Essa é a primeira vez que eu vou escrever um conto. Mas posso dar a certeza de que é 100% verifico. Bom, me chamo Ricardo. Tenho 25 anos, sou baixo com o cabelo enrolado e porte magro e atualmente estou namorando com um homem não tão alto, de 1.75, negro, um pouco parrudo e com um pau enorme que sempre marca no short, mesmo sendo um short de tecido mais grosso. Eu sou um cara retraído e não conheço tanto o mundo da putaria como o meu namorado conhece, mas somos sempre bem abertos a conversar um com o outro sobre experiências de vida, e numa dessas, começamos a conversar sobre coisas que ele já havia feito antes de começar a namorar comigo, sendo uma delas um encontro de homens em praças públicas a noite. Eu não acreditei, porque como eu disse, sou um cara retraído e que não conhece as delícias de uma verdadeira pegação. Mas não posso negar que depois das coisas que ele me contou, fiquei com tanto tesão que o meu pau ficou pulsando na cueca para querer vivenciar. Ele entusiasmado em me mostrar, me levou para ver que era verdade e o quanto era gostoso ver os homens se pegando atrás das árvores enquanto carros passavam na rua. Fomos de moto até a praça que tinha algumas árvores ao redor e parecia ser um lugar pouco movimentado. Ao chegarmos no meio da praça, de longe já avistamos uma roda de homens atrás de uma árvore grande, e eles se masturbavam todos com o pau para fora enquanto viam um novinho mamando outro cara. E era assim, um mamando e outros olhando e esperando a sua vez de serem mamados. Meu namorado me puxou pela mão e fomos até lá. Eu, com vergonha fiquei um pouco mais longe e meus olhos brilhavam, desejando mamar todos aqueles homens que estavam em roda batendo punheta um para o outro. Minha boca salivava e o pau quase não cabia mais dentro do meu short de tanto tesão, até que um dos homens que tinha acabado de receber uma mamada, olhou pra mim, levantou o dedo em sinal de chamado pedindo para eu me aproximar. Eu, cheio de tesão não consegui nem pensar e já logo fui andando em direção a ele. Os outros que estavam em roda abriram o espaço e eu entrei, olhei bem na cara dele. Ele era um homem lindo. Estava com camiseta de academia, tinha um braço forte e um peitoral delicioso. Levou a boca dele no pé do meu ouvido e perguntou: – Quer me chupar? Essa sua boca deve ser tão macia e quentinha. Eu não me contive, já me ajoelhei ali no meio da roda mesmo e coloquei o pau dele na minha boca. Quando meus lábios deram a primeira abocanhada, eu consegui ouvir ele gemendo, como se esse fosse o boquete que ele tanto esperava por aquela noite. Ele segurou minha cabeça enquanto minha boca estava aberta, e começou a fazer movimentos de vai e vem, aproveitando e se deliciando da minha boca. Mesmo estando escuro, eu conseguia ver pelos flashs de luz que haviam espalhados em alguns pontos da praça a cor da pica dele. Era branca, grossa, cheio de veias e com a cabeça rosinha, e ele ia socando cada vez mais fundo na minha garganta, e cada vez mais rápido. Enquanto isso os outros ao redor apenas olhavam e se masturbavam esperando a vez deles de serem mamados. Então o cara empurrou minha cabeça para um pau que estava do lado esquerdo dele e disse: – Agora você vai chupar a pica de um por um. Ali eu estava realizado. Nem pensei duas vezes e já logo segurei o pauzão do outro rapaz que já veio colocando o pau dele na minha boca. O cara estava com tanto tesão que dava pra ver a babinha pingando no chão, e deu pra sentir o gosto de pica melada dentro da minha boca que se misturava com a saliva. E um por um, eu fui saboreando e degustando a pica deles, até meu namorado entrar na roda e ser mamado também. Conforme eles iam gozando na minha boca ou no meu rosto, iam saindo da roda satisfeitos. O sabor diferente do gozo de várias picas na minha boca foi o ápice da minha noite, quando chegou a vez do último, eu me posicionei para colocar o pau dele a minha boca, mas quando fui abocanhar, ele enfiou a pica toda até a minha garganta e começou a soltar muito leite, me fazendo engasgar. Ele estava com tanto tesão que só estava esperando a vez dele de esporrar dentro da minha garganta, e enquanto isso eu fui batendo uma punheta bem gostosa pra gozar também. Depois levantei com os joelhos doendo de tanto ficar agachado, fui até o bebedouro mais próximo e lavei meu rosto para ir embora. Meu namorado ficou surpreso e eu também, pois eu nunca tinha feito algo tão delicioso assim, e se eu não fosse tão tímido, iria todos os dias lá para receber mais gozadas na boca. Se acontecerem mais vezes, prometo que vou para contar mais pra vocês. Espero que, assim como eu gostei no dia, vocês tenham gostado de ler.
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