Carla parecia certinha no trampo e na vida social, mas sozinha em casa virava uma safada total. Engolia todo pornô: vídeos caseiros de casais comendo um ao outro, minas e caras se punhetando gostoso. Até zoofilia dava um tesão do caralho pra ela — nunca fez na fase adulta, mas quando novinha, da infância até a adolescência, passava mel ou geleia na buceta e deixava a cadela lamber tudo. A língua quente e áspera da cachorra raspava no clitóris inchado, lambia os lábios da xoxota até ela tremer toda, gemendo baixinho enquanto gozava intensamente com corpo suado e as pernas moles.
Tinha um monte de brinquedos. Saía de casa com um plug no cu ou vibrador na buceta, sentindo pulsar em público. Pegava busão e metrô lotado só pra levar encoxada, pau duro roçando a bunda e molhando a calcinha.
O que a deixava louca de tesão eram minas de lycra, biquíni ou shortinho colado, marcando a rabinho da buceta. Suficiente para despertar um puro tesão que obrigava ela a se enfiar num banheiro pra uma punheta rápida, dedinhos voando no grelo até esguichar. Pau marcado na sunga também encharcava ela na hora.
A filha, Isa, era um colírio: coxas grossas, peitos durinhos com mamilos gordinhos, boca de chupar e buceta com lábios inchados e carnudos. Carla babava por ela desde sempre. Levava Isa e as amigas pra casa apertada na praia, fingindo ajudar no quarto: espiava os corpinhos nus, roçava “sem querer” e soltava papo de sexo pra esquentar.
Isa puxou a safadeza e morria de tesão pela mãe, mas o medo de ser mãe e filha travava tudo. Ficavam no abraço apertado e provocações. Na praia, com as amigas, rolava mão boba pra caralho.
Uma amiga safada da Isa ficava com as duas separadamente. À noite, no colchão lotado, Carla e a garota se punhetavam no escuro: Carla enfiava os dedos na buceta molhada da mina, sentindo o mel escorrendo, enquanto a amiga dedava o cu dela devagar, roçando o clitóris com o polegar. Gemiam abafado, bocas coladas pra não acordar as outras, gozando juntas em ondas quentes e suadas.
O irmão de Carla, Luiz.
Quando novos, de madrugada ele entrava no quarto dela, enfiava a mão na buceta encharcada, dedando forte enquanto ela rebolava no colchão. Chupavam um ao outro, ele lambendo o grelo até ela gozar na boca dele, ela engolindo o pau latejante dele até o talo. Carla via Luiz roçando em Isa — e ela amava. Gravou eles na sala: Isa chupando o pau dele com vontade, babando tudo. Carla punhetava horas vendo isso, dedinhos no cu e na buceta, imaginando entrar na brincadeira.
Desde que Isa era pequena e Carla cuidava dela, as duas dormiam juntas várias vezes. Carla esperava a filha pegar no sono, se abraçava por trás, tirava a calcinha devagar e esfregava a buceta molhada na coxa grossa de Isa, sentindo o calor da pele e o mel escorrendo. Muitas vezes, brincava com a xoxotinha da filha: dedinhos roçando os lábios carnudos, enfiando devagar no mel quentinho, até chegar no grelo inchado. Às vezes, descia a boca e passava a língua nos lábios da buceta, lambendo suave pra não acordar, sugando o clitóris até Isa gemer no sono.
O mesmo rolava do outro lado: Isa fazia isso com Carla, achando que a mãe dormia. Dedava a buceta da mãe, lambia os mamilos gordinhos e enfiava a língua no cu, gozando quietinha no lençol. Ambas já sabiam de tudo — sentiam os tremores, os melados —, mas igual com Luiz (tio de Isa), nunca falavam disso
E assim continuaram felizes com muitas outras aventuras entre eles
Para as mulheres que se identificaram com esse conto e gostariam de trocar confidências, histórias e fazer uma amizade real (como a Carla) ou virtual, deixo meus contatos