01 - Fui pego no flaga, e virei putinha do melhor amigo do meu irmão.

Meu irmão tem um melhor amigo chamado Daniel, que estava passando por uns problemas em casa, e por conta disso, pediu pra passar o tempo aqui em casa. Minha mãe sempre gostou muito dele, então o aceitou de boa. Minha mãe e meu irmão trabalhavam o dia inteiro, enquanto o moleque trampava como entregador, neste tempo, eu tinha acabado de completar 18 anos, e já tinha terminado o ensino médio, então passava o dia inteiro em casa.
Geralmente quando eu acordava não tinha mais ninguém em casa, e por conta disso eu ficava bem à vontade, curtia andar de cueca pela casa, e nesse tempo eu tinha começado a me interessar pelo fetiche de femboy, então quando ficava sozinho, vestia algumas calcinhas/lingerie da minha mãe e ficava curtindo a vibe. O amigo do meu irmão em específico era bem gostoso, sempre tive tesão nele, mas nunca passou pela minha cabeça que poderia acontecer nada entre nós, até por ele ser hetero.
Um certo dia, eu acordei com muito tesão, então fui no quarto da minha mãe, escolhi uma das lingerie dela, me montei, fui até a sala onde tinha um grande espelho e comecei a rebolar, e depois comecei a brincar com meu cuzinho, enquanto batia uma, até que escuto um barulho de porta abrir atrás de mim, e ouço passos vindo em minha direção, nesse momento eu me levanto rapidamente, mas não o suficiente para evitar o que aconteceria em seguida. Daniel tinha chegado até a sala, e me visto de lingerie em frente ao espelho. Ele para na minha frente e solta um “PQP, QUE PORRA É ESSA?”, acontece que eu não conversava quase nada com ele, e só corri pro meu quarto e fechei a porta. Em sequência eu troquei de roupa e comecei a chorar muito pensando que ele contaria pro meu irmão e minha mãe — eu não era assumido na época e tinha muito medo — até que ouço batidas na porta do meu quarto.
— To entrando — Daniel falou. Quando ele entrou, percebi que estava sem camisa, e usando apenas bermudas, não pude reparar naquele corpo, apesar do acontecido, ele era muito gostoso, e isso era inegável.
— Foi mal, não fui trabalhar hoje. — ele falou.
— Percebi. — respondi — Olha, você não pode falar sobre isso pra ninguém, entendeu?
Ele sorriu.
— Fica tranquilo cara, não ligo que você seja viado. — E deu uma leve apertada no pau.
— É sério, minha mãe me mata se souber que eu faço isso.
— To falando, fica tranquilo, não vou falar. — e novamente voltou a apertar o pau, que estava levemente excitado.
— Obrigado. — falei, e voltei a reparar naquele corpo, nos pelos que tinha no peito dele, e iam descendo até o pau. Provavelmente ele reparou, já que deu um sorrisinho de leve.
— Vou tomar banho, faz alguma coisa pra gente comer. — e começou a sair do quarto — A roupa ficou boa em você, se uma dia eu comesse um viado, queria que estivesse vestido assim.
Eu não respondi nada, e fiquei deitado um pouco na cama pensando em tudo que teria acontecido. Não lembro quanto tempo fiquei deitado, até que ouço Daniel me chamar, sigo o barulho e vou até a porta do banheiro.
— O que foi? — perguntei.
— Esqueci a toalha em cima da cama, pode pegar pra mim?
— Vou pegar. — falei, e segui até o quarto dele. Nunca tinha entrado naquele quarto desde que ele se mudou, fui até a cama dele, e em cima dela tinha algumas coisas, cueca, shorts, camisinha e a toalha, foi aí que me toquei no que poderia tá acontecendo, peguei a cueca dele e percebi que estava suja de pré-gozo, não resisti e cheirei, me segurando para não passar a língua, fazer isso me deixou com muito tesão. Peguei a toalha e me direcionei ao banheiro, bati na porta.
— Entra ai e coloca em cima do vaso. — ele disse, e assim eu fiz. Aqui no banheiro de casa tem o box e estava borrado por causa da umidade, mas mesmo assim, eu pude ver ele estava se masturbando, fiquei alguns segundos olhando, até que ele abre o boxe pude ver com clareza aquele pau, parecia ter uns 19cm, retinho e um pouco peludo.
— Quer me ajudar com a boca?
— E-e-eu nunca fiz isso. — respondi.
— O viadinho é virgem?
Confirmei com a cabeça.
— Tira a roupa, ajoelha e abre a boca, vou fuder ela.
Aquele homem me dando ordens me deixava cada vez mais com tesão, eu obedeci rapidamente. Estar ajoelhado ali, em frente aquele pauzão foi a primeira vez que eu me senti uma putinha, ele colocou a mão na minha cabeça, puxando levemente meus cabelos até seu pau, e bateu com o mesmo em meu rosto.
— Quer leitinho viadinho?
Eu respondi que sim, então ele enfiou o pau na minha boca, com a menor delicadeza possível, no começo eu tive dificuldade para mamar, até que peguei o ritmo, e comecei a engolir cada centímetro daquela pica. Mamei o pau dele por bastante tempo, até que ele o enfiou na minha garganta e esporrou, foi a primeira vez que eu tinha tomado porra de outro cara sem ser a minha, e o gosto era incrível.
Recuperei o fôlego, e me levantei ficando de frente a frente com ele. Ele me olhou por alguns segundos, e por um momento eu achei que fosse me beijar, até que ele cospe na minha cara.
— A partir de hoje você vai ser minha putinha, entendeu?
Eu confirmei, e daí tomamos banho juntos, com ele brincando com meu cuzinho com os dedos. Após terminarmos, fui na cozinha e fiz algo pra comermos, e então eu entendi que meu propósito era esse, servir a um macho.

Se vocês quiserem depois eu posso trazer o conto de como foi a nossa primeira vez, e conto como esse homem me transformou na putinha que eu sou hoje.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
01 - Fui pego no flaga, e virei putinha do melhor amigo do meu irmão.

Codigo do conto:
258172

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/03/2026

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4

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