Sou Junior, Junior Dotado, como algumas mulheres me chamam quando descobrem o que eu carrego entre as pernas. 41 anos, 1,83 de altura, magro, cabelo castanho curto, barba feita. E um pau grande, grosso, que não cabe na mão de qualquer uma. Ontem à noite acordei no meio da madrugada, o corpo todo suado, o coração batendo forte e a cueca completamente melada de porra. Gozei dormindo. De novo. E o sonho era com ela — a mulher do meu amigo. Fiquei um tempo ali, deitado no escuro, olhando pro teto, com a imagem dela ainda fresca na cabeça. Respirei fundo, passei a mão no pau que ainda tava meio duro e pensei: “caralho… 20 anos e isso ainda não passou”. Faz mais de 20 anos que tenho esse desejo por ela, desde a época que meu amigo começou a namorar com ela, a gente era inseparável. Ela era alta, branquinha, magra como uma modelo, mas com um corpo absurdamente sensual. Cabelo preto comprido que caía até a cintura, um olhar daqueles que mexe c a gente, ela até me lembrava daquela atriz Maria Fernanda Cândido — seu jeitinho meio misterioso, meio inocente, mas que te fodia só com o olhar. E o pior (ou o melhor): ela adorava usar roupa decotada pra caralho. Blusas bem abertas, quase sempre deixando os seios redondos e firmes praticamente saltando pra fora nas blusinhas curtinhas que mostravam a barriguinha lisinha… era impossível não olhar. Os mamilos dela marcavam de leve no tecido fino e eu reparava muito toda vez que ela se inclinava. Eu nunca falei nada. Nunca. Fingia ser só o amigo leal. Mas teve um dia que quase me entreguei. Eles estavam na casa dele. Achavam que estavam sozinhos. Eu tinha chegado e, sem querer, acabei ouvindo os dois transando no quarto, eu me escondi p ver e fiquei maluco de tesao quando vi aquela linda mulher... Ela tava completamente nua. O cabelo preto solto caindo nas costas, os seios redondinhos (ela tem os mais perfeitos seios, mamilos rosadinhos e uma pintinha bem abaixo do mamilo direito) seios balançando devagar enquanto ela subia e descia em cima do pau do meu amigo. Não era uma cavalgada rápida e bruta… era devagar, sensual, rebolando meio que de ladinho com aquele jeitinho meigo e safado ao mesmo tempo. A bunda empinada, a cintura fina se mexendo em círculos lentos, os seios pulando no ritmo. Ela gemia baixinho, quase sussurrando, o corpo branquinho brilhando de suor. Eu fiquei paralisado. Pau duro pra caralho dentro da calça, mão tremendo. Não consegui sair. Fiquei ali, olhando tudo. Ela rebolava gostoso, o cabelo balançando, os seios pulando devagar… e a pintinha abaixo do mamilo direito aparecendo. A calcinha dela tava caída no chão, bem perto da porta. Eu me abaixei sem fazer barulho, peguei ela e voltei pro meu canto escondido. Enquanto olhava ela cavalgando meu amigo, eu enrolei a calcinha no meu pau grande e grosso e comecei a bater punheta devagar, no mesmo ritmo que ela rebolava. O tecido ainda tava quente e com o cheiro dela. Eu não aguentei. Gozei forte, enchendo a calcinha toda de porra quente, grossa, pulsando sem parar enquanto via ela nua, gemendo e rebolando em cima dele. Com a mão ainda tremendo, coloquei a calcinha de volta exatamente onde ela tava. Minutos depois eles terminaram. Ela levantou e foi pro banheiro tomar banho. Eu fiquei escondido, coração acelerado. Quando ela saiu do banho, o corpo ainda úmido, e ela pegou a calcinha do chão. Sem nem olhar direito, vestiu ela devagar. Primeiro passou pelas coxas branquinhas… depois encaixou bem na buceta linda. A porra que eu tinha deixado lá dentro tava morna, pegajosa. Eu vi quando ela deu um leve suspiro e ajeitou a calcinha com os dedos — a minha porra grossa encostando direto na pele dela, entrando devagar entre os lábios molhados daquela buceta, lambuzando tudo por dentro enquanto ela se vestia normalmente, como se nada tivesse acontecido. Ela colocou a roupa… e saiu com a minha porra toda nela, sem fazer a menor ideia... Aquela imagem nunca saiu da minha cabeça. Teve outra ocasião no começo do namoro deles, eu e ele saíamos muito. Ele dormia direto na minha casa. Uma noite eu brinquei, meio de zoeira: “traz ela aqui um dia pra foder… eu entro de pau duro no meio e participo”. Ele riu, mas eu tava falando sério pra caralho. Queria mesmo. Queria ver ela nua na minha cama, queria sentir aquele corpo, queria comer ela enquanto ele via e continuar a noite toda enquanto ele dormia no sofá da sala... mas n rolou. Depois de um tempo eles logo se casaram! Há pouco tempo a gente se esbarrou numa sala de chat de sexo anônima. Eu soube na hora que era ela pelo jeito de escrever, pelo jeito de provocar. Conversamos, flertei pesado, abri a câmera e gozei bem na frente dela, mostrando meu pau grande e grosso latejando, jorrando pra ela ver. Ela ficou olhando. Eu sei que ela ficou. No sonho de ontem foi tudo misturado… e foi o mais real que já tive. Ela tava nua na minha frente, aquele olhar fatal fixo em mim. Começamos com beijos lentos, molhados, língua entrando devagar na boca um do outro, brincando, chupando, gemendo baixinho. Depois ela desceu a mão, pegou meu pau grande e grosso com as duas mãos úmidas e começou a bater punheta bem devagar, olhando pra mim com aquele jeitinho meigo. As mãos dela eram quentes, macias, deslizavam perfeitamente pela grossura toda, apertando de leve na cabeça inchada. Mas ela não parou por aí. Abaixou o rosto, passou a língua devagar ao redor da cabeça do meu pau, olhando pra cima direto nos meus olhos, lambendo em círculos lentos, molhando tudo. Depois abriu a boca e foi descendo, chupando gostoso, engasgando um pouco porque era grosso demais, babando tudo enquanto as mãos continuavam na base. Eu não aguentei só isso. Ajoelhei, abri as pernas dela e comecei a chupar devagar. O gosto dela era perfeito — doce, quente,. Chupei o clitóris com calma, lambi tudo, depois enfiei a língua dentro dela, olhando pra cima pra ver a carinha dela. Ela mordia o lábio, os olhos semicerrados, o cabelo preto bagunçado no travesseiro. Eu ficava enfiando e tirando a língua, olhando pra cara dela o tempo todo, vendo ela tremer e gemer meu nome: “Betinho… Betinho…”. Depois ela me empurrou de leve, subiu por cima de mim e começou a roçar. ficou roçando o pau grande e grosso por fora, passando a cabeça inchada pra cima e pra baixo na buceta linda dela, molhando tudo, abrindo os lábios devagar. Ela tinha aquela tirinha bem cuidada de pelos escuros logo acima do clitóris, bem sexy, que deixava a buceta ainda mais provocante e gostosa de olhar. Ela fazia isso olhando pra mim, com aquele jeitinho meigo e safado ao mesmo tempo. Só depois de um tempo ela começou a descer. Bem devagar. A cabeçona grossa foi entrando de leve, esgarçando a bucetona linda dela centímetro por centímetro. Quando eu já tava todo dentro, ela se ajeitou na posição que eu mais gosto: uma perna dela entre as minhas, a outra do lado de fora, e começou a rebolar gostoso. Devagar, em círculos, apertando tudo. Às vezes ela se inclinava pra frente e me beijava , gemendo na minha boca. Outras vezes ela mudava um pouco o corpo, colocava os seios redondos bem na minha cara e continuava rebolando na mesma posição, o cabelo preto caindo nos meus ombros, a pintinha aparecendo toda vez que ela se inclinava, os mamilos roçando na minha boca enquanto ela rebolava cada vez mais fundo e gostoso. Eu segurei a cintura fina dela com força, acompanhando o rebolado, metendo de baixo pra cima. Ela estava tão molhada, tão apertada… Eu não aguentei mais. Senti o orgasmo subindo forte e gozei bem fundo nela. Jatos grossos, quentes, enchendo a bucetona linda dela toda. Ela sentiu cada pulsada, apertando em volta do meu pau enquanto eu jorrava sem parar, enchendo ela até transbordar, a porra escorrendo pelos lados enquanto ela continuava rebolando devagar, gemendo meu nome no meu ouvido. Acordei gozando de verdade. Sozinho na cama. Pau ainda pulsando na mão, lençol sujo. E agora, acordado, fico pensando: será que ela também pensa em mim às vezes? Mesmo a gente mal se vendo hoje em dia? Será que ela lembra daqueles dias distantes e do olhar que trocávamos? Só sei que se um dia rolar de verdade… eu vou comer ela exatamente como sonhei ontem. Devagar. Bem devagar. Sem pressa nenhuma. Até ela gozar tremendo no meu pau grosso, do mesmo jeitinho meigo que eu vi aquele dia.
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