Toda vez que vamos sair pra fazer uma brincadeira, eu mando ela se arrumar bem provocante. “Tira o sutiã, amor. Quero esses biquinhos durinhos marcando a blusa bem visível.” Ela sorri, obediente, e quase sempre pergunta com voz manhosa: “E por baixo? Posso ir sem calcinha hoje?” Na maioria das vezes a resposta é sim. Às vezes ela sai só com um fio dental fino enfiado no rabo, às vezes completamente pelada por baixo da roupa, sentindo o ar roçando direto na bucetinha lisinha.
A gente ama ir ao supermercado ou ao shopping assim. Eu ando uns metros atrás dela, fingindo que não somos juntos, só pra poder apreciar os homens virando o pescoço. Paula rebola devagar, empina a bunda quando pega algo na prateleira baixa, e deixa os peitos balançarem livres. Os bicos dela ficam duros que nem pedra, furando a blusa fina. Dá pra ver os caras parando no meio do caminho, os olhos grudados nos peitos e na bunda dela, alguns até ajustando o pau na calça sem disfarçar.
Recentemente compramos um óculos inteligente que filma tudo discretamente. Agora eu gravo as reações: os olhares famintos, os velhos babando, os jovens parando o carrinho, os casados que esquecem da esposa por uns segundos só pra secar minha mulher. Depois em casa a gente assiste os vídeos e fode gostoso relembrando cada olhar.
Outro dia ela resolveu ir sozinha ao mercado pra aumentar o tesão. Ela foi com o óculos gravando tudo. Antes de entrar me mandou mensagem:
“Tô sem calcinha nenhuma, amor. A bucetinha já tá molhadinha só de imaginar os homens olhando.”
Ela estava com uma calça legging cinza bem colada, que marcava tudo. A fenda da buceta aparecia perfeitamente desenhada no tecido (aquele camel toe bem safado), e os peitos livres com os biquinhos duros saltando na blusa. Logo na entrada, um homem bonito, forte, uns 38 anos, parou e desceu o olhar bem devagar: dos peitos dela até a buceta marcada, depois subiu de novo com cara de puro desejo.
Paula ficou excitadíssima. Ela me contava tudo pelo WhatsApp enquanto andava pelos corredores:
“Ele tá me secando sem parar, amor… olhou direto pra minha buceta. Tô ficando encharcada.”
“Agora ele tá atrás de mim no corredor de massas… sinto o olhar queimando na minha bunda.”
Ela fazia questão de se abaixar devagar pra pegar coisas nas prateleiras de baixo, abrindo um pouco as pernas pra o tecido marcar ainda mais a boceta. O homem continuava por perto, fingindo escolher produtos, mas sem tirar os olhos dela. Paula disse que sentiu a bucetinha latejar e escorrer de tesão, sabendo que ele estava imaginando como seria aquela vagina lisinha.
Quando ela saiu do mercado e entrou no carro, eu já estava esperando com o pau latejando. Mal ela fechou a porta eu enfiei a mão dentro da calça dela e senti tudo: a buceta quente, melada, os lábios inchados e escorregadios.
— Conta tudo, sua safada — eu disse, esfregando o clitóris dela devagar.
Paula gemeu baixinho e falou com a voz cheia de tesão:
“Ele me olhou como se quisesse me devorar… ficou encarando meus bicos duros e a marca da minha buceta na calça. Eu queria ter aberto mais as pernas pra ele ver melhor o quanto eu tava molhada… mas só de olhar já me deixou louca.”
Eu tirei a calça dela ali mesmo no estacionamento, abri as pernas dela e meti devagar, sentindo aquela boceta encharcada apertando meu pau. Enquanto eu socava gostoso, ela continuava sussurrando:
— Eu adoro ser olhada assim… adoro deixar os homens doidos pela minha buceta e pelos meus peitos… mas só você me fode, amor.
Eu gozei bem fundo nela imaginando todos aqueles olhares que ela provocou. Depois fomos pra casa, assistimos o vídeo do óculos e transamos de novo, ainda mais safados.
Essa brincadeira só aumentou nossa vontade. Agora a gente fantasia coisas novas: vestido curto no shopping, subir escada rolante empinando a bunda, se curvar na frente de estranhos enquanto eu filmo tudo de trás… sempre só exibicionismo, só os olhares, só o tesão de saber que vários homens estão loucos pra comer ela, mas ninguém nunca toca.





Que legal, também cirtimos bastante exibicionismo em público. Hoje ela ja curte sair de sainha curta as vezes com uma minuscula calcinha, mais normalmente sem e baixar deixando sua bundinha aparecer só para ver os outros excitados e ela também pois as vezes chega a escorrer pela coxa.
Que delíciaaaa. Eu tbm amo andar sem sutiã na rua... as tetas balançando.
Adoraria te ver sua esposa gostosa
Maravilha amigo, como digo sempre, ter uma esposa jovem, linda, gostosa e bem safadinha, danadinha, putinha é tudo de bom e bem gostoso, é delicioso e o resultado não poderia ser diferente, bucetinha quente, inchada de tesão e muito molhadinha, babadinha, escorrendo o seu delicioso mel, que sorte a sua amigo, uma esposa assim é ser um sortudo e privilegiado maridão, parabéns. votado e aprovado
Esposa safadinha
Conto top, bela esposa parabéns.