Otávio é o cara que joga futebol comigo toda sexta-feira. Tenho um grupo de amigos que sempre se reúne nas sextas para jogar futebol na quadra do bairro, vez ou outra, saímos para tomar umas brejas no final.
Otávio é meu amigo mais antigo no grupo. Ele é um jovem moreno de 28 anos, de porte atlético, com uma estatura média-alta e uma constituição física musculosa, mas ágil. Acreditem em mim quando eu digo que ele é um puta morenão.
Todas as mulheres se derretem por ele. Até alguns gays que fazem academia junto conosco. Ele também tem olhos verdejantes intensos e cheios de vida, o cabelo escuro era frequentemente cortado na régua.
A postura dele é sempre confiante e elegante, com uma presença que irradia liderança e talento. Ele tem cara de marrento, mas é o cara mais legal e agradável que conheço.
Na quadra, Otávio sempre foi o mais veloz e o mais inteligente em estratégias, por isso ele é o melhor jogador do time.
— Jogou bem, mano. — ele me elogiou, batendo em minha bunda, enquanto corria para o outro lado da quadra.
Aquilo me pegou de surpresa. Ele nunca tinha feito isso com ninguém. Não era coisa do nosso grupo de amigos.
Olhei em volta. Ninguém viu.
Depois do jogo, no vestiário. Todos nós estávamos eufóricos com a quantidade de gols que cada time fez.
Eu fui para debaixo do chuveiro mais distante e comecei a tomar minha ducha. Tentei ignorar o tapa na bunda, mas acabei levando outro tapão.
— Hoje você se superou na quadra. — elogiou Otávio, parando no chuveiro ao lado.
Olhei em volta e percebi que todos os nossos amigos tinha visto o tapa na bunda que ele deu em mim. Alguns sorriam de mim.
— Deve ser culpa da academia. — comentou Patrick, o cara que eu menos gostava do nosso grupo de amigos. — Deixou o JP mais forte, mais rápido... E mais bundudo.
Agora todos estavam rindo.
— Cara, sua raba está maior que a raba da minha mina. — comentou Patrick, gargalhando muito.
— Tiração. Os caras são muito moleques. Ha Ha Ha...
— Talvez tenha sido o crescimento da minha bunda que me fez marcar dois gols contra seu time, Patrick. — falei, olhando para ele por cima do ombro.
Agora foi ele que passou a ser o alvo de zoação. Sorri orgulhoso de mim mesmo, por não ter ficado calado.
Olhei para o lado e notei Otávio sério, olhando para meu corpo. Ele desviou o olhar quando percebeu que eu estava olhando para ele.
— Vamos tomar umas brejas hoje? — perguntou alguém.
— Se você pagar, eu vou. — provocou Patrick.
— A primeira rodada eu pago.
Todos fizeram uma algazarra. Fomos para o bar mais próximo quando todos terminaram de se lavar e de se ensaboar.
Eles pegaram uma longa mesa retangular. Acabei sentando ao lado de Otávio, já que ele era meu amigo mais antigo.
— Ei. — ele aproximou o rosto da minha orelha e sussurrou, bem baixinho. — Depois eu quero conversar contigo. A sós.
Aquilo me causou arrepios, então apenas acenei positivamente com a cabeça.
Bebida vem, bebida sai. Após algum tempo, a maioria dos caras estavam bêbados e baderneiros. Eu também estava um pouquinho alto e dei uma olhada em Otávio. O rosto dele era lindo, maxilar forte, olhos verdejantes, lábios avermelhados e carnudos.
Otávio se inclinou para mim e sussurrou:
— Me encontrar no banheiro em 2 minutos.
Dito isso, se levantou e saiu.
Ele queria falar comigo no banheiro. Que assunto seria esse? Fui atrás dele para descobrir.
O banheiro estava vazio, só tinha Otávio e eu lá dentro. Meu amigo estava no mictório, e olhou para mim, por cima do ombro.
— Vem cá. — chamou ele, virando um pouco, mostrando o enorme caralhão grossão e cabeçudo. Era mais escuro que seu tom de pele e estava meio duro. As bolas logo abaixo eram enormes e pesadas, deveriam ter 2 litros de porra, CADA. — Me dá uma ajudinha.
Olhei para os olhos dele e o encarei.
— Tá maluco?
— Vem cá, não é todo dia que deixo alguém me ver de pau duro.
Pau duro é o meu. O dele era um monumento colossal. Mais parecia uma lata de cerveja. Era um cacete de respeito. Era realmente de cair o queixo. Sempre o vi pelado no vestiário, mas nunca dei bola para isso, já que não curto muito rola.
O caralhão dele, pulsando a cada segundo, acabou deixando minha boca salivando.
— Você está bêbado.
— Vem cá, dá uma mamada. — insistiu ele, pegando em meu braço.
— Alguém pode chegar.
— Então vamos para um lugar mais privado.
Engoli em seco.
Aquela oferta estava me deixando de pau duro. Parecia tentadora, mas eu não era gay.
— Eu não...
— Vamos para a minha casa. — ele sugeriu, parecendo desesperado. — Você vai poder fazer tudo o que quiser com o meu cacete.
Escutamos vozes vindo em direção ao banheiro, ele se afastou e fingiu estar mijando. Eu fiz o mesmo. Aproveitei para mijar de verdade. Dois caras entraram no banheiro, um parou no mictório ao lado de Otávio e o outro entrou em uma das cabines.
Otávio guardou o membro, foi até a pia e começou a lavar as mãos. Fiz o mesmo quando terminei de mijar e fui até a pia. Parei ao lado dele e percebi que ele estava zangado/frustrado. Abri a boca para falar algo, mas ele virou-se de costas e saiu do banheiro.
Voltei para a mesa e meus amigos falaram que Otávio já tinha ido embora.
— Acho melhor eu ir também. — falei, já me despedindo.
Sai do bar e vi Otávio atravessando a rua, rumando para uma praça. Fui atrás dele.
— Otávio? — o chamei quando notei que a praça estava ficando cada vez mais arborizada e mais escura.
Ele se virou, com a mão no coração, assustado.
— Porra! Tu seria um assaltante perfeito com esses passos leves.
— Foi mal.
— Porque me seguiu?
Estava tão escuro que eu nem estava vendo a cara de zangado dele. Mas pelo tom de voz, era notável.
— Porque você está assim, tão chateado?
— Porque eu estou de pau duro. — ele se aproximou e senti o hálito de cerveja. Ele estava tão perto que senti a respiração dele em meu rosto. — E estou de pau duro por culpa sua.
— Minha?
— Você está cada vez mais gostoso! — exclamou ele, segurando em meus ombros. — Esse seu rabão está me matando de tesão. Somos amigos, eu sei. Mas não consigo parar de pensar na sua bunda. Eu pensei, tipo, se você me ajudasse com uma putenha, ou uma mamada, sei lá. Poderia resolver meu problema aqui em baixo.
Não sei como aquilo aconteceu, mas saímos da parte pavimentada e iluminada da praça. Agora eu estava com as costas coladas no tronco de uma enorme árvore, com meu melhor amigo me pressionando contra ela.
Estava escuro, muito escuro. Escuro o suficiente para fazer todo tipo de safadeza, ninguém que passasse caminhando pela praça veria algo no escuro, debaixo daquela enorme árvore.
Engoli em seco quando senti Otávio me encarando – estava escuro demais para ver.
— Minha bunda te deixou de pau duro?
— Sim. — sussurrou ele, com a voz sexy e arrastada.
Aquilo me causou arrepios, e ele notou, pois ainda estava com as mãos em meus ombros.
— Devo me desculpar?
— Seria bom, mas isso não vai fazer meu pau amolecer. — ele pegou minha mão e levou até o meio das coxas dele, onde se encontrava o maior membro duro que já vi e senti em minha vida (não que eu tenha sentido outro caralho além do meu). — Sente um pouco.
— Porra, cara. Isso não se faz.
— Por quê?
— Porque eu não curto pau.
— Então porque ainda está segurando o meu?
Olhei para baixo, estava escuro, mas vi e senti que ele não estava mais me segurando. Sim, meus amigos. Eu estava segurando o cacete duro do meu amigo, mas pelo menos tinha o tecido da cueca e da bermuda dele.
Engoli em seco e tirei minha mão.
— E-eu não...
— Para de frescura JP. — ele sussurrava meu nome de uma forma tão sexy. — Ninguém vai saber.
Eu apenas fechei os olhos, e senti os lábios grossos de Otávio tocando os meus. Na hora eu nem liguei que o problema dele era mais embaixo, então não tinha necessidade de me beijar.
— Pega no meu pau.
Eu peguei no pau dele. Estava tão duro que achei que rasgaria o tecido. Ouvi o som do zíper abrindo, meu coração estava tão disparado nesse momento que eu senti ele na minha garganta.
Senti a mão de Otávio em minha cabeça, me empurrando para baixo. Eu nem conseguia acreditar no que estava fazendo. Minha respiração estava descompassada. Fiquei de cócoras e vi meu amigo se aproximando.
— Chupa. — ele bateu com o pauzão duro em meu rosto.
Deveria ter uns 15 centímetros, mas aquela pica era tão grossa, que deveria ter quase essa mesma medida de diâmetro. Engoli em seco, fechei os olhos e abri a boca.
Fui colocando aquela rolona na boca, sentindo a textura e maciez em minha língua. Comecei a chupar do mesmo modo que as mulheres que já transei. Devagar e com calma, deixando ele todo molhadinho.
— JP, que boquinha mais gostosa. — Otávio puxava meu cabelo, forçando-me a engolir mais de seu caralhão. — Isso! Abre mais a boca e cuidado com os dentes.
Era difícil engolir algo tão grosso, abri a boca o máximo que pude. Eu o chupava movendo minha cabeça para frente e para trás, mas a todo o momento, eu sentia que poderia deslocar o meu maxilar.
Senti Otávio se inclinando sobre mim, passando a mão na minha bunda.
— Aí não, porra!
— Tô com fome de cu.
— Problema teu!
— Só a sua boca não vai fazer meu pau amolecer. — informou ele, batendo uma na minha frente. — Não quero quebrar seu maxilar. Então liberar o cu pra mim, que eu meto rapidinho e gozo fora.
— Tá doido?
Estava escuro, mas senti que ele estava sorrindo.
— Por favor, mano, me deixa enfiar só a cabecinha?
— Não!
— Deixa!
Ele pegou meu braço, me girou e me empurrou, me fazendo ficar com as mãos apoiadas na árvore, com a bunda empinada para ele. Antes que eu abrisse a boca para protestar, Otávio abaixou a minha cueca e a minha bermuda.
— Olha, só estou sarrando. — informou ele, sarrando a pica grossa em minha bunda. — Caralho, que bundão mais gostoso. Um bundão gordo durinho, do jeito que eu gosto.
— Termina logo, porra!
— Então você vai deixar eu meter?
— Mete logo, porra!
Otávio molhou os dois dedos e começou a lubrificar o meu buraco. Dar o meu cu para o meu melhor amigo, debaixo de uma árvore, no meio de uma praça escura e mal iluminada, tarde da noite, não era o que eu chamaria de foda ideal.
— Ui! — exclamei quando senti dois dedos forçando a entrada em meu cu.
— Empina a bunda!
Empinei a bunda e deixei o meu amigo meter dois dedos no meu cu. Após alguns segundos, ele se posicionou atrás de mim e encaixou a cabecinha do pau em meu anel.
— Só a cabecinha.
— Claro, mano.
— Ahh! — gemi, sentindo-o forçando a entrada. — Ain! — ele deu uma cusparada violenta em meu rabo e meu a cabeça. — Meu cu tá pegando fogo...
— Que delícia!
— Ei! Ai! — ele começou a empurrar o resto do cacetão grosso, atropelando minhas pregas. — Para, você disse que só ia meter a cabecinha.
— E desde quando pau tem ombro? — sorriu ele, socando em meu rabo, batendo em minha bunda. — Pelo visto, você tá gostando, está de pau duro.
Eu senti a mão dele envolta do meu pau.
Sim, eu estava de pau duro. Meu cu estava em um misto de dor e prazer inexplicável.
— Que cuzinho gostoso! — Otávio metia em meu rabo, que por incrível que pareça, não demonstrava tanta resistência, mas ainda assim doía um pouco devido a grossura exagerada. — Sempre sonhei em foder com esse rabão. Puta que pariu, mano.
— Ai, meu cu! Ai meu cu! — eu gemia, com as mãos apoiadas na árvore. — Me fode gostoso, Otávio.
— Tá sentindo meu cacetão, JP? — perguntou ele, colando o tronco em minhas costas, enquanto socava meu rabo. — Tá sentindo a minha rola destruindo seu rabão?
Ele acelerou as metidas, me fazendo gemer.
— Geme baixinho. — ele tampou a minha boca com uma mão, enquanto segurava a minha cintura com a outra. — Se esqueceu de que estamos fodendo de baixo de uma árvore, no escurinho da praça?
— Hum...
— Toma pirocão no cu! É isso que rabo grande e gordo merece piroca sendo enterrada no meio e no fundo.
— Ahhh! Otávio! Tá tão fundooo!
Senti a pressão interna da piroca grossa toda dentro de mim. Senti as bolas de Otávio coladas do lado de fora do meu cu. Ele me abraçou, com o minhocão todo dentro do meu esfíncter.
— Eu vou gozar, porra! OHHHHH!
— Não, não, não! Tira de dentro, porra!
Senti vários jatos de porra me enchendo. Era jatos e mais jatos. Jatos grossos e quentes.
— OHHHHHHH! GOZEI CARALHO!
— Mentira, porra.
Ele se afastou, tirando o cacetão de dentro de mim, juntamente com litros de porra.
— Ai, meu cu. — eu abri as minhas pernas, não conseguia deixar elas normais. — Meu cu tá arrombado e vazando.
— E meu cacete ainda está duro.
— Nem vem, eu não aguento levar mais madeirada não.
— Prometo não meter até as bolas, dessa vez.
— Você já me enganou hoje. — me abaixei e sumi meu short e minha cueca.
— Vai melar a sua cueca assim.
— Foda-se!
Sai andando. Andando engraçado, mas sai debaixo da árvore.
Otávio guardou o pau e veio atrás de mim, sorrindo.
— Só mais uma gozada, por favor. — implorou ele, parando em minha frente. — Sempre gozo duas vezes ou mais para meu pau amolecer. Mas com você, apenas duas, já é o suficiente.
— Foda-se! Você e suas bolas cheias de leite, Otávio.
— Por favor!
Agora estávamos em uma área cheia de postes e muito bem iluminada. Ver a cara de Otávio sorrindo de orelha a orelha era lindo. Tinha um brilho no olhar dele agora.
— Se eu der para você mais uma vez. — comecei, olhando para o volume entre as pernas dele, ainda duro. — Eu acho que vou parar em uma cadeira de rodas.
Ele sorriu.
— Cara, eu... Prometo, de verdade, dessa vez, que pegarei mais leve com você.
— Beleza. Vou confiar.
— Confia no pai.
— Tô sentindo que estou melando a cueca. — falei, olhando para baixo. — Sua porra está escorrendo pela minha perna. Acho que você gozou litro dentro de mim. É sério que você ainda aguenta gozar mais duas ou mais vezes?
Ele passou o braço sobre meus ombros e sorriu, cheio de malícia.
— JP, as minhas bolas são de outro mundo.
Bufei, revirando os olhos.
— Vamos logo para sua casa e amolecer seu pau de uma vez. — deixei uma risada escapar. — Dar o cu me deixou de pau duraço.
— Assim que se fala!
Ele sorriu cheio de malícia.
— Ah! — apontei o dedo na cara dele, para que ele tirasse aquele sorriso do rosto. — Você disse que seria só mais uma rodada. Apenas mais uma.
— Minhas bolas vão ficar tristes, mas elas vão entender. — sorriu ele, andando lado a lado comigo. — Duas gozadas nesse rabão gordo, é o suficiente para deixá-las felizes.
— Para de falar nelas como se elas fossem gente.
— Eu disse que elas são de outro mundo.
— Até parece.
— Você vai ver, JP. — sorriu Otávio. — Minhas bolas são tão importantes, que irão escrever sobre elas.
Sorri dele.
— O que foi?
— Nada.
— Fala logo.
— Só estive aqui pensando. — atravessamos a rua e subimos a calçada da casa de Otávio. — Quem é que iria ler sobre as suas bolas, Otávio?
Bem. Se você leu e chegou até aqui. Parabéns! Me fez de bobo!
Acreditar que Otávio iria meter só a cabecinha e/ou iria gozar fora, foram coisas que nunca mais irei acreditar. Nunca pensei que alguém iria ler algo sobre isso. Mas aqui estamos, não é?
— Vai entrar mesmo? — perguntou Otávio, segurando no volume entre as pernas, me olhando cheio de desejo e tesão.
— Vamos logo, antes que eu mude de ideia.
— Perfeito.
FIM
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Notas do autor:
Olá, leitores. Gostaram do conto? Espero que sim. Quero que saibam que esse conto possui uma "continuação".
Parte 2, 3 e 4.
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