Em silêncio, a descoberta.

O espelho era o refúgio de Mayra, um oásis secreto, com muitos jardins. Ela havia acabado de sair do banho. Estava prestes a iniciar o ritual de passar hidratante pelo corpo.

Parando em frente ao espelho, deixou a toalha cair, exibindo para si o seu corpo de pele morena jambo, completamente nu. A luz da tarde que vinha da janela iluminava cada curva do seu corpo com uma delicadeza que fazia Mayra se sentir tocada. E ela adorava!

Aos seus 18 anos, Mayra tinha uma forma elegante e natural. Sua silhueta era linear, mas com um toque de feminilidade que a fazia sentir poderosa.
Cintura fina, marcada por uma curva suave que desenhava sua barriguinha delicada, terminando em seu ventre e descendo até seu sexo, cuidadosamente depilado a laser, de lábios levemente carnudos que conseguiam, na maior parte do tempo, esconder seu clítoris. As curvas da sua bunda se destacavam do seu corpo.
E, por último, não menos importante: seus seios! Eles não eram totalmente arredondados. Firmes, pareciam mais como duas peras grandes, com as auréolas e os mamilos se destacando da curvatura dos seios. Ela não sabia, mas os seios eram do estilo "puffy nipples". Ficavam lindos quando ela estava com alguma blusinha sem soutien. (Mas era coisa raríssima de vê-la vestida assim. :( )

Enquanto Mayra se olhava, lembrava-se das vezes em que estava na rua, em algum shopping ou barzinho e notava que os homens a devoravam com os olhos.
Ela chamava atenção. Tinha um andar elegante. Se permitia usar decotes mais ousados, com soutiens que valorizavam os volumes dos seios, disfarçando os puffy nipples. Fazia isso de uma forma sem ser vulgar. Também se permitia usar saias curtas, não minis, mas que deixavam suas pernas e parte das coxas, próximas aos joelhos, à mostra. Ela dizia que era para olharem para baixo ou para cima. Sempre deixava realçar uma das partes para não dividir a atenção dos olhares. Mayra adorava saber que estava sendo observada (eu adorava observá-la!).

Absorta em seu momento merecidamente narcisista, Mayra se desligava do mundo. As lembranças que tinha invariavelmente acabavam por excitá-la. Ela permitia-se tocar-se e curtir o momento. Ela se desligava do mundo, passeando pelos seus jardins secretos enquanto passava hidratante pelo corpo. Começava pelos braços, pelas pernas, pelas coxas e subia até terminar nos seios. Ou, em seu clítoris. Passava o hidratante se olhando pelo espelho, alheia ao mundo ao redor.

Mayra estava no ritual. Sabia que naquela tarde ela se entregaria ao prazer das suas lembranças, das suas fantasias. Estava "mal-intencionada" (eu adorava notar ela assim :P ) De repente, enquanto massageava os seios, já de um jeito diferente de meramente estar espalhando o hidratante, ela sente uma presença. Quem já sentiu isso sabe como é: do nada, você sente um tipo de calafrio, um tipo de arrepio, que acontece geralmente quando se está sozinho.
Mayra já havia sentido isso outras vezes e tinha uma explicação: alguém estava olhando para ela.

Num lapso de realidade, foi então que ela se lembrou: "Não estou sozinha em casa!" e, ainda sob o efeito da "presença", move-se e usa o espelho para certificar-se de que poderia ser apenas uma impressão equivocada. Não era!!! Ela vê Lívia, de pé, parada no batente da porta que estava aberta.

A tia de Mayra havia passado na sua casa para sair com a sua mãe. Coisa de irmãs. E levou a sua prima, Lívia, para não deixá-la sozinha em casa. Foi então que Mayra se lembrou que sua prima havia ficado assistindo a uma série no streaming na sala, que a sua mãe havia falado algo para ela antes de sair, provavelmente avisando que a Lívia estaria na casa, mas ela não havia prestado atenção.

De volta ao seu jardim secreto, foi como se o tempo tivesse parado para Mayra: alternava entre olhar Lívia e si mesma pelo espelho. Mayra voltou a admirar a forma dos seus seios: como eram ligeiramente empinados, os mamilos entumecidos da massagem que ainda se aplicava.
Foram poucos segundos que pareceram uma eternidade quando, tirando-a do transe, Lívia diz com um tom de voz inédito para Mayra: "Seus seios são lindos!".

Nesse instante, uma nova parada no tempo: Mayra sente uma onda percorrer seu corpo, dos pés à cabeça, chegando a provocar-lhe um pequeno espasmo. Essa onda veio seguida de uma sensação de umidade adicional entre as suas coxas. Uma impressão parecida como se fosse um pouquinho de xixi que escapa quando se está segurando por muito tempo.

Mayra agradece pelo elogio e repara que a prima, bem mais nova, está olhando com um desejo indecente nos olhos, que a remete aos olhares que os homens direcionam para o seu corpo. "Ela parece estar desejando algo", pensa.

Talvez Lívia estivesse esperando uma autorização para se aproximar. Mayra deixa as palavras fluírem, fazendo um sinal para Lívia com a cabeça: "Eu não percebi que você estava aí na porta! Pode entrar...". Ela entra calada. Nem fala o porquê tinha ido ao quarto de Mayra.

Lívia tem um corpo típico para a sua idade: esbelta, cabelos lisos, castanhos claros, lábios que demonstram um futuro promissor. Ela está vestida apenas com um camisão e uma calcinha de algodão, clara, amarela. O camisão era da Mayra. Lívia sempre gostou de usar os camisões de Mayra.
Se achava de vestidinho. E, quando chegava na casa da Mayra, já pedia para a tia algum camisão. Assim poderia ficar à vontade, largada no sofá da sala, assistindo a séries.

Mayra, que estava envolta em um turbilhão de sensações que aconteceram em poucos segundos, faz sinal para Lívia chegar perto dela e nota que ela não tira os olhos dos seus seios. Novamente, Mayra experimenta a mesma sensação que adora ao ser observada pelos homens.
Ela sente os seus mamilos mais entumecidos ainda!

Lívia ainda continua muda. Esqueceu-se do porquê de ter ido até o quarto da prima. Talvez quisesse algo, mas, naquele momento, involuntariamente, Lívia estava descobrindo o que não procurava. Sem dizer nada, ela olhava os seios de Mayra. Na verdade devorava, hipnotizada: não sabia se olhava de pertinho, diretamente ou através do reflexo do espelho.

Mayra percebe que Lívia começa a respirar mais rápido, bochechas rosadas. Percebe também o cheiro de Lívia, um aroma doce de algum perfume que ela sempre usa. Mayra não pode evitar sentir um arrepio de desejo percorrer seu corpo. Ela se sente atraída por Lívia que, apesar de ser mais nova,
tem uma sensualidade que supera em muito a sua idade. O momento era inexplicável. O que aconteceu? Será que Lívia estava vendo alguma série com cenas quentes? Afinal, Mayra sabia que Lívia assistia a séries adultas, tipo sitcoms, com sua mãe e nessas séries invariavelmente há beijos, amassos, referências a sexo, mas, claro,
nada explícito. E o clima ali, entre as duas, havia se tornado sexualmente carregado, não havia como ignorar.

Mayra continua massageando seus seios e, em sua mente, achou que tivesse pensado alto: "Pode pegar Lívia. Sinta como os seus ficarão!". Lívia ouve os pensamentos de Mayra e sem hesitar leva as suas mãos em direção aos seios de Mayra que as segura, pousando-as sobre seus seios.

Ao sentir o toque das mãos de Lívia, Mayra novamente tem aquela sensação de "xixi vazando", de calafrio, um leve espasmo. Ela até junta um pouco as coxas achando que algo tinha escorrido realmente.

Lívia segura levemente os seios, sem falar nada. Apenas massageando de leve, um pouco sem saber como fazer, mas parecendo curtir cada segundo, cada toque na pele dos seios da prima. O silêncio deixa transparecer a respiração de Lívia ficando mais profunda, beirando a ofegante, que dizia mais do que quaisquer palavras.

Mayra sente os toques das mãos da prima em seus seios, quase fechando os olhos e, sem pensar, puxa a Lívia para mais perto. Então, com a outra mão, segura na parte de baixo de um dos seios e leva em direção à boca da Lívia que, instintivamente, separa mais os lábios e envolve os mamilos e a auréola de Mayra.
Nesse momento, Mayra sente um arrepio, um calafrio, percorrendo todo o seu corpo, deixando todos os seus pelinhos ouriçados.

Curtindo o momento, o calor dos lábios da priminha em seus seios, agora de olhos semicerrados, Mayra puxa Lívia que, de pé ao seu lado acaba ficando frente a frente, facilitando que as mãos de Mayra percorram o corpo da prima. Mayra então desliza a mão descendo até alcançar o baixo ventre da Lívia que, naturalmente, afasta um pouco as pernas, facilitando o toque que lhe é aplicado, de leve, por cima da sua calcinha.

Nesse momento, Lívia solta gemidinhos, abafados pelo seio de Mayra em sua boca. Mayra sente novas ondas de arrepio e leves espasmos percorrendo seu corpo ao sentir em seus dedos a excitação de Lívia que já umedece o tecido da calcinha. Lívia alterna de seio. Mayra aumenta a pressão. Ouvindo os gemidinhos entrecortados pela respiração já se tornando ofegante, continua a apalpar Lívia com os dedos por cima da calcinha, num ritmo que entra em sincronismo com a respiração de Lívia.

Mayra quase tem um orgasmo, sem se tocar, ao sentir o quanto o grelinho de Lívia ficou inchado de repente, a ponto dela sentir, através da calcinha de algodão, o volume dele.

É nesse instante que Lívia começa a ter espasmos. Seus gemidos ficam mais fortes, beirando soluços por causa da respiração "de cachorrinho". Mayra sabia: naquele momento Lívia estava tendo um orgasmo e a segura com o outro braço enquanto continua a massagear o grelinho de Lívia por cima da calcinha, sentindo-a bem molhada. Os espasmos do corpo da prima duram várias dezenas de segundos até ficarem mais espaçados e a respiração se acalmando.

Mayra então conduz Lívia e a acomoda na cama. Lívia, que está com o rosto rosado, coloca um dos braços nos olhos, como se estivesse se escondendo, talvez com vergonha do que aconteceu.

Nesse momento, Mayra quer apenas deixar Lívia confortável para relaxar, após o que ela acredita ter sido o primeiro orgasmo de Lívia e se deita do lado dela.

Ainda carregada de excitação, olha para Lívia ao seu lado. Papéis trocados? Agora era ela quem devorava Lívia com os olhos. Seios em formação, ainda parecendo pequenas peras que, talvez uma característica de família, lembravam Mayra de quando era mais nova.

Ainda sem se falarem (precisa?!?!), Mayra faz um carinho nos cabelos de Lívia, pegando uma das mãos dela e levando até um dos seus seios para que Lívia possa senti-lo por um instante, pois já conduz a mão de Lívia descendo pelo seu corpo, passando pelo seu ventre, alcançando o seu, agora, grelo. Mayra pensou justamente nessa palavra: grelo. Sim, o tesão era tanto que os lábios inchadinhos de Mayra já não conseguiam esconder seu clítoris.

Ao sentir algo diferente em sua mão, Lívia tira o braço dos olhos e olha para o que estava sendo conduzida a fazer. E vê Mayra com a respiração ofegante e emitindo gemidos. Instintivamente entende o que deveria fazer.

Mayra solta a mão de Lívia que, um pouco sem jeito, começa a massagear Mayra por conta própria. Ao mesmo tempo, Mayra volta a massagear o grelinho de Lívia, desta vez por baixo da calcinha. Mayra sente o dedo escorregando na umidade de Lívia. Sente o toque daquela xaninha com poucos pelos. Não resiste e começa a ter espasmos e o seu gozo vem forte. Tão forte a ponto de jorrar um squirt transparente e quentinho na mão de Lívia que, ao mesmo tempo, acaba gozando novamente com Mayra "dedando fortemente" seu grelinho.

Após algum tempo, os espasmos se distanciam, as respirações se acalmam, e elas, ainda sem falarem nada, se abraçam.

Eu não presenciei o acontecido acima. Mas ouvi esse relato de ambas, em momentos diferentes, separadamente. E o mais gostoso disso: uma não sabe que a outra me contou o que tinha acontecido.

Imaginem a sensação que temos quando Mayra me olha quando Lívia está por perto. E quando Lívia me olha quando Mayra também está por perto? Uma cumplicidade mútua, ao mesmo tempo, secreta.

Resta-me a fazer como elas: ficar sem falar nada. Precisa?!?!?


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico rogmar

Nome do conto:
Em silêncio, a descoberta.

Codigo do conto:
258880

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
08/04/2026

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