Sendo bem sincero, esse vai ser o meu primeiro conto e espero que fique minimamente agradável e que passe o que quero passar. Meu nome é Augusto, mas normalmente me chamam de Guto. Tenho 30 anos e sou bissexual, totalmente flex e sem problema algum em ser passivo ou ativo. Amo ambos rs… Tenho um corpo normal, barba, olhos e cabelos castanhos. Sou meio peludinho no peito. Esse conto que vou narrar aconteceu há alguns meses com meu melhor amigo.
Temos anos de amizade, desde a adolescência praticamente. Eu moro sozinho em outra cidade no estado do Paraná, coincidentemente na mesma cidade que ele, afinal eu vim por pura influência dele na época. Seu nome é Henrique. Henrique tem uma pele bronzeada, barba preta bem desenhada e o cabelo também preto sempre muito bem arrumado. Ele tem um monte de tatuagens pelo corpo e normalmente se veste como um mano, apesar de trabalhar com administrativo e no dia a dia viver de terno e gravata. Estávamos em casa em um final de semana, bebados e largados pelo sofá enquanto jogávamos Dead Cells. Estávamos viciados nesse jogo e passamos dias jogando, nesse sábado não foi diferente. Já era o segundo fardo quando começamos a cansar e jogar de qualquer forma.
- Poha amigo, bateu lezeira. Vou bolar um pra gente e vamos assistir algo. - Disse ele se espreguiçando e deixando a perna esquerda sobre meu colo. Nesse dia ele estava de regata e um short de basquete branco que ia até os joelhos.
- Beleza enquanto isso vou procurar algo pra gente ver. - Respondi pousando minha mão em sua perna e massageando a coxa. Não vou mentir, já nos pegamos no passado, mas tinha anos que isso não acontecia e até então eu não estava em nenhuma maldade.
Já tinha alguns dias que ele vinha brincando que deveríamos casar, pois vivíamos juntos sempre e só faltava o sexo pra complementar. Até então eu levava numa boa, mas instintivamente acabei pensando nisso enquanto massageava sua perna. Obviamente fiquei excitado, mas ele não pareceu perceber.
Não demorou para ele terminar de bolar, e no fim acabamos fumando ali mesmo e conversando amenidades sem assistir nada. Quando por fim Henrique se manifestou passando a mão sobre a minha.
- Migo. Faz uma massagem em mim. - ele sorriu fazendo cara de pidão e eu prontamente aceitei. Sendo que normalmente sou preguiçoso para essas coisas.
No chão tinha um colchão pequeno de solteiro, que eu sempre deixava quando ele estava em casa. Henrique tirou a camisa e se deitou de barriga pra baixo, se encaixando confortavelmente no travesseiro.
Eu estava meio ansioso então fui até a estante, peguei um creme e voltei até ele, lambuzando suas costas. Fiquei um bom tempo por ali mesmo, sentado sobre sua bunda, eu estava quase ficando excitado novamente então decidi descer para as pernas e subir o seu calção até a linha das bandas da bunda. Suas pernas estavam todas peludas, mas nada exagerado. As tatuagens entravam em contraste com a pele cobreada, fui ficando cada vez mais excitado enquanto tocava, apertava e lhe arrancava gemidos.
- Rick, acho melhor você tirar o shorts. - resolvi arriscar e ele apenas concordou e tirou rapidamente, ainda mantendo a mesma posição.
Engoli em seco, sua bunda era redondinha e bem desenhada, mais abaixo no espaço entra as pernas era bastante perceptível suas bolas pesadas. Me lembro que quando ocorreu estávamos bebados, mas lembro que ele era bem dotado e tinha umas bolas bem pesadas. Voltei a massagear com calma, aproveitando cada centímetro daquelas pernas. Meu pau nesse momento já estava estourando dentro do meu short. Eu suava tanto que cheguei a tirar a camisa. Parecia estar em febre e ansioso.
- migo… - sussurrei, dessa vez eu não consegui disfarçar a tensão em minha voz. - Você acha confortável em virar? Se possível eu gostaria de tentar algumas outras coisas durante a massagem.
- Claro. - ele virou-se parecendo ansioso, não olhou diretamente pra mim, pois parecia constrangido. Apenas olhava para o teto. A meia luz que vinha da varanda do apartamento dava um belo contraste com seu maxilar quadrado. - Faça o que quiser. - Sorriu nervoso e fechou os olhos.
Não sei exatamente o que rolou, mas era um sentimento mútuo que simplesmente aconteceu. Talvez ele já tivesse a intensão antes, nunca saberei. Apenas quis aproveitar o momento e me entregar de forma sincera, como já me entreguei para poucas pessoas. Principalmente homens.
Comecei então tocando em suas pernas novamente, mas dessa vez para o lado de dentro das suas coxas. Sem creme, apenas pele. Eu descia e subia lentamente com as mãos pressionando até quase chegar em suas bolas. Vi que seu pau já dava início de vida, apontando para a esquerda e crescendo cada vez mais. Eu queria que tudo fosse o mais lento possível, para que ele ficasse cada vez mais louco. Desci minhas mãos até seus pés, que eram grandes e macios, ele sempre se gabou de cuidar muito bem deles e eu sinto que deveria demonstrar o que eles realmente mereciam. Massageei entre os dedos e me movi pelo colchão ficando com ambos em minhas mãos. Pude notar ele observando, quase com os olhos fechados e sorri, levando um deles até minha boca. Foi instantâneo. Sua voz rouca preencheu o espaço entre a gente, e eu olhei diretamente em seus olhos enquanto abocanhava seus dedos passando lentamente a língua por entre eles. O outro pé eu abaixei até o meu pau, que naquela altura já havia melado toda a minha cueca e ele apertou lentamente me arrancando suspiros.
- você também deveria tirar a sua… - disse entre suspiros e assim o fiz.
Depois que passei um tempo me dedicando aos seus pés e o fazendo se contorcer por mim. Subi até ficar frente a frente ao seu rosto e sorri, me sentando em seu colo. Ele também sorriu e eu abaixei a cabeça, tocando com meus lábios seu pescoço, seu mamilo direito e fui descendo até arrancar sua cueca. Seu pau, era escuro, com uma cabeça rosada semi exposta, curvado levemente para a esquerda bem pesado e cheio de veias. Não sei exatamente o tamanho, mas era lindo e grande. Suas bolas pendiam pesadas e cheias. Eu estava cada vez mais ansioso. Desci, cheirando sua virilha e sentindo um cheiro bom de pele com sabonete e um leve suor. Passei a linha pelas bolas e abocanhei com cautela, uma por uma, saboreando com calma até subir a base e alcançar a cabeça toda exposta e babada. Que delícia. Eu senti seu pau preencher minha boca e deslizar garganta a dentro, queria engolir o máximo possível. Meus olhos já estavam lacrimejando enquanto minha língua sentia o gosto maravilhoso de seu pica, escorregando cada vez mais fundo em minha garganta. Depois disso abri mais suas pernas e passei a língua em seu cu, que era pouco peludo, mas fechadinho pronto pra tomar linguada. Eu mordi levemente cada banda e abri com os dedos, enfiando então a língua como se o tivesse penetrando. Seus gemidos eram tão altos, que acho que naquele momento os vizinhos estariam ouvindo, por isso acabei deixando tocando música lenta na Tv, para pelo menos amenizar o barulho carnal.
Não demorei muito ali, Henrique em algum momento pareceu ficar louco e levantou me fazendo deitar de barriga pra baixo. Ele abriu minha bunda e começou a me linguar com muita força, parecia um animal querendo me estraçalhar. Não deu muito tempo de questionar ou pensar em qualquer outra coisa, seu papel ali estava muito bom que acabei até me esquecendo do tesão que tive em sua bunda. Henrique posicionou o pau em minha bunda, após me colocar em cima de uma pilha de almofadas. Abriu minhas bandas, cuspiu ainda mais e entrou de uma vez. Meu grito foi abafado por sua mão, senti até uma lágrima escorrer, mas meu pau se mantinha duro feito uma pedra babando cada vez mais. Eu senti, centímetro a centímetro me rasgando no meio, parecia não ter fim, eu babava em sua mão enquanto seu pau ganhava cada vez mais espaço em mim. Quando terminou, parecia que eu havia sido empalado. Tinha até dificuldade pra respirar. Uma mão sua me segurava pela cintura e a outra ainda tampava minha boca. Ele deu três estacadas bem mais fundas, como se quisesse mais espaço e gemeu ritmado enquanto me arrancava o ar. Serio, eu parecia estourar em febre e querer delirar de tão bom, apesar de doloroso. Meu pau pingava desenfreadamente.
- minha vagabunda. Esse rabo tão macio. Eu vou te estourar hoje.
Ele riu e começou a meter com muita força, seu suor espirrava em minhas costas. Até que abaixou minha cabeça e pisou em meu rosto, enquanto metia cada vez mais fundo e batia em minha bunda. Eu só sabia gemer e aceitar ser domado por ele. Parecia um cavalo me montando com tanta força, que não se cansava nunca. Eu já estava no ápice do meu delírio, se eu havia gozado eu já não sabia mais, meu pau estava encharcado e um líquido parecia ter escorrido por todo o travesseiro abaixo.
Em algum momento ele me virou, deixando de frango assado e me beijou muito enquanto metia. Eu já estava exausto, mas meu pau ainda estava dando sinal de vida. Ele começou a bater uma pra mim enquanto metia cada vez mais fundo, dava pra ver em sua respiração que ia chegar logo lá então só me entreguei aceitando que ele fizesse todo o serviço. Veio que nem uma bomba, eu explodi em gozo já gritando quase sem ar enquanto Henrique me inundou de porra, foram mais de sete jatos fartos de leite dentro de mim. Seu pau escorregava fazendo vazar muita porra do meu cu já arrombado, enquanto o meu pau deslisava na minha própria porra em sua mão. Henrique não saiu de mim, apenas sorriu num suspiro de cansaço, me beijou e ali ficou comigo abraçado enquanto seu pau amolecia e saia lentamente de dentro do meu cu. Ficamos nos acariciando por um tempo e acabamos dormindo sujos mesmo. No meio da noite acordei pra me limpar e ver o estrago. Deixaria pra pensar sobre outro dia, sem saber o que mais viria a seguir.
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É isso, pessoal. Acredito que tenha ficado grande, mas espero que tenha ficado gostoso de ler. É realmente meu primeiro texto, espero ter coragem e vontade também para melhorar minha escrita e talvez continuar postando.
Obrigado por quem leu até aqui e sim, pretendo apenas escrever relatos que realmente tenham acontecido.
Deixei uma foto que parece bastante o pau do meu amigo.
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