3 casais e mesmo desejos

Uma Noite em Limeira
Depois de muito tempo sem viver grandes aventuras, fomos convidados para um jantar na casa de Carla e Márcio, em Limeira. Fazia anos que Claudia e eu, Jhonatan, tínhamos deixado o meio liberal; a rotina tinha esfriado aquela chama e não pensávamos em voltar. O convite era simples: conhecer a casa nova. Silvia e seu marido Sérgio também estavam lá. A noite começou tranquila, com vinho e conversas sobre amenidades, mas o destino tinha outros planos.
Após o jantar, fomos para a área da piscina. O reflexo da água e o silêncio da noite criavam uma atmosfera íntima. Foi quando Carla, segurando sua taça de vinho com um olhar pensativo, soltou a pergunta que mudaria tudo:
Meninos, tirem uma dúvida... Por que vocês, homens, têm tanta fantasia em ficar com duas mulheres ao mesmo tempo? É algo visual ou é o poder da situação?
Márcio e eu rimos, tentando explicar o óbvio, mas foi a resposta de Silvia que eletrizou o ambiente. Ela inclinou o corpo para a frente e disse, com uma voz firme e carregada de malícia:
Carla, não é só coisa de homem. É perfeitamente normal. Eu, por exemplo... sempre tive o desejo inverso. Morro de vontade de sentir dois homens ao mesmo tempo em mim
O silêncio que se seguiu foi absoluto, quebrado apenas pelo som do gelo no copo. Foi quando a minha Claudia, com aquele sorriso de quem guarda segredos, resolveu abrir o jogo: E por que vocês nunca realizaram? ela perguntou, rindo. Eu e o Jhonatan já tivemos algumas aventuras... a gente até tem uns brinquedos guardados para isso.
Carla arregalou os olhos, entre o choque e a empolgação. Jura? Ah, eu morro de medo de chamar alguém de fora... mas confesso que já pensei em você, Claudia kkk. Se você aceitasse... e se o Jhonatan aprovasse, claro kkk.
Tudo era dito entre risos e verdades disfarçadas de brincadeira. Eu, com meu jeito mineiro que não nega uma boa oportunidade, soltei logo: Uai, se ela quiser, pode! Por mim, tá aprovado.
A atmosfera ficou elétrica. Foi aí que Silvia, que observava tudo com os olhos brilhando, deu o xeque-mate: Gente, então por que não realizamos tudo hoje? Nós seis?
A proposta pairou no ar por um segundo antes de virar realidade. O "frio na barriga" que eu não sentia há anos voltou com tudo. Carla, para quebrar o último gelo, anunciou:
Vamos entrar na piscina?
Silvia hesitou, mencionando a falta de roupas, mas o protocolo já havia sido quebrado. Márcio assentiu para a esposa, que, sem cerimônia, despiu o short e a blusa, revelando uma lingerie rendada que brilhava sob os refletores. Claudia me lançou um olhar de busca, uma última confirmação silenciosa. Eu apenas sorri. Ela se despojou do vestido, ficando apenas com uma calcinha rosa de fio dental, deixando seus seios livres para a brisa da noite antes de mergulhar. Silvia não ficou atrás: deixou a saia e a blusa caírem, revelando sua nudez adornada apenas por uma calcinha vermelha vibrante.
Nós, os homens, ficamos estáticos por alguns segundos. A imagem era hipnótica. O contraste da pele úmida com as luzes da piscina criava uma aura cinematográfica.
Posso entrar também ou isso é só para elas? Sérgio quebrou o transe, rindo com a voz levemente embargada pelo desejo.
Claro que pode, Márcio respondeu, já retirando a camisa. Acho que agora é a hora de todo mundo entrar nessa brincadeira.
A água estava morna, um abraço líquido que relaxou os músculos enquanto a tensão sexual subia. Lá dentro, o toque da pele molhada sob a água era elétrico. Carla se aproximou de Claudia, sussurrando que a noite estava exatamente como ela havia imaginado. Minha "doutora" apenas sorriu, confirmando com os olhos que estava entregue ao momento.
O jogo de sedução escalou rápido. Silvia puxou Sérgio para um beijo profundo, brincando que era hora de experimentar algo novo após tantos anos. No momento seguinte, Carla conduziu Claudia para os braços de Márcio. O beijo deles foi o sinal verde. Senti os dedos de Silvia em meu pescoço; ela me puxou para si, ficando de costas para Sérgio, que a abraçava por trás, criando um sanduíche de corpos ofegantes.
Enquanto eu a beijava, vi Márcio sentar-se na borda da piscina, agora totalmente nu. O cenário era de uma luxúria artística: Claudia e Carla, juntas, dedicavam-se a ele com uma entrega voraz. O prazer estampado no rosto de Márcio era o motor da nossa própria excitação.
Saímos da piscina eu, Silvia e Sérgio. O ar fresco da noite contrastava com o calor que emanava de nós. Silvia deitou-se ao lado de Márcio; em um movimento fluido e faminto, ela se entregou ao marido enquanto eu me ajoelhava entre suas pernas. Senti o aroma da sua excitação misturado ao cloro e ao vinho.
Tudo bem? sussurrei, observando como ela pulsava.
Silvia e Sérgio assentiram em uníssono, as respirações curtas e pesadas. A intimidade dela parecia ter vida própria, batendo como um coração acelerado sob meus dedos. Quando finalmente me guiei para dentro dela, o encaixe foi perfeito.
De relance, vi Claudia minha deliciosa doutora, cavalgando Márcio com uma intensidade que eu nunca tinha visto, enquanto Carla a beijava e pressionava os seios contra sua boca. O coro de gemidos, o som da água e o estalar dos corpos se encontrando transformaram aquela noite em Limeira em uma sinfonia erótica inesquecível
Parei de meter nela pois já estava preste a gozar, e não queria acabar logo com aquele momento, e trocando com Sergio, que estava louco de tesão e foi sentir a sua esposa e logo entrar dentro dela enquanto eu me recompondo e beijando a Silvia, que gemia.
Enquanto ao nosso lado era, uma sena de tirar o folego a Carla sentada no seu esposo e Claudia junto no meia nove ele chupando-a e ela o chupando a Carla ao mesmo tempo.
Fui e coloquei o meu pau na boca da Silvia, onde o gemido era abafado com o meu pau na sua boca, e num momento ela pediu o que ela queria sentir duas rolas dentro dela. Então ela foi pra cima do Sergio, e fui atras colocando a minha rola no seu cuzinho, que nem precisava de lubrificador de tanto que estava úmido, dela ter gozado algumas vezes.
O ritmo agora era frenético, uma batida rítmica de corpos e respirações que abafava qualquer som da noite de Limeira. Silvia estava no centro do nosso mundo, entregue a uma plenitude que a fazia arquear as costas e cravar as unhas no braço de Sérgio. Eu sentia cada contração dela, um aperto que me levava ao limite.
Ao lado, o cheiro do sexo também pedia passagem. Claudia, minha doutora, soltou um gemido agudo e longo, um grito de libertação enquanto Carla e Márcio se fundiam a ela num emaranhado de braços e pernas. Ver o prazer dela foi o gatilho final para todos nós.
Em uma explosão de sensações que pareceu parar o tempo, o gozo veio em ondas. Primeiro Sérgio enchendo a buceta, depois eu no cuzinho, inundando Silvia de calor enquanto ela se perdia em seu próprio orgasmo, tremendo violentamente entre nós dois. Quase ao mesmo tempo, ouvimos os suspiros pesados do outro trio. O silêncio que se seguiu foi preenchido apenas pelo som da água da piscina escorrendo pelos ralos e pelas respirações que tentavam, em vão, voltar ao normal.
Lentamente, fomos nos desprendendo, mas ninguém se afastou de verdade. Ficamos ali, deitados à beira da piscina, a pele ainda úmida e o coração batendo forte. O vinho nas taças estava esquecido, mas a embriaguez agora era outra: a de uma barreira que havia sido derrubada para nunca mais ser erguida da mesma forma.
Claudia se aproximou de mim, encostando a cabeça em meu ombro. Seu olhar para Carla e Silvia não era de julgamento, mas de uma nova e profunda irmandade. Márcio quebrou o silêncio com um riso baixo e satisfeito, passando a mão pelo rosto.
Acho que o café vai ter que ser bem forte amanhã, brincou ele, arrancando risadas leves de todos.
Não havia constrangimento. No lugar das provocações do início da noite, agora existia uma intimidade confortável, o tipo de segredo que une pessoas para sempre. Vestimos nossas roupas devagar, trocando carícias distraídas e olhares que diziam mais do que qualquer palavra.
Enquanto caminhávamos de volta para dentro da casa, a luz da lua refletia na piscina agora tranquila. A aventura em Limeira estava longe de ser apenas um jantar de amigos; tinha se tornado o capítulo mais quente e inesquecível de nossas vidas. E, pelo brilho nos olhos de cada um, todos sabiam que aquela era apenas a primeira de muitas outras histórias que ainda escreveríamos juntos.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
3 casais e mesmo desejos

Codigo do conto:
258805

Categoria:
Grupal e Orgias

Data da Publicação:
06/04/2026

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