Conheci Rodrigo numa sala do bate-papo do portal Terra. Naquele tempo tinha muita vontade de fazer sexo com outro homem, mas faltava o essencial: coragem. Até porque eu já tinha dois filhos na altura e muitas neuras.
No anonimato do chat eu falava o que tinha vontade, o que fantasiava e terminava a noite gozando.
Rodrigo disse ter 29 anos, que era moreno, menos de 1,80, poucos pelos, que curtia tudo mas que era mais ativo.
Batemos aquele papo, sempre inflado pela imaginação. Não tinhamos fotos e não existiam vídeos, outros tempos. A gente confiava na descrição do anônimo e fantasiava o resto. Rodrigo a princípio não acreditou que eu nunca tinha ficado com outro homem, até porque ele era bem experiente e resolvido.
Lembro que ele me perguntou o que eu tinha vontade de fazer e respondi coisas como pegar no pau de outro, ter meu pau pego com força, se esfregar e tal. Enfim, nem eu sabia ao certo o que queria.
Rodrigo falou que se a gente se encontrasse ele ia querer tirar todos os meus cabaços, inclusive do cu. Falei que isso eu não poderia garantir pois tinha medo de doer. Ele riu e chamou para um encontro. Nessa parte eu sempre travava e fugia, mas o tesão respondeu por mim e marcamos de encontrar.
Na época ficou combinado de eu ir na casa dele. Sem telefone, só confiando na palavra de um texto no chat. Anotei o endereço e no dia seguinte na hora combinada estava eu lá no bairro Amazonas, um local na zona norte de minha cidade, Juiz de Fora em Minas, bem longe da minha casa. Tive de "pegar" dois ônibus e desci no ponto de ônibus que ele havia indicado.
Caminhei pela rua, vi a casa sem acabamento de dois andares como ele havia dito – soube depois que no andar de cima morava uma tia dele.
Ao passar em frente à casa, na rua, vi alguém olhando de soslaio por uma cortina, imaginei ser ele. Com coragem fui até a porta e chamei. Poderia ser um trote, mas ufa, não foi.
Rodrigo abriu a porta, era completamente diferente do que eu imaginei, da mesma forma que tenho certeza que ele pensou a mesma coisa sobre mim. Me convidou para entrar todo simpático, e eu todo sem graça e nervoso. Ele pediu para eu sentar no sofá, ofereceu água e tal, mas rejeitei. Perguntei por que estava olhando atrás da cortina. Ele riu, achou que eu não tinha visto, mas confessou que ficou com medo de eu ser afeminado, e se fosse ele não ia me atender, o sacana. Bem, ele tinha dito na nossa conversa no dia anterior que não curtia homem afeminado em público, só na sacanagem dentro do seu quarto.
Após isso rimos, ficou um silêncio, eu não sabia o que fazer. Se ele fosse uma mulher, mas era um homem. Rodrigo, vendo minha imobilidade, perguntou se eu queria ficar. Eu disse um rápido sim e devolvi a pergunta. Ele respondeu um claro da mesma forma e deu uma apertada no pau que já estava duro sob a bermuda. Sem falar nada, ele foi se aproximando e falou: — Pega nele. E eu, sem vergonha nenhuma, meti a mão com gosto naquele pacote. Estava ali pra isso. Fiquei apertando por um tempo até ele falar: — Põe pra fora. Abri sua bermuda e tinha uma cueca azul de algodão daquelas do tipo Zorba com a saída lateral pro pinto. A essa altura eu já estava tonto de tesão.
Que delícia era ficar ali apertando aquele pau. Fiquei admirando o pinto dele sob a cueca, era bem grosso, notei. Nisso Rodrigo abaixou a bermuda até os pés e falou: — Chupa, vai, põe na boca pra você aprender a mamar.
Meio sem jeito, mas guiado pelo tesão e pela fome de pau, meti a piroca na boca. Ele pediu calma, pois eu arranhei seu pinto com os dentes. Era meu primeiro pau, meu primeiro boquete. Ele riu, tirou da minha boca e falou: — Deixa eu te mostrar como faz.
Rodrigo se ajoelhou no meio das minhas pernas, colocou meu pau para fora da calça e começou a me chupar. Que delícia. Ele chupava muito gostoso, melhor que qualquer mulher que já havia me mamado. Chupava sem nojo, com força e molhado. Engolia meu pau, engasgava, babava e voltava a chupar. Depois foi nas minhas bolas. Lambia, engolia, passava a língua por baixo quase chegando no cu e voltava a engolir meu pau. Estava com tanto tesão que avisei que se ele continuasse daquele jeito eu ia gozar dado ao meu tesão. Meu pau estava muito duro como acho que nunca tinha visto.
Rodrigo parou de chupar, me olhou e disse: — Aprendeu? É assim que mama um pau, só com os lábios, sem dentes. Falei que sim e ri já bem descontraído e a vontade.
Rodrigo levantou e socou seu pau de volta na minha boca. Comecei a chupar aquele sorvete de carne com força, molhando e com desejo. Senti que estava fazendo certo, pois Rodrigo gemia muito, e quanto mais gemia mais eu chupava.
Do nada senti as mãos dele pegando na lateral da minha cabeça, ele começou a meter seu pau na minha boca como se fosse um cu. Eu engasgava, os olhos enchiam de lágrimas, eu parava, mas aquilo tudo estava me deixando doido. Eu sentia meu pau pular sozinho. Os gemidos de Rodrigo aumentaram. Do nada ele tirou o pau da minha boca. Surpreso, perguntei o que houve, pois eu não queria parar de mamar. Ele disse que estava quase gozando mas ainda não queria.
Rodrigo tirou toda sua roupa, falou pra eu ficar pelado também e me chamou pra ir ao seu quarto.
Lembro que tinha uma cama de casal, um banheiro junto ao quarto sem porta, e ele deitou peladão de lado na cama.
Eu dei uma olhada e fui deitar ao seu lado, de frente. Quando fiz isso, com movimentos rápidos Rodrigo me colocou de bunda pra cima, abriu minhas pernas e deu uma admirada no meu cuzinho. Mas ele fez tudo isso num movimento muito rápido, que me fez pensar: que machão.
Sem eu esperar, ele deu uma cheirada no meu rego e falou: — Uma delícia, está cheirosinho também, adoro macho cheiroso. E já caiu de boca e começou a chupar meu cu com gula. Nossa, estava tão gostoso que comecei a gemer meio esquisito. Era um tesão diferente, eu estava numa posição que nunca estive. Eu gemia, mordia o travesseiro de tanto tesão e olhava para trás e só via sua cabeça no meio das minhas pernas fazendo um movimento de baixo pra cima e ouvia o barulho da chupada de sua língua trabalhando no meu cu.
Depois de deixar meu rabo bem molhado, me deixar mole, fazer um homem de quase 1,90 ficar vulnerável, ele veio com sua língua percorrendo do meu cu, pelas minhas costas até chegar no meu cangote. Eu me contorcia todo, fiquei arrepiado, meu pau latejava. Rodrigo deitou em cima de mim, senti seu pau se espremer no meu rego enquanto sua boca mordia meu pescoço, chupava minha orelha. Chupou e mordia. Fez tanto isso que deixou marcas que só vi depois quando cheguei em casa, ou seja, deixou seu gado marcado, delícia.
Rodrigo falou pra eu fechar as pernas e engatou seu pau no meio e ficou simulando que estava me penetrando. Além dos gemidos, passei a verbalizar que ele era gostoso, safado, que estava uma delícia. Quanto mais eu falava, mais ele me mordia e me espremia.
Rodrigo fez pressão com suas pernas e novamente abriu minhas pernas, afastando uma das outra, levantou um pouco sua barriga e senti ele encaixando seu pau na portinha do meu cu. Quem já teve um pau encostado no cu sabe o que falo, é muito tesão. O pau dele estava trincando de duro, eu sentia a pressão.
Rodrigo fazia força, estava gostoso demais. Eu gemia, olhava para trás e chamava ele de gostoso e ele respondia agora sou teu macho e tu minha putinha.
Quando senti uma fisgada forte que doeu percebi que ele queria me penetrar a seco e sem proteção, falei com ele: — Sem camisinha, não. Ele insistiu em forçar e falando: — Calma, só a cabecinha, não vou gozar dentro. E eu dizia: — Rodrigo, sem camisinha não. Daí ele perguntou se eu tinha. Eu disse que sim, mas que era uma só e que trouxe pra eu meter nele. Ele riu, saiu de cima e falou: — Uma só? Pois é, era o que tinha em casa e passei a mão e trouxe. Mais risadas, porque ele também não tinha camisinha. Daí ele falou: — Então quer usar sua camisinha agora? Falei que sim. Rodrigo pegou um lubrificante de algum local e deu pra mim. Encapei meu pau que estava muito duro e ele ficou de quatro na beirada da cama com pés no chão. Ele tinha uma bundinha bonita, bunda de quem em algum momento malhou, não era pequena e nem gigante, era gostosa. Encostei meu pau e empurrei. Meu pinto deslizou fácil pra dentro daquele cu guloso, quente e experiente. Estava com tanto tesão que, ao contrário de mulher que a gente tem que ser educado pra comer um cu, de homem não teve essa frescura. Enfiei e já comecei a marretar o rabo de Rodrigo. Segurei ele pela cintura e meti pau pra dentro. Enfiava com força. Tinha vontade de estourar aquele rabo enquanto ouvia os gemidos de Rodrigo que falava: — Mete mais, vai, não para, me arregaça gostoso. Eu estava com tanto tesão que senti um arrepio no corpo e avisei que ia gozar. Rodrigo olhou para trás com cara de tesão e manhoso falou: — Me enche, vai, enche, goza, me dá leitinho, me estoura... Não aguentei. Dei um berro e dei uma enfiada tão forte que achei que minha alma saiu do meu corpo. Fiquei tremendo. Era muito tesão. Um tesão e uma gozada que eu nunca havia experimentado. Não sabia que sexo com macho era tão bom.
Depois que gozei, devagar tirei meu pau do rabo de Rodrigo. Tirei devagar. Meu pau estava ficando mole mas estava inchado. Ele ficou lá de quatro com a cara enfiada na cama e piscando o cu.
Enquanto isso fui ao banheiro, joguei a camisinha lotada de porra no cestinho de lixo, peguei a duchinha e lavei meu pau.
Do banheiro sem porta vi Rodrigo saindo da posição de cachorra e deitou na cama de barriga para cima e fez sinal pra eu voltar. Confesso que após a gozada eu dei uma esfriada, mas lá fui eu com pau meia-bomba enquanto via o pau de Rodrigo duro empinando pro teto.
Deitei e ele falou: — Eu também queria muito brincar. Não entendi o que ele disse e repeti: — Brincar? — em tom de dúvida. Ele falou: — Sim, brincar com você, te comer. Daí falei: — Mas você tem camisinha? Ele disse que não e voltou a insistir: — Eu meto sem gozar dentro. Falei: — Rodrigo, temos a mesma idade. Naquele tempo, 29 anos, e fui sincero. Cara, somos da época do Cazuza, Lauro Corona, Renato Russo... Então sei que você entende o meu medo. Ele meio que se conformou, contrário deu para notar, pois tesão não deixa pensar direito.
Pra aliviar a "tensão", comecei a tocar uma punheta naquele pau grosso, maior que o meu, devia ter uns 19 cm fácil e muito grosso. Rodrigo começou a gemer, encostou em mim e começou a chupar um dos meus peitinhos. Que delícia. Meu pau ficou duro na hora e voltei a pegar fogo. Quanto mais eu tocava pra ele, mais ele mamava e dava mordidas nas minhas tetas. Comecei a gemer e, quando vi, ele já estava me colocando de bruços de novo. Falei: — Não, Rodrigo, sem camisinha não, cara. Ele falou: — Não vou enfiar, só quero esfregar pra gozar. Concordei, fiquei de bruços e ele ali passando o pau na portinha do meu cu. Até hoje não sei de onde tirei forças para resistir e não ceder meu cu para seu pau sem camisinha, pois fiquei com muito tesão, uma vontade de dar gigantesca. E aquele pau estava doido para entrar em mim. Enquanto eu curtia aquele esfrega, senti minhas costas ficarem encharcadas de leite. Rodrigo gozou em cima de mim, farto e grosso. Senti os jatos espirrarem nas minhas costas enquanto ele gemia. Algumas jatos foram até no meu cabelo. Ele gemia e prometia que na próxima vez ia tirar meu cabaço.
Rodrigo ficou ofegante, desmoronou em cima de mim. Descansou um tempo, levantou e foi no banheiro se limpar. Quando ele voltou, eu pedi para limpar minhas costas, e assim ele fez usando papel higiênico e também passando a mão na minha bunda, dizendo que era cheirosa e que na próxima ia brincar muito.
Me virei e sentei na cama. O pau dele estava de meia-bomba e o meu estava duro. Ele começou a tocar uma pra mim e eu retribuí. Um tocando pro outro. Só quem já fez isso sabe o quanto é gostoso essa brincadeira. Eu gemia e ele falava sacanagem no meu ouvido e fazia perguntas que lembro até hoje: — Na próxima você vai me dar? Vai deixar eu enfiar? A cada pergunta eu gemia, respondia "hum hum" e tocava forte no pau dele.
Rodrigo fez eu abrir as pernas e falou: — Dedo, pode? Eu disse que sim. Rodrigo fez eu abrir a boca e chupar um dos seus dedos e deixar bem molhado. Quando o dedo estava bem babado, ele começou a esfregar no meu cuzinho. Eu gemia, tremia e me contorcia até que seu dedo grosso invadiu meu cu. Não deu outra: tremi e comecei a gozar descontrolado e me agarrei nele enquanto tremia. Agarrei-o com muita força, espremi mesmo. Quando meu êxtase passou, eu estava todo melado, pois Rodrigo também tinha gozado em mim. Nossos paus se melaram um no outro.
Ele perguntou se eu queria tomar um banho. Eu disse que não e que só ia me limpar. E assim fiz com uma toalha que devolvi pra ele. Eu não quis ir tomar banho com ele pois sabia que eu não ia resistir por mais tempo em não dar pra ele sem camisinha. Sabia que no chuveiro o pau dele com sabonete ia entrar no meu cu.
Mesmo gozado, eu estava com tanto tesão que meu pau ficava de meia-bomba para duro.
Quando olhei pra janela já estava escuro do lado de fora, e vi a hora: já eram quase nove da noite. Ou seja, eu e Rodrigo estávamos há seis horas na sacanagem, e nem vimos o tempo passar. Eu precisava ir. Ele disse para eu esperar um pouco pois o próximo ônibus ainda ia demorar uns 20 minutos. Antes de ir para o ponto, nos despedimos, ficamos de marcar outra e, por fim, trocamos número de telefone. Mas Rodrigo sumiu. Tentei ligar algumas vezes, enviei SMS (sim, era assim que a gente enviava mensagens) e nada.
Rodrigo tinha um primo que fazia consertos em computador – acho que seu primo não sabia que ele era gay ou que a gente trepou, bom, eu acho. Falo isso porque enquanto a gente se pegava, falei com ele que meu computador estava travando muito, e foi aí que o tal primo que morava na casa de cima entrou na história. E esse primo chegou a ir na minha casa consertar meu computador. Mandei recado para Rodrigo por esse primo, mas ainda assim não tive mais notícias dele.
Passado uns três meses, eu cheio de tesão resolvi ligar pra ele de novo. Lembro o dia direitinho, era um sábado à noite por volta das seis horas. E dessa vez ele me atendeu, mas foi bem frio, falando pouco, nem parecia aquele cara que queria me foder a todo custo. Brinquei que ainda estava virgem e que tinha camisinhas, mas ele continuava monossilábico e disse que tinha de desligar. Sem entender, fiquei na minha.
Juiz de Fora, apesar de ser uma cidade grande, acaba sendo pequena no sentido de que todo mundo se vê ou se esbarra no centro da cidade. E foi num dia desses que vi Rodrigo acompanhado com outro rapaz e, pela intimidade, notei que eles eram mais que amigos, mas ele não me viu. Entendi porque ele sumiu.
Uns anos depois vi Rodrigo num ponto de ônibus em frente ao supermercado chamado Bretas, na Rua Benjamin Constant. A gente se viu, se olhou, se olhou, mas não houve iniciativa da parte de ninguém em se aproximar e cada um seguiu seu caminho. Um tempo depois soube por um conhecido em comum que ele tinha se mudado para o bairro Linhares. Nunca mais o vi.
Até hoje ele povoa minhas lembranças com uma boa punheta e uma deliciosa gozada. Quem sabe ele lê esse relato, lembre da ocasião, de mim e faça contato? É uma esperança, e estou cheio de camisinhas...





KSN, Pois é, falta de experiência na época. Eu fui para o encontro muito nervoso.
Votado ! Sorte marreca, vai para um encontro, e vai desprotegido ? 1 Camisinha ? Quando vou para encontros, nunca levo menos de 4, pois sempre dá para cada um, dar duas enrabadelas... Assim ficou cabaço ! E é tão bom sentir um pau no rabinho...
Foi dar a bundinha e acabou comendo. Kkkkk Você ainda é cabaço? Não né?
teteu1