A cada parte do corpo enaltecida, os olhos de Eunice faiscavam de desejo e, não conseguindo se conter, ela perguntou-me o que eu achava de seu bumbum. Respondi-lhe que tinha uma das bundinhas mais bonitas e desejáveis que eu já vira e talvez por isso seu noivo fosse tão ciumento. Eunice afirmou que não era casada, pois seu noivo nunca lhe dera a atenção e o carinho merecidos.
Não acreditei no que ouvi e a beijei delicadamente no rosto. Ela retribuiu com ardor e, prosseguindo com beijinhos ao longo de seu pescoço, toquei de leve um de seus seios. O mamilo estava eriçado e notei um arrepio percorrer o corpo de Eunice. Sua mão me acariciava sem parar, entrava por minha camisa e tocava meu peito, sem esconder o tesão que aflorava daquela gata escultural.
Sentindo minha presa prestes a se entregar, fechei a conta do lanche e fomos para meu monzaTempra. Mal entramos, nos beijamos de um modo explosivo, percorrendo avidamente o corpo um do outro.
Segurei seus peitos com as duas mãos por cima do vestido e sugeri irmos para um motel. Ela, porém, retrucou que queria se vingar do marido, realizando uma antiga fantasia em seu próprio apartamento.Eunice usava um vestido longo, cheio de pregas, que a partir da cintura aderia perfeitamente ao seu delicioso corpo. Através do decote, eu via parte de seus seios, ameaçando saltar para fora. Seu perfume marcante mexia comigo e várias vezes eu me aproximei para senti-lo melhor. O papo rolava descontraído, provocante, quando com óbvias intenções passei a elogiar seus trajes de banho e seu corpinho.
Emseguida fomos para um motel,mas isso conto depois...