Traição no Tapete 1, 2 e 3

O quarto estava quieto demais quando a loira, chamada Lara, abriu a porta do apartamento da morena, Sofia. Elas eram amigas há anos — dividiam segredos, saídas, até roupas. Mas hoje Lara segurava o celular como se fosse uma arma: prints de mensagens que o namorado dela (e agora delas) tinha trocado com Sofia. "Você transou com ele? Com o MEU namorado?"Sofia congelou no meio do quarto, ainda de short jeans surrado e top preto colado no corpo. Seus olhos escuros faiscaram. "Ele me disse que vocês tinham terminado. Mas você veio aqui pra quê? Pra brigar?"Lara jogou o celular no chão e avançou. "Terminado? Ele tava na minha cama ontem à noite!" As duas se encararam por um segundo eterno, peitos arfando de raiva. Então explodiu.Lara agarrou o cabelo longo e escuro de Sofia com as duas mãos, puxando com força para trás. Sofia gritou de dor e revidou imediatamente, cravando as unhas no braço tatuado de Lara, arranhando fundo o suficiente para deixar marcas vermelhas. "Sua vadia traidora!" berrou Lara, enquanto Sofia tentava se soltar, chutando o ar.Elas tropeçaram juntas, caindo no tapete macio do quarto. Sofia rolou por cima, montando na loira, e começou a puxar o top cinza dela com violência. O tecido fino rasgou nas costuras, expondo a pele bronzeada e o sutiã por baixo. Lara não ficou atrás: enfiou as mãos no short de Sofia e puxou para baixo, rasgando a lateral enquanto tentava virar a posição.As pernas delas se entrelaçaram em uma bagunça de coxas suadas e músculos tensos. Sofia deu um tapa forte no rosto de Lara, que respondeu com um soco no ombro da morena. Grunhidos, gemidos de dor e raiva enchiam o ar. "Ele é meu!" rosnava Lara, puxando o cabelo de Sofia para o lado e mordendo o ombro dela de leve, só para machucar.Sofia conseguiu virar o jogo de novo, prendendo os braços de Lara com as coxas fortes e puxando o cabelo loiro com força total. "Você não manda em mim!" gritou, enquanto as unhas arranhavam o pescoço da loira, deixando linhas vermelhas finas. Lara se debateu loucamente, chutando o ar, até conseguir rolar e ficar por cima. Agora era ela quem montava, rasgando o top preto de Sofia com um puxão bruto — o tecido cedeu, revelando pele e sutiã.Elas rolaram de um lado para o outro no tapete, suando, ofegantes, cabelos embolados, roupas em farrapos. Tapas ecoavam, unhas cravavam, pernas se entrelaçavam em tentativas de imobilizar. Nenhuma queria ceder. O namorado? Ele era só o motivo. A raiva era real, primal, entre as duas.Finalmente, exaustas, pararam lado a lado no chão, respirando pesado, corpos marcados por arranhões, hematomas e rasgos. Lara olhou para Sofia, ainda com raiva, mas com algo mais nos olhos — talvez respeito, talvez desejo misturado à fúria."Ele não vale isso", murmurou Lara, voz rouca.Sofia riu sem humor, limpando sangue do lábio. "Não vale. Mas você... você valeu a briga."Elas ficaram ali, no silêncio pós-luta, o quarto bagunçado ao redor. O namorado? Provavelmente já era passado. A verdadeira guerra tinha sido entre elas — e talvez, só talvez, tivesse nascido algo novo dali.

Traição que QueimaLara invadiu o quarto de Sofia como uma tempestade. O celular na mão tremia com os prints das mensagens safadas que o namorado delas — o mesmo filho da puta — trocava com as duas. "Você fodeu com ele nas minhas costas, sua puta?" A voz de Lara saiu rouca, carregada de ódio e algo mais perigoso: desejo de destruir.Sofia, de short jeans surrado que mal cobria as coxas grossas e top preto colado nos seios fartos, ergueu o queixo. Seus olhos escuros brilhavam com desafio. "Ele me disse que você era fria na cama. Que precisava de uma mulher de verdade." Ela lambeu os lábios devagar, provocante. "E eu dei pra ele o que você nunca deu."Foi o estopim.Lara avançou como uma leoa, agarrando o cabelo longo e negro de Sofia com as duas mãos e puxando com força brutal para trás. Sofia gritou — um som gutural, meio dor, meio excitação — e revidou cravando as unhas afiadas no pescoço tatuado de Lara, arranhando fundo, deixando trilhas vermelhas que ardiam como fogo. O cheiro de suor e perfume misturado invadiu o ar.Elas colidiram peitos contra peitos, corpos quentes se chocando com violência. Lara rasgou o top de Sofia com um puxão selvagem; o tecido cedeu com um estalo, expondo os seios morenos, os mamilos já duros de adrenalina e raiva. Sofia não ficou atrás: enfiou as mãos por baixo do top cinza de Lara, rasgando-o dos ombros para baixo, liberando os seios da loira, tatuagens contrastando com a pele avermelhada pela luta.Elas caíram no tapete em uma massa suada e ofegante. Sofia montou em Lara primeiro, coxas fortes prendendo a cintura da loira, esfregando o quadril contra o dela em um movimento instintivo, quase sexual. "Você acha que ele te quer mais?" rosnou Sofia, puxando o cabelo loiro com força, forçando o rosto de Lara para cima enquanto dava tapas abertos no rosto e nos seios expostos. Cada tapa ecoava, deixando marcas rosadas que faziam Lara gemer — de dor, sim, mas também de um prazer proibido que subia pela espinha.Lara se debateu, pernas entrelaçadas nas de Sofia, virando a posição com um impulso feroz. Agora era ela por cima, montada, quadris pressionando contra os de Sofia em um ritmo de luta que beirava o sexo. "Ele gemeu meu nome ontem à noite!" cuspiu Lara, cravando as unhas nas coxas da morena, arranhando para cima até quase a virilha, sentindo o calor úmido através do short rasgado. Sofia arqueou as costas, gemendo alto — um som que era raiva e tesão ao mesmo tempo.Os corpos rolavam no tapete, suados, escorregadios. Pernas se entrelaçavam em chaves brutais, coxas apertando coxas, seios se esfregando em atrito doloroso e delicioso. Lara mordeu o ombro de Sofia, dentes marcando a pele morena; Sofia revidou mordendo o pescoço da loira, chupando forte o suficiente para deixar um chupão roxo. Gemidos escapavam entre insultos: "Sua vadia... me solta... você gosta disso, né?"As roupas foram sumindo em farrapos. O short de Sofia rasgou na lateral, expondo a calcinha preta encharcada; o de Lara cedeu completamente, deixando-a só de calcinha minúscula. Elas se atracavam nuas quase por completo, pele contra pele, suor misturando-se, respirações quentes no rosto uma da outra. Unhas cravavam em bundas, costas, coxas; tapas viravam carícias violentas; puxões de cabelo viravam controle, forçando olhares intensos enquanto corpos se moíam um contra o outro.Finalmente, exaustas, pararam coladas no chão, peitos arfando juntos, pernas ainda entrelaçadas, rostos a centímetros. Lara, ofegante, roçou os lábios nos de Sofia sem querer — ou querendo? — e sussurrou rouca: "Ele não vale porra nenhuma... mas você... você me deixa louca."Sofia riu baixo, voz rouca de tesão, mão ainda no cabelo da loira. "Então me mostra o quanto você me odeia... ou me quer." Seus quadris se moveram devagar, um último roçar provocante.O namorado? Esquecido. A verdadeira chama agora queimava entre elas — raiva, desejo, dominação. O tapete testemunhou o resto: gemidos que não eram mais só de luta, corpos se rendendo à intensidade que nenhuma das duas esperava.

O silêncio no quarto era pesado, quebrado apenas pelas respirações ofegantes e pelo som úmido de corpos ainda colados. Lara ainda estava por cima, quadris pressionados contra os de Sofia, sentindo o calor pulsante entre as pernas da morena através da calcinha fina e encharcada. Seus rostos estavam a centímetros, lábios roçando sem querer — ou querendo. Sofia ergueu o quadril devagar, um movimento deliberado, esfregando a virilha contra a de Lara em um roçar lento e provocante."Você me odeia mesmo?" sussurrou Sofia, voz rouca, os olhos escuros brilhando com desafio e tesão. Sua mão subiu pelo cabelo loiro embolado de Lara, puxando com força controlada, forçando-a a baixar o rosto. "Ou só quer me foder até eu implorar?"Lara não respondeu com palavras. Em vez disso, desceu a boca com violência faminta, mordendo o lábio inferior de Sofia até sentir o gosto metálico de sangue misturado ao suor. Sofia gemeu alto, um som gutural que vibrou entre elas, e revidou enfiando a língua na boca da loira, um beijo agressivo, dentes batendo, línguas brigando como as mãos tinham brigado minutos antes.As mãos de Lara desceram possessivas: uma apertou o seio moreno de Sofia com força, polegar roçando o mamilo duro em círculos brutais; a outra deslizou por baixo da calcinha rasgada, dedos encontrando a umidade escorregadia, penetrando sem aviso. Sofia arqueou as costas, gemendo contra a boca de Lara, coxas se abrindo mais para dar acesso. "Isso... sua vadia... mais fundo", rosnou ela, unhas cravando nas costas tatuadas da loira, arranhando novas marcas vermelhas.Lara obedeceu — e acelerou. Dois dedos entraram e saíram em ritmo feroz, o polegar pressionando o clitóris inchado em círculos rápidos. Sofia se contorcia embaixo dela, quadris subindo para encontrar cada estocada, gemidos virando gritos abafados. "Você... me faz gozar... sua puta...", murmurou Sofia entre beijos, mordendo o pescoço de Lara com força, deixando outro chupão roxo.Mas Sofia não era de se entregar fácil. Com um impulso repentino, rolou as duas de novo, ficando por cima. Agora era ela quem controlava. Arrancou a calcinha minúscula de Lara com um puxão bruto, expondo a loira completamente. Seus dedos invadiram Lara sem piedade — três de uma vez, curvando para dentro, acertando o ponto exato que fazia a loira tremer. "Grita meu nome", ordenou Sofia, voz baixa e dominante, enquanto a outra mão apertava o pescoço de Lara com pressão controlada, sufocando levemente só para aumentar o prazer.Lara gemeu alto, olhos revirando, corpo se arqueando. "Sofia... porra... Sofia!" As coxas dela tremiam, o orgasmo subindo rápido e violento. Sofia acelerou, boca descendo para chupar o mamilo da loira com força, dentes puxando, língua girando. Lara explodiu primeiro — um grito rouco, corpo convulsionando, gozando forte nos dedos de Sofia, líquido escorrendo pelas coxas das duas.Sofia não parou. Continuou fodendo Lara com os dedos enquanto se esfregava contra a coxa da loira, buscando o próprio prazer. "Agora você me faz gozar", exigiu, montando mais forte, clitóris roçando na pele suada. Lara, ainda ofegante do orgasmo, enfiou a mão entre as pernas de Sofia, dedos encontrando o clitóris e massageando em círculos rápidos enquanto a outra mão puxava o cabelo negro com força.Elas gozaram juntas dessa vez — Sofia primeiro, gritando o nome de Lara enquanto o corpo tremia em espasmos, depois Lara de novo, um segundo orgasmo mais fraco mas ainda intenso, provocado pelo atrito e pelos gemidos da morena. Ficaram coladas, suadas, tremendo, bocas se encontrando em beijos lentos e molhados agora, sem raiva, só desejo saciado.Depois de minutos, Sofia rolou para o lado, puxando Lara para perto. Seus corpos ainda nus, arranhados, marcados, entrelaçados no tapete bagunçado. "O namorado... pode ir se foder", murmurou Sofia, traçando com o dedo uma das tatuagens no braço de Lara.Lara riu baixo, voz rouca. "Ele nunca me fez gozar assim." Beijou o ombro marcado de Sofia. "Você ganhou essa briga... e eu ganhei você."O quarto cheirava a sexo, suor e algo novo — uma conexão que nenhuma das duas esperava. A traição do cara tinha sido só o gatilho. O fogo verdadeiro era entre elas.Fim (ou não?).

Foto 1 do Conto erotico: Traição no Tapete 1, 2 e 3

Foto 2 do Conto erotico: Traição no Tapete 1, 2 e 3

Foto 3 do Conto erotico: Traição no Tapete 1, 2 e 3


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Traição no Tapete 1, 2 e 3

Codigo do conto:
258695

Categoria:
Fantasias

Data da Publicação:
05/04/2026

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