Este conto vai ser dividido em duas partes, pois em uma única parte, ficaria muito longo.... Divirtam-se e gozem bastante, pois a história é bem excitante!!!
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O segurança do banco e o estagiário, em final de expediente caindo temporal
A cidade mergulhada nas sombras da noite começava a cair... Por entre ruas e avenidas, o vento frio do inverno, roçava a face como lamina cortante, fazendo o corpo arrepiar e a pele arder... Pessoas apressadas e encolhidas,mãos nos bolsos, cachecóis em volta a seus pescoços, gorros na cabeça, eram as proteções ue se podia usar naquele momento... Em alguns restaurantes, cadeiras revestidas com peles de cordeiro ou pelegos e lareiras acesas, trazia o aconchego que seus frequentadores buscavam.. Uma boa musica, o calor da lareira e uma boa taça de vinho.. Mas essa não era a realidade de Moises! homem forte, grande, o tipo que todos chamam de parrudo... Coxas grossas braços fortes e barriga saliente provocada pelo belo churrasco que gostava de comer aos finais de semana, regado a muitas cervejas... Moises era um homem com seus 50 anos, trabalhava no centro da cidade como segurança em uma agência bancária... Ao longo dos anos, acostumou a ser educado e ao mesmo tempo sério e em certos casos, até rude com algumas pessoas... Ninguém via um sorriso em seus lábios a muitos anos... Era o tipo que não tinha amigos e depois que ficara viúvo, se escondera ainda mais, dentro do seu casulo de auto esconderijo... Nos finais de semana, se dava ao luxo de ir a uma churrascaria ou fazia churrasco em sua própria casa, mas raras eram as vezes que haviam convidados... realmente, era um homem solitário!!!No trabalho, muitas foram as investidas que recebeu, tanto de mulheres como de homens, mas como se estivesse treinado, apenas agradecia os elogios e permanecia friamente, como se ja não lembrasse da última frase que ouvira.. acabara afastando as pessoas pela estranha frieza com que as tratava...
O ano era 2023 e na agência onde Moises trabalhava, fora contratado um estagiário pra auxiliar as pessoas nos caixas eletrônicos.. Rodrigo era seu nome... Um moleque com seus 21 anos, corpo em dia, nem gordo e nem magro, cabelos cortado na régua pele bronzeada... O moleque estava fazendo faculdade e uma de suas disciplinas exigia esse tipo de estágio... Guri sempre risonho, bastante atento e bem habilidoso no trato pessoal com os clientes e Moises, mesmo estando sempre do lado de dentro da vidraça que separava a área pública propriamente dita, da área interna da agência, começou a prestar atenção.. Nos momentos que não tinha ninguém que precisasse de sua ajuda, Rodrigo observava em volta e sempre que podia, vinha até a vidraça puxar papo com Moisés... No começo, papo frio, monossilábico, mas com o passar dos dias, Rodrigo conseguiu até arrancar alguns sorrisos do rosto do amigo...
Moises era um homem moreno, olhos levemente esverdeados, cabelos negros, começando a esbranquiçar nas laterais, barba curta e bem desenhada... Seu uniforme sempre estufado, quase grudado ao corpo e as calças justas, coladas as coxas e as panturrilhas... O sorriso que Rodrigo via, era um sorriso timido, mas com certeza, era o melhor sorriso, mais sincero que aquele homem conseguia esboçar naquele momento...Os dias se passando e os olhos de um, ja procuravam os do outro,,, de certa forma, ja havia uma certa cumplicidade entre os dois, mesmo que nenhum dos dois soubessem nem ao menos a idade e o endereço um do outro... Não sabiam se eram casados ou solteiros.. nada... sabiam quase nada um da vida do outro....
Naquele dia, a previsão do tempo marcava bastante chuva e muito frio... Aquelas chuvas de inverno, que fazem o corpo da gente sentir que a umidade atravessa toda a roupa e gela a pele... Moises como sempre, deixara seu carro no estacionamento a duas quadras de seu local de trabalho... Era onde o banco tinha convênio para os funcionários deixarem seus carros... Ele não reclamava de ter de andar dois quarteirões, até porque, se fosse mais perto, teria de arcar com os custos e até mesmo o trânsito, seria bem pior, ja que no horário que saia do trabalho, era um movimento grande... Ele andava apressado, as luzes começavam a iluminar as calçadas, onde as pessoas quase corriam em direção aos pontos de ônibus, querendo evitar se molharem... O vento frio cortava até a alma e tudo que nosso amigo queria, era chegar em casa, acender o fogão de lenha que mantinha em uma cozinha nos fundos de sua casa e se aquecer, tomar um chimarrão, preparar algo pra comer e deitar.... Moises morava em uma cidade vizinha a capital do estado, ao que chama de Região metropolitana, onde bairros residenciais, possuem casas com terrenos grandes e com total segurança...São aqueles bairros que lembram as cidades do interior, muros baixos, mas que com o aumento da violência urbana, os proprietários se obrigaram a colocar grandes altas sobre eles... a casa de Moises era assim... uma casa de família, grande, e que mantinha como último cômodo, uma cozinha imensa, que cobria toda a extensão dos fundos da casa... lá era onde no passado a família se reunia e era onde havia, uma mesa enorme e também, um belo fogão campeiro, que aceso, aquecia todo o ambiente e também, boa parta do restante da casa... Quando Ele chega ao estacionamento, os primeiros pingos fortes de chuva, ja começam a cair e não demora nada, pra que a chuva fique cada vez mais forte e o vento aumente também, fazendo se ouvir o assovio do vento por entre os prédios... a cidade ja molhada, as ruas lotadas de carros e as calçadas, as pessoas que ainda circulavam, tentavam em vão se proteger em marquises ou com grandes guarda chuvas... Os pontos de ônibus lotados e o caos, instalado no centro de Porto Alegre!!!Moises dirigindo seu carro, com atenção redobrada, mas observando as pessoas naquela situação, de repente, seus olhos se deparam com aquele moleque, embaixo de uma parada de ônibus, as calças e calçados encharcados, mas tentando proteger a mochila, que abraçava em frente ao peito... Conseguiu observar seus olhos desesperados, torcendo pra que o ônibus que ele precisava pegar, viesse logo... Era uma sexta feita, o que fazia piorar ainda mais, pois todos queriam chegar logo em casa... Em meio a aquele caos, Moises resolve tomar uma atitude rápida, liga o alerta do carro e para em frente ao ponto de ônibus, gritando o nome do colega... as buzinas atrás de seu carro, eram quase ensurdecedoras... Precisou de alguns segundos, pra que Rodrigo percebesse que se tratava de seu colega de trabalho e que estava lhe chamando.... Sem pensar muito, Rodrigo rapidamente abriu a porta do carro e entrou, fechando a porta e tentando molhar o mínimo possível o interior do automóvel...
_Tu é louco!!??? Disse Rodrigo!!! Parar em meio a esse caos e embaixo desse caldo todo!!!!
Pela primeira em muito tempo, Moises deixou um sorriso largo se abrir em seus lábios e então respondeu:
_Louco eu seria, te deixar no meio desse povo, molhado, sem saber a hora que vai conseguir pegar um ônibus e chegar em casa!!!
Naquele momento, que el se deu conta de que não fazia idéia pra onde aquele moleque iria...
_Pra onde tu vai??? Nem perguntei onde tu mora???
_Eu moro na Zona Norte,próximo ao Shoping Iguatemi..
_Região nobre... O que faz pegando ônibus?
_Meus pais alugam um apartamento, por causa da faculdade, é um quarto e sala, bem pequeno... e o ônibus, não é o meio de transporte que a maioria dos trabalhadores usa, até pra economizar??? Não sou rico não!!!!
Moises olhou por um segundo pro rosto do moleque e conseguiu ver em seu semblante, algo diferente... uma humildade, uma simplicidade que não via no rosto de outros iguais a ele...
_Meu caminho é bem diferente, tenho uma proposta: Ou a gente se embrenha em meio a esse trãnsito maluco até seu apartamento, ou pegamos o rumo de minha casa, tu seca essas roupas, toma alguma coisa quente e mais tarde, te trago em casa com mais calma...
Rodrigo não estava na posição de escolher muito, ja que seu amigo havia lhe tirado daquele caos, então topou:
_Não quero dar mais trabalho... Vamos sim, depois pego um ônibus ou um aplicativo de volta...
_Capaz que vou te largar de ônibus ou aplicativo?!!!! Eu mesmo te trago...
Chegando na casa de Moises a chuva nada de dar trégua.. colocou o carro na garagem, desceram e entraram pela cozinha mesmo... Moises ja foi se livrando da jaqueta pesada, das botas do cachecol... ja foi chegando perto do fogão em menos de dois minutos, os estalos da lenha pegando fogo e ja começando a aquecer o ambiente... então, olhou pra Rodrigo, que permanecia em pé, sem graça e todo molhado...
_desculpa guri, é que não to acostumado a receber ninguém, minha educação como anfitrião, não é das melhores... mas vem cá!!!! Ele disse se dirigindo ao outro lado daquele cômodo, onde havia um banheiro grande, com box com chuveiro quente..
_Tira essa roupa molhada, toma um banho quente, vou colocar suas roupas pra secar e ver algo quente pra ti vestir...
Rodrigo entrou no banheiro, fechou a porta sem trancar, tirou suas roupas, ligou o chuveiro quente e deixou a água escorrer sobre sua pele... Era reconfortante sentir aquele calor, depois de quase congelar molhado... perdido em seus pensamentos, a porta se abre rapidamente... Rodrigo tentou cobrir seu pênis em uma ato quase involuntário... Era Moises, recolhendo as roupas de Rodrigo pra colocar pra secar e também, deixando uma toalha e um roupão felpudo quentinho... Rodrigo emudeceu, foi realmente surpreendido por aquela atitude, tanto que não conseguia responder, apenas olhava... Olhava Moises nos olhos e percebia o olhar de Moises passear por todo seu corpo, fazendo com que ele ficasse mais encabulado...Nenhuma palavra fora dita, apenas os olhares... Moises pegou as roupas de Rodrigo e saiu do banheiro... Rodrigo ainda permaneceu sob a =agua quente que escorria sobre sua pele e só ai se deu conta que seu colega de trabalho, estava observando seu corpo... Rodrigo era alto, não era malhado, mas geneticamente, tinha uma estrutura forte,,, pelos no peito, uma barriguinha levemente saliente, era bastante pentelhudo e tinha coxas bastante grossas, coisas que puxou ao pai, que também era bem coxudo e carregava entre as pernas, uma floresta... Terminou rapidamente o banho, ja que seu pau começava a se animar sob aquela água , pegou a tolha grande e levemente felpuda, começou a se seca e quando foi se vestir, procurou por sua cueca, pois ela não estava molhada, mas não encontrou... Com certeza, Moies havia levado junto com as roupas, o que lhe deixou envergonhado... vestiu o roupão bastante macio e felpudo e saiu do banheiro... Ao chegar na cozinha, as roupas ja estavam na secadora e Moises sentado próximo ao fogão, ja com café passado na hora e alguns potes, com pães, frios, cuca, duas canecas grandes sobre a bancada que acompanhava o fogão... Olhou pro moleque e disse:
_Ta com outra cara!!!! Achei que fosse ter um troço por causa do frio!!!
_nem me fala!!! Obrigado!!! Banho tava ótimo e aqui ta quentinho, aconchegante!!!
_Que bom que gostou!!!! Tuas roupas ja estão na secadora... raramente uso, pois sempre deixo na corda na garagem, mas neste caso, como é mais urgente, coloquei lá pra secar... Vem, vamos tomar um café quente!!! Rodrigo olhava pra Moises e percebia que já não estava vestido como antes... Agora, usava uma calça de moletom clarinha, o que deixava suas coxas, bunda e seu volume bem marcados... Rodrigo percebia que Moises carregava entre as pernas, uma rola que parecia ser bem grossa, pois mesmo em repouso, ficava marcando no tecido, deitada pra esquerda... Na parte de cima, usava uma camisa de flanela, aberta até quase a região do umbigo, o que favorecia que todos os seus pelos ficassem a mostra... Essa visão, fazia o olhar de Rodrigo se perder naquele espaço entre cada botão e em cada fio daqueles pelos negros... Ambos tomavam café em silêncio... parecia que estavam se permitindo imaginar e admirar, mas também, ambos sabiam que aquilo era coisa de temporal e que logo, Rodrigo ja estaria em casa... Então no impulso ele perguntou:
_E sua família??? Esposa, filhos???
Moises baixou o olhar e pela primeira vez naquelas ultimas horas, Rodrigo pode ver a tristeza estampada em sua face...
_Não tenho filhos!!!!! E ... Perdi minha esposa ja fazem alguns anos!!! Na verdade, o que se poderia chamar de família, eu sou totalmente desprovido!!! Sem pais, sem irmão, pois era filho único... Então... um solitário nesse mundão!!! Ah e antes que me pergunte: A resposta é não!!!! Não quis me casar de novo, não quis refazer minha vida!!!!
_Desculpe!!!! Não quis invadir tua privacidade e teu espaço!!!!
_Tu não invadiu!!!! Foi eu que te trouxe e convidei, esqueceu???
Moises olhava pra Rodrigo por cima da caneca em que bebia seu café!!!! Admirava o rosto corado do jovem, que tentava entender e não constranger o dono da casa!!!
_Bom, a máquina parou, deve ter secado minhas roupas... Vou pegar e me vestir e dar um jeito de voltar pra casa!!!
_Agora é minha vez de perguntar! Disse Moises!!!
__Ja me disse que teus pais são do interior, que mora na capital por causa da faculdade, sei que faz estágio lá no banco... E as namoradas, ou a namorada??? Deve estar preocupada, esperando!!!!
_Tu ouviu meu celular tocar???
Moises olhos pra ele de forma desconfiada..
_Não!!! Não ouvi!!!
Rodrigo riu e então respondeu, tentando quebrar o gele entre os dois...
_Porque não tocou!!! Não sou sozinho, sem família, como tu... Mas aqui em Porto Alegre eu sou... Não tenho namorada!!!! Não tenho muitos amigos, na verdade, acho que sou meio insociável!!!! Ele disse isso e riu, se levantando pra pegar as suas roupas... Então Moises o interrompeu:
_Se é assim, deixa de ser bobo, te senta ai e vamos ver uma Tv e tomar um vinho... Ou tu prefere cerveja???
Moises antes mesmo do guri responder, ja foi direto a geladeira e pegou uma cerveja e disse:
_Eu, mesmo no inverno, vou na cerveja, mas tenho vinho e se tu preferir...
_Pega mais um copo, te acompanho na cerveja, Respondeu Rodrigo!!!
Na cozinha, havia um grande sofá, desses com a estrutura de madeira e com grandes almofadas... Ambos sentaram, cada um com seu corpo em mãos, Moises ligou a tv e começaram a assistir... tele jornal local falando sobre o temporal, sobre o transito...
Rodrigo mais a vontade agora, sentava meio de lado, curvando uma perna sobre o sofa, fazendo com que o roupão se abrisse um pouco, sem nem se dar conta... Moisez, sentado, com uma perna erguida sobre o sofá, deixando a mostra cada curva de suas coxas grossas e do volume que carregava entre as pernas...Falavam sobre a vida, sobre esporte, sobre o trabalho, sobre os planos que Rodrigo fazia depois de se formar.... mas nenhum assunto, fazia com que ambos deixassem de que seus olhos se cruzassem e desviassem do corpo um do outro... Terceira cerveja, as horas passando, os dois mais leves... A camisa de Moises ja totalmente aberta e as massagens na rola, coisas que normalmente os machos fazem quando bebem, cada mais frequentes... Rodrigo as vezes esquecia que estava usando apenas aquele roupo, também pegava na rola, manuseava e em se dava conta... as idas ao banheiro eram mais frequentes, até que, em uma delas, quando Rodrigo estava mijando, Moises entrou e se posicionou ao lado ja liberando a rola de dentro daquela calça de moleton, despejando um mijo forte, que fazia espuma dentro do vaso sanitário... Rodrigo se perdeu em seu olhar, ao ver aquele cacete grosso, coberto por aquela pele farta, cheio de veias salientes, aqueles pentelhos negros fartos emoldurando aquele cacete e quanto Moises puxou a pele e descobriu a cabeça, aquele cheiro forte de macho subiu no ar, chegando até as narinas de rodrigo, que inalou todo aquele perfume, quase gemendo depois,,,, Moises puxou a pele, deixando a cabeça em tom arroxeado livre e então largou aquele mijão... Rodrigo parecia paralisado, sem atitudes e só se deu conta de seu torpor, quando Moises sacudiu o caralho, recolocando dentro da calça de moletom e olhando com um sorriso nos olhos de Rodrigo, que continuava com o pau pra fora do roupão, mas dessa vez, durou entre seus dedos:
_Tu ta bem??? Perguntou Moises...
Rodrigo encabulado, se dando conta do que acabara de acontecer, guardou o pau rapidamente, mas nada de baixar, formava quase uma barraca sob o tecido , e então respondeu:
_Desculpe, ta tudo bem!!!! Acho que ja bebi demais.. melhor eu ir embora!!!
_Capaz guri!!!! Três cervejinhas e tu ja ta arregando moleque??!!!
_Não sou muito acostumado a beber!!!!
_Ou ta com medo???
Rodrigo olhou pra baixo nesse momento... a conversa estava descambando pra um local, onde ele não iria conseguir dominar, por isso sentia que a melhor opção era ir embora....
_Medo??? não!!!! Esqueceu que to protegido, na casa do segurança do banco!!!??? O que de mal poderia me acontecer???
Moises chegou mais perto do moleque e falou, só que dessa vez, sua voz soou mais grave, mais máscula:
_O segurança do banco poderia querer te atacar!!!!
Os dois homens estavam pertos, os dois dentro daquele banheiro ainda... Moises, com a calça de moletom estufada, olhava direto nos olhos de Rodrigo... o moleque, não conseguia desviar o olhar e o roupão felpudo, estava com a frente armada, como se fosse a estrutura de uma barraca!!!
_Fica!!!! Eu quero que tu fique!!!! Disse Moises olhando dentro dos olhos de Rodrigo, que ja começava a tremer como se o frio estivesse tomando conta de seu corpo... Sem conseguir formar uma palavra sequer, ele apenas teve forças de balbuciar:
_Hunhummmm
Moises se aproximou, sem desviar o olhar... Seu hálito quente e úmido, tocou na pele do gurizão, fazendo seu corpo se arrepiar todo...
_Ta com frio????
_Não!!!! Ta quente!!!!
_É? e porque tu estas tremendo tanto??? acho que precisa te aquecer mais!!!!
Ele disse isso, envolvendo o corpo de rodrigo em seus braços, trazendo o corpo do moleque de encontro ao seu... Seus braços fortes apertaram o corpo do moleque, fazendo o guri deixar escapar um gemido... Seus paus duros se tocaram, sendo impedidos de sentir uma intimidade maior, pelos tecidos de duas roupas, que naquele momento, formava uma barreira densa, entre as peles sensíveis e cheias de vida...
_Esperei tanto por isso!!!! Disse Moises, roçando a barba bem aparada no pescoço e no rosto de Rodrigo, que se arrepiava a cada toque e estremecia nos braços do colega de trabalho!!!
_Desde que te vi, senti algo, que jamais senti antes!!!! u desejo grande de te possuir, de te prender em meus braços, de te devorar inteiro!!!! cada vez que via tu andando, com aquelas calças sociais, tu me deixava louco e tinha que brigar com minha mente, pra que meu pau não ficasse duro dentro da farda....
Rodrigo afastou o rosto e respondeu:
_Duro, do jeito que estou sentindo ele agora?!
_Sim!!!! Duro, babando e pulsando, sentindo o teu calor guri...
Moises disse isso, segurou os cabelos de rodrigo e puxou seu rosto de encontro a seu, sem encontrar nenhuma resistência... Seus lábios se tocaram, suas línguas brincalhonas e meladas invadiram, uma a boca do outro, explorando cada espaço vago, sentindo o sabor deixado pela saliva do outro, sugando cada gota dessa mesma saliva... As mão de Rodrigo brincavam em torno do pescoço de Moises, seus dedos deslizavam por entre seus cabelos e acariciavam as costas largas do segurança... enquanto isso, Moises abria o roupão usado por Rodrigo, expondo de vez toda a sua nudez... Deixando livre a pele e os pelos de seu peito, seus mamilos redondos, rosados e duros, sua barriguinha saliente e sua pentelheira farta que adornava um caralho duro e babão, que não era propriamente grande, mas bastante grosso e tinha uma glande rosada enorme, com uma fenda, que vazava seus liquidos seminais... as mãos de Moises, adentravam por baixo daquele tecido, acariciando a pele arrepiada do guri... beliscavam seus mamilos e descia com seus dedos em direção ao cacete babão... emaranhava os dedos em meio a aquela floresta de pentelhos e depois segurava aquele caralho, fazendo o moleque gemer abafado dentro de sua boca.... O roupão foi deslizando por seus braços, até que em determinado momento, Rodrigo estava ali, de pé, em frente a Moises, com o cacete apontando pra cima, escorrendo e totalmente pelado... as mãos de seu colega, acariciavam sua pele , a boca de seu colega, se dividia entre beijar a sua e lamber e mordiscar seu pescoço...
Continua...