Não sei há quanto tempo, mas a dona Janú e a minha mãe trocavam mais do que uma xícara de açúcar. Enquanto eu pensava que minha mãe não tinha sexo há anos, ela visitava a casa da vizinha — e a sua cama — pra se consolarem uma à outra na sua solidão... e se chuparem e se foderem no meio da tarde.
Se alguma vez eu desconfiei que a minha mãe tinha um amante, a única coisa que eu não podia imaginar é que esse amante, na verdade, não era um homem, mas sim uma mulher. E não só isso, eu a conhecia. Fico imaginando cada vez que cheguei em casa e lá estava a dona Janú conversando com a minha mãe... provavelmente depois de terem se chupado muito.
Como a minha mãe, ela tinha seios enormes, com mamilos muito maiores que os de qualquer mulher que eu já tinha comido. Um pouco mais gordinha, o que se revelava abaixo do umbigo era uma buceta bem peluda. Não era apenas um monte de pêlos, mas uma selva, uma floresta densa que se espalhava pela parte interna de suas coxas.
E se antes havia o segredo de se encontrarem às escondidas, agora, bem na minha frente, elas se entregavam a um tesão que me deixava excitado só de ver.
Começamos com uma troca de carícias, enquanto eu beijava uma, depois a outra, tentando dar atenção às duas. Até que de repente estávamos dividindo um beijo a três. Daí por diante, as duas continuaram, sem se importar comigo.
No banheiro, debaixo do chuveiro, minha mãe se ocupava dando atenção aos seios da dona Janú, em meio a lambidas e chupadas no pescoço. Eu estaria mentindo se dissesse que não era excitante de se ver. Mamãe parecia estar no cio enquanto mamava um dos seios, massageando o outro.
"Acho melhor a gente ir pra cama de uma vez!", eu sugeri, fazendo as duas trocarem um olhar de cumplicidade.
Depois de se secarem, elas me conduziram pro quarto da minha mãe, se sentando na cama, e cada uma com um olhar mais guloso pro meu pau. Mas acho que primeiro a minha mãe queria dar atenção à sua amante, e começou a acariciá-la.
As duas então se beijaram e eu fiquei de plateia, vendo excitado minha mãe revelar o seu lado meio lésbica. Então ela deitou a dona Janú de costas na cama e mergulhou de cara entre as suas pernas.
A vizinha ria enquanto mamãe fazia o que quer que estivesse fazendo — parecia beijar e lamber o que já parecia uma floresta úmida antes mesmo de enfiar ali a sua língua.
"Sua xoxota é gostosa, Janú!", ela sorriu por um instante.
Não conseguia ver o seu rosto, enquanto ela devorava a buceta da vizinha, usando as mãos por baixo da bunda dela para levantá-la e chegar bem fundo no seu canal vaginal, mas o som da sua língua trabalhando intensamente me deixava louco. Era uma delícia descobrir que a minha mãe também adorava chupar uma buceta.
Não demorou e a dona Janú gozou, se contorcendo nos lençóis. Depois, um segundo orgasmo, já meio ofegante. E, não se contendo, ela agarrou o meu pau, metendo na boca e me chupando entre um gemido e outro.
Mamãe levantou a cabeça, com o rosto corado, e vendo excitada o que acontecia na sua cama. Mas ainda não queria sair de entre as pernas da amiga. Dessa vez com o dedo, ela continuava fodendo a dona Janú. E quando tirava o dedo todo melado, ela o levava à boca, provando do seu gozo. Ela até me estendeu o dedo, me oferecendo pra também provar do que escorria da buceta da vizinha.
Minha mãe então veio se juntar à amiga e as duas agora dividiam o meu pau, me chupando como nenhuma outra mulher me chupou antes.
"Eu sei o que você quer agora", ela sussurrou no ouvido da dona Janú, enquanto passava a mão por entre os pêlos da sua buceta.
"Vai, sobe logo de uma vez!", a vizinha se ajeitava na cama.
Caminhando de gatinho até a beira da cama, minha mãe ficou de quatro e se ajeitou sobre o rosto da amiga, com a cara entre as pernas dela. E de repente o meu pau começou a pulsar de tesão, vendo as duas se prepararem pra fazer um meia-nove.
"Você quer chupar uma buceta peluda, não é?" ela disse, voltando a meter a língua na sua buceta.
E a dona Janú, por sua vez, não perdeu tempo e começou a chupar a minha mãe. Ouvi a sua resposta meio abafada enquanto ela puxava a mamãe pela bunda, encaixando a sua virilha sobre o seu rosto.
Eu observava as duas enquanto se chupavam sem nenhuma cerimônia, como se já tivessem feito aquilo não sei quantas vezes. Ao mesmo tempo em que explorava a virilha da amiga, minha mãe movia os quadris, numa dança sensual do seu grelo que era devorado pela dona Janú.
Então me abaixei de joelhos atrás delas, olhando bem de perto o intenso trabalho da minha mãe com a língua na amiga. Até que não aguentei mais e tive que me juntar a ela. Estendendo a língua, eu tentava pegar um pouco do gozo que escorria da buceta molhada que ela devorava.
Comecei a lamber os grandes lábios da dona Janú, disputando com a minha mãe, que chupava intensamente o grelo dela como se fosse um pau. No início, ela se afastou, me deixando ter um pouco do gostinho da sua amiga, mas eu estava começando a descobrir como ela parecia gostar de uma buceta.
Resolvi então explorar o que mais a dona Janú tinha a oferecer. E é claro que, com aquele bundão, ela devia ter um cu delicioso. Coloquei dois travesseiros por baixo dela pra facilitar e comecei separando as nádegas dela, pra ter acesso ao anel rosado do seu cu. No mesmo ponto onde terminavam os pêlos da sua buceta, começava uma trilha que levava a um mundo mágico, que devia deixar os homens do bairro malucos quando ela passava, rebolando aquele rabão.
E enquanto minha língua explorava o seu orifício delicado, saboreando a sua parte mais íntima, ela começou a gemer, quase sem fôlego pra continuar lambendo a minha mãe.
"Ai, meu Deus! Vocês dois tão me matando!"
Ao sentir o primeiro contato da minha língua com as milhares de terminações nervosas ao redor de seu ânus, a dona Janú passou a gemer cada vez mais alto. Ela estremeceu ao sentir nossas duas línguas a explorando. E, num movimento incontido, ela impulsionava os quadris em direção à língua da minha mãe, no mesmo instante em que eu comecei a penetrá-la com o dedo.
Então minha mãe pegou um dos meus dedos e começou a empurrá-lo para dentro da buceta da dona Janú. Ela estava literalmente me usando como um consolo pra foder a amiga, ao mesmo tempo em que continuava a chupar o seu grelo.
A dona Janú soltou um forte gemido ao sentir meu dedo entrando pelas dobras da sua buceta. E quando minha mãe começou a fazer movimentos de vai e vem, alternando com lambidas no seu grelo, ela foi relaxando, desfrutando de um prazer intenso. Não sei há quanto tempo ela não transava, mas nunca vi uma coroa gozar tanto, deixando o rosto da minha mãe todo melado.
Mas ainda faltava o principal; faltava pegar a dona Janú pela mão e conduzi-la ao paraíso. E foi o que eu fiz.
Abrindo bem as pernas dela, deixando totalmente exposta a sua buceta molhada, eu segurei meu pau pela base e comecei a pincelar, deixando ela mais ofegante só com a expectativa. E então fui metendo devagar, tentando prolongar ao máximo aquela tortura.
Queria dar a ela um orgasmo que tão cedo ela não esqueceria. Mas de repente senti minha mãe pegar no meu pau e fazê-lo deslizar todo para dentro da sua amiga. Acho que ela já não tava aguentando aquilo, com um misto de tesão, inveja e o ciúme natural de mãe.
E quando já estava todo dentro dela, eu comecei a penetrá-la, aos poucos aumentando o ritmo a cada estocada. A dona Janú se contorcia toda, de olhos fechados e agarrando-se aos lençóis, enquanto gemia.
E só de provocação, quando ela não tava mais aguentando, eu tirava o meu pau e dava umas batidas na sua buceta e esfregava no seu grelo.
Numas dessas vezes, minha mãe não se conteve e meteu a mão no meu pau e enfiou ele na boca, me chupando e lambendo dele todo o gozo da dona Janú. Depois, ela mesma enfiou de volta, pra eu continuar fodendo a sua amiga. E ficamos assim por um tempo, enquanto eu testava até onde as duas aguentavam.
Comecei a me mover lentamente, deixando A dona Janú ditar o ritmo. Ela gemia enquanto continuava a chupar a minha mãe. Senti o meu pau chegar mais fundo dentro dela, onde deixava ela mais excitada. Então ela abraçou forte a minha mãe pela cintura, mergulhando com vontade no seu suco vaginal, enquanto eu continuava meus movimentos.
Entramos em um ritmo agradável e a dona Janú começou a se mover mais rápido. E quanto mais rápido, mais ela ficava molhada, fazendo minha mãe se esbaldar, enquanto lambia tudo o que lhe escorria.
Numa hora, a dona Janú tava tão doida de tesão, enquanto eu fodia ela, que agarrou a bunda da minha mãe, cravando nela as unhas, e voltou a chupar intensamente a sua buceta. Acho que ela tava gozando porque de repente eu senti o meu pau ser comprimido dentro dela com uma força tão grande que também me fez gozar.
Eu gemia ofegante, enquanto ejaculava uma grande quantidade de esperma dentro dela. E enquanto tremia, movendo-se em resposta às minhas estocadas, senti seu clitóris roçar na base do meu pênis. Ela continuou fazendo isso até ter outro orgasmo, abraçada à minha mãe.
Já estava meio exausto, depois de despejar dentro dela tudo o que eu tinha. E quando finalmente tirei meu pau, minha mãe não perdeu tempo e começou a lamber da cabeça a mistura de esperma e o gozo da sua amiga.
A dona Janú se levantou, recobrando o fôlego. E,percebendo o que a minha mãe fazia, resolveu se juntar a ela. As duas então começaram a lamber o esperma do meu pau e a se beijar. Senti minha ereção diminuir enquanto observava as duas se divertindo feito duas meninas, como se dividindo um doce.
Depois disso, fui me deitar entre as duas, e devo ter cochilado por um tempo. Mais tarde, aquela noite, fui acordado pelas duas, que de novo já estavam me chupando, querendo dessa vez cavalgar o meu pau. E fizemos isso pela noite afora, enquanto eu me revezava entre uma e outra, e as duas se chupavam.
Essa combinação incestuosa e lésbica continuou daquele dia em diante, quando a dona Janú praticamente já não saía mais lá de casa. Não muito diferente da minha mãe, ela nem se preocupava mais com roupas, andando nua em pêlo por toda a casa.
Com o tempo, os vizinhos começaram a desconfiar daquela amizade tão íntima das duas. Mas nem podiam imaginar tudo o que rolava na cama da minha mãe a noite toda.
Continua...



