Sendo fodida de de uma marcenaria

Meu nome é Rebeca (Beca), e vou relatar sobre esta história que aconteceu comigo dentro de uma marcenaria.
Sempre que saio de casa na hora do almoço, sou meio que "obrigada" a passar em frente de uma marcenaria que tem aqui na rua onde eu moro, pois eu moro em uma rua sem saída, eu moro no final da rua e esta marcenaria fica na metade desta rua.
Acontece que os funcionários desta marcenaria sempre ficam sentados na calçada, são uns 6 caras mais ou menos que ficam ali na hora do intervalo deles.
E sempre que eu passo, eles ficam falando um monte de coisas, várias besteiras, só safadezas, falam da minha bunda, dos meus peitos que parecem dois melões, que sou uma bucetuda, que adorariam comer uma delícia dessa, e dão risada entre eles.
Eu não vou negar que uso sim roupas bem provocativas, short curto, mini saia, blusa sem sutiã, vestidinho curto sem calcinha, adoro andar assim.
Faz cerca de 20 dias, eu precisei contratar um serviço para desmontar e montar um guarda roupas na minha casa, mudar o guarda roupas para outro cômodo da casa.
Era uma sexta feira, em torno de das 18:00 horas, eu fui até está marcenaria para saber se eles faziam este tipo de serviço no final de semana e qual seria o valor, quanto cobrariam pelo serviço.
Eu cheguei, toquei a campainha, porém não fez nenhum som, a campainha estava quebrada eu acho, esperei um pouco e como ninguém veio me atender e o portão estava aberto, eu entrei bem devagar e para a minha surpresa, assim que eu entrei na sala, apareceu um cara, era um dos musculosos que ficavam sentados na calçada somente de toalha, todo ensaboado e já foi se desculpando por estar daquele jeito de toalha, é que já haviam encerrado e ele estava no banho pois iria sair com seus amigos para tomar cerveja.
Más no que eu posso te ajudar perguntou ele, me olhando de cima a baixo.
Antes de eu falar sobre o serviço que eu precisava, perguntei se ele não queria ir desligar o chuveiro para não gastar água, e ele disse sorrindo que não tinha problema.
Eu estava usando uma bermuda de academia branca e uma mini blusa sem sutiã, ele na hora não escondeu de mim o seu tesão, pois o seu pinto estava ficando duro só de me olhar, e eu pude perceber, pois ele estava só de toalha,o volume era grande.
Eu falei sobre o serviço que eu precisava, sobre desmontar e montar um guarda roupa grande em outro cômodo da casa, e expliquei que morava sozinha, que era solteira e não tinha inclusive ferramentas para fazer o serviço.
Só o fato de eu falar que era solteira, que morava sozinha, foi a deixa para o safado se aproximar mais de mim enquanto eu falava, soltar a sua toalha e me beijar na boca.
Ele começou a passar as suas mãos pelo meu corpo, minha bunda, meus peitos, levantou a minha mini blusa e começou a lamber meus peitos..
Em seguida arrancou a minha bermuda com violência, me deixou peladinha e passou a língua no meu grelo rosado por um tempinho, em seguida me fez ajoelhar e chupar seu pinto grande e grosso e a lamber as duas bolas.
Fiquei mamando e batendo punheta para ele(seu nome é Marcelo) por um bom tempo, e quando eu achei que já iria gozar, ele mandou eu esperar um instante, falou que já voltava.
Eu pensei que ele tinha ido buscar camisinha para me comer, para foder a minha bucetinha rosada, porém ao voltar, não voltou sozinho.
Ele voltou com mais dois caras, também funcionários da marcenaria e estavam tomando banho no vestiário da marcenaria, e foi por isso que ele deu risada quando eu falei para ele desligar o chuveiro para não gastar água, é porque haviam mais pessoas utilizando e eu não percebi.
Ele e mais os dois caras se aproximaram de mim, vieram na minha direção pelados, com seus pintos já duros, me seguraram bem forte, me fazendo ajoelhar e mamar a pica deles três, uma de cada vez.
O Marcelo que era o motorista do caminhão da marcenaria, era o que mais falava, mais agitava, também era o que tinha o maior pinto, o mais bem dotado dos três, ele foi até um sofá que tinha lá na sala, tirou algumas mochilas que estavam lá, se sentou e mandou eu me levantar, me mandou parar de chupar o pau dos caras e ir sentar de frente em sua pica
Assim eu fiz, me levantei, e fui sentar em seu grande e grosso pinto.
Confesso que senti uma grande dor ao sentar em seu pau, doeu bastante assim que entrou aquela vara na minha bucetinha, e logo em seguida já chegou outro cara e se posicionou atrás de mim e colocou sua rola no meu cú e empurrou com força, sem dó, eu dei um grito bem alto, pedi para ele parar, só que homem é tudo igual, se você pede para parar porque está doendo, que não está aguentando, aí que eles metem com mais força e violência.
O terceiro cara para não ficar só olhando, ficou em pé no meio da poltrona e me fez mamar a sua rola, rola não muito grande, porém grossa, me fazia engolir a sua rola, me segurava pela nuca, pelos meus cabelos e metia a sua rola até a minha garganta, me fazendo quase vomitar, de tanta ânsia que me dava, eles judiaram de mim, o que eu estava chupando, me dava uns tapas na cara, o que estava me comendo por trás, me dava uns tapas muito forte na minha bunda, eu sou bem branquinha, e ele deixava as marcas da suas mãos na minha bunda , ardia muito de tanta força.
E o Marcelo que eu estava sentada em sua pica, apertava bem forte os meus peitos, os meus mamilos sem dó.
Eles trocaram de posição, o cara que eu estava chupando, se sentou, falou para eu sentar em sua rola, o Marcelo do pinto grande, meteu sem dó no meu cú, me fazendo ver "estrelas", e o outro ficou em pé me fazendo chupar sem pau, me fazendo engasgar e perder o fôlego várias vezes, e ria da minha cara.
Pela terceira vez eles mudaram de posição, o Marcelo ficou em pé para eu chupar sua vara, só que ele perdeu o controle, me batia forte na cara, me dava uns tapas forte com aquela mão pesada de motorista de caminhão., eles me chamavam de puta, de vadia, de safada.
Depois de uns vinte ou vinte e cinco minutos mais ou menos que haviam se revesado pela terceira vez, saíram de cima de mim, mandaram eu me ajoelhar, falando que eu iria ganhar e teria que engolir todinho o leite deles.
E assim já exausta eu fiz o que eles mandaram, me ajoelhei e comecei a mamar e bater punheta para eles, um deles me batia e o outro colocava o dedo dentro da minha bucetinha.
O primeiro a gozar, foi o cara do pinto grosso, só ele lotou a minha cara de muita porra, de muito leite, em seguida foi a vez de um outro musculoso gozar, falou que não era para eu deixar nenhuma gota cair, se perder se não eu iria levar um tapão na cara.
E eu engoli tudinho, não desperdicei nenhuma gotinha do seu leitinho.
Só faltava o Marcelo, quando eu achei que ele iria gozar, na minha cara e boca, ele me mandou levantar e ficar de quatro na poltrona e começou a comer a minha bunda novamente, com estocadas violentas, com muita raiva, muito ódio, logo começou a gemer, a uivar bem alto e gozou dentro do meu cuzinho.
Ele saiu de trás de mim, mandaram eu ir embora sem tomar banho lá na marcenaria, para eu ir tomar banho na minha casa, falaram que iriam fazer o serviço no final de semana e quando eles estivessem fazendo o serviço, queriam que eu estivesse o tempo peladinha pela casa e que iriam me comer novamente durante o serviço, o que eu sei é que fui embora para casa por volta das 21:00 toda arregaçada e suja de porra dos marceneiros e que eles iriam sair e beber muita cerveja e comemorar a foda que eles tiveram comigo.
Confesso que no fundo, apesar da dor, dos tapas na cara, da minha bunda estar doendo e ardendo dos tapas forte que levei, saí da marcenaria muito feliz, confesso que foi incrível, a sensação era de ter sido " estuprada, violentada" por aqueles machos roludos, pois afinal de contas, que mulher não adora ser desejada por vários homens de verdade.
Beijos a todos.
Beca.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rebecarosadinha

Nome do conto:
Sendo fodida de de uma marcenaria

Codigo do conto:
258726

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
06/04/2026

Quant.de Votos:
3

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