O ar no quarto do motel estava pesado, misturado com o cheiro de sexo, suor e desejo. Eu, de quatro na cama, com os seios balançando a cada empurrão, sentia as mãos de cinco homens me explorando como se eu fosse um brinquedo.
— Caralho, olha essa bunda… — um deles disse, a voz rouca, enquanto suas mãos afundavam no meu corpo.
Eu só conseguia gemer, minha boca ocupada com outro pau, meu corpo dividido entre prazer e excesso.
### O Primeiro – O Dominador.
Ele foi quem me colocou de joelhos assim que entramos no quarto.
— Abre essa boquinha, puta. Quero ver se você engole tão bem quanto dizem — ordenou, enfiando seu pau grosso na minha garganta.
Engasguei, as lágrimas escorrendo, mas ele não parou.
— Isso, chupa igual uma vadiazinha. Você nasceu pra isso.
### O Segundo – O Brincalhão.
Enquanto isso, outro homem estava atrás de mim, seus dedos brincando com meu clitóris, me deixando louca de tesão.
— Tá gostando, gostosa? Quer mais? — ele provocou, esfregando a cabeça do pau na minha buceta molhada.
— Por favor… enfia… — eu implorei, mas ele só riu.
— Não tão rápido. Vou te deixar implorando.
### O Terceiro – O Selvagem.
Foi ele quem me virou de bruços, enfiando dois dedos no meu cu sem aviso.
— AI, PORRA! — gritei, virando as costas.
— Esse cuzinho vai levar muito pau hoje, sua puta — ele rosnou, cuspindo e lubrificando meu cu.
### O Quarto – O Observador.
Enquanto os outros me usavam, um deles ficou sentado na poltrona, se masturbando enquanto assistia.
— Continua, gostosa. Mostra como uma esposa vira puta quando a gente quer — ele disse, os olhos fixos em mim.
### O Quinto – O Dono da Noite, meu marido.
E, por fim, o que eu mais desejava: o comedor principal, aquele que tinha organizado tudo.
— Agora, vadia, você vai escolher quem goza primeiro — ele ordenou, puxando meu cabelo.
— Você… só você… — gemi, me arrastando até ele.
Ele riu, me jogando na cama e enfiando seu pau na minha buceta já arrombada.
— Errou. Hoje você leva porra de todos, exclamou meu macho de maneira bem firme e safada.
E eu levei. Um por um, gozaram em mim – na boca, no rosto, nos meus seios, na buceta e no meu cuzinho.
Quando a noite acabou, eu estava deitada na cama, coberta de porra, o corpo dolorido, mas com um sorriso de satisfação.
— Até a próxima, puta — o último disse, batendo na minha bunda antes de sair.
E eu, ainda ofegante, sabia que essa não seria a última vez, porque uma hotwife de verdade nunca diz não ao prazer.



