Certo dia, na hora do recreio, eu falei para minhas amigas:
- Fiquem olhando, vou levar o gostosinho lá para o canto e beijar a boca dele.
Cheguei no garoto e fui direta:
- Quero beijar você, também quer?
Ele apenas sorriu e o levei para debaixo das escadas, nos fundos da escola. Minhas amigas foram atrás, escondidas e perderam a aposta. Hoje não posso dizer que foi um beijo bom, nem eu nem ele nunca havíamos beijado de língua, por isso foi o começo do aprendizado. Apesar das minhas amigas terem perdido a aposta, elas também beijaram o garoto.
Depois que as três beijaram, nós conversamos e chegamos à conclusão que não tinha sido bom. Um dia, as três estudando na casa da Kátia, voltamos a falar no assunto do beijo e eu falei:
- Será que fomos nós que não soubemos beijar?
- Sei lá – disse a Kátia – acho que ele também não sabia fazer direito.
- Concordo – disse a Lucila.
A mãe da Kátia tinha ido ao mercado e ia demorar um pouco, então eu sugeri:
- O que vocês acham de experimentarmos de novo?
Minhas duas amigas me olharam incrédulas e a Lucila disse:
- Eu não quero mais com ele.
Eu sorri e falei:
- Não com ele, entre nós.
As duas ficaram boquiabertas, como se não acreditando no que eu falava, mas não se recusaram e nós três trocamos vários beijos, ao final eu falei:
- Muito melhor, com certeza o boboca não sabe beijar.
Rimos da nossa travessura e a partir daquele dia, sempre que sozinhas, trocávamos beijos calorosos. Certa vez, após mais uma sessão de beijos eu falei:
- Meninas, minha bucetinha está toda melada.
- Não acredito – disse a Kátia.
- Sinta você mesma – eu disse baixando minha saia e puxando da calcinha de lado.
Pensei que ela não fosse ter coragem, mas a danadinha passou um dedo na minha rachinha e saiu com ele molhado.
Ela mostrou o dedo para a Lucila, que ao ver não se conteve:
- Porra, não é que a danada está mesmo molhada.
Nós três já gozávamos na siririca, cada uma sozinha, mas naquele dia eu sugeri fazermos juntas e foi aí que tudo começou. Da siririca comunitária passamos uma fazer na outra, depois veio o oral e descobrimos o doce prazer de gozar assim. Depois disso nos tornamos ainda mais inseparáveis, sempre que juntas e sozinhas, fazíamos seções de prazer mútuo. Com o passar do tempo fomos descobrindo que poderia ser bom com os meninos também e nós três perdemos o cabeço na mesma semana.
Nos tornamos inseparáveis, até mesmo quando conheci e comecei a namorar com o Thiago. Não achei justo que ele ficasse alheio ao meu passado e, quando senti que nosso relacionamento se tornou mais sério, eu abri o jogo:
- Amor, preciso falar uma coisa.
- Fica à vontade.
Um tanto constrangida eu contei tudo o que rolava entre mim e minha amigas. Ele ouviu atentamente e ao final foi suscinto:
- Tudo bem amor, não vou querer que você mude em nada, vai querer continuar transando com elas também?
Eu não podia ser hipócrita com ele:
- Sim, sinto muito tesão nelas.
- Não vejo problema algum.
- Aliás – eu disse toda dengosa – elas acham você um gato, se quiser posso colocar você no meio.
Qual homem não vai querer ter duas xerecas à sua disposição. Ele apenas sorriu e com o tempo eu trouxe uma de cada vez para transar, houve situações onde ficamos os quatro. Tudo caminhou de forma maravilhosa até nos casarmos, ainda na lua de mel eu disse a ele:
- Não pense que minha vida vai mudar depois de casados, vou continuar gostando de xereca e não pense que vou parar.
- Jamais cobraria isso de você meu amor.
O Thiago é filho único e seus pais moram numa chácara grande. Quando começamos a falar em casamento, minha sogra, que é um amor de pessoa, nos chamou para conversar junto com o marido:
- Eu e o Samuel – meu sogro – queremos fazer uma proposta a vocês.
Ouvimos com atenção e ela sugeriu que, como o terreno era grande e um dia tudo seria nosso, poderíamos construir ali uma casa e assim teríamos nossa privacidade. Meu namorado olhou para mim, com certeza esperando a minha resposta:
- Por mim tudo bem, gosto de vocês – meus sogros – como se fossem meus pais.
Já namorávamos há quatro anos, tínhamos algumas reservas e mais um pouco que meus sogros ajudaram, construímos nossa casa em um ano e casamos. A convivência mais frequente com a Sandra, minha sogra, fez com que eu passasse a gostar ainda mais dela. Nos tornamos amigas confidentes. Comigo trabalhando no regime de doze por trinta e seis horas, tenho sempre um dia de folga e, como minha sogra não trabalha fora, nosso convívio é sempre intenso, seja na chácara curtindo a piscina ou em nossas idas às compras.
Minha sogra, apesar dos seus cinquenta anos, é uma mulher bonita, alta, cabelos loiros platinados que ela insiste em manter longos e bem tratados, seios grandes e sem demonstrar o peso dos anos, cintura fina e bunda harmoniosa com suas coxas grossas em pernas longas. Como sou chegada numa boa fêmea, não vou negar que já olhei para ela com outros olhos, principalmente quando passei a morar na chácara. Quando só nós duas em casa, eu usava meus biquinis mais ousados para ir na piscina e ela sempre com seus maios. Um dia eu disse:
- Sandra, você tem um corpão, precisa mostrar mais ele, mesmo que seja quando estamos apenas nós duas.
Ela sorriu e disse:
- Acha mesmo que tenho um corpo bonito.
- Com certeza, aliás – eu disse sorrindo – meu sogro deve passar bem com você.
Ela deu um sorriso amargo e fui discreta: Bem que eu gostaria que ele tivesse a mente mais aberta.
A convenci e saímos para comprar biquinis que fizessem jus ao seu corpo. Com alguma relutância ela comprou uns mais ousados, sob a minha alegação:
- Nem que seja para usar quando estivermos só nós duas em casa.
A Kátia também seguiu a carreira de enfermagem e quando nossas folgas coincidem, ela vem passar o dia em casa. Minha sogra e ela se dão muito bem. Numa dessas visitas minha sogra tinha saído, depois que eu e a Kátia curtimos a piscina, fomos para minha casa. Tomamos banho juntas e ali mesmo, debaixo da água que corria pelos nossos corpos, aconteceu beijos e carícias. Terminamos o banho, nos secamos e fomos para o meu quarto, o tesão que eu sentia por ela, era tão intenso quanto aquele que eu sentia pelo meu marido. Com ela deitada de costas, coloquei meu corpo sobre o dela e nos beijamos de forma apaixonada.
Nossas línguas juntas saboreavam o néctar das nossas bocas. Meus seios colados aos dela proporcionavam uma onda de calor que transcendia nossos corpos. Nossas mãos navegavam por cada cantinho do nosso prazer. Beijo seu pescoço, mordo a pontinha da sua orelha e ela geme:
- Ah sua putinha, você sabe o quanto gosto disso né.
Levo minha boca nos seus seios, me delicio em sugar e morder seus biquinhos, ela adora uma dorzinha. Como uma cobra deslizo sobre seu corpo, beijando e lambendo sua barriga. Chego na sua bucetinha e não faço nada, apenas encosto meu nariz e sinto seu odor, de fêmea no cio, querendo prazer. Minha língua percorre suas virilhas, mordo a parte interna das suas coxas e ela gemendo alto, tínhamos nossa privacidade.
Giro meu corpo e ficamos na posição do 69, é quando minha língua saboreia o mel da sua buceta e sinto ela fazendo o mesmo comigo. Nos agarramos, nossos corpos pareciam querer se fundir em um só, tamanho era nosso tesão. Estávamos entregues uma à outra, nada mais importava naquele momento, apenas sentir o prazer de um gozo infinito. O tempo não fazia sentido, o espaço era a minha cama, os lençóis amarrotados, úmidos do nosso prazer, o delírio era único, gemido, a entrega era total. Nosso orgasmo era inevitável, ele se aproximava, estávamos quase lá quando ouço um ruído. Quebrado o encanto do momento eu levanto a cabeça e tenho uma visão inesperada.
Minha sogra estava encostada no batente da porta, com o vestido levantado e uma das mãos entre as pernas. Quando nossos olhares se cruzam ela perde o chão, vira-se para ir embora, mas eu a chamo:
- Sandra, espera.
Ela estanca, fica de costas para o quarto, eu e a Kátia sentadas na cama, sem saber ao certo o que fazer, o silencio era ensurdecedor. Nada que eu pudesse dizer esconderia a realidade do que ela tinha visto, mas eu tinha que me certificar das consequências:
- Sandra, por favor, venha até aqui.
Indecisa se devia ou não atender ao meu chamado, ele continuou imóvel e eu insisti:
- Por favor, precisamos conversar.
Ela então se vira e caminha em direção à cama. Ela fica de pé ao nosso lado e eu peço para ela sentar:
- Sandra minha querida – eu começo a falar – não podemos negar o que você viu, por isso só pedimos que entenda.
Ela olhava para nossos corpos nus que não fizemos questão alguma em esconder. Sua expressão não era de raiva, ou qualquer coisa assim, eu diria que até mesmo de admiração, segurei na sua mão e perguntei:
- Consegue entender?
Ela dá um longo suspiro e pergunta:
- O Thiago sabe disso?
- Sempre soube, desde antes de nos casarmos, nunca escondi nada dele, eu e a Kátia somos íntimas desde a adolescência.
- E ele, o que acha disso?
Pensei um pouco antes de responder, mas ela deveria saber de tudo:
- Ele não só aprova como também participa quando possível.
Foi nesse momento que a minha sogra arregalou os olhos, colocou a mão na boca e disse:
- Ele come vocês duas?
- E nossa outra amiga também, a Lucila.
- Meu Deus, isso é um sonho, como meu filho é diferente do pai!
Ao dizer isso eu lembrei de um comentário que ela fez do marido: “bem que eu gostaria que ele tivesse a mente mais aberta”. Acho que entendi agora o que ela quis dizer:
- Gostaria que seu marido fosse mente aberta assim?
- Muitas vezes eu tentei mostrar a ele que poderíamos experimentar coisas novas, mas ele nunca admitiu.
Kátia, que até então tinha se mantido calada, falou:
- Que tipo de coisas novas você tinha vontade?
Ela olhou para nós duas, seus olhos se encheram de lágrima e quase que em soluços ela falou:
- Várias foram as vezes que propus a ele envolver outra mulher no relacionamento.
Que alívio, olhei para a Kátia, trocamos um sorriso cúmplice e ela desferiu o golpe fatal:
- Conta para nós Sandra, tem vontade de experimentar outra mulher?
Seu rosto corou, sua respiração ficou ofegante, era isso, ela só estava com vergonha, ou sei lá o que, em admitir.
A Kátia engatinhou na cama, passou os braços ao redor da minha sogra, colou seu corpo no dela, beijou seu pescoço, minha sogra tremeu, mas não se afastou:
- Vai Sandra – continuou a Kátia – estamos apenas entre mulheres, não tem do que se envergonhar, já sabe do que eu e a Leila gostamos.
Minha sogra estava confusa, eu quase que podia ler seus pensamentos. Sentindo a indecisão da minha sogra, ousadamente a Kátia coloca as duas mãos nos seios dela, que joga a cabeça para trás, se apoiando no ombro da minha amiga. Ficou claro que ela gostou do contato, por isso a Kátia volta a beijar o pescoço e agora passando a língua nele.
Ela estava se entregando, mas deu tempo para dizer:
- Sim, era isso que eu queria experimentar junto com meu marido, mas ele nunca aceitou e eu me privei dessa vontade.
Nada mais havia para ser dito, ajoelhei entre suas pernas, deslizei minhas mãos por debaixo do seu vestido e o levantei. Sua calcinha preta, pequena e transparente, escondia o tesouro a ser revelado:
- Sendo assim minha querida sogrinha, hoje vai experimentar não uma, mas duas mulheres que gostam muito de outra bucetinha.
Deslizei um dedo na sua racha, ao mesmo tempo em que a Kátia virou o rosto da minha sogra e beijou sua boca. Puxei a calcinha e sua buceta apareceu plena, demonstrando o melado do tesão que ela sentia. Afastei suas pernas e comecei a beijar, dos joelhos para cima, lambi suas coxas, mordisquei sua pele aveludada. A Kátia puxou o vestido e o tirou, soltou o fecho do sutiã que foi jogado para o lado, minha sogra estava pelada, pronta para ser devorada. Nos ajeitamos sobre a cama, a Kátia começou a chupar os peitos da Sandra e eu dei a primeira lambida de outra mulher naquela buceta molhada.
Ao sentir isso, minha sogra solta um gemido alto, que veio do seu interior, com a explosão de um desejo a tanto tempo reprimido:
- Ai como eu tinha vontade disso, tantos anos sufocando esse meu desejo.
Enfiei minha língua o mais profundo que consegui, suguei seu grelo, isso mesmo, um senhor grelo saltado para fora dos grandes lábios, duro. Mamei com fervor naquela minúscula rolinha e isso foi o suficiente para ela atingir o auge do seu prazer:
- Vou gozar, vou gozar, não para meu anjo, me chupa forte.
Colei minha boca na sua buceta e deixei que ela gozasse. Seu corpo tremeu, convulsionou, ela não conseguia articular as palavras. Permitimos que ela se recuperasse, trazendo de volta sua respiração normal.
Eu e a Kátia deitamos ao seu lado, carinhosamente passando as mãos pelo corpo dela. Com ela voltando ao seu estado normal eu perguntei:
- Era disso que tinha vontade Sandra?
Ela sorriu e um tanto tímida falou:
- Em parte sim, mas tenho vontade do contrário também.
- Tem vontade de chupar buceta – perguntou a Kátia.
- Sim, nesses anos todos eu sempre meti o dedo na minha e lambi, mas quero ter o prazer de sentir o gostinho de outra mulher.
A Kátia fala para mim deitar de costas e diz para a Sandra:
- Chegou a hora de mata sua vontade, deita sobre a Leila para fazer um 69 com ela.
- Até que enfim vou fazer o que sempre sonhei com os vídeos que vejo.
- Mas que safadinha – falou a Kátia – quer dizer que fica na siririca vendo duas mulheres se chupando.
- Quase todo dia – disse minha sogra sorrindo.
- Putinha vadia – disse a Kátia.
- Isso é outra coisa que sempre desejei, ser xingada.
A Kátia continuou:
- Então chupa logo a buceta da sua nora, vagabunda do caralho.
Minha sogra deita sobre meu corpo e eu sinto todo o seu calor. Já mais à vontade, ela vai logo metendo a boca na minha buceta e começa a chupar. Que incrível, nem parecia ser a sua primeira vez, com certeza ela viu muitos vídeos mesmo, enfiou a língua, lambeu, sugou meu grelinho e eu não deixei por menos, voltei a atacar a xereca dela. A Kátia foi por detrás dela, deu um tapa na bunda e falou:
- Empina essa bunda cadela, deixa eu chupar seu cu.
Obediente minha sogra empinou a bunda e a Kátia caiu de língua, lambendo as pregas da minha sogra.
Kátia lambeu, deixou o furico bem lambuzado e foi logo metendo um dedo, minha sogra reagiu:
- Isso minha querida, soca no meu rabo, aquele frouxo do meu marido nunca quis fazer isso comigo.
A Kátia é muito boa com os dedos, enfiou um, depois dois e aí começou o vai e vem fodendo pela primeira vez o cuzinho da minha sogra. Da minha posição eu ajudava abrindo bem a bunda da Sandra. Com isso tudo não demorou para que tanto eu, quanto minha sogra, atingíssemos o orgasmo. Quando sentiu que eu estava gozando, ela forçou sua boca contra minha buceta, com certeza querendo colher na boca todo o meu mel.
Só faltava a Kátia gozar. Esperamos um pouco e ela tomou o meu lugar, seria o dia em que minha sogra saciaria todo o seu desejo, já na sua primeira vez iria logo chupar duas bucetas. Como era de se esperar, minha sogra gozou pela terceira vez e também engoliu todo o mel da Kátia. Saciadas e deitadas na cama, com a Sandra ao meio, ela recuperou um pouco do juízo:
- Meu Deus que loucura fui fazer, Leila, você é minha nora, esposa do meu filho.
Beijei seu rosto, fiz um carinho e falei:
- Não tem nada demais, ele sabe que eu gosto de mulher.
A Kátia, apoiada no cotovelo, deu uma risada e falou:
- Caralho Leila, ele sabe que você gosta de buceta, mas já pensou ele saber que pegou a da mãe dele?
- Porra – eu falei – é verdade, que loucura hein.
A Sandra olhava para mim e para a Kátia, na esperança de ouvir algo que aliviasse seu medo, foi então que eu falei:
- É verdade, acho que não vai ficar bem ele saber disso, por isso não vamos contar, omitir não é mentir.
A Kátia bateu palma e falou exultante:
- Isso aí amiga, será nosso segredo.
Minha sogra nos fez jurar que jamais contaríamos isso a ele e nós juramos. Ela ficou aliviada, mas tristemente falou:
- É bom ouvir isso de vocês, mas agora que experimentei do mel, como posso ficar sem?
A Kátia foi ligeira:
- E quem disse que vai ficar sem, fodemos com você sempre que tiver vontade, além do que – ela fez uma pausa – também tem a Lucila, tenho certeza que ela vai adorar chupar a sua buceta.
A alegria estampou no rosto da minha sogra. A partir desse dia, sempre que possível, eu, a Kátia ou até mesmo nós duas juntas passamos a foder com minha sogra, além é claro, da Lucila que ficou apaixonada pela Sandra. Com o tempo minha sogra foi se soltando e começou a transar com outras mulheres além de nós, ela está muito feliz.




