Olá, me chamo João e hoje inicio uma série de relatos sobre minha esposa e meu fetiche em vê-la transando com outro homem na minha frente. O que para muitos é tabu, para mim é um estilo de vida, um objetivo, uma meta. Sou proprietário de uma pequena empresa em nossa cidade, tenho 40 anos, uma pessoa normal, esteticamente falando, e sem vícios, educado, gentil. Sou casado há 20 anos com Sofia, uma professora dedicada e recatada, a quem sou completamente apaixonado. Sofia tem 43 anos, olhos castanhos, cabelos não muito longos, usa óculos que realçam seu olhar, quadril largo e seios fartos. Ela vive reclamando que está acima do peso, mas eu amo cada curva. Ela costuma usar roupas largas, tentando esconder os corpo, tem vergonha que os alunos digam algo sobre sua bunda… coisas de mulher né, mal sabe ela que isso não é um problema para nós homens! Certo dia, em um sábado letivo, resolvi passar mais cedo na escola para buscá-la, na esperança de ter poucos alunos e ela ser liberada antes. Estacionei nosso carro uma quadra antes, e fui caminhando até a escola. Por já ser conhecido, o porteiro autorizou minha entrada e caminhei pelos corredores, observando cartazes e trabalho. Ao chegar perto de uma sala, ouvi alguns alunos rindo e cochichando. Agucei a audição e pude entender que falavam de Sofia. Podia ouvir seus comentários sobre como eles imaginavam que ela seria nua, falando sobre seus peitos enormes e principalmente sua bunda, que era muito gostosa, mesmo ela escondendo com as roupas. Falavam também que o fato dela ser toda cheia de puderes aumentava o tesão que eles tinham por ela. Confesso que paralisei ao ouvir aqueles moleques falando da minha esposa, e muitas coisas passaram na minha cabeça. Segui pelo corredor e fui até o banheiro. Por incrível que pareça, eu estava excitado com aquele ocorrido. Ao sair da sala, em minha direção, os alunos não desviavam o olhar de sua bela bunda. No carro, comecei a fazer perguntas sobre a relação dela com os alunos, se eles costumavam “se passar” com ela, e ela sempre negando, justificando ser gordinha, que os alunos não gostavam disso, que preferiam as magrinhas e gostosas. Comentei sobre os garotos da escola, deixando-a corada. Ela negou, se irritou e disse que era um absurdo. Então calmamente comecei a relatar cada palavra dita por eles, bem como os olhares para seu corpo, e finalizei descrevendo o garoto que havia dito que seu sonho era ter sua primeira vez com ela. Sofia estava desconcertada, claramente abalada, pensativa, mas seu olhar era de excitação, mesmo que ela negasse. Percebi também que ela olhava de canto de olho para o volume nas minhas calças. Talvez eu mesmo estivesse perplexo por não estar bravo ao imaginar um jovem rapaz possuindo minha esposa. A semana seguiu e fiquei pensativo, fixo na ideia de como seria ver minha esposa com algum de seus alunos. Cada cena era imaginada, e confesso que tive que me masturbar diversas vezes. Tudo me excitava, seu cheiro, suas roupas no cesto do banheiro, ela de pijamas, tudo era alimentado com pensamentos obscenos sobre ela e seus alunos e aquilo me deixava um sentimento de culpa. Por diversas vezes ela me pegava pensativo e me questionava, mas eu desconversa. Pesquisei em seu instagram, e vi que ela tinha muitos alunos como amigos, e no perfil da escola, nas fotos que ela aparecia, percebi muitas curtidas e comentários de carinho com ela. Nossas transas eram “normais” para um casal que está há 20 anos juntos, e ela já não se preocupava, há alguns anos, com sua aparência. No início do namoro, ela depilava sua buceta, deixando tudo lisinho, e nos últimos anos, isso já não acontecia, mas isso não me incomodava, de jeito nenhum. Porém, aos poucos, as coisas começaram a mudar. Continua!
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