E, igualmente, deixei que ele me chupasse. Foi incrível gozar na boca dele e vê-lo beber a minha porra, com uma expressão de prazer que eu nunca tinha visto no seu rosto.
Mas agora, tudo parecia ter se revelado entre nós, de um jeito que não tinha mais volta. Eu estava na sua cama, sem acreditar no que estávamos fazendo. Com as mãos apoiadas no meu peito, ele cavalgava o meu pau, gemendo meio ofegante.
Eu estava nas nuvens, fodedo o meu pai como tinha feito naquela mesma cama com a minha mãe. Ele subia e descia no meu pau com a destreza de quem já tinha feito aquilo antes. E de repente, descobrir que meu pai era bissexual, em vez de me chocar, me deixava muito excitado.
É claro que tudo o que acontece assim, tão inesperadamente, pode acabar seguindo um rumo imprevisível. E isso eu logo descobriria, quando a minha mãe chegou do trabalho, ainda ali parada na porta do quarto, surpresa diante do que acontecia na sua cama.
Na hora eu congelei, com meu pai ainda cavalgando o meu pau. De costas para a porta, ele ainda não tinha visto ela, mas eu olhava direto no rosto da minha mãe. E só agora eu notei aquele detalhe: com os bicos dos seios pronunciados na sua blusa, ela parecia excitada, com uma expressão curiosa no rosto, que eu não sabia decifrar.
Então, ela levou a mão por sobre a sua saia, revelando um desejo incontido. Até que ela soltou um gemido que revelou a sua presença, fazendo meu pai se virar. E, não muito diferente de mim, ele também congelou. Ficamos os dois ali na cama sem reação, diante do olhar inquisidor de uma mulher que eu só agora começava a conhecer.
“Estou vendo que os dois têm muita diversão quando eu tô fora“, ela entrou no quarto, deixou a bolsa no chão e sentou na poltrona. “Não liguem pra mim... podem continuar. Eu vou ficar aqui sentada, assistindo... se não se importam.“
Minha mãe tinha os bicos dos seios pronunciados no relevo da sua blusa. E, pela sua voz macia, não dava pra disfarçar que ela tava excitada. Meu pai se voltou pra mim, como se quisesse saber o que eu achava. Bem, nunca transei com alguém assistindo. Mas acho que pra algumas mulheres isso pode ser muito excitante.
Nossa, por essa eu não esperava: minha mãe me pegar na cama com meu pai... e isso deixar ela maluquinha de tesão. Mas era o que estava acontecendo, e ela agora gemia, se masturbando enquanto eu fodia o meu pai.
Enquanto nos olhava, sentada na poltrona, sua mão desapareceu debaixo da saia e ela começou a se tocar entre as pernas. Não sabia no que daria aquilo, mas de repente me lembrei do que ela disse, sobre ter flagrado ele com seu amante uma vez, e talvez aquilo lhe evocasse lembranças, ou alguma fantasia do passado.
Quando olhei de novo, ela já tinha se livrado das roupas, com uma das pernas apoiada no braço da poltrona, enquanto se fodia com dois dedos metidos na buceta.
E então, quando não aguentou mais ficar apenas olhando, ela finalmente se levantou e subiu na cama. Ao lado do meu pai, ela se admirava enquanto ele subia e descia no meu pau.
“Quer dizer que isso te deixa de pau duro?”, ela pegou na sua ereção e começou a masturbá-lo. “Será que aguenta com uma buceta... ao mesmo tempo?”
E antes mesmo que ele respondesse, minha mãe subiu no seu colo, e conduzindo seu pau entre as pernas, ela se deixou penetrar. Até que começou a cavalgá-lo, ao mesmo tempo em que eu metia por baixo. Era como se de repente a nossa ligação tivesse se tornado mais profunda... incestuosa, e igualmente pervertida.
Ela se pendurou no pescoço dele, beijando e chupando a sua língua, enquanto rebolava em cima do seu pau. E então, cheia de tesão e com uma expressão de puta, minha mãe rolou por sobre o meu pai e os dois continuaram engatados, ela mais fodendo o seu pau que de fato ele metendo nela.
Àquela altura, meio deixado de lado, eu não queria por nada perder sacanagem pervertida dos dois. Então, de joelhos atrás dela, eu fui guiando meu pau na entradinha do seu cu. E antes que ela pudesse se dar conta, eu consegui meter a cabeça do meu pau, e me juntei ao meu pai numa dupla penetração.
Minha mãe gemia e continuava gozando, meio ofegante entre nós dois. Acho que por isso ela não esperava, quando voltou pra casa aquela tarde, encontrar o marido e o filho numa intimidade inesperada. E agora, ali feito um recheio, ela descobria o prazer de ser fodida ao mesmo tempo pelos dois.
“Acho que o seu filho quer me comer...“, minha mãe gemia entre nós dois.
“É... ele faz isso muito bem!“
“Tudo bem pra você, querido?“
“Acho que se você gosta de assistir... também posso ficar aqui assistindo os dois.”
Ele então se deitou, vendo ela se ajeitar sobre mim. O seu olhar, enquanto guiava o meu pau na entradinha da sua buceta, era de um tesão ainda não totalmente saciado.
Meu pai continuava de pau duro, diante da mulher e do filho engatados. Mas depois de um tempo, vendo ela cavalgar o meu pau, ele ficou de joelhos na frente dela, segurou a sua cabeça e cravou no seu pau, metendo tudo de uma vez. E enquanto ela mamava o meu pai, eu continuava metendo por baixo. Aos poucos eu fui entrando nela, com meu pau todinho na sua buceta.
Meu penetrava a sua boca sem parar, e ela tentava engolir tudo. De repente, ele começou a grunhir, enquanto minha mãe movia os quadris contra mim. E então aconteceu. Meu pai soltou um gemido e começou a gozar, enquanto a minha mãe engasgava, tentando beber a porra dele.
Ainda recobrando o fôlego, ela tinha esperma em volta da boca, escorrendo pelo seu queixo e pingando na barriga dele, deitado na cama meio exausto. Já meio sem forças, enquanto eu metia nela, minha mãe deitou a cabeça no esperma e começou a gritar:
“Meu Deus, eu vou gozar! Não pára, filho, me fode com força, vai!”
Eu estava enfiando tudo até o fundo, enquanto ela só conseguia abraçar o meu pai, com o rosto deslizando pra cima e pra baixo no esperma dele. Assim que eu estava prestes a gozar, tirei o meu pau, me virei, fiquei de pé na cama e disse pros dois me chuparem.
Meu pai e minha mãe imediatamente se sentaram e se entreolharam. Juntei as cabeças deles e enfiei meu pau entre elas. Quando eu estava prestes a gozar, perguntei quem queria o meu esperma e os dois começaram a disputar, com a língua de fora. Enquanto eu ejaculava, continuei revezando na boca deles, dando de mamar pra um e pro outro, até que me drenaram completamente.
”Quer dizer que os dois resolveram se divertir sozinhos!”, minha mãe sorria, segurando o meu pau.
“A gente tava só esquentando, pra quando você chegasse!”, disse o meu pai.
”Prometo que de agora em diante vamos fazer isso juntos”, eu beijei os dois.
Mais tarde naquela noite, eu estava cochilando no meio dos dois, quando aquela sensação molhada no meu pau me despertou. Ainda meio sonolento eu olhei pra baixo e vi minha mãe entre as minhas pernas. Mas ela não estava sozinha. Enquanto de um lado ela me chupava, do outro meu pai lambia o meu saco.
Eu mal acreditava que os dois tinham se juntado pra ter um prazer incestuoso comigo. Acho que ela não só ficava excitada vendo o meu pai chupar um pau, mas podia ser ainda mais excitante fazer isso junto com ele.
Eles começaram a me acariciar, e eu estava completamente entregue aos dois. Então minha mãe sussurrou no meu ouvido:
“Agora é a sua vez, amor.”
Eu sorri e disse que claro que sim.
Deslizei para baixo na cama e me virei. Envolvi meus braços nas pernas da minha mãe e comecei a lamber sua buceta. Eu não estava prestando atenção no meu pai porque minha mãe estava se excitando com a minha língua. Então senti algo frio e molhado na minha bunda.
Ele se aproximou de mim. Eu levantei a bunda e ele abriu minhas nádegas e enfiou o pau em mim. Nunca me senti daquele jeito; era a coisa mais incrível da minha vida. Lá estava eu, com a cara metida na buceta da minha mãe, fazendo ela gozar, enquanto ao mesmo tempo meu pai metia no meu cu.
Primeiro, ele começou com estocadas curtas e lentas, movendo-se atrás de mim quase como um carinho. Até que aos poucos ele foi acelerando o ritmo, me segurando e me fodendo com força. Então, de repente ele tava todinho dentro de mim, ofegando e fazendo suas bolas baterem na minha bunda.
Se eu pensei que tinha os dois na palma da mão, quando botei meu plano em ação pra comer a minha mãe, agora eu era como um brinquedinho deles. Minha mãe segurava a minha cabeça entre as suas pernas, gemendo e gozando na minha boca. Atrás de mim, meu pai me segurava e metia tudo. E enquanto ele gozava, me enchendo de porra, podia sentir a sua língua deslizando pelas minhas costas, me lambendo e me chupando.
Quando terminei de satisfazê-los, os dois estavam meio exaustos, e eu, em êxtase. Me deitei no meio deles e de novo dividimos um beijo a três. Depois dormimos ali na cama deles, meio agarrados.
Naquele momento, não sei exatamente o que éramos. Pai, mãe, filho, esses nomes pareciam distantes daquela incrível intimidade que experimentávamos. Acho que a partir daquela noite, mais que amantes, nos tornamos como uma necessidade uns dos outros.
Minha mãe adorava tanto participar quanto apenas ficar ao lado, se masturbando e assistindo, enquanto eu fodia o meu pai. E quando eu subia no seu pau para cavalgá-lo, aquilo não era menos excitante pra ela, que se juntava pra me chupar ou sentava na cara dele, oferecendo a buceta.
Com o tempo, ela se acostumou tanto a me ver sendo fodido que resolveu comprar um pau de borracha preso, que era preso na cintura, pra também participar e sentir como era foder seus dois homens. E no meio daquela sacanagem gostosa, de repente estávamos os três dentro uns dos outros, gozando e dividindo um prazer só nosso, sem nome, sem idade, sem gênero e sem nos importarmos com o mundo lá fora.
Alguns meses depois, minha mãe nos surpreendeu ao chegar em casa com o exame, dizendo toda alegre a coisa mais incrível do mundo: ela estava grávida de três meses….. e quem de nós dois era o pau pai pouco importava naquele momento. Apenas o fato de que em breve seriamos uma família maior... e ainda mais unida.


