ADESTRADO PELO MEU CHEFE (SUBMISSÃO/PODOLATRIA) - Final

[ Parte Final ] Haviam se passado uns 4 dias desde nossa última transa, se é que eu posso chamar assim, antes do almoço, finalizei o trabalho que havia ficado pendente. Terminei a apresentação de slides, testei a sala virtual, fiz as últimas verificações para a reunião com a diretoria que se aproximava. Vez ou outra a recepção deixava alguns vendedores subirem até os andares superiores, muitos traziam empadas, bolos, as vezes frutas picadas em copinhos, pelo que eu entendi têm uns que fazem isso isso a muito tempo, e realmente tinham uns muito simpáticos. Uma senhora sorridente com um lenço na cabeça e uma vasilha de plástico transparente bateu à porta, permiti que ela entrasse.
– Oi doutor! Bom dia! Quer um docinho pra depois do almoço? Vendo umas tortinhas aqui recheadas, são muito boas – ofereceu a senhora, elas eram mesmo muito bonitas.
– Eu sou Lucas! Estão bonitas mesmo, do que a senhora tem aí? – perguntei.
– Hoje tem tortinha recheada com morango, chocolate, maracujá, coco com leite condensado e café doutor! – disse ela orgulhosa mostrando as caixinhas.
– Vou levar uma, qual é o seu sabor que mais vende? – falei.
– O meu sabor mais vendido é a de amendoim com canela, mas eu não tenho ela aqui, o doutor da outra sala tem alergia, nunca nem me comprou nenhuma, mas disse que eu só ia subir se não trouxesse
– O senhor não tem alergia a nada né? – perguntou ela preocupada.
– Não não, mas me de uma de maracujá então – pode ser?
– Claro doutor! – respondeu empolgada.
– Escuta, quem é que tem alergia à sua tortinha? – perguntei já imaginando a resposta.
– Não é alergia à minha tortinha não doutor, é alergia de amendoim, é aquele grandão que manda aqui, não sei o nome dele não! – respondeu me entregando uma caixinha e um guardanapos– o dia que eu fui na sala dele ele foi bonzinho, mas ligou lá pra moça debaixo e mandou ela me proibir de fazer de amendoim, disse que não queria que ninguém largasse na copa ou coisa assim – explicou ela – ah, vocês também são mais entendidos né?
– Ah sim! – respondi – mas não somos entendidos de nada não, aqui a gente mexe com imóvel, venda de casa, de prédio, não tem ninguém médico não – sorri.
– Ahh mas vocês são todos estudados, de ternão, então são doutores! – agradeceu saindo. Peguei a tortinha e guardei na gaveta para comer após o almoço.
Quando saí da sala para me dirigir ao refeitório encontrei com Átila, me preparei para seguir direto mas ele levantou seu braço contra a parede impedido minha passagem.
– Estou te achando muito escorregadio Lucas, não é de bom tom para seu adestramento ignorar dessa forma seu dono! – Disse ele sorrindo. Átila era astuto, falava tranquilamente, mantinha uma postura calma, expressão serena, quem via de longe não tinha dúvidas que ele estava falando algo perfeitamente corriqueiro.
– Estou apenas com muito trabalho Átila! – respondi.
– Senhor Átila! – me corrigiu – Deixe sua agenda livre hoje a tarde Lucas, vou precisar de você.
– Do que você precisa? – perguntei.
– Nao te interessa, apenas esteja disponível para mim – respondeu me olhando. Átila perdia um pouco do feitiço que tinha, ele conseguia me dominar com a sua pose de Alfa dominador, a maneira como ele parecia não ligar pra nada, mas agora ele me parece um grande pedaço de ego, olho pra sua bunda redonda, seu cabelo bem arrumado e penso no seu pau gigante, só vejo ego. Mesmo assim não consigo evitar, ele me dá muito tesão, minha mente acha ele um otário, mas meu corpo se contorce de imaginar ele me banalizando. Fui para o refeitório, estava se fome, passei a maior parte do tempo no celular, quando retornei para o andar do escritório encontrei Átila novamente.
– Pegue as suas coisas, Laura, a cliente do apartamento no Ecopark vai nos encontrar, remarquei a visita dela, vamos encontra-la às 17:30h – disse.
– Mas ainda são 14:00h – questionei. Átila me empurrou contra a parede e agarrou meu rosto.
– Você não vai parar de me questionar seu verme? Pegue as suas coisas e faça o que eu mandei – ele esboçava impaciência.
Peguei minha pasta com portfólios e o segui, estávamos no elevador em direção ao estacionamento, Átila teclava no celular, eu respirava tentando me manter calmo. O elevador chegou ao subsolo.
– Hoje vamos no meu carro – falou enquanto tirava a chave do bolso e destrava o alarme. Entrei na SUV no banco do passageiro, ele tirou o paletó, jogou no banco de trás e começou a dirigir.
– Estou com muito tesão hoje, bata uma pra mim – ordenou. Eu podia ver que seu pau pulsava na calça, foi quase instantâneo, me excitei também, eu tinha porra guardada a alguns dias, ia ser bom me aliviar, mesmo que com ele. Desabotoei o seu cinto e abri o zíper de sua calça, baixei sua cueca e o pau pulou pra fora, Átila diminuiu a temperatura do ar, minha mão mal se fechava no pau dele, eu batia punheta pra ele quase hipnotizado na pele cobrindo e descobrindo aquele pau cabeçudo. Foi assim ao longo de 16 minutos de trajeto, Átila estava inquieto, segurava para não gozar, eu também estava explodindo de tesão. Finalmente chegamos de volta ao apartamento que ia ser mostrado pra cliente, assim que passou pela porta ele arrancou a calça e tirou o pau pra fora de novo.
– Anda, vem aqui! – ordenou. Me agarrou pelo braço e me ajoelhou no chão, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a forçar a entrada do pau na minha boca.
– Abra bem! – disse Átila empurrando seu pau na minha garganta, a cabeça dele contraia cada vez que passava pelo céu da minha boca, era impossível engolir aquilo. Tirei toda a minha roupa, segurei o pau com as duas mãos e comecei a chupa-lo e ordenha-lo ao mesmo tempo, eu sugava com força, Átila urrava enquanto desabotoava a camisa. Me empurrou para trás e tirou os sapatos pisando nos calcanhares, depois tirou a calça, em seguida a cueca, que ele esfregou na minha cara. Por mais desgraçado que ele fosse eu estava explodindo de tesão, ele me mandou para o quarto, foi até a suíte e ligou a torneira da banheira, depois foi até onde eu estava, deitou na cama de bruços e me mandou ir para a ponta da cama chupar os seus pés. Me ajoelhei ao lado da cama e comecei a lamber as solas dele, eles eram com certeza uma das minhas partes favoritas do corpo dele, foram eles que me entregaram no meu primeiro dia, eu passava minha língua nas solas, sentia o gosto levemente salgado de suor, passava entre seus dedos, sugava um por um como se fosse um picolé, ele ficava louco, metia na cama como se estivesse pronto para gozar, eu me deliciava nas suas solas enquanto via sua bunda contraindo enquanto ele metia com força np lençol, parou por um momento, me agarrou pelo braço e me levou para o banheiro, a banheira já estava cheia, ele entrou primeiro, mal cabia nela, ele era alto, sentou-se, seus joelhos ficaram de fora da água.
– Entra logo – ordenou. Entrei em seguida, não tinha muito espaço, ele me puxou para seu colo, eu sentia seu pau embaixo de mim, de repente senti seu dedo entrando no meu cu, tive um espasmo
– Quieto! – Disse Átila.
Seu dedo entrava no meu cu até o fundo.
– Relaxa esse cu, como é que eu vou entrar ele assim? – murmurou. Ele colocou mais dois dedos no meu cu, dessa vez os da outra não, agarrou as minhas pregas e puxou cada uma para um lado, ele forçava meu cu a relaxar como se estivesse abrindo uma embalagem de biscoito, urrei de dor!
– Já mandei ficar quieto! – ordenou mais uma vez. Senti ele tirando os dedos e logo após a cabeça quente do pau dele se forçando a entrar.
– Espere por... por fav – tentei falar.
Cala a boca! – fui interrompido, ele tapou minha boca com a mão – Você fala demais porra, ainda não entendeu? – perguntou irritado.
Ele me fechou em um abraço, eu estava em seu colo, de costas pra ele, meus braços estavam presos pelos seus bíceps, senti ele firmando as pernas na borda da banheira e forçando o pau pra dentro de mim. Eu sentia uma dor imensa, o pau entrava queimando por causa dos sais de banho na banheira, empurrou até que entrasse todo, ele começou a meter com força, seu pau entrava e saía inteiro, ele me soltou e apoiou as mãos na minha cintura, me levantava e baixava me fazendo cavalgar nele como se eu fosse uma marionete, comecei a me contorcer, eu estava pronto pra gozar, em me encaixou fundo no pau dele e segurou meu pau
– Você quer gozar né seu verme? – falou ao meu ouvido. Tapou minha uretra com o dedo como quem prende a boca de uma garrafa de champanhe e seguiu metendo em mim, minha porra estava parada querendo sair, ele segurava com força, eu estava louco de tesão, quando ele soltou minha porra voou longe, gemi muito, foi uma delícia, ele metia cada vez com mais força, a água da banheira caía para fora, o pau dele já estava todo dentro de mim, meteu quase 15 minutos seguidos, mesmo que eu pedisse pra ele parar um pouco, ele não ligava, agarrava meu cabelo, firmava segurando meu pescoço e metia freneticamente, depois se contorceu em um urro, vários jatos de porra quente encheram meu rabo, eu podia sentir, cada vez que ele gozava um jato se contorcia mais me apertando, ele ia me quebrar as continuasse daquele jeito. A essa altura do campeonato já havia gozado de novo. Ele me tirou de cima dele e me empurrou para o outro lado da banheira, ficou de pé na minha frente e me mandou esperar. Eu já havia entendido que ele queria urinar
– Abra a boca – ordenou, eu obedeci, mijou no meu rosto, dançava o jato de urina em mim como se estivesse usando um mictório, a urina caia na água da banheira tingindo-a de amarelo, eu estava de olhos cerrados, de repente "a cereja do bolo", cuspiu na minha cara, se aproximou e me deu um tapa, saiu para fora da banheira. Meu cu estava de novo estourado, não sei como ia levantar dali.
– Vou tomar um banho e me trocar, devem ser 4 e pouco da tarde, arrume tudo no quarto, seque a banheira, depois disso se vista, melhore essa sua cara de cachorro abandonado que tomou um mijo e procure uma padaria aqui perto, compre alguma coisa para oferecermos um "pequeno agrado" para a Laura (a cliente) – disse Átila me dando as costas – Mais tarde vou meter mais em você!
Eu estava dolorido, me agarrei ao canto e me forcei pra fora daquela "privada gigante."
Abri o ralo da banheira, toda a água que estava no box já havia escorrido, peguei um pano na área de serviço, alguns produtos de limpeza e organizei a suíte. A essa altura, ele já tinha concluído o banho e havia ido para a sala se vestir. Tomei um banho também, passava sabão no meu corpo e ia descobrindo lugares doloridos, meu cu estava inteiro relaxado, podia sentir a mucosa, ardia, a porra dele não parava de sair de mim, quanto mais eh forçava, mais porra tinha. Me vesti, desamassei minha roupa com o ferro, reorganizei tudo e fui em direção à sala.
Ele estava sentado no sofá de perna cruzada, já vestido, cabelo arrumado, o relógio no pulso, parecia que nada havia acontecido, estava sorridente mexendo no celular. Passei pela sala, saí pela porta, havia uma padaria umas três ruas abaixo, fui até lá, minhas pernas estavam doloridas, meu couro cabeludo também, não preciso mencionar o quanto meu cu doída. Vê-lo sentado tranquilo enquanto eu preciso manter as aparências nesse estado me indignava, o jeito que eu me permiti ser tratado não valia o tesão e as gozadas que ele me proporcionava, mesmo que eu nunca tenha me deparado com um homem como ele, não valia a pena uma carreira com essas fodas malucas no pacote. Fui até a padaria, comprei as coisas no cartão corporativo e retornei.
Passados alguns minutos já eram 17:30h, Laura havia interfonado, uma cinquentona dona de uma multinacional, algumas ações, resumindo milionária, queria o apartamento para as ocasiões em que precisasse viajar pra capital. Ela subiu, sempre muito simpática, a recebemos, me deu um abraço apertado (e dolorido), trouxe alguns pequenos presentes.
– Obrigado por me receberem meninos, Átila você sempre tão solícito e você também Lucas agora meu novo favorito querido – sorriu.
– Laura, vou deixar que o Átila faça a tour e te mostre o apartamento, prepararei um pequeno brunch para comermos, tenho certeza que você vai ficar com o apartamento – me adiantei. Ela sorriu de volta, Átila me fuzilou em silêncio reprovando mas assentiu uma vez que ela já havia concordado. Não tinha a menor condição de eu acompanha-la em todos os cômodos, falando e falando, estou dolorido, meu cu dói demais quando eu ando, meus braços, minha pernas, tudo dói, estou totalmente sem energia. Eles seguiam pelo apartamento. Átila jogava todo seu charme nela.
Peguei pequenos sanduíches de creme de ricota temperados com tomate cereja, coloquei suco de laranja em uma jarra bonita, algumas carolinas, mini sonhos com recheios de chocolate e creme, preparei uma bandeja bonita, ouvia Átila falando de porcelanatos, projeto isso e aquilo, luz natural disso e aquilo, tenho certeza que ele também já havia sido corretor de imóveis, essas lorotas de luz, planejamento diferenciado são estratégia de encantamento. Depois da tour, Laura voltou radiante, eu estava pondo uma pequena mesa de café na sala.
– Ahh, com essas delícias todas definitivamente vou fechar o negócio – brincou ela se sentando.
– Essa era a minha intenção Laura – retruquei sorrindo. Átila se sentou sorrindo também, eu acompanhei os dois. Seguimos falando do apartamento, mordiscamos alguns sanduíches, tomamos suco, me levantei e fui até a cozinha do apartamento, trouxe uma pequena bandeja com guardanapos azuis marinho, café e os doces
– Guarde um espacinho para a sobremesa Laura! – falei colocando a bandeja sobre a mesinha. Ela sorriu e agradeceu, levou uma pequena Carolina à boca
– Deliciosa! – disse.
– Prove os mini-sonhos, ele são muito famosos, dizem que o creme deles é divino com um gole de café amargo. Servi três xícaras, entreguei uma a ela primeiro, a segunda ao Átila e peguei a terceira. Peguei um mini-sonho, ela me acompanhou, demos um gole de café – É realmente delicioso – disse. Átila fez o mesmo, levou a mão ao que estava mais próximo dele na bandeja e deu um gole na xícara. Seguimos conversando. Átila falava sobre o Ecopark, ela se encantava com tudo, eu sorria fingindo estar interessado, ela definitivamente ia ficar com o apartamento, o verde das árvores pela janela realmente agrega valor, de repente Átila parou por um breve momento, tossiu, parecia querer limpar a garganta, pediu licença, ao se levantar escorregou e caiu novamente sentado, forçava tosse mas parecia estar engasgado. Laura logo se assustou
– Meu Deus o que está acontecendo? – foi em direção ao Átila, me levantei também – Senhor Átila, você está bem? O que aconteceu? Segurei-o. Laura estava perdida , pegou o celular ligando para a portaria, ele tentava tossir, colocar alguma coisa pra fora mas não conseguia, estava ficando rosado, eu o apoiava, coloquei minha mão nas suas costas e dava leve batidinhas –bem fraquinhas – ele me segurava pelo braço, olhava pra mim desesperado, estaria ele entalado com seu próprio ego?
– Uma ambulância! Vou pedir a portaria para chamar! Meu Deus! O que pode ter havido? – disse Laura em desespero.
– Vamos manter a calma Laura! – pedi a ela – me voltei a ele! Segui com as batidinhas, fazia uma leve massagem no peito dele
– Senhor Átila, precisa que eu faça alguma coisa? – perguntei calmamente. Ele me agarrava meu braço, tentava me empurrar mas não tinha força, havia perdido toda sua expressão serena de sempre, agarrava em sua gravata tentando afrouxa-la, parecia estar sufocando, eu pedia calma, tentava segurá-lo ao se debater! Laura estava em pânico!
– Laura vá para a porta do prédio, assim você guia a ambulância até aqui quando ela chegar! – gritei.
Ela assentiu, foi em direção à porta e desceu rapidamente. Me voltei para Átila, ele forçava vômito, se apoiava no sofá, tentava buscar ar, eu seguia dando batidinhas nas suas costas.
– Quer uma água Senhor Átila? – perguntei com um sorriso calmo. Ele me olhava, dessa vez com fúria, estava vermelho, os olhos lacrimejantes, tenho certeza que ele me atacaria se estivesse em condições, eram minutos bem assustadores pra ele, puxou o ar com força e se debruçou no sofá, fiz um leve carinho na cabeça dele. A porta se abriu em um rompante, era Laura com 2 socorristas
– Ali está ele! O que está deitado no sofá – apontou – ele parece estar engasgado, não sei estava bem! Os socorristas foram para cima dele, deitaram-o no chão, abriram sua camisa! Fizeram uma manobra de ressuscitação.
– Ele está com a garganta fechada! Parece choque anafilático! Rapidinho prepare o kit! – disse o paramédico!
– Ahh meu Deus, será que ele foi envenenado? Nós comemos também! – disse Laura em desespero.
– Senhora é um processo alérgico! Ele é a alérgico a alguma coisa? – perguntou o paramédico.
– Não sei! – ela respondeu. O paramédico olhou para mim
– Não é do meu conhecimento também – respondi. Injetaram duas ampolas nele, colocaram ele em uma maca que havia sido montada e saíram rapidamente, um balão de oxigênio manual estava em seu rosto, com um paramédico apertando e soltando, os braços bobos balançando na maca, foi levado às pressas desacordado. Laura desceu acompanhando-os, também me preparei para descer, antes disso abocanhei o outro mini-sonho que estava na ponta da bandeja, dei um gole no café, passei pela cozinha e peguei um pequeno pote de pasta de "Pistache com Amendoim Gourmet" que eu havia comprado na padaria com dinheiro físico, nada de cartão corporativo – claro –coloquei no bolso e fui em direção à porta, a mesa de café ficou montada do mesmo jeito que estava, afinal de contas vai que é necessário verificar alguma coisa não é? Nunca se sabe. Tranquei a porta e desci pelo elevador, cheguei na portaria, as pessoas observavam ele sendo colocado na ambulância, Laura estava assustada bebendo água em um copo descartável à golinhos. Um homenzão daquele, atlético, aqueles bíceps grandes, os pés divinos, aquele pau gigante, só de pensar chego a me excitar, espero realmente que ele consiga chegar a tempo no hospital e que fique bem, ou não fique, quem sabe...

–FIM

E o Átila vai ficar bem? Seria realmente um desperdício não é? Vamos esperar notícias dele (ou do enterro dele). Obrigado a você leitor que me acompanhou nessas 5 partes do conto de escritório de Lucas e do Senhor Átila. Se puder e quiser me deixe um comentário dando sugestões ou simplesmente me contado da sua sensação lendo e o que achou. Até o próximo conto! Grande Abraço! O Ilustrador.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
ADESTRADO PELO MEU CHEFE (SUBMISSÃO/PODOLATRIA) - Final

Codigo do conto:
258179

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
29/03/2026

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