhas bobagens e, depois de olhar em volta novamente para se certificar de que todos estavam dormindo, abaixou a cabeça até meu colo, colocou a língua para fora e a deslizou pela minha bochecha. Depois de brincar assim por um tempo, ela se levantou e, aproximando a boca do meu ouvido, disse:
—Seu pau é tão bom… Vou chupar… Quero te fazer gozar.
Ouvir aquilo me deu arrepios. Ela se abaixou e, sem dizer uma palavra, me fez o melhor boquete da minha vida. Sua boca se movia com maestria para cima e para baixo no meu pau duro, enquanto eu passava a mão pela sua bunda, tentando explorar sua calcinha, que já estava visível porque o vestido chegava até a cintura. A posição no banco não era ideal, e o medo de que alguém pudesse acordar a qualquer momento e ver o que estava acontecendo me dava um nó no estômago. No entanto, ela parecia não se importar. Chupava meu pau como se sua vida dependesse disso, alheia ao que acontecia ao seu redor.
De repente, ele parou de me chupar (justo quando eu senti que ia gozar), levantou-se e disse:
—Mudei de ideia… Deixe-me passar.
Já no corredor, ele parou ao meu lado (que fiquei perplexo com a interrupção) e, brincando com meu pênis, disse:
—Esconda, criança... Mas não deixe que ela durma—e com isso ela entrou no banheiro com a bolsa.
Irritado, fiquei ali parado com o pau duro, esperando que ela voltasse e tentando entender o que tinha dado na cabeça dela para primeiro dizer que queria me fazer gozar e depois, assim, do nada, me deixar ali, literalmente com o pau na mão.
Alguns minutos depois, ela voltou, olhando de banco em banco para ver se alguém estava acordado, percebi. Quando ela passou por mim novamente, deslizei minha mão por baixo do vestido dela e descobri o que ela tinha feito no banheiro… Ela tinha voltado sem calcinha! Tentei puxá-la para o meu colo, mas ela pulou para a poltrona perto da janela.
—Deixe-me ver seu pênis.
Abri o zíper da minha calça novamente, revelando meu pau duro. Ela me beijou de novo e fez algo que quase me enlouqueceu: abriu as pernas e as apoiou nos bancos da frente. Levantando o vestido, ela enfiou dois dedos na vagina e, tirando-os, deslizou-os pelo meu pau duro, dizendo:
—Veja como está molhado
Quase gozei ali mesmo, tinha certeza de que ia bater no teto do ônibus! Os dedos dela pareciam queimar meu pau. Fiquei impressionado com a safadeza daquela garota. Eu queria possuí-la de todas as formas. Ela colocou uma camisinha que tinha trazido do banheiro no meu pau e decidiu sentar no meu colo e colocar meu pau na buceta dela. Ela se acomodou nele, engolindo-o e soltando um gemido abafado de nossas gargantas.
O problema, claro, era o lugar onde estávamos, com mais de 30 pessoas. Quem estava perto estava dormindo, então continuamos. Obviamente, ela não conseguia se mover livremente ou com facilidade, o que complicou o sexo, mas não o tornou menos prazeroso. Seu vestido escondia nossas partes íntimas, mas sua posição, embora contida, era bastante reveladora. Ela parecia estar gostando, observando o ônibus em busca de movimento.
Estávamos sentadas no lugar dela e eu estava prestes a ejacular quando, de repente, vimos movimento na frente do ônibus. Paramos por um instante, ela saiu de cima de mim e sentou-se no assento do corredor. Rapidamente, me cobriram com o cobertor e minhas calças foram abaixadas até os tornozelos.
Uma mulher caminhava pelo corredor em direção ao banheiro. Laila segurava meu pênis por baixo do cobertor, me masturbando. Tentei tirar meu pênis da mão dela, mas ela sorriu e continuou me masturbando, dizendo que não queria que eu parasse.
Fique quieto, ou você vai acordar o ônibus inteiro.
—Solta meu pau, sua louca... Tia vai perceber.
"Não... eu não ligo para ela. Que ela fique com o pau dela, este é meu. E eu ainda não terminei de usá-lo", disse ela, rindo. Então, ela enfiou a cabeça debaixo do cobertor e começou a me chupar de novo.
A atitude dela me deixou excitadíssimo, mas também quase me enlouqueceu de desejo. Ela era completamente travessa, mas de um jeito delicado, sensual e delicioso.
Tia finalmente terminou de usar o banheiro e voltou para o seu lugar. Ao passar por nós, ela diminuiu o passo ao ver a cabeça de Laila apoiada na minha barriga, ainda meio coberta pelo cobertor. Ela continuou andando, para alívio geral, mas eu achei que ela viu mais do que devia. De qualquer forma, felizmente ela não fez escândalo, não acendeu as luzes, não nos fez parar, nem chamou os bombeiros ou os escoteiros…
Não podíamos simplesmente começar a transar de novo, já que Laila tinha que ficar por cima de mim, e ela com certeza notaria qualquer movimento mais explícito da nossa parte. Mas nós dois estávamos incrivelmente excitados. Continuamos nos beijando, com Laila acariciando meu pau e eu deslizando a mão sobre a vagina dela. Cruzamos o pequeno cobertor sobre o nosso, e ela se inclinou para trás e abriu as pernas para os meus dedos. Ainda a beijando (principalmente para abafar seus gemidos), comecei a passar os dedos sobre a vagina dela, primeiro por fora, levemente… Depois inseri um dedo, depois dois.
Ela se aconchegou feliz na minha mão. Quando comecei a mover meus dedos em círculos sobre sua vagina, em poucos instantes ela gozou, com o som abafado pela minha boca pressionada contra a dela. Logo depois, o ônibus saiu da estrada para parar em uma das estações com restaurante. Muitas pessoas ainda dormiam no ônibus. Demos um tempo para que elas descessem e fossem até a lanchonete, e quando o movimento dentro do ônibus cessou, eu disse a ela:
"Vamos lá, querida... tenho assuntos inacabados com você!"
"Eu estava certo... você é mesmo um canalha", disse ele, rindo, e me seguiu até o ônibus.
Fomos direto para os banheiros. Como já era tarde, e também porque, felizmente, só o nosso ônibus, embora enorme, estava estacionado ali, o ponto estava quase vazio. Ficamos ali de mãos dadas, olhando para os banheiros masculino e feminino. Ela tomou a iniciativa:
"Vamos para a academia feminina. Acho que tem menos mulheres acordadas lá. E além disso, se me pegarem na masculina, vão querer me castigar lá", ela riu.
Ela caminhou à minha frente, olhou em volta procurando alguém e fez um gesto para que eu entrasse. O banheiro era enorme, muito bonito e bem conservado, ao contrário dos banheiros decadentes à beira da estrada. Fomos direto para a última cabine de uma longa fileira. Fechamos a porta e começamos o que estávamos fazendo. Ajoelhei-me no chão à sua frente e, levantando seu vestido, finalmente pude ver de perto aquela linda vagina.
Estava impecavelmente aparada, com um corte reto, uma faixa de pelos bem curta, terminando em um par de lábios carnudos. Levantei uma de suas pernas, apoiando-a no vaso, e me entreguei àquela tentação. Lambi e chupei sua vagina, mergulhando minha língua o mais fundo que pude, enquanto ela segurava minha cabeça entre as pernas e se movia sensualmente.
Logo ela começou a gemer de novo… Imaginei que, se alguém entrasse, bateria na porta e perguntaria se ela estava se sentindo mal. Decidi não arriscar e mudar de estratégia. Levantei-me e abaixei as calças, libertando meu pênis novamente. Ela fez mais um boquete, deixando-o brilhando, e tirou outra camisinha da bolsa. Então, virou-me de costas, colocou uma perna de volta no vaso sanitário e levantou o vestido.
A bunda dela era gostosa, linda. Coloquei meu pau na entrada da vagina dela e penetrei. Com a tesão que tínhamos, enfiei meu pau dentro dela e começamos a transar rápido, forte, sem tempo para romance. Foi uma transa suja e incrivelmente excitante. Meu corpo batia contra a bunda dela, fazendo um som característico para quem ouvisse. Mas não conseguíamos mais nos controlar; agora era só ladeira abaixo.
Olhei para aquele corpo bronzeado, o vestido levantado, aquela bunda deliciosa, a natureza inusitada da situação… Me senti como se estivesse transando com uma estrela pornô. Mais algumas estocadas e anunciei que ia gozar. E bem nesse momento ouvimos pessoas entrando no banheiro.
Paramos de nos mover e permanecemos atentos, ouvindo. Pareciam duas mulheres conversando.
"Não é só impressão minha... Eles estavam pregando peças no fundo do ônibus. Eu sei do que estou falando."
—Ah, Esther, esquece... e daí se eles estavam se beijando? Eles são jovens.
—Beijos? Eu sei que eles estavam fazendo outras coisas. O garoto estava até suando. E aquela garota parece uma prostituta.
Dentro da cabine, nós reprimimos o riso enquanto Laila, ao meu lado, segurava meu pênis, me masturbando delicadamente. Com a maior discrição possível, sentei-a no vaso sanitário e, com meu pênis na altura do rosto dela, comecei a fazer sexo oral, com camisinha e tudo.
Lá fora, a discussão continuava sobre nossa falta de vergonha e se estávamos simplesmente saindo inocentemente ou reescrevendo a definição da palavra "pecado". No banheiro, meu pau estava prestes a explodir; eu estava louco para transar com a Laila de novo, e as duas vadias não saíam. Comecei a pensar em como sairíamos dali e na possibilidade de perdermos o ônibus se elas demorassem muito.
Felizmente, depois do que pareceu uma eternidade, as vozes diminuíram e desapareceram. Naquele exato momento, trocamos de lugar; eu sentei no vaso sanitário e Laila, de costas para mim, sentou no meu colo. Segurei seus seios deliciosos, agora para fora do vestido, e acariciei suas coxas arredondadas. Aquela morena estava tão excitada. Não consegui me conter por mais tempo e meu sêmen, há muito reprimido, finalmente jorrou dentro dela, inundando a camisinha que eu estava usando. Senti como se estivesse apagando um incêndio, tamanha a intensidade e a quantidade dos meus jatos de esperma dentro dela. Ela diminuiu o ritmo, ainda mantendo meu pênis dentro de sua vagina, e começou a se mover sobre mim. Senti arrepios percorrerem meu corpo enquanto recuperava o fôlego.
Nos apressamos para não perder o ônibus. Ela saiu, verificou se a bancada estava limpa e então eu saí do banheiro. Na porta, saímos de mãos dadas e, quando chegamos ao ônibus, vimos que essa tal de "Ester" estava na janela, nos observando. Ela deve ter nos visto sair do banheiro juntos. Refleti sobre a situação por um instante e, puxando Laila para perto, dei-lhe um longo beijo na boca.
Estávamos bem em frente à janela da tia… Movida por um impulso, provavelmente influenciada pelo comportamento travesso de Laila, abaixei a mão e dei-lhe uma palmada bem forte no bumbum, fazendo o vestido subir entre suas nádegas deliciosas. Entramos no ônibus rindo, ignoramos as fofocas e dormimos abraçadas pelo resto da viagem.





Delicia de conto e fotos muito boas e excitantes votado