LEITEI O CUZINHO DO PRIMO

O que eu vou relatar aqui ocorreu tem pouco tempo. Pra ser mais preciso, foi em janeiro de 2026 e foi, até o momento, a última experiência sexual que eu tive. E uma das poucas em toda a minha vida.

Em relação a minha sexualidade, mesmo que com pouca experiência, sou muito bem resolvido. Sou bissexual - apesar de não ser assumido.

Sinto um tesão absurdo em mulher. Imaginar minha pica enfiada em uma buceta e em um cuzinho de mulher me deixa babando de tesão.

Mas últimamente vejo alguns caras na rua e também fico com vontade. Acho fascinante ver homem da bunda grande marcando na bermuda. Aquelas que costumam usar em jogos de futebol marcam muito o rabo de alguns. E isso chama a minha atenção.

Apesar de me sentir atraído por homem, não sou do tipo que curte penetração. Me deixa bem mais animado uma brotheragem. Mamar (as vezes), sarro, beijos, ser mamado (principalmente) e essas coisas menos dolorosas são coisas que eu gosto de fazer. Mas tenho muita pouca experiência com tudo. Mas essa última mudou um pouco a visão que tenho sobre isso.

Gosto de ressaltar a pouca experiência porque é justamente por isso que minha última vez foi tão "especial". Acho também que o medo foi essencial para o que aconteceu ter marcado tanto.

Vamos ao relato!

Tenho um primo, que aqui denominarei somente como P, que já conhece bem o gosto da minha rola.

Ele não é assumido, mas tem todos os trejeitos, então todos que o veem sabem que ele é gay.

Em 2023, especificamente no feriado de 07 de setembro, estavamos na casa da irmã dele (minha prima) e, após ela ter ido dormir, acabamos falando putaria, vendo uns vídeos pornô hetero e ele me mamou até engolir minha porra. Foi a primeira vez que tivemos algo.

De lá pra cá, ele já me mamou umas 4x. Todas eu gozei na boquinha dele. Ele diz que não curte tomar, mas sempre dou na boca do puto.

Acontece que, recentemente, tivemos uma experiência que eu considero muito nova pra mim.

Estavamos bebendo juntos de outros familiares e, após passar das 04h da manhã, resolvemos parar.

P foi para sua casa e logo meu celular vibrou. Era mensagem dele no WhatsApp. Antes mesmo de abrir eu já imaginava o que seria. Das últimas vezes que bebemos juntos, em todas ele caiu de boca na minha jeba. Não foi diferente dessa vez.

P: Eiiiiii, já vai dormir? (Ele realmente fala com várias letras repetidas. Isso me incomoda, mas não é o foco do momento).

A: Acho que sim. Por quê? Quer fazer o que hoje?

P: Entãooooo, estava pensando em fazer algo com você.

A: Fala o que é que tu quer. Sempre inventa desculpa pra não engolir mas não tira meu pau da boca.

P: Aiiiiiii, eu falo mas é difícil negar. Gosto de te mamar. E quero te mamar agora.

Quando P disse isso, meu pau já dava sinais dentro da bermuda que eu usava. Pensei que seria bom porque é sempre muito bom ser mamado. Mas eu sentia que já estava meio cansado disso. Eu queria mais. Então respondi:

A: Deixo mamar. Mas quero fazer algo de diferente hoje.

P: Okayyyy.

O moleque é daqueles bem puto mesmo. Já ouvi umas histórias dele por aí e sei que ele é do tipo que topa quase tudo. E com a mamada que ele dá em mim, fica claro a experiência da pessoa.

Como eu moro com meus pais e ele também mora com os pais dele, não daria certo ficarmos em nenhuma das casas. As ultimas vezes que ele tomou meu leite foi na casa dos pais dele... Mas isso me causa um medo gigante de ser pego. Fico bem nervoso, então queria ficar mais tranquilo dessa vez.

Moramos no mesmo lote e, na casa da frente, há um balcão que fica na garagem. O balcão, há muitos anos atrás, era usado como suporte de um bar que havia. Hoje em dia é utilizado para guardar madeiras, bicicletas e outras coisas atrás desse balcão.

A: Mas vai ser onde? Na tua casa e nem na minha rola. Não vou arriscar.

O moleque já havia pensado em tudo. Ele demonstrava muita vontade:

P: Vamooos no balcão lá da frente. Tem um pano cobrindoooo. [Quando lembro que ele fala exatamente assim começo a rir.]

A: Ok. Vai na frente e assim que chegar me manda mensagem.

Passou uns 2 minutos, P confirmou que já estava atrás desse balcão e falou que eu poderia ir.

Levantei, dei uma disfarçada falando que iria pegar um ar porque estava tonto por conta do álcool e saí. Haviam pessoas acordadas na minha casa e isso me causou um certo desconforto. Mas saí. Queria gozar.

Quando cheguei atrás desse balcão, o filho da puta do meu primo já deu uma alisada na minha jeba por cima do short. Minha pica estalou mais ainda.

O filho da puta abaixou, deu uns beijos na minha rola ainda por cima do short e abaixou ele todinho e caiu de boca.

Eu estava MUITO nervoso. Mas a quentura daquela boca me acalmava um pouco.

O moleque mama como um profissional. As vezes bota a rola toda na boca. Sinto a cabecinha batendo na garganta dele. Cada sugada que ele dava era um suspiro de prazer que eu dava.

Ele mamava com vontade. Beijava bem a cabeçona e chupava minhas bolas. Eu estava nas estrelas... mas queria conhecer o universo.

Depois de um tempo sendo mamado, pedi pra P ficar de costas pra mim e empinar o rabo.

Como eu disse, o moleque é uma puta. Mal terminei de falar e ele se virou, abaixou o short e empinou pra mim.

Me aproximei dele, passei meu dedo no cuzinho dele e comecei a pincelar minha pica. Ficamos nisso por um tempinho, mas eu estava com vontade de ir além e falei pra P que queria meter.

Já ressaltei o quão puto o moleque é. Mas isso chama demais a minha atenção.

O moleque respondeu baixinho:

P: Mete no meu cuzinho.

Isso foi o suficiente pra deixar minha rola ainda mais esperta. Minha pica já babava muito por conta do tesão, então nem precisei cuspir pra tentar meter. A baba fez o serviço.

Pincelei um pouco o cuzinho do puto e comecei a empurrar devagarzinho. Minha jeba não tinha entrado, mas o moleque gemia baixinho e falava que "tava" uma delícia.

Fiquei tentando meter, mas meu pau não entrava. Quando parecia que entraria, saía.

Então o puto do meu primo, doido por pica no cuzinho, aproveitou um caixote que estava perto e colocou uma de suas pernas em cima e empinou ainda mais o rabo.

O cuzinho ficou bem mais "visível" pra mim. Voltei a pincelar meu pau, agora com ele bem mais molhado e, depois de poucas tentativas, o buraquinho dele começou a engolir a cabeça da minha pica. Eu queria botar logo até o talo, mas o moleque gemia e pedia pra ir bem devagar. Respeitei.

Comecei a sentir o cuzinho dele engolindo a cabecinha do meu pau. O cuzinho dele era bem quentinho e apertado. Quando a cabeça entrou toda, o cu do moleque piscou por um tempo e ele gemia um pouco mais alto. Entendi aquilo como um pedido pra ir mais.

Segurei o moleque pela cintura e comecei a empurrar mais. Cada milimetro da minha rola entrava devagarinho. Eu gemia baixinho de tesão. O cu do moleque era muito apertado.

Quando empurrei todo e senti meu saco batendo na bunda dele, cheguei perto do ouvido do puto e disse:

A: Vou socar logo porque a gente não pode demorar. Tem gente acordada em casa.

O puto só confirmou com a cabeça e eu comecei a fazer o movimento de vai e vem.

Metia devagarinho e cada estocada era um prazer a mais. Acelerei as metidas e dei uns tapas de leve no rabo do moleque, que gemia igual uma putinha e pedia pra eu meter.

Ficamos nessa meteção por alguns minutos, mas eu estava com medo de alguém da minha casa ir atrás de mim, achando que eu estava passando mal por conta do álcool (ou algo do tipo), visto que dei a desculpa de ir pegar um ar do lado de fora.

Ainda socando, falei pra P:

A: Mano, vou meter logo rápido e gozar no teu cuzinho. A gente tá demorando fora de casa. Não podemos demorar mais.

O viadinho é tão puto que só concordou e voltou a gemer.

Acelerei as estocadas, soquei até o talo e já não aguentava mais. Ia gozar.

Quando senti que minha pica ia esporrar, abri bem a bunda do puto e com meu pau atolado, liberei meu leite todo no cuzinho do puto. Foram varias jatadas dentro daquele rabo e o cuzinho do moleque piscava que era uma delícia. Eu gemia gostoso e o puto também.

Após gozar, fiquei empurrando por mais algum tempo, até que decidi tirar de dentro.

O filho da puta ainda me segurou de costas pra mim não tirar de dentro, mas estávamos demorando muito.

Afastei meu corpo do dele devagarinho até que senti minha jeba toda pra fora.

Assim que a cabeça saiu o filho da puta gemeu.

O cuzinho dele começou a pingar minha porra.

Quando imaginei que acabaria ali, o filho da puta, após subir a cueca e o short, falou:

P: Vou gozar com seu leite dentro de mim.

Minha porra tava dentro daquele cu e o moleque ainda ajoelhou pra mim e voltou a mamar na minha pica.

Eu estava sem energia e preocupado com o tempo fora de casa, mas minha pica deu sinais naquela boca e logo ficou dura de novo. O puto me mamou por uns 2 minutos até que gozei de novo. Dessa vez, o moleque engoliu tudinho e deixou meu pau amolecer na boca. Eu nem força pra gemer tive. Nem força pra subir meu short. Gozei e fiquei com meu short caído, mas o filho da puta subiu rapidamente meu short.

Eu, extremamente preocupado com medo de sermos pegos no flagra disse:

A: Vai na frente. Quando chegar na tua casa, me manda mensagem que eu saio.

P: Tá bom. Mas tô de cara com o tanto que você gozou no meu cuzinho. Vou querer mais.

Dei um tapa de leve na bunda dele e disse pra ele ir. O putinho, andando diferente com meu leite dentro, virou de costas e saiu.

Quando P entrou em casa, me mandou mensagem falando que eu podia ir que não havia ninguém do lado de fora.

Parti pra minha casa, sem energia após as 2 gozadas no moleque, entrei e fui pro quarto.

Assim que deitei, respondi a mensagem de P.

A: Mano, não esquece de apagar essas mensagens. E da próxima vez a gente tem que arrumar um lugar pra trepar. Quero ouvir tu gemendo alto na minha rola. E já aviso, vou encher seu cuzinho de porra de novo.

P: Doeu muitoooo no início, mas valeu a pena porque você gozou muito. Eu gosto assim.

Depois da mensagem, eu já sem energia por conta das gozadas, somente apaguei a mensagem inteira com o puto e dormi.

No outro dia, ao acordar, tinha uma mensagem temporária do puto mostrando o cuzinho pingando meu leite.

Gosto de fazer o jogo de difícil, então só reagi com um ?? e apaguei.

Depois desse dia, ainda não fizemos nada. Mas quero aproveitar um dia que não tenha ninguém em casa pra gente meter. Não curto penetração, mas o rabo dele me conquistou.

Enquanto tiver contato com esse primo, sei que terei uma boca pra gozar e um cuzinho pra meter até encher de leite. Gente assim a gente não se afasta!


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258030 - BROTHERAGEM NO HOTEL - Categoria: Bissexual - Votos: 1

Ficha do conto

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Nome do conto:
LEITEI O CUZINHO DO PRIMO

Codigo do conto:
258033

Categoria:
Bissexual

Data da Publicação:
28/03/2026

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