De Campinas a Londrina

Isso aconteceu em 92 , eu com 23 anos casado já com 2 filhos , fui a Campinas buscar eletrodomésticos que minha sogra deu a sua filha pois estava de mudança pra Boa Vista Roraima, na volta peguei o ônibus que sai às 23: 00 de Campinas , no banco da frente logo depois da entrada , na janela me ajeitei e logo chegou um jovem sentou do meu lado e começamos aquela conversa de qual o seu nome e o que faz e coisas desse tipo , ele fazia faculdade e estava de férias visitando os seus pais, até o seguimento da viagem foi só e se posicionamos pra dormir ,após sairmos da cidade e pegar a BR as luzes se apagaram e o silêncio tomou conta , senti sua mão bater na minha perna algumas vezes de forma casual e sem querer , mais de forma repetitiva percebi então que estava me testando pra ver se eu aceitaria algum carinho , fiquei meio sem jeito mais me pau estava duro , viajem seguindo e sua mão parou na minha coxa , eu ali fingindo , não estar percebendo nada tipo dormindo até ver onde daria o atrevimento dele , foi devagarinho km a km da estrada a mãozinha ia sorrateiramente cm a cm subindo até a cintura, aquela situação que com o ônibus lotado e vizinhos de poltrona de todos os lados podendo perceber algo , quando ele com os dedos já seria meu pau latejando por cima da calça Jeans , com aquele ededron fornecido pela Garcia me cobrindo fui e facilitei abri o botão abaixei o zíper e deixei a cueca livre , ele muito delicado pegou no meu cacete e começou a punhetar bem devagarinho, passado alguns minutos ele já com a cabeça se encostando no meu braço foi descendo aos poucos , senti que queria mais , foi quando desci as calças até o joelho e a cueca também , com aquele pavor e medo de algum passageiro perceber , ele também coberto se abaixou e com a cabeça no meu colo começou a me chupar , apesar de ter uns 18 anos , sua língua era melhor que da minha esposa , não parava em nenhum momento, quando estava pra gozar , puxava pelo cabelo e tirava sua boca com força , e segurava até passar aquela vontade louca , ele parecia saber pois ficava imóvel igual um jacaré esperando minha ordem , quando queria que continuasse ia fazendo um cafuné e empurrando pra baixo , foi assim por um bom tempo , eu sem pressa pois a viajem era longa ele parecia que gostava de estar sendo usado pois as puxadas de cabelo eram mais fortes e com certeza gerava dor , me senti sendo seu dono e ele meu escravo , conforme a viagem corria barulhos em volta fazíamos parar , como passageiros levantando pra ir no banheiro ou luzes acendendo pra leituras ou pegar algo algo como bolachas ou bebidas , quando isso acontecia sua boca cheia com meu pau ficava inerte , sua língua imóvel como pra vermos o que se passava ao nosso redor , se alguma conversa ou fuxico fosse sobre nós, quando fazemos algo errado , tudo é motivo de atenção, assim que nóis sentíamos que estava tudo bem , ou eu dava um pequeno tapa na sua bochecha pra continuar ou ele mesmo mexia sua língua afiada , e macia , sempre naquele risquinho que vai dá cabeça do pau , nessa parada sua boca enchia de saliva e sentia escorrer pelo saco , com a brincadeira estava longa comecei a sentir dores nas bolas tipo insuportável mais o prazer era maior , foi quando segurei após uns cafunés e fui empurrando sua cabeça sem deixar que jha voltasse , ele percebeu que iria gozar a qualquer momento, e cedeu não voltou forçou mais o vai e vem foi aos poucos colocando tudo na boca meu pau pequeno 15 cm , gozei na sua garganta , com uns 4 jatos , ele engoliu tudo e tirei a mão da sua nuca e deixei ele se aliviar , o pau foi murchando ficando cada vez mais mole mais mesmo assim ficou ali até deixar bem sequinho , se recompomos , e seguimos viajem , ele pegou na minha mao e levou até seu pau , mais tirei pois não é a minha praía , na primeira parada descemos , eu sem dinheiro durinho , conversamos como se não tivesse acontecido nada , fui ao banheiro dar uma mijada e na volta na lanchonete ele me pagou um salgado e um refrigerante, entrei primeiro que ele , me cobri com a coberta abaixei as calças e a cueca e fiquei bem quietinho com a cabeça encostada no janela , foi só as luzes apagar que senti sua mão já pegar no meu saco , pau mole ainda , não demorou e ele fez acordar meu cacete novamente meia boca , e com aqueles lábios de mel voltou a fazer um outro boquete , noite e viajem inesquecível, não dormi , época sem celular , chegando em Londrina, descemos ele me passou o endereço, rasguei e fui pra casa , afinal esposa estava com saudades

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico paulorbreis

Nome do conto:
De Campinas a Londrina

Codigo do conto:
258746

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
06/04/2026

Quant.de Votos:
2

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0