Putinha de sorte em Joinville

Vi que muitos gostaram do meu último conto de como ganhei um amante no trabalho. O "José". Então, resolvi escrever mais um. Como disse antes, pelo menos 1 vez por semana vou na casa dele pra dar muito. Quase isso, uma vez por semana. Vou explicar.
Engraçado que tá sendo tão marcante pra mim que tô guardando na mente as datas dos acontecimentos, parecendo uma adolescente apaixonada.
Dia 2 de março fiz o boquete nele, dentro do transporte. Dia 06, transamos pela 1ª vez.
Aí na semana seguinte, na quarta-feira fui na casa dele de manhã. Fiquei pouco mais de 1 hora lá. Foi a primeira vez que levei pica no cuzinho por mais de 1 hora. Nem sabia que meu cú aguentaria isso.
O José é um pouco mais novo que eu, mais alto, deve ter entre 1,80 e 1,82. Caucasiano, magro. Está treinando pra tentar ganhar massa, peso. O contrário de mim que treino pra tentar entrar em forma, tenho 1,78, gordinho, caucasiano também.
Aí na sexta-feira repetimos o que fizemos na 1ª vez, fui de transporte, ele de carro, e na volta demos uma rapidinha no motel.
Na semana seguinte, não ficamos, e tivemos pouca interação. Pensei, o cara desencanou né. Tudo bem, segue o jogo.
Quando foi na quinta-feira ele passou por mim no trampo e fez aquela zueira que homens fazem de apertar o peito do outro pra sacanear. Acontece que tenho ginecomastia, por ser gordinho desde criança tenho meus peitos grandes. São durinhos, fazem um leve volume nas camisas.
Quando ele apertou meio peito e falou qualquer palhaçada, juro. Meu cú piscou na hora. Falei assim vc me quebra. Aí ele olhou pro lado, viu se não tinha ninguém, e deu uma bolinada no meu peito. Perguntou, tá com saudade da minha rola né? Não respondi, só sorri. Horas depois, no bebedouro, estávamos a sós e falei, sobre o que me perguntou, claro que tô com saudade, mas não vou ficar correndo atrás né, kkkkk.
Quando foi na sexta-feira ele disse que tinha um presente pra mim. Fiquei curioso. Aí na ida pro trampo, no transporte, ele abriu a mochila e me mostrou. Uma calcinha com um lacinho. Disse que era da esposa dele. Meu pau ficou duro na hora. Falei, como assim, acha que uma calcinha da sua esposa vai servir em mim? Aí ele falou, se meu pau tiver duro, a resposta é sim, acho que serve. Na hora, coloquei a mão por cima da calça dele, e pqp. Tava uma rocha.
Mas não fiz boquete dessa vez. Falei, aqui não, agora só na sua casa ou no motel. Ok, pega seu presente então. Peguei, coloquei na minha mochila e seguimos. Na terça-feira dia 24, 8:00 da manhã, ele me chamou no whats. Pode vir? Falei, assim, do nada, podia ter avisado antes. Ele disse, para de frescura, sei que você tá louco pra dar mim. O filho da puta tava certo. Falei, como pode vc já me conhecer tão bem e tão pouco tempo. Em meia hora eu chego aí.
Tomei um banho, dei uma rápida depilada no cuzinho, me perfumei, meti um creme corporal da minha esposa, muito cheiroso, e fui.
Quando passei por ele na porta ele disse, nossa, tá cheirosa em, minha putinha. Gostou? Perguntei. Ele disse, só vou gostar se tiver usando o presente.
Óbvio que tô usando né, presente é presente.
Aí fomos pro quarto. Não no quarto dele, de casal, ttem 3 quartos na casa, fomos num que é desocupado e tem um colchão na parede. Ele só joga esse colchão de casal no chão e ali transamos.
Isso era quase 9 horas da manhã.
Ele é um mestre nas preliminares, me beijou o corpo todo, caprichou nos meus peitos, que parecem de uma adolescente quando os peitinhos estão começando a aparecer, sabe? Sentou no colchão com as costas na parede e me colocou de pé, de costas pra ele, com meu rabo na cara dele. Falou, esfrega esse cú em mim que vou chupar.
Acho que foi a melhor chupada de todas. Ele puxou a calcinha de lado e chupava, enfiava a lingua, pegava meu pau por baixo, que já tava todo babadinho nessa hora, e massageava. Aí ficou de pé, me prensou contra a parede e começou a forçar. Assim, sem gel, sem cuspe, sem nada. Falei, tá achando que vou arregar? Pode enfiar, vem seu puto.
Entrou que nem vi, toda aquela rola entrou como se meu cú tivesse sugado ela pra dentro.
Ficou uns 2 minutos socando, sempre segurando a calcinha de lado. Falei, para. Ele, como assim? Tá doendo? Falei não. Apenas para. Tira.
Ele tirou e falei: Ainda não te chupei hoje e você já tá dentro de mim? Assim, mal tirou o pau do meu rabo e levei direto na boca. Pude sentir meu próprio gosto.
Chupei tanto aquele pau, deslisava a língua por fora, da cabeça à base, sugava, ficava só na cabeça...
Me impressiono comigo mesmo como virei uma putinha tão perfeita. Me lembrou de uma morena que eu transava quando tinha meus 20 e poucos. Acho que eu me insparava nela como José.
Sei que já passavam das 10 horas, e de novo, mais de uma hora levando rola, mais de uma hora sendo fêmea. Mais de uma hora sendo puta de um macho perfeito. Aquele pau grosso, pesado, da cabeça roxa, parece que nunca foi tão bem tratado como eu estava tratando.
Quando ele me colocou de frango assado, falei, assim você sabe que eu gozo. E, realmente, como na 1ª vez, toda vez que ele me pega de frango assado não dá. Meu pau vai babando, vai pingando, até que me gozo todo na minha barriga. Ele falou, pode gozar a vontade que eu ainda não tô satisfeito. Gozei de urrar, não tinha mais forças. Tava completamente exausto de tanto ser socado. Depois de gozar, vai ficando desconfortável, Ele percebeu, saiu de dentro de mim e me beijou. Beijava muito, me alisava todo, falava putaria, dizia, eu ainda não gozei, mas só vou continuar se você quiser. Isso me deu tesão de novo, porque ele realmente se importava, não me machucava e queria prazer pra nós dois. Falei, deita aí. O pau dele apontando pro teto. Fiz outra seção de boquete e falei. Então agora trate de gozar, porque não sou de ferro. Me virei de costas pra ele e cavalguei. Pulei, rebolei. Colocava as duas mãos no colchão, ficava bem empinado e pulava, quicava. Falei, goza filho da puta. Goza na tua puta. Goza no cuzinho da tua puta. Goza em mim, enche meu cú de porra, meu macho gostoso. Ele pirava, não acreditava no que eu ainda tava aguentando fazer. E assim, de costas, rebolando na pica dele, com a calcinha de lado.... Sim, quase 2 horas de sexo sem tirar a calcinha... Ele anunciou o gozo. Segurou na minha cintura com toda a força e jorrou, me inundou. Ele urrava enquanto gozava. E eu só sorria, nem sentia mais nada, tava exausto. Quando me levantei a porra ia escorrendo e pingando sobre ele, muita porra.
Passava das 11, meu novo record. 2 horas sendo enrabado. 2 horas levando surra de rola. 2 horas tendo o cuzinho completamente arregaçado. Diferente dos outros casos que tive, o José não goza rápido e é como eu. Depois que goza, esquece. Não levanta mais. Mas demora pra gozar, pqp. Ficamos deitados ali, depois que fui no banheiro pra tirar o excesso de porra do meu cú, conversando coisas aleatórias, da vida. Me perguntou se eu queria transar com outro homem, achou que eu ia dizer que meu cú era só dele. Falei, o que, acha que sou uma novinha que vai falar sou só sua? Negativo, nós podemos transar sempre, mas, não vou me privar de conhecer outros caras ou mulheres kkkkk. Ele falou, é uma puta mesmo.
Até o fechamento desse conto, foi a última vez que transamos, dia 24 de março. Às vezes nos olhamos no trampo e tal, mas seguimos sendo super discretos.
Deixei uma foto que ele pediu pra tirar quando eu tava cavalgando nele. Espero que gostem.
Foto 1 do Conto erotico: Putinha de sorte em Joinville


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Comentários


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ksn57 Comentou em 28/03/2026

Votado ! Bundinha linda de calcinha de lacinho, fica a matar... - 2 horas a sentir Pau no rabinho e boca deve ser uma delicia...




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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico domjvlle

Nome do conto:
Putinha de sorte em Joinville

Codigo do conto:
258067

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/03/2026

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