Estava descobrindo a liberdade de ser quem eu realmente sou. Tenho 21 anos e estudo Arquitetura aqui em São Paulo, na capital, no Mackenzie. Como sou do interior, nunca pude me declarar lésbica por lá. O povo de lá, na maioria das vezes, é sem noção e falsamente moralista — sem generalizar, é claro. Aqui na capital, eu, Fernanda, com meus 1,65 m, cabelos castanhos claros, corpo esbelto (60 kg) e pele levemente bronzeada de sol, consegui tudo o que desejava: conhecer gente nova, perder minha virgindade e me livrar daquelas vergonhas com o próprio corpo e com a minha sexualidade. Minha vida sexual foi de 0 a 100 km/h. Fazendo amizades na faculdade e frequentando as noitadas GLBT, eu nunca voltava sozinha. Mas um rolinho que virou um puta rolo aconteceu quando conheci a mãe de uma amiga da faculdade. Era um trabalho em grupo que valia nota. Essa minha amiga, Estela, era super estudiosa. Ela sabia que eu era lésbica, mas nunca topava ir comigo nas aventuras pelos bares e baladas gays. Foi então que conheci a mãe dela, Marisa. Marisa tinha quase 50 anos, era um pouco mais alta que eu — quase 1,70 m —, com cabelos castanhos escuros levemente avermelhados. Tinha um corpo bem definido, seios um pouco volumosos, talvez manequim 40. Sério, eu disfarçava bem quando estava de óculos estudando, mas notei cada detalhe dessa coroa — ou, como dizem por aí, uma autêntica MILF. Ela estava no peso ideal e usava roupas de academia coladas ao corpo, que definiam perfeitamente suas formas enxutas. Fiquei superamiga dela, acho que mais dela, a mãe, do que com a filha. Passei a frequentar mais a casa da Estela, já que tínhamos ido superbem no trabalho em grupo. Como eu morava sozinha, às vezes ela e a mãe — que descobri ser divorciada — me convidavam para almoçar no domingo ou passar o final de semana com elas. Então aconteceu o rolo. Eu já tinha autorização para entrar na portaria do prédio. Subia direto e entrava no apartamento, que ficava pertinho do Mackenzie. Muitas vezes não tinha ninguém em casa, então eu assistia Netflix ou fazia alguma tarefa da faculdade. Naquele dia, a dona Marisa — como eu a chamava por educação — chegou meio abalada, com os olhos vermelhos de tanto chorar. Sem pensar duas vezes, fui até ela para ver o que estava acontecendo e a acalmei, sentando-nos juntas no sofá. Ela me contou que estava saindo com um cara do Tinder, mais novo que ela. Ele tinha 25 anos e ela, 49. Depois de quase dois meses, descobriu que o safado era casado e ainda tentava dar um golpe nela. Estava super chateada e magoada. Conversei com ela, acalmei-a de todas as formas possíveis. Ela se sentiu acolhida e protegida com minhas palavras e meu abraço. — Você é um anjo por me escutar… Eu sou uma idiota mesmo — disse ela. — Não fala assim. Você não é idiota coisa nenhuma. O cretino é esse cara cafajeste. — Obrigada mesmo assim — respondeu ela, que estava a poucos centímetros da minha boca. Então aconteceu. Eu estava beijando a boca da mãe da minha amiga. Realmente, estava beijando a dona Marisa. Essa mãe da minha amiga nem a não recusou o beijo. Pelo contrário: ele durou quase um minuto, quente e macio. Deixei o beijo rolar até o fim, de olhos fechados, sentindo o vento da respiração dela no meu rosto. Quando abri os olhos, nos encaramos — fêmea olhando para outra fêmea. Eu ia dizer algo, mas apenas fiquei olhando. Era confuso e excitante. Já havia discretamente olhado para o corpo dela, aquelas coxas e a roupinha da academia colada dela. Mas sem perguntas foi ela quem veio para o segundo beijo, e esse foi mais forte e safado. Pela pegada a mãezinha queria mesmo beijar. Deixei pra lá o fato de ela ser mãe da minha amiga. A pegada era gostosa demais. Senti a língua dela invadindo minha boca com desejo. Por vários minutos, ficamos nos agarrando no sofá. Sentia os seios dela, maiores e mais volumosos, apertando contra os meus. Os bicos já estavam duros. Apertei sua bunda firme, o que a fez gemer e soltar um “Ai, safada…”. Foi então que bateu um pânico e eu parei por um instante: — A Estela não vai chegar? — Não, ela não vem. Foi dormir na casa do pai hoje por causa da avó. Somos só nós duas! Essa frase — “somos só nós duas” — foi o sinal verde para que tudo rolasse à vontade. Fomos rápidos pra ficarmos só de calcinha. Desci beijando todo o seu corpo até chegar à calcinha. Puxei devagar, pra descobrir uma buceta completamente depilada e molhada. — Que buceta gostosa, hein, dona Marisa! Falei e mergulhei o rosto entre as pernas dela A primeira passada de língua deixou ela gemendo. O cheiro forte de sexo molhado subiu direto para o meu nariz. Com as duas mãos, abri seus lábios e comecei a chupar com vontade, fazendo o grelo aparecer. Chupei como havia aprendido chupando e sendo chupada por outras garotas: alternando pressão, sugando e lambendo. O gosto salgado da buceta dela misturado com a minha saliva me deixava ainda mais excitada. Aumentei a intensidade. Dona Marisa começou a gemer mais alto, arqueando as costas. Sua mão apertava minha cabeça com força, afundando meu rosto e meu nariz no meio da buceta dela. Não dava trégua. Sugava o grelo, enfiava dois dedos fundo e fodia ela enquanto chupava. Marisa gozou pela primeira vez com força, o corpo tremendo, gemendo alto e apertando minhas orelhas com as coxas. Mas eu não parei. Continuei chupando mesmo ela com o grelo sensível, mais devagar no começo, depois acelerando de novo. — Fernanda… por favor… tá sensível demais… — falavau ela, quase sem ar. — Goza de novo pra mim, coroa. Quero sentir você gozando na minha boca — respondi, safada, e voltei a mamar o grelo com mais força. .— Ai, menina… você tá me matando! — gemeu ela. Ignorei o pedido e continuei segurando suas pernas bem abertas e chupando o grelo inchado com mais intensidade. Gozou gritando de prazer colocando a mão no meio da perna . Levantei, subi pelo corpo dela, me deitei sobre ela, beijei sua boca com gosto da buceta e disse: — Agora você vai me chupar, vai! — Quero te gozar, Dona Marisa! Trocamos de posição. Fiquei deitada no lugar dela, enquanto arrancava minha calcinha branca e a jogava pro lado. Abri as pernas, também era depiladinha, buceta molhada e oferecendo tudo. Marisa desceu, deu um beijo leve e começou a chupar meus lábios. Eu ia guiando, pedindo que chupasse mais para cima, até que ela encontrou meu grelo. A safada mostrou que entendia de buceta: Chupou com vontade e enfiou primeiro um dedo, depois dois, me fodendo enquanto a língua trabalhava no clitóris. Não esperava que a mãe da minha amiga chupasse tão bem e metesse os dedos com tanta habilidade. — Ah, Dona Marisa, sua puta… não para! Safada! Os dedos dela, melados de saliva e do meu prazer, entravam fundo e gostoso. Enquanto a língua maltratava meu grelo inchado, Eu não conseguia ficar quieta: — Isso… chupa minha buceta assim, dona Marisa… mete esses dedos bem fundo… porra, que delícia! Então gozei forte, apertando a cabeça dela entre as coxas e gemendo alto. Puxei-a para cima e a beijei agradecendo: — Nossa, Dona Marisa… eu não sabia que você era tão boa de língua assim. — Você que é deliciosa, Fernanda. Uma ninfeta deliciosa e safada Antes que eu pudesse dar outro beijo, ela me segurou dizendo: — Posso fazer uma coisa que estou com muita vontade? Respondi que sim, deixei rolar. Marisa Ela me virou de quatro no sofá, bunda empinada pra cima bem aberta. Senti sua língua lambendo minha bunda, primeiro de um lado, depois do outro. Logo depois, ela foi direto no meu cuzinho. A coroa estava chupando meu anelzinho com vontade. Suas mãos separavam bem minhas nádegas enquanto a língua circulava e pressionava ali. Era a primeira vez que eu levava uma chupada no cuzinho. A sensação era absurda. Chegava a morder a almofada do sofá. Então ela começou a massagear meu grelo com os dedos, sem parar de chupar meu cuzinho. Tentei olhar para trás, mas só via o corpo dela atrás de mim. De repente, senti um tapa forte na bunda que me fez gemer alto e falei: — Caralho… tá chupando meu cu… sua safada… — gemia, empinando mais a bunda pra ela. O prazer subiu rápido. Gozei de novo, forte, as pernas bambeando de gozar mais uma vez, quase desmoronando no sofá. Ela subiu com o rosto melado e me beijou, agradecida. — Agora chupa o meu cuzinho — pediu ela. Obedeci na hora. Não aguentei só receber. Virei ela e a deixei -a na mesma posição que estava: de quatro , rosto afundado no sofá e a bundona empinada com a marca de biquíni na pele. para cima. Vi sua buceta aberta pingando e o cuzinho marrom .Era a primeira vez que eu chupava um cuzinho. Apesar do cheiro forte de suor da bunda dela, abri ainda mais aquelas nádegas e cair de boca no anelzinho marrom. Marisa perdeu o controle: — Ai, sua putinha… chupa meu cuzinho… chupa mais fundo… assim! Não resisti. Enquanto chupava seu cu, enfiei os dedos da mão esquerda na buceta e, com a direita, meti um dedo no cuzinho. Ela deu um grito: — Ai, filha da puta! Fode meu cuzinho, fode! Comecei a meter o dedo com ritmo, brincando com o grelo ao mesmo tempo. Em alguns momentos ela apertava o dedo com o cu, e eu forçava mais fundo. Senti o gozo dela vir com um apertão forte do anelzinho que prendeu meu dedo. Gozou uma vez, mas continuei ainda forçando o dedo e apertando o grelo. Eu metia o dedo com ritmo, chupava o cu e ainda dava tapas fortes naquela bunda grande. Ela gozou várias vezes seguidas, o cuzinho apertando meu dedo, o corpo todo suado e tremendo até ficar mole Mesmo mole, eu a virei, e a beijei com carinho. Misturava a putaria e o carinho juntos. Depois de tantas gozadas, estávamos leves e suadas. Tomamos banho juntas e comemos algo na cozinha. Era estranho e excitante ver a mãe da minha amiga, uma coroa madura, andando pelada pela casa, fazendo comida e me beijando entre uma garfada e outra. O susto da realidade veio no domingo de manhã. Acordei com o celular vibrando. Era uma mensagem da Estela avisando que estava voltando para o almoço. E eu estava ali: dormindo pelada, abraçada com a mãe dela, na cama de casa.
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